segunda-feira, 30 de novembro de 2009

ABNT homologa norma para padronização de uniformes escolares

Guilherme Barros
A Associação Brasileira de Normas Técnicas homologou na semana passada norma para padronização de segurança na escolha de materiais para a fabricação de uniformes, como tecidos e botões. A intenção da regra é ser um parâmetro de qualidade e segurança para orientação dos colégios no momento da escolha de fornecedores.
“As peças não devem oferecer riscos aos usuários. Um botão que pode ser facilmente arrancado em um uniforme infantil, por exemplo, pode provocar um acidente”, afirma Roberto Yokomizo, proprietário da fabricante de uniformes e roupas infantis YKZ, e um dos líderes do Grupo de Uniformes Escolares da Abravest (Associação Brasileira do Vestuário), que propôs a padronização.
O grupo criou, também, uma padronização para as cores dos uniformes. Yokomizo alega que as confecções frequentemente descontinuam as cores, o que dificulta manter um padrão nas roupas escolares.
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/

MEC: ensino médio teve 30 mil alunos a menos em 2009

MEC: ensino médio teve 30 mil alunos a menos em 2009
Clipping Educacional - Agência Estado
O ensino médio em 2009 matriculou quase 30 mil alunos a menos do que no ano anterior. Apesar da diferença pequena mostrada pelo Censo da Educação Básica, divulgado hoje pelo Ministério da Educação (MEC), a queda, de 0,3%, preocupa, já que esse é o nível de ensino que mais deveria estar crescendo no País.
Apenas 50% dos jovens de 15 a 17 anos estão matriculados do 1º ao 3º ano. Por enquanto, apenas na zona rural - tradicionalmente negligenciada no número de escolas - o ensino médio cresce. Foram 9,4% mais alunos em 2009.
Nos dois últimos anos também não houve crescimento. No ano passado, foram 3,2 mil matrículas a menos. O mesmo fenômeno vem acontecendo desde 2005 no ensino fundamental. Nesse caso, o ministério credita o menor número de brasileiros na faixa etária de 7 a 14 anos à chamada correção de fluxo - menor repetência, o que levaria os estudantes a ficarem menos tempo retidos de 1ª a 8ª série. No entanto, esse número maior de jovens que consegue terminar o fundamental deveria ter passado para o ensino médio e os números não têm demonstrado isso.
"Se pode dizer que o ensino médio está crescendo mais lentamente que gostaríamos, mas está crescendo. Se olharmos os números da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) veremos que a cobertura vem aumentando", afirmou Reynaldo Fernandes, presidente do pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pelo Censo.
Uma das hipóteses Inep é a migração para a educação profissional, uma das áreas que mais têm crescido. De 2008 a 2009, houve um aumento de 8,3% nas matrículas da educação profissional, ou 65,6 mil alunos a mais. No período anterior o crescimento havia sido ainda mais expressivo, de 14,7%.
Os números do censo 2009 só são positivos em duas áreas: além do profissional, cresceram também 8,3% as matrículas em creches. Em todas as demais áreas houve queda. A maior delas na matrícula de educação especial, com 21%. No entanto, essa é uma diferença explicada pela migração de estudantes de classes especiais para escolas regulares. Em 2007, 53% das crianças com necessidades especiais estavam matriculadas em escolas específicas. Em 2009 são apenas 39%.
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/

sábado, 28 de novembro de 2009

Escola em Osvaldo Cruz (SP) comunicará pais sobre filhos ausentes via torpedo

Clipping Educacional - da Agência Folha
Uma escola estadual de Osvaldo Cruz (557 km a oeste de SP) vai implantar a partir do ano que vem um sistema de envio de mensagens de celular para avisar os pais sobre a ausência dos alunos. Segundo o secretário da Educação de São Paulo, Paulo Renato Souza, o governo vai examinar o custo da ideia e pretende estimular a expansão por todo o Estado do projeto.
Segundo o diretor da escola de Osvaldo Cruz, Sidney Aparecido Zenaro, os gastos com as mensagens devem ser muito baixos, segundo levantamento preliminar feito com duas operadoras de celular.
Ele afirma que 93% dos pais do colégio têm o aparelho. O restante será avisado por meio de cartas enviadas nos mesmos dias das faltas.
Pioneiros na rede pública paulista, os torpedos da Escola Estadual Osvaldo Martins vão se juntar à chamada por meio de impressão digital, que já existe no colégio desde 2003. No colégio, a presença é verificada por meio de um sistema eletrônico quando o aluno chega e sai do local. O governo estadual também pretende expandir o mecanismo.
Atualmente, a escola já atualiza em seu site as frequência dos alunos presentes. O programa de computador que contabiliza as presenças foi desenvolvido pelo próprio diretor.
A escola tem 720 alunos da 5ª série do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio. No mais recente Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), de 2007, ficou com nota 4,8. A média da rede pública paulista é 4 nos anos finais do ensino fundamental e 3,4 no ensino médio.
Zenaro afirma que nenhum estudante ou pai reclamou das novidades. "A escola é responsável pelo aluno. De qualquer jeito já preciso comunicar quando há muitas faltas. A diferença é que agora é imediato", disse o diretor.
Para o secretário de Educação, não se pode confundir liberdade aos alunos com cultura da transgressão. "A vida em sociedade é o respeito às normas", afirmou Paulo Renato.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Reclamações e denúncias a aplicação de provas do Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo – SARESP

Aos Dirigentes Regionais de Ensino, Supervisores de Ensino, Diretores de Escola e Professores,
O Secretário da Educação, à vista das reclamações e denúncias chegadas ao seu conhecimento, por intermédio da Ouvidoria da Pasta e de veículos de comunicação, envolvendo a aplicação de provas do Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo – SARESP, e considerando a necessidade de se proceder à apuração dos fatos e de garantir aos alunos e equipes pedagógicas o pleno exercício de seu direito à participação nesse processo, comunica aos interessados o que se segue:
a Ouvidoria registrou as reclamações e questionamentos enviados pelos Dirigentes Regionais de Ensino a esta Secretaria, envolvendo as seguintes escolas:
1. EE Profª Darci Lopes - DE/Jacareí
2. EE Graciema Baganha Ribeiro - DE/Marília
3. EE Prof. Luiz José Dias - DE/Apiaí
4. EE Profª Benedita de Resende - DE/Leste
5. EE Bairro Galo Branco - DE/São José dos Campos por intermédio da Ouvidoria da Fundação para o Desenvolvimento da Educação – FDE, e da Central de Atendimento desta Pasta, chegaram a esta Secretaria reclamações de supostas irregularidades ocorridas nas seguintes unidades:
1. EE Prof. Orlando Ellero, em Vargem Grande Paulista
2. EE Prof. Galdino Moreira, no Guarujá
3. EE Profª Otília de Paula Leite, em Salto
4. EE José Antonio Santana, em Guaraci
5. EE Zenaide Pereto, em Mococa
6. EE Nancy de Oliveira Fidalgo, DE Leste
7. EE Profª Beatriz Lopes, DE Sul 3
Segundo notícia veiculada em revista de grande circulação, há notícia de possíveis irregularidades ou fraudes ocorridas em Franco da Rocha, na EE Benedito Aparecido Tavares, e em São José dos Campos, na EE Lourdes Maria Camargo e na escola municipal Leonor Pereira Nunes Galvão.
Diante dessas notícias, o Secretário da Educação determina às autoridades responsáveis, no âmbito do seu campo de atuação, que procedam à apuração dos fatos, tomem as providências que cada situação exige e solicitem, em caso de suspeita de fraude ou outro crime, boletim de ocorrência junto às autoridades policiais, sem prejuízo das medidas administrativas recomendadas.
Nos casos de comprovada fraude no uso de cadernos de provas ou na aplicação das avaliações a alunos de escolas da rede estadual, os resultados da avaliação dos envolvidos não serão considerados e a apuração de responsabilidades será realizada nos termos da lei. Em relação aos resultados comprovadamente fraudados, a Secretaria da Educação adotará as seguintes providências:
1. novos instrumentos de avaliação, equivalentes aos do SARESP/2009, serão aplicados às turmas de alunos ou às escolas prejudicadas, para que o diagnóstico das necessidades de aprendizagem possa efetivamente refletir a realidade e permitir a retomada do processo de aprendizagem dos alunos;
2. O bônus das equipes pedagógicas envolvidas nessas turmas ou escolas, em que se verificou fraude, será calculado com base na média observada na diretoria de ensino a que pertencem essas equipes.
Comunica, ainda, que todas as reclamações recebidas nesta Secretaria serão analisadas e repassadas às autoridades regionais para as providências cabíveis.
É oportuno lembrar que o SARESP/2009 foi aplicado em 8.759 escolas, sendo 5.143 da rede estadual/SE; 88 da rede estadual/outras; 3.237 municipais e 291 particulares.
Fonte: http://www.imprensaoficial.com.br

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

DECRETO Nº 55.078, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre as jornadas de trabalho do pessoal docente do Quadro do Magistério

Dispõe sobre as jornadas de trabalho do pessoal docente do Quadro do Magistério e dá providências correlatas
JOSÉ SERRA, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais,
Decreta:
Artigo 1º - O campo de atuação do pessoal docente do Quadro do Magistério, referente às classes de alunos ou às aulas a serem atribuídas, compreendem os seguintes âmbitos da Educação Básica:
I - classes iniciais do Ensino Fundamental – campo de atuação relativo ao cargo de Professor Educação Básica I;
II - aulas dos componentes curriculares do Ensino Fundamental, Médio e Educação Especial - campo de atuação relativo ao cargo de Professor Educação Básica II.
Parágrafo único - O Professor Educação Básica I poderá, desde que habilitado, ministrar aulas no Ciclo II do Ensino Fundamental, observado o disposto no artigo 37 da Lei Complementar nº 836, de 30 de dezembro de 1997.
Artigo 2º - De acordo com o disposto no artigo 10 da Lei Complementar nº 836, de 30 de dezembro de
1997 e no artigo 1º da Lei Complementar nº 1.094, de 16 de julho de 2009, as jornadas semanais de trabalho do docente titular de cargo são:
I - Jornada Integral de Trabalho Docente, de 40 (quarenta) horas semanais, sendo:
a) 33 (trinta e três) horas em atividades com alunos;
b) 7 (sete) horas de trabalho pedagógico, das quais 3 (três) horas exercidas na escola, em atividades coletivas, e 4 (quatro) horas em local de livre escolha do docente;
II - Jornada Básica de Trabalho Docente, de 30 (trinta) horas semanais, sendo:
a) 25 (vinte e cinco) horas em atividades com alunos;
b) 5 (cinco) horas de trabalho pedagógico, das quais 2 (duas) horas exercidas na escola, em atividades coletivas, e 3 (três) horas em local de livre escolha do docente;
III - Jornada Inicial de Trabalho Docente, de 24 (vinte e quatro) horas semanais, sendo:
a) 20 (vinte) horas em atividades com alunos;
b) 4 (quatro) horas de trabalho pedagógico, das quais 2 (duas) horas exercidas na escola, em atividades coletivas, e 2 (duas) horas em local de livre escolha do docente;
IV - Jornada Reduzida de Trabalho Docente, de 12 (doze) horas semanais, sendo:
a) 10 (dez) horas em atividades com alunos;
b) 2 (duas) horas de trabalho pedagógico exercidas na escola, em atividades coletivas.
LEIA NA INTEGRA
fonte:http://www.imesp.com.br

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Governo estuda pacote de incentivo para a compra de material escolar, diz Haddad

Rafael Targino
Clipping Educacional - Do G1, em Brasília
Itens com desoneração ainda estão sendo definidos pela Receita, afirmou.
Segundo ministro, medida já poderia valer no começo do próximo ano.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira (24) que o governo estuda um pacote de incentivos para a compra de material escolar, valendo já para o começo do próximo ano. Esse pacote envolveria desonerações em produtos pedidos nas listas. Segundo o ministro, esses itens ainda estão sendo definidos pela Receita Federal.
De acordo com Haddad, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu uma posição do Ministério da Educação sobre o assunto. “Minha posição foi que pesa no bolso dos trabalhadores, sobretudo a compra do material escolar no começo do ano. O livro didático, por exemplo, nós já desoneramos totalmente”, afirmou.
“O material escolar é comprado nos primeiros meses do ano. Em dezembro, janeiro, os pais já estão recebendo as listas das escolas. Se a medida for ser tomada, terá que ser com alguma antecedência para ter impacto no bolso do contribuinte”, disse Haddad. Segundo o ministro, a Receita também está definindo quais seriam os impactos dessa desoneração nas contas do governo.
Fonte:http://g1.globo.com

terça-feira, 24 de novembro de 2009

STF nega data alternativa a judeus para realização de provas do Enem

Clipping Educacional - Do G1, em Brasília
Grupo queria prova em data que não coincidisse com período sagrado.
Exame está marcado para os próximos dias 5 e 6 de dezembro.
O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu nesta segunda-feira (23) a decisão que permitia a estudantes judeus realizarem as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) em data alternativa para não coincidir com o Shabat, período sagrado judaico. O Enem será realizado nos próximos dias 5 e 6 de dezembro.
Em sua decisão, o presidente do STF, Gilmar Mendes, ressalta que o Ministério da Educação oferecia a possibilidade de os estudantes assinalarem a opção de “atendimento a necessidades especiais”, que atenderia pessoas com limitações de cunho religioso ou que se encontram hospitalizadas ou presas.
Mendes lembra que no caso dos adventistas do Sétimo Dia, a prova do sábado será realizada após o pôr-do-sol. “Tal providência (inicio da prova após o pôr-do-sol) revela-se aplicável não apenas aos adventistas do sétimo dia, mas também àqueles que professam a fé judaica e respeitam a tradição do Shabat. Em uma análise preliminar, parece-me medida razoável, apta a propiciar uma melhor “acomodação” dos interesses em conflito”, disse Gilmar Mendes.
O pedido de data alternativa havia sido feito pelo Centro de Educação Religiosa Judaica e 22 alunos secundaristas por meio de uma ação ordinária contra o a União e o Instituto Nacional de Estudos Anísio Teixeira (INEP) para que o exame não coincidisse com o Shabat (do pôr-do-sol de sexta-feira até o pôr-do-sol de sábado).
Mendes destacou ainda em sua decisão que “a fixação da data alternativa apenas para um determinado grupo religioso configuraria, em mero juízo de delibação, violação ao princípio da isonomia e ao dever de neutralidade do Estado diante do fenômeno religioso”.
Segundo ele, “se os demais grupos religiosos existentes em nosso país também fizessem valer as suas pretensões, tornar-se-ia inviável a realização de qualquer concurso, prova ou avaliação de âmbito nacional, ante a variedade de pretensões, que conduziriam à formulação de um sem-número de tipos de prova”.
Fonte: http://g1.globo.com/

Ao lado de Ahmadinejad, Lula defende direito do Irã a programa nuclear pacífico

Robson Bonin e Jeferson Ribeiro
Clipping Educacional - Do G1, em Brasília
Lula disse, porém, que sonha com Oriente Médio sem armas nucleares.
Iraniano, por sua vez, defendeu Brasil no Conselho de Segurança da ONU.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira (23), durante encontro com o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que reconhece o direito do país de executar seu plano nuclear para fins pacíficos e afirmou que o “Brasil sonha com um Oriente Médio” livre de armas do gênero.
"Reconhecemos o direito do Irã de desenvolver um programa nuclear com fins pacíficos e com respeito aos acordos internacionais e esse é o caminho que o Brasil vem trilhando. Não proliferação e desarmamento nuclear devem andar juntos. O Brasil sonha com um Oriente Médio livre de armas nucleares, como ocorre na América Latina", disse Lula.
Segundo Lula, "o Brasil encoraja assim vossa excelência a continuar o engajamento com países interessados de modo a encontrar uma solução justa e equilibrada para a questão nuclear iraniana". Contudo, o presidente negou que tenha interferido a favor do Irã nas negociações da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o programa nuclear do país.
"O Brasil não insiste. O Brasil tem um modelo de desenvolvimento de energia nuclear reconhecido pela ONU e pela agência que cuida da questão nuclear e conhecemos a polêmica pelo mesmo desenvolvimento no Irã. O que nós temos defendido há muito tempo é que o Irã possa produzir urânio para desenvolvimento de energia tanto quanto o Brasil tem feito, argumentou", disse.

Ahmadinejad defendeu o programa nuclear iraniano. Segundo ele, seu país têm condições de enriquecer o urânio a 20%, mas que aceita comprar de outros países para evitar a polêmica, desde que as condições do comprador sejam respeitadas.
Ele reclamou que seu país está sendo ameaçado de todos os jeitos, inclusive militarmente, e que espera que a postura do presidente Lula ajude os demais países do ocidente a mudar de posição.

Conselho de Segurança
Ahmadinejad também disse apoiar uma candidatura do Brasil a um posto permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas, mesmo afirmando que espera uma reforma que leve o órgão a evitar que seus membros tenham poder de veto.
“Precisamos elaborar um novo plano, um novo modelo, para gerenciar o futuro do mundo. O Conselho de Segurança das Nações Unidas deve passar por mudanças fundamentais. O conselho fracassou nos últimos 60 anos. Falhou devidamente ao poder de veto, que está restrito a um monopólio de um número restrito de países”, disse o presidente iraniano.
Referindo-se a Lula como "bom amigo", o presidente do Irã manifestou gratidão ao presidente brasileiro pela acolhida e lembrou os desafios dos dois países em relação às mudanças em curso no mundo. "Brasil e Irã são dois países importantes e atuam em duas regiões bastante sensíveis do mundo. O mundo hoje enfrenta desafios de dimensões formidáveis. Tem havido um crescente ceticismo, falácias, e também vemos a continuidade de políticas por nações que desejam manter e continuar seu domínio no mundo", discursou o presidente iraniano.
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Precisamos elaborar um novo plano, um novo modelo, para gerenciar o futuro do mundo. O Conselho de Segurança das Nações Unidas deve passar por mudanças fundamentais. O conselho fracassou nos últimos 60 anos. Falhou devidamente ao poder de veto, que está restrito a um monopólio de um número restrito de países
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Ahmadinejad defendeu a parceria entre Brasil e Irã para construir um "mundo sem guerras". "Um mundo distante da hostilidade, um mundo onde não haja ocupações nem guerras, um mundo distanciado da injustiça, um mundo repleto de paz, amizade, fraternidade entre nas nações do mundo."
Desde 2008, os dois presidentes já se encontraram em duas oportunidades. A primeira foi no Equador e a segunda, nos Estados Unidos. Esse é o terceiro encontro entre Lula e Ahmadinejad. O iraniano também tem encontro marcado nesta segunda com os presidentes da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e do Senado, José Sarney (PMDB-AP).
Ahmadinejad chegou a Brasília na manhã desta segunda-feira (23) em sua primeira visita oficial ao Brasil. Cerca de cem manifestantes favoráveis e contrários à presença do presidente iraniano no país realizaram um protesto na Esplanada dos Ministérios. Uma das pistas que dão acesso à Praça dos Três Poderes chegou a ter o trânsito interrompido momentos antes da chegada de Ahmadinejad.

Acordos
Os dois presidentes assinaram três acordos. Um para aumentar a cooperação comercial entre a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Câmara de Comércio e Indústria do Irã, outro na esfera diplomática, que suprime a exigência de visto para passaportes diplomáticos, e mais um para estimular as trocas culturais entre as duas nações.
Também foram assinados memorandos de cooperação e entendimento nas áreas de Minas e Energia, Ciência e Tecnologia, Comércio Exterior e entre os bancos centrais dos dois países. Irã e Brasil também firmaram um convênio na área da agricultura entre a Embrapa e a Organização para Pesquisa e Educação e Extensão Agrícola do Irã.
Lula disse que o Brasil vai fazer uma parceria com o Irã em projetos de energia elétrica. Além disso, disse que levará ao Irã “a experiência brasileira de veículos movidos a gás e etanol”. De acordo com o presidente, membros do governo vão ao Irã para avaliar oportunidades de negócios.
Fonte: http://g1.globo.com/

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Saresp tem a maior adesão de toda a sua história

Clipping Educacional – Da Educação
Avaliação contou com a participação de mais de 77% dos cerca de 2,5 milhões de alunos, o maior número desde sua criação em 1996; estudantes da rede estadual encerraram Saresp com prova de geografia e história nesta quinta-feira (19/11)
O Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp) teve neste ano a maior adesão em toda a sua história, contabilizando cerca de 2 milhões de alunos em cada um dos três dias de prova. Do total de 2.480.512 estudantes inscritos, 77% realizou o exame no primeiro dia. No segundo dia, o percentual foi de 75%, e no terceiro foi maior que 70%. Em sua 12ª edição, a maior avaliação do Ensino Fundamental e Médio do Estado e do País também contou com a participação de escolas particulares e municipais. Essas últimas custeadas neste ano pelo Governo do Estado, que investiu R$ 7,1 milhões na iniciativa. Nos três dias, a participação nas escolas estaduais foi a mais alta, seguindo-se as municipais e as particulares.
“Os três dias de avaliação do Saresp foram intensos e demonstraram o grande envolvimento de alunos, professores e coordenadores. Os números mais que satisfatórios comprovam a total adesão das escolas de todas as redes e seu comprometimento na melhora do ensino oferecido no Estado”, afirmou o secretário Paulo Renato Souza.
Durante os três dias de avaliações, as provas do Saresp foram aplicadas em 533 municípios do Estado com a participação de 14 mil fiscais e 79 mil aplicadores.
Nesta quinta-feira (19/11), os alunos da rede estadual encerraram o sistema de avaliação com a prova de ciências humanas (geografia e história). Diferentemente das provas de matemática e língua portuguesa, o exame de ciências humanas não conta pontos para o Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (Idesp), porém avalia o conhecimento dos alunos também nessas disciplinas e permitirá orientar a formulação de políticas e as estratégias na escola para melhorar a aprendizagem também nessas áreas.
As provas do Saresp tiveram início na terça-feira (17/11) com a avaliação de língua portuguesa. Os exames transcorreram tranquilamente na grande maioria das cerca de 8.700 escolas de todo o Estado de São Paulo que participaram da avaliação. Em poucas unidades foram registrados problemas pontuais, que não comprometeram a qualidade da avaliação. Embora este tenha sido um Saresp de enormes proporções, com um aumento de 189 para 533 municípios e, principalmente, pelo fato de, agora, estar mais clara para a Rede a importância dessas provas na composição do Idesp, o número de ocorrências foi muito próximo ao dos anos anteriores. Deve-se ressaltar que neste ano o Saresp foi também muito mais complexo do que nos anos anteriores, com maior diversificação no número de provas que foram aplicadas aos alunos.

O que é o Saresp?
O Saresp é uma avaliação externa realizada desde 1996 pela Secretaria de Estado da Educação, com a finalidade de fornecer informações consistentes, periódicas e comparáveis sobre a situação da escolaridade na rede pública de ensino paulista, visando a orientar os gestores do ensino no monitoramento das políticas voltadas para a melhoria da qualidade educacional. Participam do Saresp alunos da 2ª, 4ª, 6ª e 8ª séries do Ensino Fundamental e da 3ª série do Ensino Médio de escolas estaduais, municipais e particulares. Os componentes curriculares a serem avaliados são língua portuguesa, matemática e, neste ano de 2009, também ciências humanas. Os resultados da 12ª edição do Saresp serão divulgados no primeiro trimestre de 2010.
Para cada uma das séries e cada disciplina, foram preparadas 26 provas diferentes com nível de complexidade semelhante para cada série. Cada aluno recebeu uma prova diferente e a respectiva folha de resposta previamente determinada em um processo de distribuição aleatória. O número de provas diferentes foi o maior da história do Saresp e é uma garantia para a lisura e transparência da avaliação, minimizando a possibilidade de fraudes ou vazamento de provas que viessem a comprometer o resultado do processo. O Saresp não visa à avaliação dos alunos individualmente, mas de cada escola e segmento de ensino, sendo importantes, portanto, os resultados médios de cada turma. Além das questões objetivas – cujo resultado é compilado no Idesp - são realizadas também provas de redação e questões abertas de matemática. O resultado dessa parte discursiva das provas é incluído no relatório que cada escola recebe para orientar o seu trabalho de planejamento escolar. Ainda no primeiro semestre de 2010 cada escola receberá o relatório de seu desempenho no Saresp e será orientada em como interpretar seus resultados para melhorar o nível de aprendizagem dos seus alunos, quais suas deficiências mais notórias e seus pontos fortes. Apesar de o resultado do Saresp ser parte do processo do Bônus para os professores, o retorno dos resultados para a escola é a parte final e mais importante do processo, pois a partir daí será possível alcançar melhorias duradouras na qualidade da educação no Estado de São Paulo.
Idesp
O Saresp é, também, o componente mais relevante do Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (Idesp), utilizado apenas na rede estadual. O Idesp é calculado através de uma fórmula que combina os resultados do Saresp com os dados do fluxo escolar: taxas de aprovação, repetência e evasão escolares, variando numa escala de zero a dez.. A cada ano a Secretaria de Estado da Educação fixa uma meta de evolução do Idesp para cada segmento do ensino dentro de cada escola. As equipes (tanto professores como profissionais de apoio) das escolas que superarem as metas ganham até 2,9 salários mensais a mais, que serão pagos no primeiro trimestre do ano que vem. Dessa forma, cada profissional da rede estadual que atue nessas escolas poderá ganhar praticamente 16 salários anuais. "É um estímulo poderoso para melhorar a qualidade da educação em nosso Estado", diz o secretário Paulo Renato.
Além disso, o governador José Serra sancionou recentemente o programa Valorização pelo Mérito, que vai permitir aos professores praticamente quadruplicar o salário ao longo da carreira, desde que tenham boas notas em avaliações, permaneçam na mesma escola e tenham assiduidade.
A ampliação do Saresp para as redes municipais de ensino dá sequência ao amplo programa desenvolvido pelo governo do Estado para melhorar a qualidade da educação, com medidas como o Programa Ler e Escrever (voltado a acelerar a alfabetização de crianças da primeira à quarta séries), o São Paulo Faz Escola (com novo currículo e materiais específicos para alunos e professores), diversas modalidades de recuperação de aprendizagem para alunos com dificuldades, o Programa + Qualidade da Educação (que criou a Escola de Formação de Professores e mudou a forma de ingresso dos profissionais do magistério, instituindo o curso de formação como última etapa do processo seletivo), entre outras ações. "São ações muito consistentes que já estão melhorando a qualidade do aprendizado oferecido em nossas escolas", diz o secretário Paulo Renato.
Fonte: http://www.educacao.sp.gov.br/

A promessa da revolução pelo mérito pessoal

Clipping Educacional – Brasil Econômico
O economista e secretário de Educação Paulo Renato está comandando um movimento que já ganha adeptos em Pernambuco, Distrito Federal e Rio Grande do Sul: a utilização da meritocracia para remunerar professores de escolas públicas. Com tantas variáveis que afetam a educação, o esforço individual é suficiente para garantir qualidade?
A utilização de instrumentos privados de gestão costuma ser considerada como uma das saídas para melhorar os processos administrativos do setor público. Porém,uma vez instituídos, tais mecanismos causam polêmica. O exemplo mais recente é a meritocracia para remuneração de professores. Trata-se da avaliação da performance individual como forma de garantir bonificações.
O projeto iniciado no Estado de São Paulo está ganhando adeptos em várias partes do país. Pernambuco já conta com um programa de bonificação por resultados, assim como Distrito Federal, Minas Gerais e Rio de Janeiro. O Rio Grande do Sul encaminhou há pouco mais de uma semana um projeto para a Assembleia Legislativa para a criação de um programa de valorização por mérito dos servidores públicos. A aposta desses estados segue a lógica de que melhorar o salário dos professores é uma forma de diminuir o absenteísmo, tornar a carreira do magistério mais interessante e conseguir melhorar os indicadores de qualidade na sala de aula.
Mas as formas de fazer isso criam debates controversos. E o economista Paulo Renato, atual secretário de Educação do Estado de São Paulo, é uma das peças chaves desta discussão.
Ele promete liderar uma revolução no ensino da maior rede de ensino da América Latina, com 5,5 mil escolas, mais de 240 mil professores, cerca de 300 mil funcionários e um orçamento de R$ 15,4 bilhões. E 5,5 milhões de estudantes. Ele afirma estar ciente de que a meritocracia não é unanimidade nem mesmo dentro das corporações.
O compromisso coma educação lhe valeu uma cadeira na Academia Paulista de Educação, como titular nº 33. Uma grande responsabilidade, já que o patrono desta cadeira é o educador Lourenço Filho, um dos autores do "Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova", de 1932 e sua antecessora, a jurista e educadora Esther de Figueiredo Ferraz, primeira mulher a ocupar o posto de Ministra de Estado, quando foi titular do Ministério da Educação, em1982.
A estratégia de São Paulo foi traçada no Programa Mais Qualidade na Escola, lançado em maio. Em sua primeira fase foi criada a Escola de Formação de Professores, que mudou a forma de ingresso dos profissionais do magistério, agora com base na realização de um concurso e de um curso de capacitação. O governo também criou duas novas jornadas de trabalho - de 12 e 40 horas semanais -, abriu 80 mil vagas para cargos efetivos e regulamentou a situação dos temporários, instituindo uma prova como requisito para a atuação nas salas de aula. A segunda fase é o Programa de Valorização pelo Mérito, aprovado em outubro pela Assembleia Legislativa. Em entrevista ao Brasil Econômico, Paulo Renato falou sobre as expectativas quanto à mudança no modelo de educação de São Paulo.

O governo paulista está prometendo uma revolução na educação. Como isso será feito?
O Estado de São Paulo tem uma posição de destaque em todos os indicadores de educação. Mas isto não nos satisfaz. Trabalhamos com quatro eixos de atuação: definir padrões curriculares para São Paulo, com o apoio das escolas para a aprovação do currículo; trabalho de avaliação com indicadores de qualidade; política de bonificação por resultado e reestruturação da carreira do magistério, com nova forma de ingresso, por concurso e curso de formação.

Programas de bonificação não são novidades no serviço público. Qual o diferencial?
A Secretaria de Educação tinha um programa de bônus há anos. O que mudou é que no último ano ele foi modificado para um plano de bônus por resultado. Temos o maior programa de pagamento por mérito e experiência do mundo. Neste ano, foram R$ 590,6 milhões, valor 31% superior ao de 2008.

Como esse plano foi recebido pelos funcionários?
No programa de bonificações , 195 mil funcionários receberam, sendo 158 mil professores. Metade deles ganhou dois salários. Eu assumi a secretaria dez dias após o pagamento das bonificações, no dia 13 de abril, e esperava um ambiente conturbado, já que os sindicatos são resistentes. Mas não ouve reclamações, apenas das escolas boas que não receberam o bônus.

Escolas boas que não atingiram as metas não recebem e ruins dentro das metas recebem?
Esse é o problema: o bônus é um prêmio ao desempenho da escola, pago pela evolução nos indicadores do Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo). Se a escola atingiu a meta, todos recebem dois salários a mais. As escolas que já têm bons indicadores, mas não atingiram as metas, não recebem. Estamos estudando como resolver isto.

Como vai funcionar o Programa de Valorização pelo Mérito?
O programa funciona paralelamente às bonificações e é baseado em três aspectos: assiduidade, tempo de permanência, e provas, que já começam em janeiro. Assiduidade e permanência afetam diretamente a qualidade do ensino na sala de aula. Nossos levantamentos mostram que os professores faltam em média 30 dias por ano letivo. Os professores também passarão por cursos de atualização, que ajudarão na realização das provas.

O que garante que a meritocracia é adequada para a educação, uma área tão sensível do setor público?
A questão de valorizar pelo mérito é um desafio em qualquer entidade, até mesmo no setor privado. A questão principal é vencer uma resistência cultural. A sociedade brasileira está mais acostumada a programas de valorização igualitários e não pelo mérito individual. Mas acredito que o plano vai motivar os professores, que não receberão só bônus.A cada três anos, terão um aumento salarial que vale para a carreira inteira. Isto tornará o magistério mais interessante.

O Plano Nacional de Educação do governo federal foi lançado na sua gestão como ministro. Como o senhor o avalia?
A maioria das metas vai ser cumprida. Tivemos um grande avanço na educação básica e na redução do alfabetismo. Já conseguimos melhorar a cobertura do sistema,mas o grande desafio é melhorar a qualidade. A boa notícia é que existe uma consciência deste fato, que pode ser averiguada em qualquer um dos indicadores nacionais de ensino.
Educação é considerada um tema pluripartidário pelo governo federal e apoiado pelos partidos. Como isso reflete nas relações estado/governo?
Há uma tendência do governo federal de impor modelos que a constituição nega, sobrepondo ações que no final desperdiçam dinheiro, com recursos que são distribuídos diretamente para as escolas, como o Mais Educação, que oferece apoio técnico e financeiro para escolas. E este não é o caminho. As instâncias federativas têm de ser respeitadas. O que o governo está fazendo é pulverizar o problema. Se existe recurso sobrando, essa distribuição tem de ser articulada com os governos estaduais.
Fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br

Prêmio Mario Covas tem inscrições prorrogadas até dia 19

Clipping Educacional – Da Secretaria de Gestão Pública
Serão selecionados 15 melhores trabalhos nas categorias "Excelência em Gestão Pública e "Inovação em Gestão Pública".
As inscrições para o Prêmio Governador Mario Covas foram prorrogadas até esta quinta-feira, 19. A iniciativa da Secretaria de Gestão Pública, por meio da Fundap (Fundação do Desenvolvimento Administrativo), em parceria com a Fundação Mario Covas, chega a sua 6ª edição com a proposta de valorizar e divulgar os trabalhos de servidores públicos com foco na modernização da administração pública do Estado de São Paulo.
Neste ano, serão selecionados 15 projetos relacionados às categorias "Inovação em Gestão Pública" e "Excelência em Gestão Pública". Servidores estaduais da administração direta, autarquias e fundações, bem como dos poderes Judiciário e Legislativo podem inscrever as boas práticas de gestão pública pelo site do prêmio (www.premiomariocovas.sp.gov.br). Os trabalhos devem ter no mínimo seis meses de implementação e possuir resultados verificáveis. Não há limites de inscrições por órgão público.
Os trabalhos inscritos serão analisados por uma banca avaliadora composta de especialistas na área pública, que vai pré-selecionar 40 trabalhos das duas categorias. As equipes semifinalistas deverão fazer a apresentação oral de suas iniciativas a uma comissão julgadora, que vai escolher os trabalhos finalistas e vencedores com base em critérios estabelecidos para cada categoria.
A divulgação dos 15 melhores trabalhos será realizada em cerimônia de premiação com data e horário a serem definidos. Cada equipe vencedora receberá troféu, equipamento de informática e certificados individuais. Autores dos demais projetos que chegarem à final serão contemplados com certificados e pen drive para cada equipe. Outra variável da premiação é a Menção Honrosa, reconhecimento às equipes responsáveis por trabalhos destacados em determinados critérios dos julgamentos.
"Este prêmio é uma forma de reconhecer o servidor que trabalha comprometido com o bom funcionamento da administração pública, fórmula essencial para a prestação de um serviço eficiente ao cidadão. Outro fator importante do Prêmio Mario Covas é a disseminação destes casos de sucesso com potencial de multiplicar-se em outros órgãos públicos", afirma o secretário de Gestão Pública, Sidney Beraldo.
O Prêmio Governador Mario Covas foi instituído em 2004, pelo decreto nº 49.191. Nas cinco primeiras edições, concorreram 1.013 projetos, sendo 246 finalistas e 52 premiados.

Serviço
Prêmio Governador Mario Covas
Inscrições: prorrogadas até quinta-feira, 19
Adesão e regulamento: pelo site www.premiomariocovas.sp.gov.br
Taxa: gratuita
Categorias: Excelência em Gestão Pública e Inovação em Gestão Pública.
Fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br

sábado, 21 de novembro de 2009

Brasileiro lê um livro por ano, revela pesquisa

Clipping Educacional - O Globo
RIO - Um levantamento do Instituto Pró-Livro confirma que o brasileiro lê pouco. São 77 milhões de não leitores, dos quais 21 milhões são analfabetos. Já os leitores, que somam 95 milhões, leem, em média, 1,3 livro por ano. Incluídas as obras didáticas e pedagógicas, o número sobe para 4,7 - ainda assim baixo. Os dados estão na pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, feita com 5.012 pessoas em 311 municípios de todos os estados em 2007.
- O livro é pouco presente no imaginário do brasileiro - explica o diretor do Livro, Leitura e Literatura do Ministério da Cultura, Fabiano dos Santos.
Nos Estados Unidos, por exemplo, a população lê, em média, 11 livros por ano. Já os franceses leem sete livros por ano, enquanto na Colômbia, a média é de 2,4 livros por ano. Os dados, de 2005, são da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), que integram o Instituto Pró-Livro.
Detalhes dos hábitos do brasileiro relacionados ao livro, revelados na pesquisa, atestam esta afirmação. O levantamento considera como não leitores aqueles que declararam não ter lido nenhum livro nos últimos três meses, ainda que tenha lido ocasionalmente ou em outros meses do ano.
Entre os leitores, 41% disseram que gostam muito de ler no tempo livre, enquanto 13% admitiram que não gostam. Também entre os 95 milhões de leitores brasileiros, 75% disseram que sentem prazer ao ler um livro, mas 22% sustentaram que leem apenas por obrigação.
Com as estatísticas nas mãos, Fabiano dos Santos diz que há dois caminhos a percorrer para fazer do Brasil um país de leitores: ampliar o acesso ao livro e investir na formação de leitores.
A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil sugere que a maior influência para a formação do hábito da leitura vem dos pais, o que explica o fato de que 63% dos não leitores informaram nunca terem visto os pais lendo.
Por outro lado, o levantamento sugere que o hábito de ler é consolidado na escola e quanto maior o nível de escolaridade, maior o tempo dedicado à leitura. Entre os entrevistados com ensino superior, há apenas 2% de não leitores e 20% disseram que dedicam entre quatro e dez horas por semana aos livros. Este índice cai para 12% entre estudantes do ensino médio.
- É em casa e na escola, que os leitores são formados. Depois dos pais, os professores são os maiores incentivadores, mas poucos têm a experiência da leitura. E, neste caso, fazer do aluno um leitor é uma mágica - diz o diretor do Livro do Ministério da Cultura.
O professor de Literatura Dilvanio Albuquerque considera que o desinteresse do brasileiro pelos livros não pode ser atribuído apenas à família e à escola.
- O problema é mais amplo. Não podemos falar que a culpa é da instituição, seja ela familiar ou escolar, porque, na verdade, o problema é cultural - diz.
Para o professor, até entre os universitários, o hábito da leitura não é comum, inclusive nos cursos em que o contato com a escrita é fundamental.
- Normalmente a universidade não oferece um bom acervo. Moramos em um país em que os livros são caros e de difícil acesso - diz.
Fonte: http://oglobo.globo.com

As boas e as más avaliações

Monica Weinberg
Às vésperas da Prova Brasil e do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), ambos aplicadas pelo Ministério da Educação, cabe registrar uma preocupação sobre o rumo das avaliações oficiais. A se basear pelo conteúdo do último Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), a que recentemente se submeteram universitários de todo o país, a ideologia vem, perigosamente, se sobrepondo à objetividade – este, o princípio básico de qualquer boa prova. O vazamento do Enem, por sua vez, chamou a atenção para as inúmeras fragilidades em relação à própria segurança da prova. Notícias ruins numa rara área em que o Brasil costuma ir muito bem.
A eficiência do já gigantesco sistema de avaliação do ensino implantado no país é reconhecida até fora do Brasil. Técnicos daqui costumam ser convidados para versar sobre as aferições brasileiras em países de elevada excelência acadêmica. Todo mundo quer saber como colocar de pé uma avaliação aplicada a tanta gente. Fala-se de algo na casa dos milhões de provas. Quanto ao conteúdo, o Enem tem sido comparado ao Pisa, prova conduzida pela OCDE (organização que reúne os países mais ricos) – referência no mundo das avaliações.
Até então, o conjunto de exames oficiais vinha cumprindo bem o seu papel, de fornecer apuradas fotografias da sala de aula. Até meados da década de 90, não havia nada parecido no Brasil, o que só fazia ampliar os problemas. Sem diagnósticos, não havia metas. E sem metas, estávamos no escuro. O último Enade mostra que no escuro continuamos. Tomara que os novos exames oficiais sigam rumo inverso. O país não pode prescindir de bons termômetros do ensino.
Fonte: http://veja.abril.com.br

Pré-escola, só ser for boa

Monica Weinberg
Um novo conjunto de pesquisas sobre os efeitos da escola nos primeiros anos de vida de uma criança sugere uma reflexão que contraria o senso comum: enquanto basicamente todo mundo diz que a pré-escola é crucial para o desenvolvimento, tais estudos afirmam que isso só é verdade se ali forem contempladas duas necessidades básicas dessa fase. A primeira diz respeito ao tamanho das turmas, que devem ser enxutas o suficiente para garantir algo decisivo para o aprendizado de tais crianças: um atendimento ao mesmo tempo personalizado e afetivo – ou ainda, na definição do mineiro João Bastista Oliveira, doutor em psicologia do aprendizado, “um tipo de atenção que se assemelhe ao da mãe.”
Outro ponto decisivo remete aos estímulos que a escola é capaz de prover. Nessa etapa da vida, o mais importante, de acordo com o que já está provado cientificamente, é incentivar a curiosidade e apresentar à criança um repertório de palavras do qual ela se beneficiará ao longo de toda a sua trajetória escolar. Com dois anos de idade, há crianças que dominam um conjunto de 200 palavras, ao passo que outras já têm conhecimento de 600 delas. Essa diferença se explica justamente pelo tipo de empurrão dado a cada uma. É aí que a escola pode ser decisiva – ou inútil. O Brasil bate na tecla da inclusão de todos na pré-escola, mas deixa de lado a questão de maior relevo: sem um alto padrão, elas não terão qualquer efeito positivo para o aprendizado.
Fonte: http://veja.abril.com.br

Drogas: o perigo ronda as escolas

Por Marina Dias
"Já experimentei maconha, ecstasy, LSD e lança perfume, sempre em festas e na companhia de amigos. Na minha escola, entre os mais velhos, difícil é achar quem nunca usou nenhuma dessas coisas". A declaração é de uma garota de apenas 14 anos, que estuda em um colégio de classe média de São Paulo. Há ainda um dado a ser acrescentando na já preocupante relação entre jovens e drogas: a escola, local onde crianças e adolescentes passam a maior parte do tempo, vem se tornando a porta de entrada para o mundo da experimentação.
"É ali que os jovens aprendem a beijar e têm sua iniciação sexual, mas também pode ser ali o lugar onde eles terão o primeiro contato com as drogas", afirma Ronaldo Laranjeira, psiquiatra e coordenador da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). "Geralmente, a experiência começa com drogas legais, como álcool, tabaco e cola de sapateiro. Em seguida, entram as drogas ilícitas e, entre essas, a maconha está em primeiro lugar quando se trata de ambiente escolar."
Não há números globais sobre a penetração das drogas na escolas brasileiras. Contudo, a impressão generalizada e os dados esparsos indicam que ela avança. "Pesquisas locais já apontavam para o uso precoce dessas substâncias", revela Paulina Vieira Duarte, titular da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad).
Aula anti-droga - O problema já bateu às portas da cúpula da educação pública no Brasil. Prova disso é que, no próximos dia 17, professores de todo o país encerrarão um curso de capacitação à distância para lidar com o assunto. A ação é uma parceria entre o Ministério da Educação (MEC), a Universidade de Brasília (UnB) e a Senad.
O objetivo é formar profissionais capazes de abordar adolescentes já usuários de drogas e conscientizar aqueles que ainda não se envolveram com esse tipo de problema. Constam do treinamento também orientações sobre como lidar com uma constatação crescente: o consumo e eventualmente até o tráfico de drogas se dá dentro dos muros da escola.
O crescimento do números de profissionais treinados pelo MEC dá uma ideia da evolução desses problemas: em 2004, na primeira edição da capacitação, foram 5.000 educadores provenientes de mil escolas públicas do país. Neste ano, serão 25.000, de 4.658 unidades de todos os estados.
"A ainda há uma demanda reprimida de mais de 15.000 vagas", afirma Paulina, da Senad. "Precisamos preparar os professores para que eles saibam abordar o problema de drogas nas escolas, além de realizar o encaminhamento adequado para a rede de serviços de atenção a usuários e seus familiares".
De acordo com pesquisa realizada pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) da Unifesp, 57% dos jovens entre 12 e 17 anos consideram que obter drogas em "qualquer momento" é "muito fácil". Em 2001, 48,3% já tinham ingerido álcool; três anos depois, eram 54,3%. O consumo de maconha também subiu: de 6,9%, em 2001, para 8,8% em 2005.
Fonte: http://veja.abril.com.br

A grande fraude

Cristovam Buarque é senador pelo PDT-DF
Há décadas, indicadores denunciam o trágico quadro da educação de base.
Mas foi preciso o Exame Nacional do Ensino Médio ser usado no lugar vestibular e ser vítima de uma fraude para que a situação do Ensino Médio aparecesse.
Enquanto o ENEM não estava ligado à universidade, seus resultados mereciam pouco destaque, ainda que indicassem uma tragédia.
Quando se pergunta como explicar essa vergonha educacional em uma das grandes potências econômicas do mundo, a resposta está na preferência brasileira pelo topo da sociedade, não pela base.
Cuidamos mais das universidades do que da educação de base.
Um exemplo é que a quase totalidade dos que defendem cotas raciais para ingresso na universidade não lutam pela abolição do analfabetismo, nem pelo aumento no número dos jovens negros que terminam o Ensino Médio.
Outro exemplo é o Brasil se preocupar com o fato de termos apenas 13% dos jovens de 18 a 24 anos – chamada idade universitária – cursando a universidade, sem considerar que apenas um terço dos alunos que se matriculam no Ensino Médio consegue concluí-lo. Hoje, o número de vagas para ingresso na universidade é de 2,8 milhões, maior do que o número dos que terminam o Ensino Médio, 1,8 milhão.
Mas as mobilizações são pelo aumento de vagas na universidade, e não pela conclusão do Ensino Médio.
O resultado é uma universidade sem base: os alunos entram sem condições de seguir plenamente o curso que escolheram e sem base complementar ao conhecimento específico de seu curso.
As universidades sofrem um dilema: ficar com vagas ociosas ou ter vergonha dos alunos.
Mesmo os que terminam o Ensino Médio recebem uma formação deficiente.
De acordo com o PISA – que avalia o resultado da educação no mundo –, em 2006, 55,5% dos alunos brasileiros foram reprovados com nota abaixo do nível 2, na escala até 5. E 27,8% deles ficaram abaixo do nível 1.
A educação de base do Brasil está em 39º posição entre 56 participantes. Atrás de países como Jordânia e Indonésia, cujas rendas per capita são R$8.160 e R$5.950, respectivamente, bem menores do que a brasileira, que é de R$16.490.
A grande fraude não está no vazamento de informações nas provas para o ENEM-Vestibular para ingresso na universidade, mas nos resultados do ENEM-Avaliação da qualidade do Ensino Básico no Brasil.
Termos notas tão baixas no ENEM é uma fraude maior do que o crime de se apossar dos resultados das provas do ENEM.
E essas notas medem apenas o desempenho dos alunos que concluem o Ensino Médio, sem considerar os que ficaram para trás.
A fraude das fraudes é apenas um terço dos nossos jovens concluírem o Ensino Médio, e de pouca qualidade.
Quase universalizamos as matrículas nas primeiras séries do Ensino Fundamental, mas desprezamos a assistência, a permanência e o aprendizado.
A verdadeira e grande fraude do ENEM está escondida: é a exclusão e o baixo desempenho dos alunos do Ensino Médio. A fraude é o ensino, e não o ENEM.
Mas a grande fraude – a exclusão dos jovens e as baixas notas do ENEM – não importava para a opinião pública, até que ela ameaçou a lisura da seleção para entrar na universidade. A grande fraude era invisível.
A maior fraude não está na ilegalidade de quebrar o sigilo das provas, mas no péssimo e imoral desempenho dos que nelas passaram.
Se a solução para a fraude menor está em melhorar o sistema de preparação das provas, incluindo o sigilo, a fraude maior só será superada por uma revolução na Educação de Base.
Entre as ações estão a criação de uma Carreira Nacional do Magistério e um Programa Federal que assegure a todas as escolas horário integral, com professores bem formados, bem dedicados, bem remunerados e com acesso aos mais modernos equipamentos.
Felizmente, a sociedade começa a despertar: o movimento “Todos pela Educação” reúne empresários; o “Pacto pela Educação”, promovido pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) reúne cientistas; o “Movimento Nacional pela Educação” reúne os maçons; o “Movimento Educacionista” reúne sobretudo os jovens.
Fonte: http://oglobo.globo.com

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Alunos que não conseguiram fazer a prova do Saresp terão mais um dia de avaliação

Clipping Educacional - iG São Paulo
SÃO PAULO – Os alunos que não conseguiram fazer a prova do Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar (Saresp) no período oficial de aplicação dos exames farão na próxima sexta-feira ou na segunda-feira – nas cidades em que o Dia da Consciência Negra é feriado.
Segundo a Secretaria Estadual de Ensino, as provas continuarão a ser aplicadas, mesmo tendo ocorrido casos de erros na distribuição dos cadernos e fichas de resposta em algumas escolas do Estado.
Na última quarta-feira, 200 alunos do ensino fundamental da Escola Estadual Dr. Júlio Prestes de Albuquerque, de Sorocaba, foram dispensados de fazer a prova, pois a escola havia recebido os cadernos de questão da prova de Português, em vez de receber a prova de Matemática, recebeu a de Português, que já havia sido aplicada no dia anterior.
De acordo com a Folha Online, os problemas também teriam ocorrido em Mairiporã, Caieiras, Francisco Morato, Cajamar e em Atibaia.
A assessoria de imprensa da secretaria informa que o problema ainda não foi identificado e que a ocorrência não foi significativa o suficiente para paralisar o andamento da prova.
A prova está sendo aplicada para 2,5 milhões de estudantes de todo o Estado e tem o objetivo de avaliar a qualidade do ensino nas escolas da rede estadual. A secretaria de ensino avalia que estas ocorrências não terão grande influência no resultado da análise.
Fonte: http://educacao.ig.com.br

MEC vai processar consórcio que era responsável pelo Enem

Clipping Educacional - O Diário - PI (18.11.2009)
O MEC vai entrar na Justiça contra o Connasel, consórcio formado por três empresas que era inicialmente responsável pelo Enem
O processo será feito por conta de erros de segurança que facilitaram o vazamento da prova, informa o ministério.
A intenção do MEC é reaver os R$ 38 milhões pagos ao Connasel para a execução do Enem antes do vazamento da prova.
Após o caso, ocorrido em 1º de outubro, o MEC investiu R$ 133 milhões no exame - somando R$ 99,9 milhões do contrato com as novas empresas responsáveis pelo Enem (Cesgranrio e Cespe/UnB), R$ 1,26 milhões para o Ministério da Defesa e R$ 31,9 milhões do acordo com a nova gráfica, para a impressão da prova.
Se os R$ 133 milhões atuais forem adicionados aos R$ 38 milhões pagos para o antigo consórcio, os custos do Enem chegam, no total, a R$ 171 milhões. A assessoria de imprensa do ministério contesta o valor:
- O dinheiro de R$ 38 milhões é passivo de ação judicial e vai ser recuperado.
Os R$ 171 milhões ultrapassam a previsão de gastos do ministério com o Enem, de R$ 148 milhões, somando impressão, logística, vigilância e custos de cancelamento da prova. O valor corresponde ao número de alunos inscritos no exame (4.147.527) multiplicado pelo preço pago pela taxa da prova, de R$ 35.
O ministério havia divulgado, anteriormente, uma previsão de gastos menor - de R$ 145,1 milhões.
Uma auditoria interna do Ministério da Educação, que está em fase de conclusão, deve apontar o Connasel como responsável por problemas de vigilância na impressão do Enem. O contrato com o antigo consórcio foi rompido.
O Enem foi adiado para os dias 5 e 6 de dezembro, após a prova ter sido cancelada pelo ministro Fernando Haddad, em 1º de outubro, quando foi constatado o vazamento.

Anúncio
O ministro Fernando Haddad afirmou, no dia 14 de outubro, que o plano de segurança que havia sido traçado para a impressão do Enem foi mudado sem o conhecimento do Inep (órgão do Ministério da Educação responsável pela prova). A declaração foi dada em uma audiência na Câmara dos Deputados.
Uma nova sala para manuseio e embalagem dos cadernos de questões na Gráfica Plural foi aberta sem autorização, segundo Haddad. A prova foi furtada do local por Felipe Pradella, Felipe Ribeiro e Marcelo Senna, funcionários temporários contratados pelo consórcio Connasel.
- Após o episódio, tomamos conhecimento da abertura de um ambiente sem segurança. Tudo indica que foi nesse local que ocorreu o delito. (...) Segundo servidores, o Inep nem sabia da existência desse ambiente.
A Polícia Federal indiciou o trio por violação de sigilo funcional, com pena de dois a cinco anos, e peculato, que pode levar a detenção de dois a 12 anos. DJ Gregory Camillo de Oliveira Craid também foi indiciado por extorsão, que tem pena de 4 a dez anos, contra a jornalista do Estado de S. Paulo que revelou o vazamento, exigindo R$ 10 mil dela depois que a reportagem sobre foi publicada.

Outro lado
Procurada pelo R7, a Funrio - uma das três empresas que integra o consórcio Connasel - disse que não vai se pronunciar enquanto não receber uma notificação oficial da Justiça.
A diretoria das três empresas deve se reunir, discutir o caso e provavelmente soltar uma nota oficial conjunta após a notificação, informa a assessoria de imprensa da Funrio.
A Cetro, que também faz parte do consórcio, disse que também não se pronunciará oficialmente enquanto não houver notificação oficial.
A terceira empresa que integra o consórcio, a Consultec, também foi procurada pelo R7, mas não deu retorno até a publicação desta reportagem.
Fonte: http://e-educador.com

Saresp tem prova com folha de respostas errada

Aline Mazzo
Clipping Educacional - do Agora
Depois de ser prorrogada em uma semana, a prova do Saresp teve problemas ontem e anteontem, durante a aplicação dos exames de português e matemática, respectivamente. Um erro fez com que alunos recebessem provas com folhas de respostas com a ordem das questões diferente da do caderno de exercícios.
O Saresp possui 26 tipos de prova, com 24 questões de múltipla escolha cada uma. Em cada versão, as questões são as mesmas, mas a ordem delas é alterada para dificultar que os alunos colem. Na hora de passar as respostas para o gabarito, muitos alunos ficaram em dúvida e chegaram a rasurar o caderno de respostas. Eles temem que os resultados tenham distorções.
fonte:http://www.agora.uol.com.br

Exame para 2,5 milhões de alunos de São Paulo apresenta falhas

Clipping Educacional - do Agora/da Folha de S.Paulo/da Folha Ribeirão
Depois de ser adiado em uma semana, o Saresp, exame do governo paulista que avalia os alunos da rede, foi marcado por novos problemas na quarta-feira (18), quando foram realizadas as provas de português e matemática.
Parte dos alunos recebeu provas em que a folha de respostas não era compatível com o caderno de perguntas, e em uma questão faltou uma figura.
Os problemas foram identificados pela reportagem em Mairiporã, Caieiras, Francisco Morato e Cajamar, na Grande SP, e em Atibaia (64 km da capital).
O Saresp avalia a situação das escolas e da rede e é o principal fator considerado para pagamento de bônus por desempenho aos professores. Participam 2,5 milhões de estudantes.
A avaliação inclui 26 tipos de prova, com 24 questões de múltipla escolha cada uma. As questões são as mesmas, mas a ordem delas é alterada para dificultar a cola entre os alunos.
Com o erro nas provas, estudantes se confundiram na hora de passar a resposta para o gabarito e chegaram a rasurar a folha. Eles dizem temer que haja distorções na correção e que ela seja feita à mão, e não por meio digital, como previsto.
O aluno Vinícius Timm de Alencar, 19 anos, contou que, após 30 minutos de prova, a diretora da escola apareceu na sala, quando foi detectado o erro. "Ninguém sabia o que fazer. Aí, mandaram a gente riscar o número da folha de respostas e colocar igual ao da prova."
"Essa confusão gera um estresse para os alunos, o que prejudica os resultados", diz Ocimar Alavarse, professor da Faculdade de Educação da USP.
A Apeoesp (sindicato dos professores da rede estadual) disse que deve entrar com medidas judiciais contra o Saresp. Uma pergunta do teste de matemática do 3º ano pedia a observação de um polígono, que não aparecia na prova.
Em outro erro, uma escola de Araraquara (273 km a noroeste de SP) recebeu as provas de geografia misturadas com as de português. As questões de geografia deveriam ser abertas apenas hoje, quando também acontece a prova de história.
O Saresp, que deveria ter sido aplicado na semana passada, foi adiado porque o Caed (Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação), empresa contratada para aplicar o exame, não conseguiu entregar todas as provas a tempo.
Outro lado
A Secretaria da Educação classificou os problemas como "normais" para um exame do tamanho do Saresp e afirmou que não haverá distorções. Em relação ao caso de Araraquara, disse que o erro de empacotamento das provas foi isolado e não comprometeu a avaliação.
O Caed disse que a correção poderá ser feita digitalmente.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Alunos enfrentam problemas na aplicação do Saresp

Clipping Educacional - Redação Terra
Cadernos errados de respostas, informações ausentes e questões misturadas foram alguns dos problemas enfrentados por alunos que, desde a última terça-feira, realizam as provas do Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp). As informações são da Folha de São Paulo.
Os problemas foram identificados em escolas na Grande São Paulo e em Atibaia, a 64km da Capital. Não se sabe quantos alunos foram afetados.
A Secretaria da Educação de São Paulo considera normal a ocorrência de falhas na aplicação de um exame tão amplo. O Saresp de 2009 testou conhecimentos de Português e Matemática de 2,5 milhões de alunos da rede paulista. Aplicado pelo Governo do Estado, participam dele todas as escolas estaduais e alguns colégios municipais e particulares.
Com início na terça, 17 de novembro, e término nesta quinta-feira, 19, o Saresp deveria ter sido aplicado na semana passada. Problemas na entrega das provas, por parte Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd), entidade responsável pela organização do exame, adiou o Saresp por uma semana.
Fonte: http://noticias.terra.com.br

Inscrição para professores temporários termina nesta sexta

Clipping Educacional - Da Secretaria da Educação
Datas e horários da realização das provas serão anunciados oportunamente
Os candidatos a professores temporários em 2010 que já apresentaram documentação nas Diretorias Regionais de Ensino têm até as 23h59 desta sexta-feira, 20, para fazer a inscrição para a prova de classificação de docentes. A Secretaria da Educação contabilizou 201.822 inscritos até o último dia 13. As inscrições para a avaliação devem ser feitas somente pela Internet, no portal (www.vunesp.com.br) da Vunesp, órgão responsável pela aplicação dos exames. As datas e horários da realização das provas serão anunciados oportunamente.
"Facilitamos o acesso de todos os candidatos às vagas de professores da rede estadual de ensino e melhoramos a dinâmica de atribuições de classes e aulas", afirmou o secretário Paulo Renato Souza.
Os candidatos à contratação devem ter diploma de licenciatura ou ter diploma de bacharel ou de tecnólogo de nível superior ou ser aluno do curso regular de licenciatura plena.
Para os docentes que ingressarem na rede estadual, a oportunidade de carreira e reconhecimento é grande. Ao longo de quatro anos lecionando na mesma escola, eles poderão participar do Programa de Valorização pelo Mérito, que praticamente quadruplica seu salário inicial, o que é uma verdadeira revolução na história da remuneração para a categoria no Brasil. Pelo programa, um professor com jornada de 40 horas semanais poderá ganhar até R$ 6.270,00, o que colocará o profissional entre os 10% com maiores salários do País.
No último dia 4, a Secretaria da Educação divulgou, por meio de uma resolução publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo, as competências e as habilidades desejáveis para professores que já atuam ou desejam atuar na rede pública estadual, além da bibliografia para exames e concursos.
A publicação especifica os perfis requeridos para professor ensino básico I, professor ensino básico II e de educação especial. No caso dos professores ensino básico I, a Secretaria indica a fundamentação pedagógica, ou seja, identificação das principais contribuições da atividade escolar para o desenvolvimento dos alunos, distinção das condições de aprendizagem necessárias conforme a natureza dos conteúdos, e a construção de rotinas de trabalho para organizar o tempo didático, por exemplo. Também são exigidas competências técnicas gerais - necessárias para todos os professores do módulo - e conhecimentos específicos para o ensino de língua portuguesa, matemática e conhecimentos gerais.
Já aos docentes do ensino básico II são pedidos outros tipos de conhecimentos, como cultura geral e profissional; as dimensões culturais, sociais, políticas e econômicas da educação; conhecimento pedagógico; conhecimentos para o desenvolvimento profissional, entre outros, além daqueles especificamente referidos à sua habilitação.
O texto aponta ainda o perfil desejado, as habilidades, a bibliografia com 15 livros e os documentos requeridos para cada uma das disciplinas: língua portuguesa, arte, educação física, inglês, matemática, ciências, física, química, biologia, história, geografia, filosofia e sociologia. Em Filosofia, por exemplo, fazem parte do currículo livros de René Descartes e Jean-Jaques Rousseau.
Titulares de cargo devem se apresentar em escola
Os titulares de cargo classificados nas escolas devem optar pela jornada de trabalho que desejam exercer em 2010, fazendo a inscrição na própria unidade escolar onde atuam, entre os dias 1º e 11 de dezembro. Estes professores não participarão do exame. Os cronogramas das fases de classificação dos inscritos e de atribuição de classes e aulas do processo do ano letivo de 2010 serão estabelecidos em Portaria-DRHU que se publicará oportunamente.
fonte:http://www.saopaulo.sp.gov.br

Erro de distribuição impede alunos de fazer prova em SP

Por José Maria Tomazela
Clipping Educacional - Agência Estado
Sorocaba - Cerca de 200 alunos do ensino fundamental da Escola Estadual Dr. Júlio Prestes de Albuquerque, de Sorocaba (SP), tiveram de ser dispensados de uma prova do Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar (Saresp), hoje, por falha na entrega dos formulários. Ao invés das questões de Matemática, as caixas enviadas pela Secretaria de Educação do Estado, responsável pela avaliação, continham as de Português. A prova dessa disciplina tinha sido realizada na terça-feira.
A falha só foi percebida no início da prova, quando os formulários começaram a ser distribuídos. Antes, os responsáveis pela aplicação já tinham sido obrigados a devolver os questionários por erro de endereçamento. A prova se destinava a alunos de uma escolha de Santa Bárbara do Oeste, na região de Campinas.
Os responsáveis pela aplicação não tiveram alternativa senão dispensar os alunos. A prova de matemática foi transferida para amanhã, no lugar da prova de geografia e história, mudada para segunda-feira. Pais de alunos protestaram. A Secretaria reconheceu que houve falha na aplicação da prova para seis turmas de alunos da escola de Sorocaba, mas informou que o processo de avaliação não será comprometido.
Fonte: http://www.abril.com.br/noticias

Matrícula antecipada do ensino médio termina nesta segunda

Clipping Educacional - Da Agência Imprensa Oficial
As inscrições para matrícula antecipada do ensino médio na rede estadual de ensino ficarão abertas até o dia 23 de novembro. As vagas destinam-se a alunos concluintes do ensino fundamental, que não frequentaram escola pública em 2009 ou candidatos que pretendem retomar os estudos em 2010 em qualquer série do ensino médio, inclusive na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA). Quem já é aluno da rede estadual não precisa se inscrever. A Secretaria Estadual da Educação fará a consulta sobre a nova matrícula. As inscrições deverão ser feitas nas escolas estaduais, onde os candidatos também poderão obter informações sobre as unidades que oferecem o curso.
Para o preenchimento das vagas, será dada prioridade aos alunos concluintes do ensino fundamental que já estudam na escola em que a vaga for pleiteada ou que residam na localidade da unidade.
As vagas restantes serão destinadas aos demais candidatos. No dia 4 de dezembro, será divulgada nas escolas a lista dos inscritos que não pertencem à rede. A confirmação da matrícula com entrega de
Matrícula antecipada do ensino médio termina nesta segunda documentação pelo aluno ou pais/responsável na escola de destino ocorrerá entre os dias 8 e 18 de dezembro.
Encceja – O prazo de inscrição para o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), nível fundamental, foi prorrogado para o dia 30 de novembro. A avaliação está agendada para 21 de fevereiro e será aplicada em 123 municípios paulistas. A participação é gratuita e voluntária. Os candidatos devem ter no mínimo 15 anos completos até o dia da prova. Quem estiver matriculado na EJA também pode se inscrever. Para os interessados em participar do exame, a Secretaria da Educação disponibiliza no site www.educacao.sp.gov.br link para acesso às inscrições e informações sobre o Encceja, organizado pelo Ministério da Educação. O exame é uma oportunidade para jovens e adultos (que por algum motivo interromperam os estudos) obterem o certificado de conclusão referente ao ensino fundamental.
Fonte:http://www.imprensaoficial.com.br/

Professores de São Paulo prometem parar em janeiro

Clipping Educacional - Revista Fórum (18.11.2009)
O governador José Serra não sabe ainda, mas logo vai receber a notícia
Pedro Venceslau
O ano letivo de 2010 corre sério risco de não começar na data prevista nas escolas estaduais paulistas. A decisão está tomada, mas só será oficial quando terminar, quinta, a Conferência Estadual de Educação da Apeoesp, que acontece em Serra Negra, interior de São Paulo.
O indicativo de greve é consenso entre as forças políticas que participam do evento, segundo Maria Izabel Noronha, presidenta da Apeoesp. É ela quem explica: “A categoria está revoltada com José Serra e Paulo Renato. O governador vai ganhar uma greve maior do que imagina. É bom ele não nos subestimar”.
Bebel, como é conhecida na base, tem razão. Com 174 mil sócios, a Apeoesp, maior sindicato da America Latina e um dos maiores do planeta, está unida. Só em Serra Negra desembarcaram nada menos que 2500 delegados eleitos pela base. Os mais céticos ( e os tucanos) certamente dirão que o movimento é eleitoral, uma vez que boa parte da executiva da Apeoesp (incluído aí a própria Bebel) é formada por quadros do PT. “Não tem nada ver com eleições. Queremos valorizar os professores. Serra que pense o que quiser...”, afirma Maria Izabel.
Mas o que os professores querem? Antes de mais nada, que não se aplique a promoção por mérito. Em linhas gerais, ganha reajuste quem for bem numa certa prova. E no máximo 20% dos professores da rede podem ser reajustados. E os demais 80%? Ocorre que essa meritocracia tucana fere de morte a isonomia salarial garantida por lei. Não é permitido que dois professores da mesma escola e com as mesmas funções ganhem soldos diferentes. Simples assim. Mas os professores não querem apenas mudar o atual plano de carreira. O movimento reivindicará melhores condições de trabalho, salas menos lotadas etc. O primeiro ato está marcado para dia 26, na Praça da República, em frente ao gabinete de Paulo Renato, que na ocasião receberá Bebel.
Fonte: http://e-educador.com

Projeto estabelece punições para aluno que agredir professor

Clipping Educacional - CGC Educação (17.11.2009)
Projeto de lei prevê uma série de punições para os alunos que praticarem atos de violência contra professor
Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou nesta terça-feira, dia 17, um projeto de lei que prevê uma série de punições para os alunos que praticarem atos de violência contra professor. Eles poderão ser transferidos para outra sala de aula ou mesmo afastados da escola. O projeto será ainda examinado, em decisão terminativa, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), informa a Agência Senado.
De acordo com a proposta, será considerada violência "qualquer ação ou omissão decorrente da relação de educação que lhe cause morte, lesão corporal ou dano patrimonial", praticada direta ou indiretamente por alunos ou seus pais ou responsáveis. Os alunos agressores poderão ainda ser proibidos de aproximar-se do professor ofendido ou de seus familiares.
O projeto, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), prevê também que a Justiça poderá encaminhar o professor agredido para um programa oficial de proteção ou assistência e determinar a manutenção do seu vínculo trabalhista por até seis meses, quando houver o afastamento do trabalho.
Em seu voto favorável, o relator Sérgio Zambiasi (PTB-RS), argumentou que 89% dos professores - segundo levantamento da Unesco - gostariam de contar com uma lei que os protegesse de agressões dos alunos.
A comissão também deu parecer favorável ao projeto de lei que autoriza o governo federal a implantar - em articulação com os Estados, os Municípios e o Distrito Federal - o Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas (Save). O projeto será analisado em decisão terminativa pela CCJ.
Segundo a proposta, de autoria da senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), o sistema atuará prioritariamente na produção de estudos, levantamentos e mapeamento de ocorrências de violência escolar.
O relator Flávio Arns (PSDB-PR) ressaltou que "a maior preocupação da sociedade hoje não é mais com a qualidade do ensino, mas com a violência escolar".
Fonte: http://e-educador.com

Ensino, maior preocupação em SP

Naiana Oscar
Clipping Educacional - Jornal da Tarde (18.11.2009)
Pesquisa aponta que o trânsito não é o que mais preocupa o morador da capital paulista
O que é importante para a sua qualidade de vida e para o seu bem-estar na cidade? O Movimento Nossa São Paulo fez essa pergunta a 32 mil paulistanos, entre junho e setembro deste ano. No topo da lista está a preocupação com a educação. O trânsito, que costuma ganhar os bate-papos informais sobre os maiores problemas da cidade ficou em 17º lugar.
Os dados chamaram a atenção dos organizadores da pesquisa, num momento em que a capital paulista recebe investimentos pesados para reduzir o congestionamento, com a criação de uma terceira pista na Marginal do Tietê, Rodoanel e expansão das linhas de Metrô. "Será que estamos no caminho certo? A pesquisa nos aponta uma nova direção", disse o idealizador do Movimento, Oded Grajew. Os dados foram divulgados ontem e serão encaminhados ao legislativo e ao poder público.
O levantamento é inédito e se propõe a criar um indicador que possa "medir" a qualidade de vida na cidade. Os apontamentos feitos pela população servirão de base para novas pesquisas, que devem avaliar os serviços públicos. Além de adultos, crianças e adolescentes de escolas públicas com idade entre 10 e 15 anos também foram ouvidos.
O estudante Michel Ribeiro dos Santos, de 16 anos, aluno de uma escola estadual, é um crítico do poder público e mesmo sem ser especialista dá alguns palpites para tentar explicar o resultado da pesquisa. "Sem educação, as pessoas não conseguem conviver. Se a gente não aprende, o mundo não anda, a cidade não anda."
Cerca de 50% dos entrevistados demonstraram preocupação com a qualificação dos professores. E outros 40% com a falta de vagas em creches e escolas perto de casa. Mas embora essas sejam consideradas prioridades entre os paulistanos, a professora Maria Ângela Barbato Carneiro, da Faculdade de Educação da USP, diz que são metas distantes de serem alcançadas. "Estamos caminhando para o sentido contrário, e daqui um tempo ninguém mais vai querer ser professor."
Considerando os interesses políticos, ela vê com pessimismo a possibilidade de se investir mais no que foi considerado essencial para melhorar a qualidade de vida em São Paulo. "Educação é como esgoto. Ninguém vê. Construir estrada dá visibilidade e ainda tem gente que acha que investir em educação é asfaltar a rua na frente da escola."
Os entrevistados também tiveram a oportunidade de indicar o que desejam para o trânsito e o transporte. Mais da metade pede a expansão da linhas do Metrô. Para o presidente da Associação Nacional de Transporte Público (ANTP), Ailton Brasiliense, o resultado não demonstra apenas que os paulistanos querem mais trens na cidade. "É a necessidade de expandir essa filosofia de transporte", afirma. Segundo ele, o dado indica que a população quer encontrar na rua, o que já tem nas estações, como pontualidade e segurança.
Fonte: http://e-educador.com

Saresp 2009: o que dizem alguns professores

Clipping Educacional - NaMariaNews (17.11.2009)
O blogue NaMariaNews publicou algumas mensagens enviadas por professores da rede sobre alguns contratempos com a prova
O primeiro dia do SARESP 2009 foi realizado em SP. Um alívio, um sofrimento a menos. Uma maravilha.
Nem tanto, NaMaria, nem tanto. O que deu foi um montão de enrosco.
Confirmando as mensagens recebidas anteriormente e ampliando o quadro, tivemos o seguinte levantamento dos pequenos problemas que, para aqueles que os enfrentaram, foram verdadeiros pesadelos:

- Em 17/novembro; às 13:30 - de: -----Novaes (Vale do Ribeira)
Cara Namaria;
Finalmente as provas chegaram em nossa escola quase em cima da hora da aplicação assim quase não tivemos tempo de conferir tudo para entrega-las aos alunos. Tivemos que fazer cópias xerocadas das provas porque faltaram provas e sobravam alunos. Quer dizer que as provas não vieram em número suficiente para todos. Detalhe: nós pagamos as cópias de nosso bolso, fizemos a famosa vaquinha. Das duas uma: ou a listagem do banco de dados do CIE [Centro de Informações Educacionais, da Secretaria de Educação] está completamente furado, ou o mutirão convocado pelo secretário Paulo Renato para trabalhar lá na gráfica estava louco e não colocou a quantidade de provas suficientes nas respectivas caixas. Depois nós professores é que devemos ser avaliados e sempre somos os culpados de tudo? Assim é complicado, Namaria! Queremos só ver o que vai acontecer amanhã, manteremos você informada.

- Em 17/novembro; às 12:55 - de Sérgio----- (Litoral)
NaMaria, não apareceu nenhum fiscal aqui no período matutino. Foi uma desgraça de confusão mas no meio da desgraça ninguém sabia como resolver o problema. Você acha que merecemos tal desordem e ignorância dos nossos governantes? É melhor ser secretário ou qualquer outro burocrata do que ser professor ou aluno nesse São Paulo.

- Em 17/novembro; às 11:14 - de: Virgínia----- (Grande SP)
Olha NaMaria a coisa tah preta pro nosso lado. As provas chegaram aqui na escola parecendo uma caixa de lixo, sem o tal do lacre, faltando gabaritos, com provas rasuradas!! O pior eh que a gente deve notificar tudo para o CAED [empresa responsável pelo SARESP 2009] usando o fone 08007273112 que soh dah ocupado o tempo todo!!! Daí a gente liga para a FDE no 08007770333 e quando dah certo eles falam que eh tudo soh com o CAED. Se a gente deixar tudo errado como veio para a escola vai prejudicar todos que querem fazer o melhor. Eh para desistir? O QUE QUEREM DE NOS?

- Em 17/novembro; às 12:10 - de: José MF----- (Vale do Paraíba)
Uma desorganização tremenda, NaMaria! Nunca vimos tamanho descaso com a educação e ainda chamam isto de avaliação? Avaliar o que??? A falta de preparo, a falta de respeito deles conosco? Estamos aqui feito palhaços esperando e correndo para todos os lados para apagar os incêndios que a secretaria provocou. Essa porcaria de 0800 não atende a horas e horas. Dá vontade de largar tudo NaMaria. A gente só não abandona por causa dos alunos que não tem culpa dos nossos péssimos dirigentes. Esse saresp é uma vergonha igualzinho aqueles que o fizeram. Por favor Namaria denuncie tudo por nós. Abraços.

- Em 17/novembro; às 15:23 - de: Wellington----- (Noroeste de SP)
NaMaria as provas chegaram tudo trocadas aqui... kkkkkkkkkkkkk... a não ser que a gente passe todo mundo da 4ª para 3ª EM agora mesmo aí eles podem realizar as provas kkkkkkkkkkk Essa gente é piada. Vão ser desorganizados assim lá no Paraguai do Sul que eles inventaram naquele mapa deles ... kkkkkkkkk... HELP NÓIS NAMARIA!

- Em 17/novembro; às 11:59 - de: Maria R----- (Vale do Paraíba)
Namaria vc sabe outro número diferente do 0800 do CAED? Essa droga de 0800 só dá ocupado ocupado ocupado... Como é que só dão um número de telefone para atender essa quantidade imensa de escolas? Está faltando um pedaço da prova, o que fazer? Nem a diretoria de ensino sabe.

- Comentário de La Pasionaria Ibarrure no post anterior no NaMaria:
Pois é, depois de indas e vindas, de esquemas swuaterianos (da Swat) de segurança para evitar vazamentos, finalmente o Saresp está sendo aplicado.
Mas eu pergunto: Prá que tamanho esquema de segurança se, ao chegar a algumas escolas, os envelopes não continham provas suficientes para os alunos? Solução doméstica (ordem dos dirigentes regionais), tirem xerox das provas, a APM paga a conta, pois não há verba para xerox. Pode? (...)

Já deu para sentir o drama? Tem isto tudo e outro tanto. Pela WEB encontramos mais, como no dia anterior. Talvez dos relatos mais interessantes seja o que se lê no Professor Temporário - vale conferir a tragédia do Vazamento na prova do SARESP.
Enquanto isto a grande imprensa, a boa filha de sempre, não toca sequer numa vírgula dessas agruras. Não cita a Prova São Paulo para 350 mil estudantes municipais, justamente nos mesmos dias do SARESP. Como terá sido? Talvez muito bem, já que governo e prefeitura dão-se às maravilhas. Alunos, professores e demais podem se ajustar como for. Qualidade dos resultados? Como assim?
A mídia convencional cala-se geral, exceto pela manifestação de alunos contrários ao SARESP, na manhã de ontem (17). Mas o texto é tão pífio que não diz, por exemplo, nem de onde são os tais 300 alunos reunidos na Praça Coronel Fernando Prestes, perto da Avenida Tiradentes, como se fossem de todo e lugar nenhum. No entanto, qualquer micuim sedento sabe que em tal pracinha funciona o Centro Paula Souza, aquele que administra 167 Escolas Técnicas (ETEC's) e 49 Faculdades de Tecnologia (FATEC's) estaduais - as mesmas que o Governador Serra está divulgando desesperadamente nas emissoras de TV como suas pérolas mais caras e diletas.

Ali bem próximo está a Escola Técnica Estadual de São Paulo (ETESP), no Bom Retiro. O que o jornalão não diz é que foi de lá que partiu a manifestação e esta escola manteve a posição de sempre: não aderir ao SARESP. Estavam presentes outras sete ETEC's. A Getúlio Vargas, do Ipiranga, só participou da prova porque não foi avisada em tempo. As demais entraram no barco da avaliação porque seus grêmios ainda não são tão fortes. Muitos seguranças e PM's estavam presentes durante as quatro horas de reunião estudantil, porém apenas vigiando, ao contrário do que aprontaram na USP. Alunos faziam imagens e um deles nos disse que queriam contato com o pessoal da Carta Capital porque não confiam na grande mídia - que já os tachou de baderneiros.
Os alunos tem toda razão.
Fonte: http://e-educador.com

Inep repassa R$ 1,26 milhão a Ministério da Defesa para segurança do Enem

Rafael Targino
Clipping Educacional - Do G1, em Brasília
Dinheiro será usado no armazenamento e transporte da prova.
Valor gasto com nova prova já chega a R$ 133 milhões.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) liberou R$ 1,26 milhão ao Ministério da Defesa por conta da aplicação da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), prevista para os dias 5 e 6 de dezembro. Os recursos vão custear o armazenamento dos testes em dois locais e a escolta dos comboios dos Correios. A decisão foi publicada nesta quarta-feira (18) no Diário Oficial da União.
Esse valor se soma aos R$ 99,9 milhões do contrato com o Cespe e a Cesgranrio –responsáveis pela aplicação e correção das provas- e aos R$ 31,9 milhões repassados à gráfica RR Donnelly Moore. A operação vai envolver, além dos Correios, a Polícia Federal, a Marinha e a Aeronáutica, o que deve aumentar ainda mais esse valor –já em R$ 133 milhões.
O primeiro contrato, firmado com o consórcio Consultec, custava pouco mais de R$ 110 milhões. O Ministério da Educação (MEC) aguarda o resultado de uma sindicância para avaliar se entra com um pedido de ressarcimento na Justiça.
Segundo o MEC, o total gasto na prova não vai superar R$ 148 milhões, que é a verba destacada pelo órgão para o Enem. O valor se baseia no cálculo de R$ 35 por aluno. Mais de 4 milhões de estudantes devem fazer o exame.
O dinheiro repassado à Defesa se destina ao 4º Batalhão de Infantaria Leve e ao 2º Batalhão de Polícia do Exército, sediados em Osasco (SP). Após a impressão, as provas serão levadas aos dois locais e, deles, a 64 pontos de distribuição em todo o país. O R$ 1,26 milhão cobre a segurança dos testes nestes locais e o transporte para o resto do país.
Fonte:http://g1.globo.com

Associação de professores de São Paulo tem bens penhorados

Clipping Educacional - da Folha de S.Paulo
A Justiça de São Paulo determinou a penhora de uma série de bens da Apeoesp (associação de professores estaduais) e de seu ex-presidente Carlos Ramiro para garantir o pagamento de uma indenização de cerca de R$ 1,2 milhão. Ainda cabe recurso.
Estão na lista de bens da entidade penhorados um prédio na região central da capital --a Casa do Professor--, colônias de férias e termas no litoral e no interior.
A associação e Ramiro foram condenados por promover uma manifestação de sete horas na avenida Paulista, em 2005, sem prévia comunicação às autoridades. Ramiro e a Apeoesp dizem que recorrerão aos tribunais superiores em Brasília.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Inscrições para exame supletivo terminam nesta terça-feira

Clipping Educacional - Da Educação
Avaliação é direcionada a jovens e adultos que buscam certificado de conclusão do Ensino Médio
O prazo de inscrição para o Exame Supletivo termina nesta terça-feira, 17. A prova é uma oportunidade para jovens e adultos, que tiveram os estudos interrompidos, obterem a certificação de conclusão referente ao Ensino Médio. A participação é gratuita e voluntária. O exame acontecerá dia 17 de janeiro de 2010 em 134 municípios do Estado.
Os candidatos devem ter no mínimo 18 anos completos até o dia da prova. Alunos já matriculados em Educação de Jovens e Adultos (EJA) podem participar. Também poderão fazer o exame candidatos que se inscreveram no Encceja 2009 para concluir o Ensino Fundamental, desde que tenham no mínimo 18 anos.
As inscrições só podem ser feitas pela internet, por meio do portal da Secretaria de Educação (www.educacao.sp.gov.br). Diretorias de Ensino/ Escolas/ Núcleos de Informática oferecerão suporte aos candidatos que desejarem realizar suas inscrições. A relação completa das unidades que dispõem de conexão à internet de banda larga está disponível no portal da Secretaria, no link Exames Supletivos/2009.
Fonte:http://www.saopaulo.sp.gov.br/

Governo de SP avalia 2,5 milhões de estudantes das redes pública e particular

Clipping Educacional - Do G1, em São Paulo
Datas precisaram ser adiadas após atraso na entrega do material.
Exames são de português, matemática e ciências, além de redação.
Piora desempenho em português de alunos da rede estadual, mostra Saresp Prefeitura de SP estuda bônus para professor por desempenho de aluno Apeoesp afirma que 2,4 mil docentes contestam bônus Em São Paulo, 72% dos servidores receberão bônus Escolas boas de SP que não atingiram meta no Idesp receberão bônus Opinião: Avaliação das instituições tem peso no mercado de trabalho 'Avaliar educação e não fazer nada é como pôr termômetro e não dar remédio' Rede municipal de ensino de SP começa a avaliar 335 mil alunos nesta terça
Quase 2,5 milhões de estudantes das redes públicas e particulares de São Paulo vão participar da avaliação estadual a partir desta terça (17) até quarta (19).
Inicialmente, a aplicação da prova seria na semana passada, mas precisou ser adiada por causa de atraso na entrega dos exames.
O Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp) avalia alunos da 2ª, 4ª, 6ª e 8ª séries do ensino fundamental e estudantes do 3º ano do ensino médio. O desempenho nas provas é um dos itens que compõem o indicador que serve de parâmetro para o pagamento de bônus para professores e funcionários da área.
Ao todo, serão avaliados 2.474.817 estudantes: 1.780.122 de escolas estaduais, 625.950 de escolas municipais e 68.745 de escolas particulares.
As disciplinas avaliadas no Saresp são língua portuguesa, matemática e ciências humanas, além de redação. A aplicação das disciplinas acontecerá de acordo com a série. Os estudantes terão no mínimo duas e no máximo três horas para fazer cada exame.
Fonte: http://g1.globo.com

Para educadora, há auto exclusão do aluno da rede pública

Fábio Mazzitelli
Clipping Educacional - Jornal da Tarde (17.11.2009)
Diretora da Faculdade de Educação da USP acredita que um processo de auto exclusão dos alunos da rede pública está contribuindo para aumentar as carreiras com baixa procura na universidade
A diretora da FEUSP, professora Sonia Penim, acredita que um processo de auto exclusão dos alunos da rede pública está contribuindo para aumentar as carreiras com baixa procura na universidade
"Esse foi um fenômeno que enxerguei quando eu estava na pró-reitoria (de graduação da USP)", diz, com a ressalva de que a situação é mais complexa.
"Há várias explicações. Houve uma expansão dos cursos e um aumento de vagas na universidade. Outro aspecto é o número de faculdades particulares. Não só aumentou o número delas, como as vagas desses cursos que utilizam o ProUni", afirma.
Sonia Penin levanta a hipótese da falta de interesse de estudantes em obter uma formação superior de qualidade e culturalmente mais abrangente, missão maior de uma universidade.
"Na USP, entendida como uma instituição de qualidade, os cursos têm uma qualidade definida socialmente. Espera-se que os alunos a procurem por isso. Agora, se estão procurando uma faculdade para se dedicar menos ao estudo, aí isso é ruim, socialmente falando", afirma.
Mesmo assim, lembra a educadora, ainda é muito baixo o número de jovens de 18 a 24 anos que fazem ensino superior no Brasil.
A reportagem tentou ontem contato com o novo reitor da USP, João Grandino Rodas, mas não obteve retorno.
fonte:http://e-educador.com

sábado, 14 de novembro de 2009

Comunicado DRHU - 36, de 13-11-2009 - Concurso de Remoção de Docentes 2009

Comunicado DRHU - 36, de 13-11-2009
Concurso de Remoção de Docentes 2009
Entrega do documento de indicações cadastradas e prazo para conferência.
O Diretor do Departamento de Recursos Humanos, nos termos do artigo 26 da Resolução SE 87/98, comunica às autoridades de ensino e aos candidatos inscritos no Concurso de Remoção supracitado, que será encaminhada, a partir de 13-11-2009, às Diretorias de Ensino, a relação completa das unidades indicadas pelos candidatos, para conferência e eventuais acertos.
No período de 18 a 24-11-2009, das 9 às 12 horas e das 13 às 17 horas, o candidato poderá, através de requerimento dirigido ao Diretor do DRHU, solicitar:
1 - junto ao Centro de Seleção e Movimentação de Pessoal do DRHU, Largo do Arouche nº 302 - 12º andar - São Paulo:
a) retificação de indicação(ões) indevidamente cadastrada(s);
b) exclusão de uma ou mais indicações;
c) desistência do concurso, e
d) alteração de inscrição de União de Cônjuges para Títulos.
2 - junto à Diretoria de Ensino a que pertence sua unidade de classificação de cargo:
a) exclusão de uma ou mais indicações, e
b) desistência do concurso.
Detectando-se qualquer incorreção no relatório de cadastramento das indicações, o candidato ou seu procurador deverá juntar ao requerimento os seguintes documentos:
a) xerox da 2ª via da folha de indicações de unidades, entregue pelo candidato na unidade sede, por ocasião da apresentação de indicações, e
b) xerox da folha de confirmação de indicações já cadastradas, emitida pela PRODESP.
Deverão ser juntados apenas xerox das folhas com erros detectados. Desejando excluir uma ou mais indicações, deverá juntar ao requerimento apenas o xerox da folha de confirmação de indicações já cadastradas, emitida pela PRODESP.
Não será atendida solicitação que implique em inclusão ou modificação de unidade indicada, bem como a alteração da ordem das indicações (artigo 26, Resolução SE 87/98).
Os pedidos de acertos de indicações indevidas ou incorretamente cadastradas, serão atendidos, desde que anexados os xerox dos documentos citados neste comunicado.
As Diretorias de Ensino deverão encaminhar todas as solicitações, pessoalmente, ao Centro de Seleção e Movimentação de Pessoal, impreterivelmente até o dia 25-11-2009.
Fonte:http://www.imprensaoficial.com.br

Inscrição para processo seletivo de professores temporários

Clipping Educacional - Fundação Vunesp
A Secretaria Estadual da Educação está com inscrições abertas para a prova do Processo Seletivo Simplificado para os docentes admitidos em caráter temporário (ACTs) contratados pela Lei nº 500/74 e para os candidatos à contratação. Um dos critérios para o Processo Anual de Atribuição de Classes/Aula será esse processo seletivo. O candidato poderá se inscrever para o campo de atuação classe e/ou aula; para o campo de atuação aula, em até duas áreas, sendo uma disciplina por área. O professor licenciado em Pedagogia deverá se inscrever para a prova no campo de atuação classe.
O professor readaptado ou que estiver afastado a qualquer título deverá efetuar sua inscrição e ficará classificado na Diretoria de Ensino à qual estiver jurisdicionada a escola sede de controle de frequência.
Pessoas com deficiência terão a reserva de 5% das vagas asseguradas. Inscrições: pela internet, até as 16 horas do dia 20 de novembro
Informações: www.vunesp.com.br
(link Processo Seletivo Simplificado da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo)
Fonte:http://www.imprensaoficial.com.br

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Data do Jori (Jogos Regionais do Idoso) é alterada

Escrito por Sabrina Rodrigues Bologna Qui, 12 de Novembro de 2009 21:09
O evento, que será realizado em Piracicaba, acontecerá de 19 a 23 de novembro e não mais de 18 a 22 de novembro.
A data de realização dos Jogos Regionais do Idoso – Jori – Final Estadual foi alterada. O evento, que será realizado em Piracicaba, acontecerá de 19 a 23 de novembro e não mais de 18 a 22 de novembro.
A alteração ocorreu devido ao cancelamento das provas do Saresp (Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar) que aconteceriam esta semana e foram transferidas para a semana que vem, nos dias 17, 18 e 19. Com a aplicação das provas ficaria inviável o empréstimo das escolas para alojamento dos atletas.
A nova programação e mais detalhes serão afinados amanhã.
Os Jogos Regionais do Idoso – Final Estadual são uma realização do Governo do Estado de São Paulo - por meio do Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social e Cultural e da Secretaria de Esportes, Lazer e Turismo - e pela Prefeitura, por meio do Fundo Social de Solidariedade e da Secretaria de Esportes, Lazer e Atividades Motoras.
Centro de Comunicação Social
Sabrina Rodrigues Bologna: 31.076
fonte:http://www.joripiracicaba.com.br/noticias/

MEC lança campanha publicitária para salvar imagem do Enem

Clipping Educacional - Redação Terra
Desde quarta-feira, os brasileiros podem assistir a campanha publicitária realizada pelo Ministério da Educação (MEC) para recuperar a imagem do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), abalada depois do roubo da prova na véspera da data em que seria realizada. A campanha é estrelada pelo ator Wagner Moura e é veiculada nas emissoras de TV do País.
Com a campanha, o MEC pretende reforçar a importância do Exame e reafirmar a intenção de que ele venha a ser o substituto do modelo atual dos vestibulares.
A realização da campanha foi divulgada em outubro, quando o ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou que ela teria o intuito de orientar os estudantes e dar credibilidade ao Enem. "Queremos ganhar os dias de correção que perdemos com o adiamento (prova)", disse o ministro.
Quando anunciou a campanha, o MEC divulgou que o valor gasto seria em torno de R$ 150 e 200 mil. O valor, no entanto, foi de R$ 300 mil.
Cancelamento Enem
O Ministério da Educação cancelou na madrugada do dia 1 de outubro a realização do Enem, que seria aplicado nos dias 3 e 4 de outubro, para mais de 4 milhões de pessoas em todo o País. O cancelamento ocorreu em virtude do vazamento da prova. As provas seriam aplicadas em 113.857 salas de 10.385 escolas do País. O exame foi remarcado para os dias 05 e 06 de dezembro.
A fraude foi descoberta depois que um homem telefonou para o jornal O Estado de S. Paulo informando que tinha em mãos duas das provas que seriam aplicadas no sábado pelo Ministério da Educação. A Polícia Federal indiciou cinco pessoas pelo crime. Os acusados responderão processo em liberdade.
Fonte: http://noticias.terra.com.br

Termina nesta sexta prazo de inscrição para concurso de professores temporários

Clipping Educacional - Da Secretaria da Educação
Candidatos deverão se apresentar nas Diretorias Regionais de Ensino de sua preferência
O prazo para inscrições de docentes interessados em participar do processo de atribuição de aulas/classes na rede estadual em 2010 termina nesta sexta-feira, 13. Os candidatos deverão se apresentar nas Diretorias Regionais de Ensino de sua preferência. Os endereços podem ser encontrados no site www.educacao.sp.gov.br. A Portaria-DRHU 72, expedida pela Secretaria da Educação, no último dia 13 de outubro, dispõe sobre o cronograma e as diretrizes do processo de atribuição de classes e aulas para o próximo ano letivo. "Com essa Portaria, estamos facilitando o acesso de todos os candidatos às vagas de professores da rede estadual de ensino e melhorando a dinâmica das atribuições de classes e aulas", afirma o secretário Paulo Renato Souza.
Os candidatos à contratação devem ter diploma de Licenciatura ou ter diploma de bacharel ou de tecnólogo de nível superior ou ser aluno do curso regular de Licenciatura Plena.
Esses candidatos ainda farão uma prova de classificação, com inscrição via Internet em período a ser divulgado no Diário Oficial do Estado. As datas e horários da realização desse exame também serão anunciados oportunamente no edital.

Titulares de cargo devem se apresentar em escola
Os titulares de cargo classificados nas escolas devem optar pela jornada de trabalho que desejam exercer em 2010, fazendo a inscrição na própria unidade escolar onde atuam, entre os dias 1º e 11 de dezembro. Estes professores não participarão do exame.
Os cronogramas das fases de classificação dos inscritos e de atribuição de classes e aulas do processo do ano letivo de 2010 serão estabelecidos em Portaria-DRHU que se publicará oportunamente.
fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br