sexta-feira, 31 de julho de 2009

Gripe suína: SP quer dar flexibilidade para escola repor aula

Clipping Educacional - O Estado de S. Paulo.
O Conselho Estadual da Educação prepara uma resolução para orientar as escolas, principalmente as particulares, na organização do calendário por causa da Influenza A (H1N1), a chamada gripe suína. De acordo com as diretrizes, que deverão ser divulgadas no dia 12 de agosto, cada instituição em São Paulo poderá fazer a reposição das aulas perdidas como achar melhor, ou seja, duas semanas sem aula agora não necessariamente significarão duas semanas a mais de aula no fim do ano."A ideia de perder um dia e ter de repor esse dia é um conceito bancário. Do ponto de vista pedagógico, as escolas têm alternativas para se reorganizarem", afirma Arthur Fonseca Filho, presidente do conselho. "A lei prevê 200 dias letivos no ano, mas em casos de emergência como esse pode haver outras soluções", explica.De acordo com o professor, aulas pela internet, aplicação de provas fora do período das aulas e atividades nos finais de semana são exemplos de soluções possíveis para as entidades. "O Bandeirantes, por exemplo, está colocando atividades pedagógicas em seu portal na internet para o estudante acessar e continuar seus estudos", exemplifica. "O importante é a equipe pedagógica da escola usar esses dias para repensar seus cronogramas."Em São Paulo, a Secretaria Estadual da Saúde recomendou o adiamento da volta às aulas para o dia 17 - medida que foi seguida pelas redes estaduais e municipais da capital paulista e de várias cidades do interior. Entre as particulares, após uma relutância inicial, cresce a adesão à indicação, apoiada pelo sindicato. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Inscrições prorrogadas para o dia 9 de agosto

Clipping Educacional - Assessoria de Comunicação Social na Plataforma Paulo Freire
Sexta-feira, 31 de julho de 2009 - 10:35
Por solicitação da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e de algumas secretarias estaduais, o Ministério da Educação prorrogou para o dia 9 de agosto as inscrições de professores das redes públicas da educação básica em cursos de licenciaturas. O prazo venceria nesta sexta-feira, 31.Com a prorrogação, os professores terão mais tempo para escolher os cursos e fazer a inscrição pela internet, na Plataforma Freire. Cada professor pode indicar até três opções de cursos.O Plano Nacional de Formação de Professores oferece 57.784 vagas em licenciaturas neste semestre. Até às 10h30 desta sexta-feira, 31, a Plataforma Freire registrou 52.614 inscrições, o que corresponde a 91,05 %.

Memorial e Educação entregam livros aos alunos do Estado

Clipping Educacional - Do Diário Oficial
Parceria vai envolver professores e alunos em atividades das instituições culturais
A Fundação Memorial da América Latina e a Secretaria da Educação firmaram projetos para auxiliar os professores da rede estadual. Uma das primeiras ações foi a distribuição da coleção Fundadores da América Latina, que fazem parte do programa Currículo é Cultura. As obras relatam a vida dos líderes das guerras de independência hispano-americanas. A coleção é coordenada pela professora titular em História da América Independente da Universidade de São Paulo (USP), Maria Lígia Coelho Prado.
Os livros (em espanhol e português) servem de apoio para o estudo de castelhano e para preparar os alunos que visitam o Memorial. Os seis volumes, cada um assinado por um historiador, serão distribuídos na rede de ensino público do Estado de São Paulo. Cada volume traz glossário, mapas do período e imagens de quadros e esculturas produzidos por artistas da época.
O programa Currículo é Cultura, da Secretaria de Educação, em parceria com Memorial da América Latina, envolve professores e alunos em atividades articuladas com instituições culturais. Um material didático é preparado especialmente para o programa. Nas visitas escolares, monitores treinados guiam os estudantes pelo Memorial. Outra novidade é que os professores da rede pública poderão participar do 4o módulo da Cátedra Memorial da América Latina: Ciência, Tecnologia e Atividade Econômica na América Latina, com o Prof. Dr. Hernan Chaimovich, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo
fonte:http://www.saopaulo.sp.gov.br

Governo de SP lança curso para capacitar professores a distância

Clipping Educacional - Da Educação
Programa Univesp realizará o curso, em parceria com o Centro Paula Souza
O Governo do Estado iniciou nesta quinta-feira, 30, a primeira fase do programa para capacitar docentes em ensino a distância. As aulas semipresenciais vão preparar cerca de 250 professores e diretores das Faculdades de Tecnologia (Fatecs) para os cursos à distância. O primeiro deles será o de Tecnologia em Processos Gerenciais, previsto para 2010.
O curso será realizado pelo Programa Univesp (Universidade Virtual do Estado de São Paulo), em convênio com o Centro Paula Souza, autarquia da Secretaria de Desenvolvimento. A capacitação tem 72 horas, sendo 48 à distância e 24 em três encontros presenciais de 8 horas cada. O Centro Paula Souza, já tem experiência em ensino à distância no nível técnico, por meio do Telecurso TEC, uma parceria entre o Governo de São Paulo e a Fundação Roberto Marinho.
Criado em 2008, o Programa Univesp tem por objetivo contribuir para expandir o ensino público superior paulista. Concebido pela Secretaria de Ensino Superior, funciona em parceria com a USP, Unicamp, Unesp e Centro Paula Souza. Agrega ainda outras importantes instituições, como a Fundação Padre Anchieta, Fapesp, Fundap e Imprensa Oficial.
Os cursos ministrados pela Univesp terão projeto acadêmico e conteúdos elaborados por instituições de ensino superior, responsáveis também pelo processo de seleção para ingresso de alunos, bem como pela avaliação de desempenho nos cursos. Para mais informações acesse www.ensinosuperior.sp.gov.br ewww.centropaulasouza.sp.gov.br
Governo de SP lança curso para capacitar professores a distância
Programa Univesp realizará o curso, em parceria com o Centro Paula Souza
O Governo do Estado iniciou nesta quinta-feira, 30, a primeira fase do programa para capacitar docentes em ensino a distância. As aulas semipresenciais vão preparar cerca de 250 professores e diretores das Faculdades de Tecnologia (Fatecs) para os cursos à distância. O primeiro deles será o de Tecnologia em Processos Gerenciais, previsto para 2010.
O curso será realizado pelo Programa Univesp (Universidade Virtual do Estado de São Paulo), em convênio com o Centro Paula Souza, autarquia da Secretaria de Desenvolvimento. A capacitação tem 72 horas, sendo 48 à distância e 24 em três encontros presenciais de 8 horas cada. O Centro Paula Souza, já tem experiência em ensino à distância no nível técnico, por meio do Telecurso TEC, uma parceria entre o Governo de São Paulo e a Fundação Roberto Marinho.
Criado em 2008, o Programa Univesp tem por objetivo contribuir para expandir o ensino público superior paulista. Concebido pela Secretaria de Ensino Superior, funciona em parceria com a USP, Unicamp, Unesp e Centro Paula Souza. Agrega ainda outras importantes instituições, como a Fundação Padre Anchieta, Fapesp, Fundap e Imprensa Oficial.
Os cursos ministrados pela Univesp terão projeto acadêmico e conteúdos elaborados por instituições de ensino superior, responsáveis também pelo processo de seleção para ingresso de alunos, bem como pela avaliação de desempenho nos cursos. Para mais informações acesse www.ensinosuperior.sp.gov.br ewww.centropaulasouza.sp.gov.br

Educação e Intel promovem concurso para professores da rede

Clipping Educacional - Da Educação
Melhores projetos de tecnologia voltada à educação serão premiados com notebooks e câmeras digitais
A Secretaria de Estado da Educação em parceria com a Intel promove um concurso para professores da rede estadual de ensino que desenvolveram projetos de tecnologia voltada à educação. Podem se inscrever os educadores que participaram do Programa de Formação em Tecnologia para Professores, dentro do módulo Fundamentos Básicos, como Professores Seniores ou Professores Mediadores.
O professor interessado deve inscrever o plano de ação que desenvolveu como trabalho de conclusão de curso do Programa no site do concurso ( www.intel.com.br/inteleducarsp2009/ ) O prazo final para envio dos trabalhos é 31 de agosto.
Na categoria Professores Seniores, serão premiados os quatro primeiros colocados que mais formaram turmas, proporcionalmente ao porte de sua Diretoria.
Já o primeiro e segundo colocados na categoria Professores Mediadores, receberão notebooks. Do terceiro ao sexto lugares, serão premiados com câmeras digitais.
"O concurso vai incentivar a disseminação do conhecimento e estimular a formação de um número ainda maior de professores", comenta o secretário de Estado da Educação, Paulo Renato Souza.
Programa de Formação em Tecnologia para professores
O Programa de Formação em Tecnologia para professores foi lançado em 2008 e pretende capacitar cerca de 70 mil docentes do Estado, de escolas de 5ª a 8ª série e de Ensino Médio. Na primeira etapa, 91 professores-coordenadores de tecnologia, um por Diretoria de Ensino, foram treinados como professores seniores. A função de cada um destes docentes foi qualificar pelo menos três turmas de 16 professores de sua região (um por escola), chegando a 4.368 profissionais, que atuarão como Professores Mediadores nas escolas em que lecionam. Estes, por sua vez, têm obrigação de capacitar, pelo menos, outros 16 docentes (Professores Participantes), atingindo o número de 69.888.

Escolas e universidades adiam volta às aulas devido à gripe suína; veja lista

Clipping Educacional -da Folha Online
Para conter o avanço da gripe suína --a chamada a gripe A (H1N1)-- universidades e escolas públicas e particulares dos Estados mais afetados pela doença decidiram adiar a volta às aulas.
Recentemente, o Ministério da Saúde recomendou aos alunos com sintomas de gripe que evitem retornar às aulas até estarem totalmente recuperados.
O adiamento da volta às aulas seria uma alternativa para reduzir a possibilidade de contágio da gripe suína, que já ocorre de forma sustentada (quando o vírus circula no país e é transmitido por pessoas que não foram ao exterior nem tiveram contato com viajantes).
Veja a lista de instituições de ensino que decidiram prorrogar as férias para prevenir a propagação do vírus.
* Distrito Federal
O retorno das férias nas escolas públicas será adiado para que os professores recebam treinamentos sobre a gripe suína.
* Maranhão
O Sinepe (Sindicato das Escolas Privadas do Maranhão) decidiu em assembleia orientar todas instituições particulares de ensino do Estado a prorrogarem as férias para evitar novos contágios.
* Paraná
Estaduais e municipais
A Secretaria da Educação do Paraná anunciou que a volta às aulas só deve ocorrer nas universidades e escolas públicas em 10 de agosto.
Rede municipal
A volta às aulas nas escolas e creches municipais de Curitiba foram adiadas para o próximo dia 10 de agosto.
O Sinepe-PR (Sindicato das Escolas Particulares do Estado do Paraná) decidiu orientar sua rede de 1.900 instituições, com cerca de 540 mil estudantes, a adiar a volta às aulas também até o dia 10.
Escolas particulares
Aulas foram interrompidas nas escolas o retorno às aulas está previsto para o dia 10 de agosto. de Curitiba, com retorno previsto para 10 de agosto.
Universidades públicas- UFPR (Universidade Federal do Paraná) - volta dia 10 de agosto
* Rio de Janeiro
Estaduais e municipais
A Prefeitura do Rio decidiu adiar a volta às aulas para cerca de 740 mil alunos da rede municipal de ensino. As férias também foram prorrogadas na rede estadual. As aulas nas escolas municipais de ensino fundamental serão retomadas no dia 10; as creches voltam a funcionar dia 17. No total, a rede tem 1062 escolas (711 mil alunos) e 254 creches (30 mil crianças).
Universidades públicas - Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) - interrompeu aulas até, ao menos, dia 6 de agosto.- UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro) - volta dia 17 de agosto
- UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) - volta dia 17 de agosto.- Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) - volta dia 17 de agosto.
Outras cidades do Estado
Também adiaram a volta às aulas as prefeituras de
- Duque de Caxias - retoma aulas dia 13 de agosto
- Niterói - retoma aulas dia 10 de agosto
- Nova Iguaçu - retoma aulas dia 10 de agosto
-Macaé - retoma aulas dia 17 de agosto
* Rio Grande do Sul
Rede estadual
As aulas nas escolas estaduais serão retomadas dia 17 de agosto.
Universidades públicas
- UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) - volta dia 17 de agosto.
* São Paulo
Redes municipal e estadual
As aulas nas duas redes foram adiadas para o dia 17 de agosto. Medida afeta 6,7 milhões de alunos.
Outras cidades do Estado
Também adiaram a volta às aulas as prefeituras de
- Campinas - volta dia 10 de agosto
- Diadema - volta dia 17 de agosto
- Indaiatuba - volta dia 3 de agosto
- Osasco - volta dia dia 17 de agosto
- Santo André - volta dia 17 de agosto
- São Caetano do Sul - volta dia 17 de agosto
- Sumaré - volta dia 10 de agosto
Sesi
O Sesi 150 mil alunos (Serviço Social da Indústria do Estado de São Paulo) também prorrogou as férias para cerca de 150 mil alunos.
Fatecs e Etecs
Seguindo recomendação da Secretaria Estadual da Saúde, a volta às aulas nessas instituições foi adiada para o dia 17 de agosto.
Universidades paulistas
USP, Unesp e Unicamp acompanharam a medida e retomam atividades dia 17 de agosto.
Universidades federais
- A Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) informou que adiou o início das atividades de ensino de graduação, pós-graduação em todos os campi da instituição, da UATI (Universidade Aberta da Terceira Idade) e da Escola Paulistinha de Educação Infantil para o dia 17 de agosto.- A Ufscar (Universidade Federal de São Carlos) também adiou a volta às aulas para o dia 17 de agosto.- A UFABC (Universidade Federal do ABC) suspendeu as aulas dos cursos de graduação até o dia 17 de agosto.
Universidades Particulares
- Faculdade Cásper Líbero - volta dia 17 de agosto
- Faculdade Sumaré - turmas de segunda a quinta-feira voltam 17 de agosto; sexta e sábado, 21 de agosto; pós graduação, 22 de agosto
- FGV (Fundação Getúlio Vargas) - volta em 12 de agosto- Instituto Mauá - 10 de agosto- Mackenzie - volta dia 10 para os calouros e dia 12 para veteranos- Metodista - volta em 17 de agosto- PUC (Pontifícia Universidade Católica) - volta em 17 de agosto
- Unicid (Universidade Cidade de São Paulo) - volta em 10 de agosto
- Unip - volta dia 10 de agosto para alunos do 3º período em diante e fica mantido para dia 11 para as turmas dos 1º e 2º períodos
- Universidade São Judas Tadeu - volta dia 10 de agosto
- Estácio - volta dia 17 de agosto.
Escolas particulares
O Sieeesp (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo) orientou a prorrogação das férias, mas informou que as instituições têm autonomia para decidir sobre a data. Algumas escolas particulares já adotaram a medida:
-Albert Sabin - volta dia 17
-Arquidiocesano - volta dia 3 (voltaria nesta semana)
-Bandeirantes - volta dia 17
-Caravelas - volta dia 10
-Carlos Brunetti - ainda não definiu
-Cidade Jardim Playpen - volta dia 10
-Colégio Objetivo - dia 10 de agosto para ensino médio e dia 17 para educação infantil e ensino fundamental - Curso Pré-Vestibular Objetivo - volta dia 10 de agosto
-COC - volta dia 10 (último ano do ensino médio e cursinho já voltaram)
-Dante Alighieri - volta dia 17
-Equipe - volta dia 17-Global - volta dia 17
-Itaca - volta dia 17
-Magister - volta dia 17
-Oswald de Andrade - volta dia 10
-Pentágono - volta dia 17
-Sagrado Coração de Jesus - volta dia 17
-São Domingos - volta dia 17
-Stockler - volta dia 17
-Carlitos - volta dia 17
-Castanheiras - volta dia 10
-Escola da Vila - volta dia 10
-Stance Dual - volta dia 10
-Humboldt - volta dia 3 (voltaria nesta semana)
-Il Peretz - volta dia 10
-Mackenzie Colégio Presbiteriano - volta dia 10
-Magno - volta dia 17
-Móbile - volta dia 10
-Nossa Senhora das Graças - volta dia 17
-Nova Lourenço Castanho - volta dia 17
-Poliedro - volta dia 10
-Porto Seguro - volta dia 10
-Pueri Domus - volta dia 10
-Rainha da Paz - volta dia 17
-Rio Branco - volta dia 17
-Santa Cruz - volta dia 10
-Santa Marcelina - volta dia 17
-Santa Maria - volta dia 10
-Sion - volta dia 17
-Vera Cruz - volta dia 17

Inep divulga simulado do Enem-2009

Clipping Educacional - Globo.com/G1 - Edison Souza
Exame Nacional do Ensino Médio acontece em outubro
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão do Ministério da Educação que aplica o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), divulgou nesta quarta-feira (29) um simulado da prova que acontece nos dias 3 e 4 de outubro. Em vez das 180 questões, o simulado traz somente 40 questões nas quatro áreas de avaliação: ciências da natureza, ciências humanas, linguagens e matemática.
Os gabaritos acompanham os arquivos das provas. Mesmo assim, o estudante não vai conseguir saber que nota tiraria no exame por conta do número menor de questões e do método de correção utilizado pelo Inep, chamado “Teoria de Resposta ao Item” (TRI). Ele vai levar em conta o padrão de respostas do candidato e não apenas o número de acertos.
Cada questão terá um certo grau de dificuldade e o computador vai conseguir saber, de acordo com esse padrão, o quão preparado para dar aquela resposta o candidato estava e se houve um “chute.” O foco será no item, como é chamada cada questão, e não no total de acertos. A teoria é o conjunto de modelos que relacionam uma ou mais habilidades com a probabilidade de a pessoa acertar a resposta.
Assim, o estudante pode até acertar mais questões do que outro, mas poderá ter uma nota menor se tiver acertado questões consideradas mais fáceis. A prova que será aplicada em outubro terá 180 questões, divididas em quatro testes de 45 itens de múltipla escolha. No dia 3, serão aplicados os exames de ciências da natureza e suas tecnologias e ciências humanas e suas tecnologias. No dia seguinte, matemática e suas tecnologias, linguagens, códigos e suas tecnologias e redação.
O resultado final será divulgado nos dias 4 de dezembro (provas objetivas) e 8 de janeiro (redação).
Apesar do sistema de correção, o presidente do Inep, Reynaldo Fernandes, recomenda que os alunos não deixem nenhuma questão sem resposta. “Uma questão em branco no meio da prova tem o mesmo peso do erro”, disse nesta quarta (29). Segundo ele, o computador vai ler como “errada” qualquer uma deixada sem resposta e, escolhendo um item, o candidato ainda tem chances de acertar. No entanto, respostas erradas não descontarão pontos.
O presidente do órgão não descartou ainda a possibilidade de publicar novos simulados para este exame e para os próximos.
Inscritos
Mais de 4,5 milhões de pessoas se inscreveram no exame. Das 55 universidades federais, 46 instituições adotarão o Enem, 7 ainda não se decidiram e 2 definiram que não levarão em conta o resultado do exame em seu vestibular.
São quatro as possibilidades de a universidade utilizar a nota do Enem: como fase única; como primeira fase; como fase única para as vagas remanescentes, após o vestibular; ou combinado ao atual vestibular da instituição.
Neste último caso, a universidade definirá o percentual da nota do Enem a ser utilizado para a construção de uma média junto com a nota da prova do vestibular. Cada instituição de ensino superior divulgará em seus editais em qual formato participará e se haverá diferenças entre os cursos.
Além de ser usado nos vestibulares, o novo Enem vai servir também para conseguir o certificado de conclusão do ensino médio em cursos de Educação de Jovens e Adultos (EJA), antigo supletivo.
Confira os gabaritos e todas as informações do simulado do Enem no site www.enem.inep.gov.br.

Professor analisa questão do simulado do novo Enem

Do G1, com informações do Jornal Hoje
MEC divulgou, nesta quinta, 40 perguntas que seguem novo formato.Veja dicas para responder questão de ciências humanas e tecnologias.
O Ministério da Educação divulgou, nesta quinta-feira (30), 40 perguntas no formato do que será exigido dos alunos nas provas do novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O professor Edevaldo Junior comenta como o aluno deve se preparar para questões de ciências humanas e suas tecnologias, uma das áreas do conhecimento pedidas na prova.
A questão discutida é a número 3. O estudante deve analisar um desenho do artista uruguaio Joaquim Torres Garcia, que mostra a América do Sul e parte da América Central de cabeça pra baixo. Para conseguir responder corretamente, o aluno precisa ter conhecimento em várias áreas.
“Essa é uma representação de 1941, como consta no enunciado da questão. E nesse momento nós já temos uma certa preocupação em romper com aquela visão usual de países ricos ao norte. Para responder à questão, o aluno tem como auxílio um fragmento do artigo do autor. Esse fragmento é muito importante, uma vez que existem algumas dicas que podem ser utilizadas para a resposta", diz Edevaldo Junior.
O professor destaca e explica ainda a importância de um trecho do enunciado. "Normalmente o resto do mundo, como é chamado pelo autor, não é representado dessa forma, ‘de cabeça para baixo’", afirma. Para responder a questão, o aluno tem que ter conhecimentos da área de história e da área cartográfica, segundo Junior.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Morte causa suspensão de aulas

Tiago Dantas e Rafael Ribeiro
Diário de S. Paulo - Clipping Educacional -
Após a funcionária de uma creche morrer com suspeita de gripe suína, a prefeitura de São Caetano do Sul, no ABC, decidiu, ontem, cancelar as aulas de toda a rede municipal de ensino até o dia 17. Ana Neri Hernandez, de 42 anos, auxiliar de primeira infância da Escola Municipal Integrada Marily Chinaglia Bonaparte, morreu ontem de manhã, dias após ser internada no Hospital Santa Cecília, na capital, com febre alta, tosse e dores no corpo. Os exames que podem comprovar se ela contraiu o vírus da Influenza A (H1N1) ainda não ficaram prontos.
Colegas de Ana Neri disseram que ela começou a sentir os primeiros sintomas da doença na semana passada. Depois de passar por uma avaliação médica, a funcionária foi afastada do trabalho no dia 21. A direção da creche garantiu aos pais que as crianças de até 5 anos que circulam pela unidade diariamente não tiveram contato com a educadora. A suspensão das aulas tem o objetivo de tentar evitar a transmissão do vírus entre crianças e adolescentes, favorecida pela concentração de pessoas em ambientes fechados.

Simulado confirma Enem com mais conteúdo, avaliam cursinhos

Fernanda Calgaro
Do G1, em São Paulo
Amostra da prova foi divulgada pelo Inep com 40 testes.Professores do Anglo apontam incoerências em questões.
O simulado do novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) confirma a cobrança de mais conceitos e conteúdo escolar, de acordo com a avaliação de cursinhos pré-vestibulares ouvidos pelo G1.
A prova, com 40 questões em vez das 180 do exame oficial, foi divulgada à meia-noite desta quarta-feira (29) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do Ministério da Educação. Os gabaritos acompanham os arquivos das provas.
"O simulado está dentro do anunciado pelo Inep, com questões difíceis, como no Enem antigo, e outras com grau de dificuldade médio e difícil", afirma Carlos Eduardo Bindi, diretor do Curso Etapa, em São Paulo.
"O formato do novo Enem não reinventa a roda, porque já existem outros vestibulares que avaliam muito bem e que têm questões interdisciplinares. Na verdade, o que ele fará será levar boas práticas para o país inteiro, especialmente para aqueles locais em que os vestibulares são mais fracos. Não há um desvio de rota, mas um alinhamento em nível federal", analisa Bindi.
Para Sezar Sasson, coordenador dos simulados do Enem do Sistema do Anglo, de São Paulo, o simulado do Inep mostra que "o conteúdo exigido não vai além do ensino médio". "O candidato bem preparado pode ficar mais tranquilo com isso. E, ao contrário do antigo exame, ele precisará se basear menos em informações fornecidas pela prova e mais no conteúdo aprendido na escola."Na avaliação de professores do Anglo, no entanto, o simulado apresenta imprecisões em algumas questões, mas nada que comprometa a resposta nem o gabarito. O Enem, que será realizado nos dias 3 e 4 de outubro, está dividido em quatro áreas de conhecimento: ciências da natureza, ciências humanas, linguagens e matemática.
No caso da parte de ciências da natureza, Sasson aponta problemas nas questões 3, 5 e 9. O gabarito da questão 3 (letra C), que trata da decomposição de polímeros, está correto, mas, segundo ele, não é preciso. "A alternativa diz que a decomposição leva à geração de compostos tóxicos. É verdade que isso aconteça, mas não sempre."
Na pergunta 5, uma parte do enunciado diz que a concentração de glicose no experimento B é igual a do experimento A. No entanto, Sasson afirma que no experimento A, as células 2 não estão respirando, mas fermentando, e, consequentemente, gastando muito mais glicose. "Se essa frase do enunciado fosse tirada, ficaria perfeitamente plausível, mas isso também não compromete o gabarito."
Na pergunta 9, o enunciado da questão diz que a massa molar da glicose é 120 g/mol. "O correto é 180 g/mol, mas, como não há alternativa correta usando 180 no cálculo, o candidato vai usar o 120 dado no enunciado e chegará ao resultado certo", diz Sasson.
A parte de matemática foi avaliada pelos professores do Anglo como tendo um conteúdo mais rudimentar. "Nas questões 3, 7 e 8, os enunciados não trazem nenhuma informação que possa ser usada na resolução das questões. Isso pode fazer com que o candidato perca algum tempo sem necessidade", avalia.
A parte de linguagens é a que mais se assemelha ao Enem antigo, na análise do Anglo. "Os textos usados foram bastante diversificados, como poemas, tiras em quadrinhos e textos científicos, mas exigem agora mais conteúdo escolar do que só interpretação de texto."
A parte de ciências humanas foi a mais diferente em relação à prova dos anos anteriores, diz Sasson. "Havia somente um mapa, sem tabelas ou gráficos, que costumam aparecer em provas de geografia e história. A linguagem também foi mais simples."
Correção
Cada questão terá um certo grau de dificuldade e o computador vai conseguir saber, de acordo com esse padrão, o quão preparado para dar aquela resposta o candidato estava e se houve um “chute.” O foco será no item, como é chamada cada questão, e não no total de acertos. A teoria é o conjunto de modelos que relacionam uma ou mais habilidades com a probabilidade de a pessoa acertar a resposta. Assim, o estudante pode até acertar mais questões do que outro, mas poderá ter uma nota menor se tiver acertado questões consideradas mais fáceis.
No dia 3 de outubro, serão aplicados os exames de ciências da natureza e suas tecnologias e ciências humanas e suas tecnologias. No dia seguinte, matemática e suas tecnologias, linguagens, códigos e suas tecnologias e redação. O resultado final será divulgado nos dias 4 de dezembro (provas objetivas) e 8 de janeiro (redação).
Universidades
Mais de 4,5 milhões de pessoas se inscreveram no exame. Das 55 universidades federais, 46 instituições adotarão o Enem, 7 ainda não se decidiram e 2 definiram que não levarão em conta o resultado do exame em seu vestibular. São quatro as possibilidades de a universidade utilizar a nota do Enem: como fase única; como primeira fase; como fase única para as vagas remanescentes, após o vestibular; ou combinado ao atual vestibular da instituição. Neste último caso, a universidade definirá o percentual da nota do Enem a ser utilizado para a construção de uma média junto com a nota da prova do vestibular. Cada instituição de ensino superior divulgará em seus editais em qual formato participará e se haverá diferenças entre os cursos. Além de ser usado nos vestibulares, o novo Enem vai servir também para conseguir o certificado de conclusão do ensino médio em cursos de Educação de Jovens e Adultos (EJA), antigo supletivo.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Questões-modelo do novo exame nacional serão divulgados pela internet

Clipping Educacional - Assessoria de Imprensa do Inep
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) divulga à meia-noite desta quarta-feira, 29, um compilado de 40 questões-modelo do novo exame nacional do ensino médio (Enem). São dez questões para cada uma das quatro áreas avaliadas: ciências da natureza e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; linguagens, códigos e suas tecnologias, e matemática e suas tecnologias. Serão quatro arquivos em formato PDF, cada um com o devido gabarito e indicação sobre a quais habilidades da nova matriz do Enem estão relacionadas as questões.
A mudança do Enem o aproxima das diretrizes curriculares nacionais e dos currículos praticados nas escolas, mas sem abandonar o modelo de avaliação centrado nas competências e habilidades. Os exemplos de questões foram elaborados a partir de critérios técnicos e pedagógicos, com itens contextualizados e voltados para a realidade do cidadão.
A divulgação dos itens-modelo visa aproximar os futuros participantes da nova estrutura de prova do Enem, reformulado neste ano. O gabarito vai permitir a checagem das alternativas corretas e a melhor compreensão das habilidades abordadas, mas não será possível simular uma nota dentro da nova escala proposta para o Enem 2009, em teoria de resposta ao item (TRI). O material estará disponível na página do Inep.
É importante lembrar que cada um dos quatro testes do Enem 2009 será composto por 45 itens de múltipla escolha, totalizando 180 questões. No dia 3 de outubro, sábado, serão aplicados 45 itens de ciências da natureza e suas tecnologias e 45 itens de ciências humanas e suas tecnologias. A 4 de outubro, domingo, serão 45 itens de linguagens, códigos e suas tecnologias e 45 itens de matemática e suas tecnologias, além de uma proposta de redação. Essa configuração permitirá ao Enem 2009 a aferição mais exata das proficiências de todos os participantes do exame.

Olimpíada de matemática será avaliada em consulta pública

Ionice Lorenzoni
Estudantes, professores, pais, gestores e o público terão a oportunidade de avaliar o impacto da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas. A consulta pública será realizada entre 1º de agosto e 30 de setembro pela internet. Os ministérios da Educação e da Ciência e Tecnologia, promotores da avaliação, elaboraram perguntas específicas para cada público.
Os ministérios querem saber dos alunos porque e como participaram, qual a avaliação que fazem da prova e se isso ajudou-os a melhorar o desempenho em outras disciplinas. Já aos professores, as perguntas são sobre o impacto na escola e no desempenho dos estudantes, na prática cotidiana do professor e nas atividades extraclasse. Cada questionário tem de quatro a cinco perguntas.
Os participantes da consulta concorrem a uma viagem para visitar instituições de pesquisa e museus de ciência em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Belém, Recife, Porto Alegre ou Brasília. Será sorteado um participante por categoria.
A consulta pública tem dois objetivos: avaliar a contribuição da olimpíada nas escolas públicas e recolher informações que possam aprimorar a prova. A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas, que está na 5ª edição, tem este ano 19,2 milhões de alunos inscritos. São estudantes da 5ª a 8ª séries (6º ao 9º ano) do ensino fundamental e das três séries do ensino médio.
O calendário nacional de 2009 tem três datas: a primeira prova será em 18 de agosto; a segunda, em 24 de outubro; e a divulgação dos resultados em 11 de dezembro.
Os questionários estão disponíveis na página eletrônica do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, organização social responsável pela consulta pública.

Estados se mobilizam para preencher vagas de cursos

Ionice Lorenzoni
Clipping Educacional - MEC
As secretarias de educação do Piauí e do Rio Grande do Norte estão divulgando em cada município de seus estados a abertura de vagas gratuitas em cursos de licenciaturas para professores da educação básica. A mobilização nos estados tem a meta de ocupar as vagas até a próxima sexta-feira, 31, que é o último dia das inscrições. Para garantir a matrícula, o professor tem que se inscrever na Plataforma Freire.O Piauí tem lugar disponível para 2.500 professores e o Rio Grande do Norte possui 313 vagas, mas até o começo da tarde desta terça-feira, 28, o Piauí tinha 335 inscritos e o Rio Grande do Norte 66. O esforço de divulgação das vagas nos municípios foi precedido de comunicados, informes e avisos veiculados em rádios e televisões.
O ingresso de professores em cursos de licenciatura faz parte do Plano Nacional de Formação de Professores, lançado em 28 de maio. Para a execução do plano, o Ministério da Educação fez parceria com as secretarias estaduais de educação e com 90 instituições públicas e comunitárias de ensino superior. A parceria funciona assim: o professor escolhe o curso e se inscreve; a secretaria de educação valida o ingresso; e a universidade faz a matrícula. Se tiver mais inscrições que vagas, a universidade faz uma seleção, que pode ser por sorteio.
O plano prevê ingressos em cinco semestres: segundo semestre de 2009, primeiro e segundo de 2010, primeiro e segundo de 2011. No conjunto, são 330 mil vagas exclusivas para professores no exercício do magistério em escolas públicas.Mobilização nos estados - Para que os professores do Rio Grande do Norte tomem conhecimento da oferta de vagas, diz a coordenadora de desenvolvimento escolar, Lúcia de Souza, a secretaria do estado montou equipes que estão visitando as 16 regionais de ensino. O trabalho começou há uma semana, mas Lúcia avalia que não será possível preencher as vagas até dia 31. Ela sugere que o prazo seja prorrogado.No Piauí, a estratégia de mobilização envolve dois técnicos de informática treinados para auxiliar os professores no preenchimento da ficha de inscrição. A assistência é pelo telefone 2107-3311. A secretaria promoveu um encontro com as 21 gerências regionais na semana passada para ampliar a divulgação do plano de formação de professores, das vagas e do prazo de inscrição.A secretária de educação de Goiás, Milca Severino Pereira, diz que o preenchimento das vagas no estado foi prejudicado porque julho é o mês de férias coletivas nas escolas públicas. Goiás tem 2.100 vagas e até esta terça-feira tem 675 inscritos. Embora defenda a prorrogação do prazo de inscrições, a secretária diz que o estado fará todo o esforço para ocupar as vagas. “Temos professores interessados e reconhecemos a importância de usar essa oportunidade de formação”.Entre as estratégias de mobilização, a secretaria de educação de Goiás colocou no portal da secretaria uma chamada para a Plataforma Freire e fez divulgação na imprensa, rádio e televisões locais. Na volta às aulas, que será na próxima segunda-feira, 3 de agosto, a secretaria fará um comunicado direto para as escolas estaduais e para as 38 regionais de ensino, que são o canal de comunicação entre a secretaria do estado com os municípios goianos.Milca Severino Pereira explica como funciona esse sistema de informação: a regional do município de Posse, por exemplo, é responsável por 11 municípios da microrregião. Ao receber o pedido da secretaria, o representante vai nas 11 secretarias municipais levar as informações e prestar esclarecimentos que, depois, serão transmitidos às escolas.
Vagas para 2009 – O Plano Nacional de Formação de Professores oferece neste semestre 57.784 vagas em cursos de licenciaturas, em 17 estados. Até às 14 horas desta terça-feira, a Plataforma Freire registrou 34.285 inscrições, o que corresponde a 60% da ocupação das vagas.
Na Plataforma Freire, o professor encontra uma série de informações: pode, por exemplo, consultar o número de vagas por estado e no seu município, ver quais licenciaturas estão disponíveis, se o curso é presencial ou a distância, se inscrever e fazer até três opções de cursos. Pode, ainda, programar o ingresso em curso de formação em 2010 ou 2011. Para ingresso em 2009, as inscrições devem ser feitas até a próxima sexta-feira, dia 31. fonte:http://portal.mec.gov.br/

Visitas do EPTV na Escola terão novas datas

Clipping Educacional - EPTV
Programação passou de agosto para outubro e novembro
As visitas agendadas para as duas primeiras semanas de agosto dos estudantes selecionados no projeto EPTV na Escola foram transferidas para os meses de outubro e novembro. O motivo foi a alteração no calendário escolar que adiou a volta às aulas, como medida preventiva contra a nova gripe.
As novas datas serão divulgadas pela coordenação do projeto.

Inep recomenda que candidatos não deixem questões em branco no Enem

Rafael Targino
Clipping Educacional - Do G1, em Brasília
Pergunta não respondida será considerada erro.
Apesar disso, correção vai saber se estudante ‘chutou’ muito na prova.
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Reynaldo Fernandes, recomendou nesta quarta-feira (29) que os alunos não deixem questões em branco na prova do Ensino Nacional do Ensino Médio (Enem) e “chutem” caso não saibam a resposta. Segundo ele, o computador vai ler como “errada” qualquer pergunta deixada sem resposta e, e escolhendo um item, o candidato ainda tem chances de acertar.
“Uma questão em branco no meio da prova tem o mesmo peso do erro”, afirmou Fernandes. A correção da prova, apesar disso, vai levar em conta o padrão de respostas do estudante. Será possível identificar, por exemplo, se ele “chutou” muito no exame, que terá 180 questões e acontece nos dias 3 e 4 de outubro. O Inep é o órgão do Ministério da Educação responsável pela aplicação das provas.
O sistema de correção a ser utilizado é chamado de Teoria de Resposta ao Item (TRI). O Inep vai dar a cada questão um certo grau de dificuldade e o computador vai conseguir saber, de acordo com o padrão de respostas, o quão preparado para dar aquela resposta o candidato estava e se houve um “chute.” O foco será no item, como é chamada cada questão, e não no total de acertos. A teoria é o conjunto de modelos que relacionam uma ou mais habilidades com a probabilidade de a pessoa acertar a resposta.
Com isso, o estudante pode até acertar mais questões do que outro, mas poderá ter uma nota menor. Mesmo com os gabaritos sendo divulgados após a prova, ele não vai conseguir determinar quanto tirou no exame. O resultado final será divulgado nos dias 4 de dezembro (provas objetivas) e 8 de janeiro (redação).
Simulado
O Inep divulga nesta quarta-feira (29) um simulado do Enem com 40 questões. O candidato poderá ter acesso às provas no G1 a partir da meia-noite. O presidente do órgão não descartou publicar novos simulados para este exame e para os próximos.
A prova terá uma “calibragem”, que, segundo o Inep, pode ser divulgada posteriormente para cursinhos e escolas. Com um programa de computador, que pode ser comprado separadamente, eles poderão aplicar e corrigir simulados baseados no exame.

FNDE entrega livros aos professores

Clipping Educacional - Coletivo DF (28.07.2009)
Docentes da rede pública terão, a partir do ano que vem, mais um instrumento para auxiliá-los no dia-a-dia em sala de aula
Serão livros que orientam como ensinar em cada disciplina específica da educação básica. A iniciativa foi anunciada, na segunda-feira, pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que publicou em sua página na internet (www.fnde.gov.br) o edital do Programa Nacional Biblioteca da Escola, Professor 2010. O documento convoca editoras a inscrever obras que serão avaliadas e selecionadas pela Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação e, posteriormente, adquiridas e distribuídas pelo FNDE às escolas.
Para participar, cada editora deve fazer o cadastro das obras e dos respectivos autores ou sucessores legais, de 10 de agosto a 16 de outubro, no Sistema de Material Didático (Simad), disponível na seção Serviços do sítio do FNDE. Depois, de 3 a 6 de novembro, é o período para entrega da documentação exigida e dos exemplares dos livros pré-inscritos. Todas as obras devem atender às novas normas do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

SP: escolas terão de compensar aulas por causa da gripe

Clipping Educacional - G1 / Agência Estado (28.07.2009)
Apesar da postergação da volta às aulas na rede de escolas estaduais de São Paulo para 17 de agosto secretário estadual da Educação afirmou que todas as instituições deverão cumprir a legislação, que exige, no mínimo, 200 dias de aula em um ano
"A reposição das aulas perdidas ficará a critério de cada escola", disse. "É claro que isso sempre causa transtornos na rede. Seria melhor não ter epidemia? Seria muito melhor", completou. Cerca de 20% da rede composta por 5,3 mil escolas já iniciaram as aulas, mas terão de suspendê-las. A maior parte delas retomaria as atividades no dia 3 de agosto.
A recomendação da secretaria estadual da Educação é que todos os estabelecimentos de ensino - públicos e privados - desde o ensino básico até o nível superior adiem o início das aulas. Com relação às escolas particulares, universidades públicas e privadas e escolas técnicas, o secretário informou que caberá a cada estabelecimento adotar ou não a recomendação. As Faculdades de Tecnologia (Fatec) e as Escolas Técnicas Estaduais (Etecs), gerenciadas pelo Centro Paula Souza, a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual Paulista (Unesp), por exemplo, não são obrigadas a cumprir a recomendação.
Segundo o secretário, a recomendação para a postergação do início das aulas para os 5,3 milhões de alunos e 250 mil professores e funcionários da rede de escolas estaduais de São Paulo foi feita por orientação do secretário estadual de Saúde, Luiz Roberto Barradas, que indicou a medida como forma de reduzir a transmissão do vírus da gripe suína no Estado.
De acordo com Paulo Renato, a decisão foi tomada depois de análise de recomendação e avaliações da Organização Mundial de Saúde (OMS) a respeito da propagação do vírus entre estudantes e de recorrentes relatos sobre o aumento expressivo do número de crianças e adolescentes atendidos nos prontos-socorros paulistas. Neste momento, segundo a secretaria, o Estado registra 27 óbitos pela gripe suína.
Segundo o secretário, as escolas já foram orientadas sobre medidas de prevenção, desde o dia 8 de julho. Na volta às aulas, a secretaria vai distribuir cartazes de medidas de prevenção à doença e cartilhas para alunos e pais.

Governo do Rio adia volta às aulas devido à gripe suína

Clipping Educacional - da Folha Online
A Secretaria Estadual de Educação do Rio adiou em uma semana a volta às aulas devido à gripe suína --como é conhecido o vírus Influenza A (H1N1).
Segundo comunicado da pasta, em princípio, as aulas só devem ser retomadas no dia 10 de agosto. A rede estadual de ensino do Rio comporta cerca de 1,5 milhão de estudantes em 1.400 escolas.
A medida é a mesma que foi adotada ontem em São Paulo pelas secretarias Estadual e municipal de Educação.
O Estado do Rio tem cinco mortes confirmadas pela doença.
São Paulo é o Estado com maior número de mortos pela doença --27. Em todo o país, o número de mortes chegou a 56 nesta terça-feira. Nesta terça-feira, o Estado da Paraíba confirmou a primeira morte causada pela nova gripe na região Nordeste do Brasil, enquanto São Paulo e Rio Grande do Sul registraram mais 10 mortes.
Reunião
Segundo a Secretaria de Estado de Educação do Rio, no dia 5 de agosto haverá uma nova reunião entre as Secretarias de Estado de Saúde e de Educação para avaliar a situação e tomar as medidas necessárias à prevenção da gripe.
As cerca de 30 coordenadores regionais da rede de ensino do Estado realizarão um encontro com os diretores de suas áreas de atuação para orientá-los sobre o procedimento que deve ser adotado nas escolas sobre a gripe suína no caso de alunos que apresentem alguns dos sintomas relacionados ao desenvolvimento da doença.
Disque Gripe
Os moradores do Rio podem se valer de um serviço telefônico gratuito para obter orientações sobre a doença.
Por intermédio do 0800-28-10-100, as pessoas podem tirar dúvidas sobre a nova doença. A estratégia faz parte do plano de contingência do governo estadual para combater a gripe.
Além disso foi disponibilizado um site, o www.riocontragripea.rj.gov.br

SP cria o primeiro curso público tecnológico a distância no Estado

Clipping Educacional - Folha de S. Paulo
Curso na área de gestão de empresas vai durar três anos; ingresso depende de vestibular
O governo de SP vai anunciar nesta semana a criação do primeiro curso público tecnológico (curta duração) a distância no Estado. As aulas devem começar em janeiro próximo.
O curso, de nível superior, formará estudantes para trabalhar na área de gestão de empresas (tecnologia em processos gerenciais) e terá duração de três anos, com 30% da carga presencial. Haverá vestibular.
A área foi escolhida por não precisar de laboratórios para as aulas. Além disso, o governo vê carência de profissionais no setor. Um dos dados citados é uma pesquisa do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), que mostra que 40% dos pequenos empresários não se graduaram."Com a educação a distância, conseguimos formar mais alunos com menos recursos", afirmou a diretora do Centro Paula Souza (órgão do governo responsável pelos cursos tecnológicos), Laura Laganá. "Além disso, o aluno tem flexibilidade para estudar quando puder."Não está definido quantas vagas serão oferecidas. Haverá seis polos presenciais no Estado, em unidades das Fatecs (faculdades de tecnologia). Ainda é preciso aval do MEC.
O curso será dado em parceria com a Univesp, que centraliza as ações de educação a distância no governo José Serra (PSDB). A Univesp foi criticada durante a greve na USP, no mês passado. Parte dos universitários afirma que a educação a distância não tem qualidade."A educação a distância é uma realidade", afirma Joaquim Villaça Campos, professor da PUC-SP e membro do Conselho Estadual de Educação. "Mas precisa haver cuidados na avaliação dos cursos e dos alunos."

USP cancela IV Feira de Profissões

Clipping Educacional - Da USP
Medida foi tomada de acordo com as recomendações da Secretaria de Saúde
A Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da Universidade de São Paulo (USP), em observância às recomendações da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo e Organização Mundial de Saúde, cancelou a IV Feira de Profissões, que seria realizada nos dias 4, 5 e 6 de agosto, no Memorial da América Latina. O evento já contava com 11 mil participantes inscritos e a expectativa era de reunir 16 mil visitantes, da Grande São Paulo e do interior do estado. A decisão pela não realização do evento, teve o objetivo de reduzir a possibilidade de transmissão do vírus influenza A (H1N1).
fonte:http://www.saopaulo.sp.gov.br

terça-feira, 28 de julho de 2009

Gripe suína adia volta às aulas em escolas e universidades em São Paulo


Clipping Educacional - da Folha Online
Escolas das redes municipais e estaduais de São Paulo, além das três universidades paulistas --USP, Unesp e Unicamp-- decidiram adiar a volta às aulas para o dia 17 de agosto para evitar contaminações pela gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1). O Sieeesp (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo) também seguiu recomendação da Secretaria da Saúde e orientou a prorrogação das férias nas escolas particulares.
São Paulo é o Estado com maior número de mortos pela doença --27. Em todo o país, o número de mortes chegou a 56 nesta terça-feira. Também há registro de mortes no Rio Grande do Sul, no Paraná, no Rio de Janeiro e na Paraíba.
"Temos a esperança que com a chegada do calor, a partir de 15 de agosto, diminuam os casos de gripe", afirmou o secretário estadual da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, ao afirmar ser este o principal motivo para a secretaria ter recomendado a suspensão ou adiamento do início das aulas.
Na maioria das escolas, a volta às aulas estava prevista para o dia 3 de agosto. A medida também atinge as Etecs (escolas técnicas) e as Fatecs (faculdades de tecnologia), mantidas pelo Centro Paula Souza.
"A decisão de indicar a ampliação das férias escolares foi tomada depois de análise das recomendações e avaliações da OMS (Organização Mundial da Saúde) a respeito da propagação do vírus entre estudantes e de recorrentes relatos sobre o aumento expressivo do número de crianças e adolescentes atendidas nos prontos-socorros paulistas devido a problemas respiratórios", informou a Secretaria da Saúde em nota.
Com o adiamento da volta às aulas, a USP também cancelou a quarta edição da Feira de Profissões, que seria realizada nos dias 4, 5 e 6 de agosto, no Memorial da América Latina.
Rede municipal
A prefeitura informou que os CEIs (Centros de Educação Infantil), que não têm recesso em julho, permanecerão abertos até sexta-feira. As aulas nas unidades serão suspensas a partir de segunda (3).
Durante o período, as atividades externas dos CEUs (centros educacionais unificados) serão mantidas, mas ficarão fechadas as salas de aula e os teatros.
Particulares
De acordo com o Sieeesp, apesar da orientação para adiar a volta às aulas, as escolas são autônomas e não são obrigadas a atender à recomendação.
"A Secretaria da Educação do Estado adotou medida semelhante e os estabelecimentos da rede pública também devem retornar apenas no dia 17 de agosto. Algumas escolas particulares já haviam retornado às aulas na última segunda-feira, o mesmo ocorrendo com as públicas. No caso da rede oficial, a Secretaria ordenou a suspensão das atividades escolares", informou o sindicato em nota.

Prorrogação de recesso escolar vale também para professores, diz secretário

Luciana Bonadio
Clipping Educacional - Do G1, em São Paulo
Aulas só serão retomadas em 17 de agosto em São Paulo.
Escolas terão que adequar calendários para reposição.
O secretário de Estado da Educação, Paulo Renato Souza, afirmou na tarde desta terça-feira (28) que a prorrogação do recesso escolar por causa da nova gripe vale também para os professores da rede estadual de ensino. As aulas só serão retomadas no dia 17 de agosto.
“É o recesso escolar. A direção e a secretaria precisam estar funcionando, mas os professores não precisam comparecer nas escolas neste período”, afirmou. Além das escolas, as universidades estaduais - USP, Unicamp e Unesp - também adiaram a volta às aulas para agosto por causa da doença. No estado, 27 mortes relacionadas à doença foram confirmadas no estado.Por recomendação da Secretaria de Estado da Saúde, os 5,3 milhões de alunos de ensino fundamental e médio voltarão às aulas em 17 de agosto. Segundo o secretário, cerca de 20% das escolas estaduais tinham retomado as atividades na semana passada e nesta segunda-feira (27). Paulo Renato determinou que elas fossem suspensas.
“Não nos compete julgar, nós não temos aqui na Secretaria da Educação capacidade técnica de ter uma opinião diferente da dos órgãos de saúde”, afirmou. A orientação sobre o adiamento da volta às aulas chegou nesta terça-feira (28), através de um ofício enviado pelo secretário Estadual da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata. Paulo Renato Souza disse que não é possível prever novas prorrogações. “Não tenho bola de cristal”, afirmou. As escolas terão que adequar os calendários para cumprir os dias exigidos por lei. “Nós temos a legislação a cumprir, que prevê 200 dias letivos. Em função dessa interrupção, as escolas terão que se programar para cumprir a legislação”, disse o secretário. Segundo ele, serão suspensas também atividades de fim de semana do programa Escola da Família. A secretaria diz que tem cartazes prontos com orientações sobre a doença que serão colocados em todas as escolas estaduais. Além disso, cartilhas com informações para alunos e pais estão sendo elaboradas.
Campinas
A prefeitura de Campinas suspendeu as aulas nos 71 Centros Municipais de Educação Infantil (Cemeis) e nas 39 creches municipais conveniadas a partir desta quarta-feira (29) até o dia 10 de agosto e prorrogou o início das aulas da rede pública municipal – pré-escola, ensino fundamental e Educação de Jovens e Adultos - para a mesma data.
A decisão, que atinge pelo menos 65 mil alunos em todo município, visa conter o avanço da epidemia da nova gripe (Influenza A H1N1).
Escolas particulares
O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (SIEEESP) recomendou na tarde desta terça que as escolas particulares também adiem a volta às aulas até o dia 17 de agosto. Entretanto, muitas das escolas particulares já retomaram as atividades nesta semana. Tanto a secretaria quanto o sindicato não têm poder para obrigar que a determinação seja cumprida pelos colégios de São Paulo. Cada entidade terá que definir se seguirá a orientação.

USP, Unicamp e Unesp adiam início das aulas por causa da nova gripe

Clipping Educacional - Do G1, em São Paulo
Aulas serão retomadas no dia 17 de agosto.
Escolas públicas também prorrogaram o fim das férias.
A Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) decidiram adiar o início das aulas do segundo semestre para o dia 17 de agosto por causa da nova gripe. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (28).
Medida semelhante foi tomada para os 5,3 milhões de alunos de ensino fundamental e médio da rede estadual, que também voltarão às aulas somente em 17 de agosto. Segundo o secretário Paulo Renato de Souza, cerca de 20% das escolas estaduais tinham retomado as atividades na semana passada e nesta segunda-feira (27). No entanto, ele determinou que as aulas fossem suspensas.
A decisão vale também para os professores da rede estadual de ensino. “É o recesso escolar. A direção e a secretaria precisam estar funcionando, mas os professores não precisam comparecer nas escolas neste período", disse o secretário.
A Prefeitura de São Paulo também decidiu nesta terça acatar a recomendação da Secretaria de Estado da Saúde e adiar o retorno às aulas na rede municipal para o dia 17 de agosto. De acordo com nota divulgada pela prefeitura, as creches - que são chamadas de Centros de Educação Infantil (CEIs) -, que não têm recesso em julho, continuarão abertos até sexta-feira (31) para atendimento aos pais. As aulas serão suspensas na segunda-feira (3). As atividades externas dos CEUs serão mantidas, mas salas de aula e teatros permanecerão fechados. Os funcionários administrativos e professores também entram em recesso em toda a rede municipal.
O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (SIEEESP) fez a mesma recomendação nesta terça para que as escolas particulares adiem a volta às aulas até o dia 17 de agosto.
A mudança no cronograma de aulas segue orientação da Secretaria Estadual de Saúde. Em nota, a Unicamp afirma que "a recomendação [da secretaria] visa reduzir a transmissão do vírus influenza A H1N1 no Estado de São Paulo e é válida para todos os estabelecimentos da rede pública de ensino, nos níveis fundamental, médio e superior."
Calendário da USP será reformulado
A USP informou em nota que o adiamento do início das aulas vale para os cursos de graduação, pós-graduação e extensão. Os calendários escolares deverão ser reformulados posteriormente. No entanto, as aulas de reposição nos cursos mais atingidos pela greve de funcionários e professores da USP, que durou quase dois meses e terminou no fim de junho, serão realizadas conforme o programado. A universidade anunciou também o cancelamento da quarta edição da Feira de Profissões, que seria realizada nos dias 4, 5 e 6 de agosto, no Memorial da América Latina.
Rio de Janeiro
A Secretaria municipal de Educação do Rio de Janeiro informou que a nova gripe não alterou a data do retorno das férias das escolas da rede pública. As aulas serão reiniciadas no dia 3 de agosto, conforme prevê o Calendário Escolar de 2009
A Secretaria informou também que as escolas voltarão a monitorar a frequencia dos alunos às aulas para identificar possíveis casos suspeitos.

Para sindicato, escola particular também deve adiar volta às aulas

Clipping Educacional - Do G1, em São Paulo
Governo de São Paulo recomenda aulas só após 17 de agosto.Cada escola particular deve definir se seguirá a recomendação.
O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (SIEEESP) recomendou na tarde desta terça-feira (28) que as escolas particulares também adiem a volta às aulas até o dia 17 de agosto.
A orientação é seguir a determinação da Secretaria do Estado da Saúde, que prorrogou as férias escolares em toda a rede estadual por conta da nova gripe. As aulas em todas as escolas estaduais de ensino fundamental e médio começam somente em 17 de agosto. Nesta terça, a Secretaria de Saúde confirmou 27 mortes em todo o estado de São Paulo por causa da nova
Segundo o presidente do sindicato, Benjamim Ribeiro da Silva, a secretaria enviou um fax ao SIEEESP recomendando que seja seguida a mesma orientação das escolas públicas. O sindicato afirma representar quase 9 mil escolas, que têm cerca de 2 milhões de alunos no estado.
Entretanto, muitas das escolas particulares já retomaram as atividades nesta semana. Tanto a secretaria quanto o sindicato não têm poder para obrigar que a determinação seja cumprida pelos colégios de São Paulo. Cada entidade terá que definir se seguirá a orientação.
Em nota, as três universidades estaduais paulistas - Unicamp, USP e Unesp - afirmaram que também seguirão a orientação da Secretaria Estadual de Saúde.
Prevenção
A prorrogação foi recomendada pela Secretaria de Estado da Saúde por causa da nova gripe. As reposições dessas aulas perdidas ainda serão estudadas, já que as escolas têm cronogramas diferentes.

Prefeitura de SP decide adiar retorno às aulas na rede municipal

Clipping Educacional - Do G1, em São Paulo
Estudantes voltarão às escolas no dia 17 de agosto.
Fatecs e Etecs também decidiram prorrogar férias.
A Prefeitura de São Paulo anunciou na noite desta terça-feira (28) que decidiu acatar a recomendação da Secretaria de Estado da Saúde e adiar o retorno às aulas na rede municipal para o dia 17 de agosto. As Escolas Municipais de Educação Infantil (Emeis) e Escolas Municipais Fundamental (Emefs) terão o recesso prorrogado.
De acordo com nota divulgada pela prefeitura, as creches - que são chamadas de Centros de Educação Infantil (CEIs) -, que não têm recesso em julho, continuarão abertos até sexta-feira (31) para atendimento aos pais. As aulas serão suspensas na segunda-feira (3).
As atividades externas dos CEUs serão mantidas, mas salas de aula e teatros permanecerão fechados. Os funcionários administrativos e professores também entram em recesso em toda a rede municipal.
Segundo a Agência Estado, o prefeito Gilberto Kassab havia declarado no início da semana que não adiaria a volta às aulas nas escolas municipais. Depois, o prefeito deu nova entrevista não descartando a hipótese de prorrogar as férias.
A mudança no cronograma de aulas segue orientação da Secretaria de Estado da Saúde. Em nota, a instituição afirma que "a recomendação [da secretaria] visa reduzir a transmissão do vírus influenza A H1N1 no Estado de São Paulo e é válida para todos os estabelecimentos da rede pública de ensino, nos níveis fundamental, médio e superior."
Por causa da orientação, o Centro Paula Souza também adiou o retorno às aulas para 17 de agosto nas Faculdades de Tecnologia (Fatecs) e Escolas Técnicas (Etecs) estaduais. Em nota, a Secretaria de Desenvolvimento diz que as informações sobre a reposição dos dias letivos serão divulgadas posteriormente. As Etecs atendem a mais de 140 mil estudantes e as Fatecs, cerca de 32 mil alunos.
Outros municípios
A Prefeitura de São Bernardo do Campo, no ABC, também cancelou as aulas de 96 mil alunos da rede municipal, que haviam sido retomadas em 22 de julho. A previsão de retorno também é 17 de agosto. As aulas ocorrem normalmente nesta quarta-feira (29) porque, segundo a prefeitura, não houve tempo de avisar todos os alunos.
A prefeitura de Campinas suspendeu as aulas nos 71 Centros Municipais de Educação Infantil (Cemeis) e nas 39 creches municipais conveniadas a partir desta quarta-feira (29) até o dia 10 de agosto e prorrogou o início das aulas da rede pública municipal – pré-escola, ensino fundamental e Educação de Jovens e Adultos - para a mesma data. A decisão, que atinge pelo menos 65 mil alunos em todo município, visa conter o avanço da epidemia da nova gripe (Influenza A H1N1).
Aulas adiadas
A Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) decidiram adiar o início das aulas do segundo semestre para o dia 17 de agosto por causa da nova gripe. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (28).
A USP informou em nota que o adiamento do início das aulas vale para os cursos de graduação, pós-graduação e extensão. Os calendários escolares deverão ser reformulados posteriormente. A universidade anunciou também o cancelamento da quarta edição da Feira de Profissões, que seria realizada nos dias 4, 5 e 6 de agosto, no Memorial da América Latina.
Escolas públicas e particulares
Os 5,3 milhões de alunos de ensino fundamental e médio da rede estadual também voltarão às aulas somente em 17 de agosto. Segundo o secretário Paulo Renato de Souza, cerca de 20% das escolas estaduais tinham retomado as atividades na semana passada e nesta segunda-feira (27). No entanto, ele determinou que as aulas fossem suspensas.
A decisão vale também para os professores da rede estadual de ensino. “É o recesso escolar. A direção e a secretaria precisam estar funcionando, mas os professores não precisam comparecer nas escolas neste período", disse o secretário.
O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (SIEEESP) também fez a mesma recomendação nesta terça para que as escolas particulares adiem a volta às aulas até o dia 17 de agosto.

Nota oficial da Secretaria da Saúde sobre retorno às aulas

Clipping Educacional - Da Secretaria da Saúde
A Secretaria de Estado da Saúde decidiu nesta terça-feira, 28 de julho, recomendar às escolas públicas e privadas que adiem o retorno das aulas para o próximo dia 17 de agosto. A medida tem como objetivo reduzir a transmissão do vírus influenza A H1N1 no Estado de São Paulo.
A recomendação é válida para todos os estabelecimentos de ensino, entre eles escolas de educação infantil, ensinos fundamental e médio, além de universidades.
A decisão de indicar a ampliação das férias escolares foi tomada depois de análise das recomendações e avaliações da OMS (Organização Mundial da Saúde) a respeito da propagação do vírus entre estudantes e de recorrentes relatos sobre o aumento expressivo do número de crianças e adolescentes atendidas nos pronto-socorros paulistas devido a problemas respiratórios.
A Secretaria também reafirma a orientação à população para que mantenham as medidas de higiene, como lavar as mãos com frequência e cobrir o nariz e a boca quando tossir ou espirar. É fundamental ainda que pessoas com sintoma de gripe fiquem em casa, repousando.
Até o momento, o Estado de São Paulo registra 27 óbitos de pacientes infectados pelo vírus influenza A.

Gripe suína não adia volta às aulas no Estado


Léo Arcoverde e Folha de S.Paulo
Clipping Educacional - do Agora
Mesmo com mais quatro mortes confirmadas pela gripe suína no Estado de São Paulo ontem, as aulas na rede estadual voltam nesta semana normalmente. Segundo a Secretaria de Estado da Educação, a data de volta às aulas varia de escola para escola --o recesso de 15 dias em boa parte delas terminou ontem.
No transporte, virar o rosto evita contágio
Já nas redes municipais, a situação é um pouco diferente. Em Osasco (Grande SP), por exemplo, o adiamento do reinício das aulas segue até, pelo menos, segunda-feira, quando a prefeitura resolve se libera ou não as atividades. A medida afeta mais de 60 mil alunos e é considerada preventiva, diante do risco de reunir grupos grandes de crianças em ambientes fechados. O objetivo é evitar a propagação do vírus.
No ABC não há alteração no calendário escolar. Ontem, o Consórcio Intermunicipal Grande ABC decidiu que não há necessidade de interromper a volta às aulas na rede municipal. A iniciativa faz parte de um conjunto de medidas tomadas pelos secretários da Saúde para combater o avanço do vírus A (H1N1), que inclui o pedido de mais leitos no Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André (ABC), e disponibilidade de leitos no hospital Serraria, em Diadema (ABC), para tratamento de doenças respiratórias graves.
Na próxima quinta-feira, os secretários da Saúde dos sete municípios voltam a se reunir no consórcio, para avaliar a situação dos alunos das redes municipais. Na capital, a maioria dos colégios particulares retomarão as aulas na segunda-feira, assim como as escolas da rede pública. O prefeito Gilberto Kassab (DEM) afirmou ontem que, até o momento, não há recomendação para que a volta às aulas seja adiada. Nesta semana, porém, os secretários estaduais da Saúde de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul se encontrarão com o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, para discutir a possibilidade de adiar o retorno às aulas.

Máscaras da 25 de Março não protegem contra a gripe suína

Rubia Evangelinellis
Clipping Educacional - Diário de São Paulo
A gripe suína virou um negócio lucrativo para os camelôs da Rua 25 de Março, principal via de comércio popular da capital. Cada uma chega a vender entre 200 a 500 máscaras num único dia, por R$ 1 a unidade. O que as pessoas que compram essas máscaras nem imaginam é que o produto oferecido ali, no meio da rua, não só não protege contra o vírus Influenza A (H1N1) como ainda pode piorar a situação.
O alerta é do médico infectologista David Uip, diretor do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Ele explica que as máscaras têm uma textura muito fina. “Elas hospedam a secreção e só pioram os casos. Apenas profissionais que atuam na área da saúde devem usar a máscara . Ou então pacientes com sintomas de gripe comprovados, para isolá-los de outras pessoas. Quem compra na 25 de Março só está gastando dinheiro à toa”, avalia.

Surto da nova gripe fecha creche em Campinas

Clipping Educacional - SPTV 2ª Edição
Três funcionários contraíram a doença. Oitenta pessoas, entre elas crianças de um a três anos, vão ficar afastadas por 15 dias.
Uma creche municipal de Campinas foi fechada temporariamente hoje por causa de mais casos da gripe A.
Na Grande São Paulo e no ABC, cidades se mobilizam para reforçar a prevenção na volta às aulas.
A partir desta semana prefeitura de São Paulo vai distribuir nas escolas da rede municipal a cartilha, que a gente mostra em primeira mão. O dia foi de orientação para 1.500 professores e funcionários da rede municipal de ensino de Diadema. Em pauta, a gripe A. “A respeito do cansaço, de outros sintomas que nos levam a cogitar a hipótese da gripe foi muito relevante”, diz Tersília Lima, coordenadora de escola. Por causa desses encontros, as aulas que deveriam ter recomeçado hoje na cidade, só terão início na quarta-feira. Aqui na capital, por enquanto, o calendário escolar da rede municipal não foi alterado. As aulas recomeçam na próxima segunda-feira. Até lá, os funcionários devem ser orientados sobre a doença. “Hoje nós temos mantida a data de reinício das aulas, mas poderá ao longo da semana, a critério da Secretaria da Saúde, numa diretriz para todo o estado, evidentemente a cidade de São Paulo estará atendendo essa diretriz”, diz Gilberto Kassab, prefeito. As escolas da rede estadual devem manter a previsão, com volta às aulas também marcada para a próxima segunda-feira, mas alterações no calendário não estão descartadas. “É possível que esta suspensão possa causar algum impacto na transmissão, mas as crianças também se aglomeram em outros locais que não são as escolas. Então, é preciso avaliar muito bem essa decisão e revisar se ela será tomada”, diz Clélia Aranda, coordenadora de controle de doenças da Secretaria Estadual de Saúde. Hoje subiu para 20 o número de mortos pela gripe A no estado de São Paulo: foram confirmadas uma morte em Mogi Guaçu, duas em Osasco e uma em São Carlos. Esses dois pacientes tinham um histórico de doenças que podem ter contribuído para o agravamento do quadro.

Governo recomenda que alunos com suspeita de gripe adiem volta às aulas

Clipping Educacional - Do G1, em Brasília
Alunos com sintomas devem ser acompanhados por médicos. Em várias localidades, retorno ao segundo semestre letivo foi adiado.
O Grupo Executivo Interministerial formado por 16 órgãos do governo federal para monitorar a ocorrência da influenza A no país anunciou nesta segunda-feira (27) que todos os alunos com sintomas de gripe devem evitar retornar às aulas. A recomendação havia sido feita pelos ministérios da Saúde e da Educação.As orientações são de que os estudantes com sintomas da gripe passem por avaliação médica e só retornem às escolas após estarem totalmente recuperados. As aulas nas redes pública e privada foram retomadas nesta segunda-feira em quase todo ao país, mas vários estados e cidades adiaram a volta dos alunos.Segundo o grupo interministerial, as mudanças nos calendário escolar, no entanto, são de responsabilidade dos estados e dos municípios. No Distrito Federal, por exemplo, o início do segundo semestre letivo foi adiado em uma semana.
SUS preparado
O Ministério da Saúde (MS) informou nesta segunda-feira (27) que o Sistema Único de Saúde (SUS) está preparado para enfrentar a pandemia de influenza A. Em todo o país, existem 68 hospitais de referência para o atendimento de pacientes graves com a doença, totalizando 1,97 mil leitos de UTI.
Em nota, o MS informou que o SUS possui 42,4 mil estabelecimentos de atenção básica e 368 mil leitos de internação nos 5,9 mil hospitais credenciados. O ministério ressaltou a existência de 30 mil equipes de saúde à família, que atuam em 57,47% das unidades de atenção básica, como postos de saúde.
Fonte: http://g1.globo.com/

Prefeitura de SP vai distribuir dois tipos de cartilhas sobre nova gripe em escolas

Clipping Educacional - Do G1, com informações do SPTV
Ao todo, 2.780 estabelecimentos de ensino receberão material.
Modelos são específicos para crianças e adolescentes.
A Prefeitura de São Paulo preparou dois modelos de cartilhas para orientar os alunos e até mesmo professores sobre o vírus Influenza A (H1N1).
De acordo com a administração municipal, o material será distribuído em 2.780 estabelecimentos de ensino. Um modelo de cartilha será usado em creches e para alunos de até 4ª séria. Ela foi confecionada com desenhos que podem ser coloridos e com as principais dúvidas sobre a nova gripe.
O material que será distribuído aos alunos de 5ª a 8ª série, além de professores, é mais direto e traz as dicas reunidas em uma espécie de folder.
Nesta segunda-feira, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), disse à Agência Estado que não está descartado adiar o início das aulas na rede municipal de ensino para conter o contágio pela nova gripe.
Fonte: http://g1.globo.com/

















segunda-feira, 27 de julho de 2009

Prefeitura de SP não descarta adiar volta às aulas por causa da gripe

Clipping Educacional - Da Agência Estado
Número de vítimas fatais no estado pela doença chega a 17.
Questão deve ser decidida pela Secretaria Estadual de Saúde.
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), disse nesta segunda-feira (27) que não está descartado adiar o início das aulas na rede municipal de ensino para conter o contágio pela nova gripe.
O número de vítimas fatais no estado pela doença já chega a 17. Kassab esclareceu que a questão será decidida pela Secretaria Estadual de Saúde.
"Não está descartada a hipótese", disse o prefeito a respeito do adiamento do início das aulas, que pelo calendário oficial serão retomadas na semana que vem. "Hoje [segunda-feira] está mantida a data de início, mas pode haver, ao longo da semana, uma nova diretriz a critério da secretaria estadual de Saúde."
Treinamento
Kassab informou que os professores das escolas municipais receberão treinamento para ajudar na identificação de casos suspeitos da nova gripe entre os alunos. O prefeito fez as afirmações após evento na sede da prefeitura, no centro da cidade, para lançamento do programa JovemTEC e de estágios para estudantes da rede estadual.
Até o final da semana passada, as cidades de Osasco, Diadema, Campinas, Indaiatuba, Hortolândia e Vinhedo adiaram o início das aula da rede municipal por conta do risco de contágio da gripe suína. Ao todo, por volta de 333 mil alunos paulistas tiveram as férias escolares prorrogadas.

SP prevê 2,5 mil vagas para capacitar estudantes em informática

Clipping Educacional - Do G1, em São Paulo
Podem participar alunos de 16 a 21 anos do ensino médio.Estudantes receberão treinamento e farão estágio em escolas.
A prefeitura e o governo de São Paulo lançaram nesta segunda-feira (27) o programa Jovem Tec para capacitação de jovens de 16 a 21 anos na área de tecnologia da informação e comunicação. Estão previstas 2,5 mil vagas até o ano que vem para estudantes do ensino médio da rede estadual de ensino.
Os estudantes receberão capacitação de empresas parceiras do programa -Microsoft, Intel, Cisco, Telefônica, Instituto Mauá e Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município de São Paulo (Prodam) - e farão estágio na rede pública municipal de ensino. Durante a capacitação e estágio, os alunos selecionados receberão bolsa-auxílio de R$ 450. O estágio será feito em escolas da rede municipal de ensino. A seleção dos participantes será feita pela Secretaria Estadual do Emprego e Relações do Trabalho. A previsão é de que neste ano sejam abertas 200 vagas.
s interessados podem se inscrever pelo site do programa Jovem Cidadão - www.meuprimeirotrabalho.sp.gov.br - ou na própria secretaria da escola estadual onde estudam. A seleção engloba prova escrita, com perguntas de português, matemática, informática e conhecimentos gerais, e entrevista com selecionadores. Ao fim do treinamento, os alunos terão conhecimentos sobre redes, softwares, sistemas de comunicação, montagem e manutenção de computadores e estarão habilitados para atividades de suporte técnico em informática. Uma das exigências do Jovem Tec é que o aluno estagie em local próximo à sua moradia ou à escola onde estuda. A capacitação terá carga horária total de 300 horas, distribuídas em duas etapas. Na primeira, serão ministrados conteúdos dos cursos de aluno monitor (Microsoft) e aluno técnico (Intel), com cargas horárias de 140 horas e 80 horas, respectivamente. Nessa etapa, o aluno aprende a identificar, manusear e montar as partes que compõem o computador e adquire conhecimento em instalação e configuração de sistemas operacionais. Esse período, de dois meses, terá aulas presenciais nas unidades de capacitação da Prodam. A segunda etapa acontecerá simultaneamente ao estágio. Durante a semana, o aluno permanecerá quatro dias estagiando em uma unidade de capacitação para obter os conteúdos do curso IT Essencial (Cisco), com carga horária prevista de 80 horas presenciais. Ao final do período de seis meses, entre treinamento e estágio, o jovem poderá optar por prorrogar o estágio por mais seis meses.

Parecer indica escola comum a deficientes

Antônio Góis
Clipping Educacional - Folha de São Paulo (27.07.2009)
Parecer do Conselho Nacional de Educação interpreta como obrigatória a matrícula de alunos com deficiências em escolas comuns
Ainda não homolado pelo MEC, o fato poderá reacender no Brasil a polêmica sobre os limites da inclusão, opondo entidades de defesa de pessoas com deficiência
O documento não tem força de lei, mas, caso homologado, servirá para orientar o MEC e os sistemas na interpretação da legislação já em vigor no país, especialmente no caso de distribuição de recursos do Fundeb (fundo de financiamento da educação básica).
O parecer reforça a posição da Secretaria de Educação Especial do MEC que, apoiada por entidades, entende ser dever de pais e governo garantir matrícula de crianças deficientes em escolas comuns. O atendimento em especiais seria complementar, no contraturno, e não substituiria o da rede regular.
A Federação Nacional das Apaes divulgou na semana passada nota de repúdio ao parecer, dizendo que ele extrapola a legislação em vigor e que as escolas públicas ainda não estão preparadas para receber todos os alunos com deficiência.
O documento diz ainda que a Secretaria de Educação Especial do MEC agiu de forma "oportunista e tendenciosa" e que seu objetivo seria extinguir as escolas especiais.
Em resposta, a Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down fez abaixo assinado de apoio à resolução.
Um dos argumentos é que, sob o pretexto de que as escolas públicas não estão preparadas, a matrícula em escolas especiais reforça a segregação e adia o processo de inclusão dos deficientes em classes regulares.
Inclusão obrigatória
Pressionada pelas Apaes e outras entidades, a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados pediu ao ministro Fernando Haddad que não homologasse o parecer.
"Somos a favor da inclusão, mas não pode ser obrigatória e do dia para a noite. Nem todas as famílias concordam e há casos de deficientes intelectuais severos que, quando incluídos na escola comum, são prejudicados em seu desenvolvimento", afirma o deputado federal Eduardo Barbosa (PSDB-MG), presidente da Federação Nacional das Apaes.
"Há muito a avançar no atendimento na rede pública, mas estamos melhorando e cabe à sociedade cobrar mais. O parecer apenas reforça um direito inquestionável, que está na Constituição e na convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência", diz Claudia Grabois, presidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down.
À Folha, o ministro Fernando Haddad afirmou que ainda não examinou o parecer, mas que não o homologará se entender que há conflito com a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) e com o decreto 6.571, de 2008, que trata do atendimento e financiamento da educação especial. "Estamos investindo neste ano R$ 200 milhões para preparar as escolas para receber esses estudantes", disse ele.

Cursinhos perdem até 80% dos alunos

Laura Capriglione / Hélio Schwartsman
Clipping Educacional - Folha de São Paulo (27.07.2009)
Auge foi nos anos 70 e 80, quando os vestibulares das principais universidades ainda valorizavam o chamado "decoreba".
Para consultor, expansão das faculdades particulares absorveu alunos menos preparados e ajudou a esvaziar os cursinhos
Com apogeu nos anos 70 e 80, quando eram uma etapa quase indispensável para os que tinham o objetivo de seguir estudos universitários, os cursinhos encolheram. Inexistem estatísticas oficiais sobre o setor, mas, após ouvir professores, empresários e consultores, a Folha apurou que os pré-vestibulares perderam de 70% a 80% das matrículas na comparação com a fase áurea.
O encolhimento é apenas a manifestação econômica da cultura que se constituía em elogio do saber enciclopédico, do chamado decoreba. Acabaram-se as aulas-show, em que professores inventavam paródias musicais para alunos memorizarem equações da cinemática, doenças causadas por protozoários, elementos químicos halógenos ou o número de pés no filo dos artrópodes.
Dono de uma consultoria educacional, Maurício Costa Berbel, aponta algumas causas. "Uma delas, certamente, foi o fato de os vestibulares das principais universidades e o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) terem aposentado a ideia de que o melhor candidato a uma vaga no ensino superior seja aquele com mais capacidade de memorização."
Em vez disso, passou-se a valorizar o raciocínio e a transdisciplinaridade "e essa é uma característica difícil de ser aprimorada em classes com mais de cem alunos, como era comum nos principais cursinhos", afirma o consultor.
Mas o fator principal da queda foi a proliferação dos cursos superiores particulares, que teve início em meados dos anos 90. Para dar uma ideia do tamanho da ampliação, há hoje 2.200 instituições de ensino superior nas quais ingressam por ano quase 1,5 milhão de alunos. No início dos anos 1970, as não mais de 200 universidades ofereciam 80 mil vagas por ano.
Realistas, alunos menos preparados se deram conta de que dificilmente entrariam nas disputadíssimas vagas de universidades públicas; era melhor ir direto para uma faculdade particular e poupar seis meses ou um ano de mensalidade de cursinho, afirma Berbel. Sintomaticamente, foram as turmas do período noturno, aquelas frequentadas pelo público obrigado a trabalhar durante o dia, as que mais sofreram com a mudança. Vários cursinhos já nem oferecem essa opção.
Em 2005, veio o ProUni (Programa Universidade para Todos), o qual, ao conceder vagas gratuitas em faculdades privadas para alunos de baixa renda, ampliando ainda mais a possibilidade de acesso ao ensino superior, trouxe mais dificuldades aos cursinhos. Desde sua criação, o ProUni já ofereceu 888 mil bolsas.
Outro fator que contribuiu para a queda foi o advento dos chamados "cursinhos populares", a partir dos anos 90. Gratuitos ou com mensalidades que chegam a 1/ 10 do cobrado pelos tradicionais, eles geraram uma guerra de preços que acabou canibalizando o setor.
Quem ainda se dá bem no negócio dos cursos pré-vestibulares acabou reduzindo o número e o tamanho das turmas, focando-se em um público abonado, disposto a lutar por disputadíssimas vagas das melhores instituições, como medicina, engenharia e direito das universidades públicas.
Jorge Ovando, gerente de marketing do Intergraus -900 alunos por ano, anuidades que em alguns cursos ultrapassam os R$ 10 mil-, explica que a aposta do grupo é em classes pequenas, extensas cargas horárias (mais de 44 horas por semana), tratamento personalizado. Opção idêntica fez, por exemplo, o curso Poliedro.
Esse movimento não significa que os grupos empresariais que mantinham os cursinhos estejam em extinção. Ao longo das últimas três décadas eles diversificaram suas atividades. Boa parte se expandiu para atender também o ensino médio e o fundamental. Alguns se tornaram universidades (são de proprietários de antigos cursinhos algumas das maiores universidades do país). Exemplo disso é a Unip, que nasceu do cursinho Objetivo, com suas 130 mil matrículas (a USP tem 86 mil). Procurado pela reportagem para falar sobre o encolhimento do cursinho, o Objetivo não quis se pronunciar.

Preconceito na escola

Clipping Educacional - Agência Brasil
Pesquisa mostra mostra que na rede pública brasileira 87% da comunidade tem algum grau de homofobia
Estudo inédito da USP realizado em 501 escolas com 18.599 estudantes, pais e mães, professores e funcionários da rede pública de todos os estados do país mostram dados estarrecedores. A principal conclusão foi que 99,3% dos entrevistados têm algum tipo de preconceito. Mais assustador: mais de 80% gostariam de manter algum nível de distanciamento social de portadores de necessidades especiais, homossexuais, pobres e negros. Do total, 96,5% têm preconceito em relação a pessoas com deficiência e 94,2% quanto à questão racial.
O levantamento foi realizado com base em entrevistas feitas com 18,5 mil alunos, pais, professores, diretores e funcionários, de 501 unidades de ensino de todo o País.
"A violência dura, relacionada a armas, gangues e brigas, é visível. Já o preconceito a escola tem muita dificuldade de perceber porque não existe diálogo. Isso é empurrado para debaixo do tapete, o que impera é a lei é a do silêncio", destaca a socióloga e especialista em educação e violência, Miriam Abramovay.
Um estudo coordenado por ela e divulgado este ano indica que nas escolas públicas do Distrito Federal 44% dos estudantes do sexo masculino afirmaram que não gostariam de estudar com homossexuais. Entre as meninas, o índice é de 14%. A socióloga acredita que o problema não ocorre apenas no DF, mas se repete em todo o País.
"Isso significa que existe uma forma única de se enxergar a sexualidade e ela é heterossexual. Um outro tipo de comportamento não é admitido na sociedade e consequentemente não é aceito no ambiente escolar. Mas a escola deveria ser um lugar de diversidade, ela teria que combater em vez de aceitar e reproduzir", defende.
A coordenadora-geral de Direitos Humanos do Ministério da Educação (MEC), Rosiléa Wille, também avalia que a escola não sabe lidar com as diferenças. "Você tem que estar dentro de um padrão de normalidade e, quando o aluno foge disso, não é bem-compreendido naquele espaço." (ABr)
Problema é falta de preparo
O principal motivo para que a discriminação contra estudantes homossexuais faça parte do cotidiano das escolas brasileiras é a falta de preparo do professor para lidar com a questão. Esse é o diagnóstico dos especialistas consultados pela Agência Brasil. A formação continuada dos profissionais que trabalham na escola tem sido a principal estratégia do Ministério da Educação (MEC) e de outras esferas de governo para atacar o problema.
Na avaliação da coordenadora-geral de Diretos Humanos do MEC, Rosiléa Wille, o professor reproduz comportamentos discriminatórios porque não foi educado para a diversidade. Ela defende que, além de capacitar quem já leciona, é necessário modificar a formação inicial desses profissionais.
"Claramente os professores têm dificuldade para lidar com isso, mas não podemos culpá-los. Eles estão saindo da universidade sem estarem preparados para lidar com a diversidade na escola." (ABr)
Estudante repetiu de ano após assumir opção
Quando assumiu sua homossexualidade, Hernanny Queiroz tinha 16 anos e cursava o 2° ano do ensino médio. As piadas e xingamentos que ele ouvia frequentemente acabaram fazendo com que fosse reprovado aquele ano. "Eu comecei a não ir mais para o colégio, faltei tanto que repeti. Quando eu ia, as pessoas falavam mal de mim e sempre acabava dando confusão."
A história do jovem, hoje com 19 anos, é semelhante à de muitos estudantes gays, lésbicas, travestis e transexuais que têm o desempenho escolar prejudicado pela discriminação que enfrentam.
De acordo com a psicóloga especialista em sexualidade da Universidade Católica de Brasília (UCB) Claudiene Santos, a homofobia no espaço escolar está presente em todos os níveis - desde o ensino fundamental até o superior.
"A autoestima dessas pessoas que são discriminadas fica muito baixa. Como ela pode estar em um lugar em que os outros não a aceitam como ela é de verdade? A consequência em geral é a evasão", acrescenta a especialista, que integra o Grupo de Pesquisa Sexualidade e Vida, da Universidade de São Paulo (USP/CNPq).
Na avaliação da professora, a homofobia no espaço escolar é mais comum entre alunos. Mas os educadores acabam sendo coniventes ao não intervir, responsabilizar ou orientar os estudantes que cometem a agressão