segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Brasil não se preparou para demanda no ensino médio, diz consultor do Unicef

Ana Okada
Clipping Educacional - Em São Paulo
O Brasil não se preparou para a demanda atual de estudantes no ensino médio, diz Mário Volpi, coordenador do programa "Cidadania dos adolescentes" do Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância). "Nunca houve um investimento tão denso, profundo e sistemático no ensino médio como houve no fundamental; não só financeiro, mas no capital humano. Agora, o país precisará se preparar com os alunos dentro da sala de aula", diz.
Segundo estudo do Unicef divulgado na sexta-feira (25), um em cada sete adolescentes brasileiros está fora da escola e, dentre os que estão na sala de aula, a distorção entre idade e série que deveriam cursar é alarmante: dentre os alunos de 14 a 17 anos, mais da metade está fora do nível secundário - etapa em que deveriam estar.
Apesar de apontar iniciativas que deverão beneficiar essa etapa da educação, tais como a instituição da obrigatoriedade do ensino de 4 a 17 anos, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que acabou com a incidência da DRU (Desvinculação de Receitas da União) sobre a verba destinada à educação e a criação do piso nacional do professor, ele salienta que é preciso criar uma política educacional em que o ensino médio "faça sentido" para o adolescente e que ajude a acelerar a transição entre o fundamental e a segunda etapa para os que estão atrasados.
Hoje, diz Volpi, há poucas alternativas para que o aluno atrasado no fundamental possa chegar ao médio sem concluir todos os anos de estudo regularmente. "Há experiências muito localizadas, como a educação por módulos, mas é preciso avançar nessa questão. A gente percebe que há rigidez excessiva nesse campo dos adolescentes e o que é preciso não é tanto rigidez, mas criatividade."
De acordo com o educador, o ensino secundário de hoje está mais voltado ao jovem maior de 18 anos, enquanto deveria focar o adolescente de 15 a 17: "a adolescência é a fase em que se aprende pela interação, pelo diálogo, pela descoberta, pela experiência; essas características é que deveriam nortear essa etapa. Quando você tem uma política para o adolescente, ela tende a funcionar melhor".
Da mesma forma, Volpi defende políticas específicas para o adolescente na cultura e na saúde. Como exemplo, ele cita os casos de gravidez na adolescência, em que as jovens ficam entre pediatras e ginecologistas. "Não tem um serviço especializado para o adolescente que permita a ele colocar as dúvidas que tem; houve políticas localizadas, mas se perderam. Falta preparação para lidar com o jovem."
"Esse é o momento em que talvez tenhamos o maior número de adolescentes no mundo, é o momento que vai definir as características da próxima geração. Se não tiver um grande investimento nesse adolescente, podemos perder o investimento que fizemos na primeira década de vida [dele]", diz.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Alckmin antecipa pagamento do funcionalismo público

Clipping Educacional - Da Secretaria da Fazenda
Dinheiro entra na conta dos servidores no próximo dia 4, antes do Carnaval
O governador Geraldo Alckmin autorizou, nesta sexta-feira, 25, a Secretaria da Fazenda de São Paulo a antecipar o pagamento dos servidores públicos estaduais para o dia 4 de março. O crédito dos salários do funcionalismo, que normalmente é feito no quinto dia útil de cada mês e soma cerca de R$ 2,5 bilhões, estava programado inicialmente para o dia 9 de março, em razão do feriado de Carnaval.
“Em razão do Carnaval, nós estamos antecipando o pagamento dos funcionários públicos para o dia 4 de março. Então, mais de um milhão de servidores, aposentados, pensionistas e da ativa, que receberiam só no dia 9 de março, vão receber agora no dia 4”, afirmou o governador Alckmin.
A antecipação da data do pagamento beneficia mais de 1,047 milhão de servidores civis, militares, ativos, inativos e pensionistas dos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário).
fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

PROPOSTA DE REESTRUTURAÇÃO DA LC 444/85

Clipping Educacional - Diretoria de Ensino - Piracicaba
Para atender ao disposto do §1º do Artigo 3 º da Resolução SE Nº 07/2011, publicada no DOE de 11/02/2011, que constitui Grupo de Trabalho para elaborar propostas de reeestruturação do Estatuto do Magistério Paulista e dos Planos de Carreira, Vencimentos e Salários para os integrantes dos Quadros do Magistério e de Apoio Escolar, solicitamos aos Diretores de Escola que viabilizem junto ao corpo docente das unidades escolares, nos HTPC, estudo e discussão da Lei Complementar nº 444 de 27 de dezembro de 1985, que dispõe sobre o Estatuto do Magistério Paulista e dá providências correlatas, e que elaborem sugestões para a sua reestruturação, que deverão ser entregues na Diretoria de Ensino.
Link: http://www.profdomingos.com.br/estadual_resolucao_se_07_2011.html
Obs. – Orientamos que as sugestões sejam ouvidas e sintetizadas de forma democrática e que garantam a participação de todos os professores da escola.
fonte: http://201.0.70.47/redes/2011

Pesquisa sobre a Utilização dos Cadernos do Professor de Filosofia; Sociologia; EJA; Literatura; Literatura e Produção de Texto

Clipping Educacional - Diretoria de Ensino - Piracicaba
Pesquisas sobre a Utilização dos Cadernos do Professor de Sociologia: prorrogação de prazoConforme Boletins nº 15; 16; 17; 18; 19; de 18 de fevereiro, o prazo para o preenchimento das Pesquisas sobre a Utilização dos Cadernos do Professor de Filosofia; Sociologia; EJA; Literatura; Literatura e Produção de Texto foi prorrogado até o dia 28 de fevereiro de 2011.

Para acessá-la, siga os seguintes passos:
1. Acesse o site: www.saopaulofazescola.sp.gov.br
2. Clique em Pesquisa sobre a Utilização dos Cadernos do Professor
3. Clique em “Identificação por LOGIN e SENHA”
4. Insira como login e senha o CPF (sem ponto nem traço)
5. Após o acesso, clique no nome da pesquisa na coluna “Não respondidas”
6. Leia as orientações antes de iniciar o preenchimento.
Para concluir as pesquisas, clique no botão “Finalizar” disponível no fim da pagina do ultimo bloco de questões. Após terminar as pesquisas, não será permitido alterar as respostas. As pesquisas permanecerão disponíveis apenas para visualização/consulta.
Se houver dúvidas quanto ao preenchimento das pesquisas, entre em contato por meio do Fale Conosco disponível no site: www.saopaulofazescola.sp.gov.br
fonte: http://201.0.70.47/redes/2011

Governo do Estado continua ataque contra professores concursados

Maria Izabel Azevedo Noronha
Clipping Educacional - APEOESP
Recentes reportagens veiculadas informam que o Estado de São Paulo continua vetando a posse de professores concursados. Depois do veto por problemas de obesidade, miopia e outros, agora ele ococrre com professores que em algum momento estiveram em licença por motivo de depressão.
Trata-se de mais uma decisão absurda do governo estadual, que submete esses profissionais a uma situação de discriminação, injustiça e preconceito, num contexto onde o Brasil vem avançando na garantia dos direitos humanos a parcelas cada vez maiores da população.
A exemplo dos profissionais anteriormente vetados – e que movem ações contra o Estado através do departamento jurídico da APEOESP – esses professores ministram aulas na rede estadual de ensino como temporários. Assim, perguntamos novamente: por que esses professores podem ser ocupantes de função atividade, mas não podem ser efetivos?
Trata-se de uma situação inaceitável, condenada por especialistas e juristas e demonstra falta de sensibilidade e desrespeito do Estado para com seus profissionais da Educação. Em vez de promover políticas para prevenir situações de estresse e desgaste que podem levar os profissionais a sofrimento psicológico e à depressão, o governo prefere puni-los, impedindo-os de tomar posse, embora aprovados no concurso. Além disso, estão sendo vetados professores que, em determinados momentos, necessitaram tirar curtos períodos de licença, mas já se encontram em perfeitas condições de saúde.
Enquanto persistirem as atuais condições de baixos salários, desestímulo, ausência de medidas eficazes para conter a indisciplina dos alunos, superlotação das salas de aula, precariedades estruturais nas escolas e outras, os professores continuarão adoecendo. É necessário que o Estado atue sobre as causas do problema e não pretenda “resolvê-los” criando dificuldades para que os professores realizem tratamentos médicos. A lei 1041/2008 limita o direito a faltas para consultas e tratamentos médicos a seis por ano e, diante dos problemas existentes na rede de ensino, precisa ser revogada.
A APEOESP continuará prestando toda a assistência jurídica aos professores para que lutem contra essa nova forma de discriminação e para que tenham seus direitos respeitados.
Maria Izabel Azevedo Noronha
Presidenta da APEOESP (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo) Membro do Conselho Nacional de Educação

Exemplos apontam caminhos para reverter fracasso no ensino médio

Cinthia Rodrigues
Clipping Educacional - iG São Paulo
Ensino profissionalizante, aulas atraentes, uso de tecnologias e formação de professores mostram resultado
Escolas que abrem portas para o mercado de trabalho, aulas ao ar livre, visitas a parques e museus, novas tecnologias à disposição dos alunos e investimento na formação de professores. Para a grande maioria dos jovens brasileiros, iniciativas como essas parecem utopia, mas todas já existem em plena rede pública e dão resultados que apontam caminhos para reverter o fracasso do ensino médio retratado pela série especial do iG Educação.
Uma das ações mais apoiadas por especialistas na área é o crescimento da oferta de vagas em cursos profissionalizantes. Além da conexão com o ambicionado mercado de trabalho que aumenta o interesse dos jovens pelo estudo, os exemplos mostram que as escolas com ensino médio integrado a cursos técnicos conseguem melhores resultados no aprendizado das disciplinas básicas.
Os alunos dos Institutos Federais, que oferecem essa integração, obtiveram nota média igual a dos países mais desenvolvidos do mundo no Programa de Avaliação Internacional de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês), que testa capacidades em leitura, matemática e ciências. As Escolas Técnicas Estaduais, em São Paulo, também estão entre as primeiras colocadas no ranking do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
No Brasil todo, no entanto, há apenas 860 mil vagas para cursos assim, incluindo a rede particular: uma para cada 10 jovens que estão no ensino médio. “Nos países mais ricos, a oferta de profissionalizantes é de 20% a 30% do total da etapa. No Brasil, estamos em 10%”, lamenta Wanda Engel, superitendente do Instituto Unibanco.
O governo federal anunciou um programa que deverá ampliar este porcentual dando a alunos de escolas públicas bolsas para cursos no Sistema S, que gerencia Sesi, Sesc, Senai e Senac. A previsão é de que no primeiro ano sejam ofertadas 1,6 milhão de vagas. “Vamos ver como vai funcionar, o ideal seria que essa formação fosse dentro da escola para ajudar a tornar aquele ambiente interessante”, diz a doutoranda em Educação e presidente do Centro de Estudos e Memória da Juventude, Fabiana Costa.

Ensino Médio Inovador
A aposta do Ministério da Educação (MEC) para melhorar a escola tradicional é o projeto piloto Ensino Médio Inovador, que começou a ser implantado no final de 2009 em 357 escolas – 2% das 17 mil unidades desta etapa – em 18 Estados. O governo federal envia uma verba diretamente para a instituição que formular um projeto em que os estudantes tenham 20% mais tempo de estudo com atividades culturais e recuperação de conteúdos em que demonstrem dificuldades.
O responsável pelo projeto, Carlos Artexes, foi diretor de Concepções e Orientações Curriculares para Educação Básica do MEC até janeiro deste ano, quando decidiu voltar a dar aulas em uma instituição de ensino superior no Rio de Janeiro. “Percebemos que era importante fortalecer a cultura das escolas e aumentar o tempo que o aluno passa dentro dela. Vamos ver os resultados em 2012, quando os alunos que estavam no 1º ano em 2010 se formarem”, conta.
Na escola estadual Laércio Caldeira de Andrada, em São José, Santa Catarina, os benefícios já são comemorados. No ano passado, os alunos participantes foram conhecer museus em Porto Alegre, projetos ambientais em Curitiba e áreas históricas em Florianópolis, como a vila de pescadores Pântano do Sul. Dentro da escola, tiveram aulas com a participação conjunta de professores de diferentes disciplinas e novos materiais adquiridos com a verba, como máquina fotográfica, filmadora e laptop.
“Das quatro turmas que temos, duas participaram e a diferença de resultados em evasão e aprendizado foi grande”, diz a assistente técnica pedagógica Rosilane Rachadel Martins, que coordena o projeto na unidade. Ela aponta problemas, como a falta de espaço físico para montar salas e de um profissional pago para tratar apenas do projeto, mas defende que o programa seja estendido para
http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/exemplos+apontam+caminhos+para+reverter+fracasso+no+ensino+medio/n1238112605862.html
Fonte: Http://www.ultimosegundo.ig.com.br

Piso nacional do professor sobe quase 16% e vai para R$ 1,18 mil

Clipping Educacional - Da Redação/Em São Paulo
O ministro da Educação, Fernando Haddad, divulgou nesta quinta-feira (24) o novo do piso nacional do professor do ensino básico, que teve um reajuste de 15,85%. O valor vai subir de R$ 1.024,67 para R$ 1.187,08. Pela lei, nenhum professor de nível médio, com jornada de 40 horas semanais, pode ganhar menos que isso.
Inicialmente, o UOL Educação havia publicado que o reajuste seria de 15,9%, mas este era um valor aproximado, e já foi corrigido para o divulgado pelo MEC (Ministério da Educação), de 15,85%.
O piso é determinado com base no custo por aluno do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) –atualmente, R$ 1.722,05.
O MEC, no entanto, não tem competência para determinar o reajuste, por problemas na legislação. Haddad deve divulgar amanhã uma espécie de documento-referência para Estados e municípios.
Esse documento também deve regulamentar a transferência de recursos da União para o pagamento do piso mínimo salarial do professor. A exemplo do que acontece com o mínimo a ser investido por aluno, a União complementa o piso naqueles municípios que não têm condição de pagá-lo.
Segundo o presidente da Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação), Carlos Eduardo Sanches, não havia um caminho que detalhava como os municípios poderiam pedir o dinheiro. Por causa disso, o dinheiro “destinado” ao piso acabou voltando para a conta geral do Fundeb.
Por mais que haja a obrigatoriedade, o piso nacional ainda provoca muitos atritos entre os três níveis de governo. Estados já chegaram a argumentar que a lei que instituiu o valor mínimo é inconstitucional. No Congresso, tramita um projeto que pretende dar ao MEC o poder de regular o aumento.
A docência não é o único ponto de problemas no financiamento da educação básica. Segundo Sanches e especialistas, se não houver “dinheiro novo”, não será possível incluir todas as crianças de 4 a 17 anos, como a lei prevê que aconteça até 2016.
fonte: http://educacao.uol.com.br

Estado não comenta sentença

Carol Rocha
Clipping Educacional - do Agora
A Secretaria de Estado da Gestão disse que não comenta decisões judiciais, apenas cumpre.
Justiça barra obeso em concurso estadual
Porém, em resposta a outros casos de professores obesos vetados na perícia médica no começo deste mês, o órgão havia informado que o estatuto dos funcionários públicos determina que um dos requisitos para o ingresso no serviço é que o candidato goze de boa saúde, "comprovada em inspeção realizada em órgão médico oficial, no Estado de São Paulo".
De acordo com a Gestão, "há casos em que a obesidade pode ser considerada uma doença, segundo os padrões da OMS [Organização Mundial da Saúde], e o exame médico faz um prognóstico laborativo que considera o tempo de permanência previsto no serviço público".
A Secretaria de Estado da Educação disse que não responde por problemas com a perícia médica estadual.
fonte: http://www.agora.uol.com.br

Escola registra digital de aluno para controlar frequência

FABIANA REWALD
Clipping Educacional - DE SÃO PAULO
Já virou rotina no colégio. Todo dia, quando chegam e ao sair, as crianças colocam o dedo indicador em um equipamento que registra a sua digital e o horário.
A escola municipal Roberto Mário Santini é a primeira a participar do projeto de frequência digital que será instalado em todas as 30 escolas municipais de Praia Grande, no litoral paulista. Até 2012, os equipamentos devem estar presentes em toda a rede.
Um dos principais objetivos é controlar se os alunos estão de fato assistindo às aulas e diminuir a evasão. Por isso, se a entrada do estudante não for registrada até meia hora após o início do turno, seu pai ou responsável recebe um torpedo.
Ao final do dia, um e-mail é enviado aos responsáveis informando o horário de entrada e saída da criança.
Segundo a Secretaria de Educação de Praia Grande, não há nenhuma experiência parecida no país. Sindicatos de escolas particulares e públicas do Estado de São Paulo confirmam que nunca ouviram falar de algo similar.
A Madis Rodbel, empresa que fabrica os equipamentos, diz que só conhece casos de controle de entrada em faculdades, mas nenhum que registra frequência em escolas.

BOLSA FAMÍLIA
O maior controle de frequência também facilita o repasse de dados para o programa Bolsa Família.
Uma das obrigações dos beneficiários é que seus filhos tenham frequência escolar mensal mínima de 85% da carga horária --para alunos de 6 a 15 anos-- ou de 75% --16 e 17 anos.
Ficou mais fácil também calcular a quantidade de merenda a ser feita no dia. Para Regina de Assis, ex-secretária municipal do Rio, a implantação do sistema é uma ótima ideia, mas o aluno deve estar ciente de que está sendo monitorado.
Economizar o tempo gasto na chamada e garantir a segurança das crianças são outras vantagens lembradas por Silvia Colello, professora de pedagogia da USP.
fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Justiça barra obeso em concurso estadual

Carol RochaClipping Educacional - do Agora
Um candidato aprovado para o cargo de agente de organização escolar da rede estadual de ensino, que foi barrado pela perícia médica por ser obeso, teve seu pedido de posse negado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo no dia 17 de fevereiro. No início deste mês, o Agora publicou reportagens de professoras obesas que foram barradas pelo Estado em concurso de 2010.
O DPME (Departamento de Perícias Médicas do Estado) avaliou que o candidato é "portador de doença metabólica crônica", conhecida como obesidade mórbida, e o considerou inapto para ser agente de organização escolar (entre as atividades estão a de merendeiro, porteiro ou inspetor). O concursado pediu à Justiça uma liminar (decisão provisória com efeito imediato) para assumir a função, mas não foi atendido.
Em sua decisão, o juiz Marcelo Sérgio disse que "o Poder Judiciário não pode interferir nos critérios de seleção dos concursos públicos".
fonte: http://www.agora.uol.com.br/

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Em São Paulo, concurso reprova professor que teve depressão

Clipping Educacional - O Estado de S. Paulo
Docentes que já tiraram licenças médicas pela doença estão impedidos de assumir cargos na rede estadual
Professores aprovados no último concurso para a rede estadual de São Paulo estão impedidos de assumir seus cargos por terem tirado, em algum momento de suas carreiras, licenças médicas por motivo de depressão. Por essa razão, devem continuar com contratos temporários. Especialistas afirmam que a decisão é preconceituosa.
O concurso que selecionou docentes para atuar no ciclo 2 do ensino fundamental tem diversas etapas: prova inicial, curso de preparação (que dura cerca de quatro meses), prova pós-curso e diversos exames de perícia médica – fase na qual os professores que tiveram depressão foram "reprovados". Docentes míopes e obesos também foram impedidos de assumir seus cargos nessa mesma seleção.
A psiquiatra da Unifesp Mara Fernandes Maranhão afirma que vetar um docente pelo fato de ele ter tido depressão é preconceito. "Toda pessoa está sujeita a passar por situações difíceis", explica. "Aquelas que têm propensão ou componente genético desenvolvem processos depressivos". Segundo ela, são poucos os quadros realmente curáveis, já que há grande chance de recorrência. "Mas a doença é tratável e, com acompanhamento, o paciente pode voltar a trabalhar normalmente".
Eli Alves da Silva, presidente da Comissão de Direito Trabalhista da OAB-SP, concorda. "Essa pessoas estão sendo discriminadas pelo próprio Estado, que é quem deveria combater esse tipo de coisa". Para o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), o governo deve "propor acompanhamento a todos os casos de professores com problemas de saúde e não alijá-los do trabalho". A entidade ressalta que seu departamento jurídico tem ingressado com ações na Justiça para garantir aos professores nessa situação o direito de lecionar.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br

Adolescentes procuram ensino médio apenas por diploma

Mateus Prado
Clipping Educacional - Último Segundo
Enquanto escola abrir mão de educar, em vez de só ensinar conteúdos para o vestibular, alunos continuarão sem interesse por aulas
Nos últimos 50 anos, muita coisa mudou no mundo. Temos a TV, o telefone, os carros, a internet, as redes sociais e uma infinidade de novas tecnologias. Apesar de tantas transformações, a sala de aula continua sendo muito parecida com o que era no começo do século anterior. Mesmo escolas que adotam novas tecnologias, como as lousas digitais, as utilizam para o mesmo método, em que o tradicional professor fala e aluno ouve (ou fica bagunçando à sua frente).
É a famosa e perversa educação bancária, na qual o professor tenta depositar conhecimento na cabeça do aluno. Aliás, nem educação é. Educar é capacitar para o convívio em sociedade, para o seu desenvolvimento de forma a incluir e ser incluído, para o respeito às diversidades e para a valorização das diversas capacidades e talentos.
O que a escola faz hoje é cuidar, e na maioria das vezes mal, do ensino que é tido pela simples transmissão de conhecimento. Muitos dos nossos líderes políticos têm muito ensino (conhecimento) e pouca educação (valores que se sobrepõem às necessidades fisiológicas). Só isso explica tanto desrespeito com aquilo que é público.
Aos saudosos, eu convidaria a uma visita à uma sala de aula. Não tem nenhum outro lugar que se sentiriam mais à vontade. A única diferença de 50 anos atrás é que o ensino se universalizou, pelo menos no oferecimento, e por isso, naturalmente, sua qualidade piorou.
Essa falta de sensibilidade para entender que o mundo mudou e que a escola precisa abandonar o ensino, em favor da educação, é o que faz com que o ensino médio seja extremamente desinteressante para o adolescente. E digo mais: se o mercado de trabalho não tivesse passado a exigir, em muitos casos, o diploma de ensino médio, nem mesmo os 50% dos ingressantes que hoje concluem esta etapa de ensino estariam nessa situação.
A verdade é que muitos alunos, principalmente de escolas públicas, frequentam as salas para adquirir o diploma e manter a rede de capital social, e não para passar pelos seus conteúdos. Esse desinteresse de quem sai e também de quem fica tem a ver, além da inutilidade do ensino médio para a vida cotidiana percebida pelo aluno, com a tradição de transformar educação em ensino desde o ensino fundamental.
Quem não foi educado para valorizar processos educativos chega ao ensino médio, quando tem mais autonomia, entendendo que os conteúdos ensinados ali não servem para nada e que tiram tempo que pode ser usado para o trabalho, para o lazer ou para o ócio.
As escolas que a sociedade entende como boas, na verdade, vivem em função do dia do vestibular. Ensinam o máximo possível para que os alunos acertem questões em um ou dois dias de prova de seleção. Isso é terrível.
Imaginem que estas escolas passam exatos 600 dias dedicadas a preparar o aluno para uma única finalidade. Sim, preparam para o vestibular e não para capacitar o aluno para a vida universitária, como tentam convencer. Isto devido ao fato de que o que é exigido pelo vestibular está totalmente dissociado das habilidades e competências necessárias para o sucesso no ensino superior.
Hoje, o vestibular é como aquelas licitações direcionadas, onde o governante "escolhe" quem vai vencer colocando no edital exigências que poucas empresas são capazes de cumprir. Cada questão de uma prova de vestibular faz isso. Seleciona só aqueles que passaram por aquele conteúdo, o que está longe de conseguir medir quem são os melhores talentos para entrar na universidade.
Como a sociedade reconhece essas escolas como boas, as outras, inclusive as públicas, tentam seguir o modelo. Até as piores colocadas nas avaliações de ensino médio se esforçam para ensinar algum conteúdo desimportante para o aluno, mas cobrado no vestibular, de física, química ou biologia e outras matérias.
Acontece que os alunos possuem talentos e interesses diferentes. Com a velocidade do mundo da informação isso fica mais latente. Como querer que o aluno ache normal ficar sentado pelo menos cinco horas por dia ouvindo alguns donos da verdade? Como querer que o aluno concorde em decorar os afluentes da margem direita e esquerda do Rio São Francisco para obter melhor consciência ambiental?
Como querer que fique quieto em sala um aluno que vive sob os estímulos de alta velocidade da TV, das grandes cidades, da internet, das baladas ou do mundo do trabalho ? Como querer que alunos com altas capacidades em desenho, em artes, em oratória, em inteligência emocional ou espacial, entre outras, tenham que se resignar e aceitar o currículo escolar em detrimento do desenvolvimento pessoal naquilo que gosta?
Com essa escola, que faz a opção de ensinar em detrimento de educar, essas e outras coisas não são possíveis. E, mais uma perversidade, a maioria dos que passam por ela e se formam acrescentam pouca coisa a mais que um diploma em suas vidas.
fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Libras: exame para certificação recebe inscrições

Clipping Educacional - Por Redação MEC
Exame para certificação recebe inscrições a partir de março
No dia 1º de março serão abertas as inscrições para a quinta edição do exame nacional para certificação de proficiência no uso e no ensino de língua brasileira de sinais (libras) e para certificação de proficiência na tradução e interpretação de libras-português-libras (Prolibras). O Prolibras certificará pessoas surdas ou ouvintes fluentes nessa linguagem que já concluíram o ensino superior ou ensino médio.
Os certificados obtidos por meio desse exame poderão ser aceitos por instituições superiores ou de educação básica, como títulos que comprovem a competência no uso e no ensino de libras ou na tradução e interpretação da língua.
O exame é promovido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e desenvolvido por instituições federais de ensino superior, selecionadas por chamadas públicas. As inscrições deverão ser feitas até o dia 31 de março, pela internet. As provas serão realizadas nos dias 1º e 3 de maio.
Para participar do exame, é necessário acessar a página do Prolibras na internet, preencher integralmente o formulário de inscrição, imprimir o comprovante de requerimento de inscrição e o boleto bancário no valor de R$ 30,00, e pagá-lo até o dia 1º de abril.
A isenção da taxa poderá ser solicitada no ato da inscrição, até o dia 20 de março. Podem pedir o benefício as pessoas assistidas pelo Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e amparadas pelo Decreto n° 6.135. O deferimento ou não do pedido de isenção será divulgado a partir do dia 25 de março, também na página do Prolibras. O requerente que não conseguir a isenção deverá efetuar o pagamento da taxa para validar a participação no Prolibras. A confirmação da inscrição, com o local de aplicação da prova e os dados do participante, estará disponível para consulta na página do Prolibras ou da Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a partir de 20de abril.
Ainda na inscrição, o participante deverá informar em qual município fará a prova. O exame será aplicado em instituições de ensino das seguintes cidades: Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macapá, Maceió, Manaus, Maringá (PR), Natal, Palmas, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, Santa Maria (RS), São Carlos (SP), São Cristóvão (SE), Niterói (RJ), São Luís, São Paulo, Teresina, Uberlândia (MG) e Vitória.
O Prolibras é realizado em duas etapas: uma prova objetiva e uma prova prática. A primeira é composta por 20 questões de múltipla escolha sobre a compreensão da linguagem de Libras, e ocorrerá às 15h (horário de Brasília), do dia 1º de maio, com duração de duas horas. Os participantes com pontuação igual ou superior a 12 pontos na prova objetiva estarão habilitados a participar da última etapa do processo.
A prova prática será realizada às 14h (horário de Brasília), do dia 3 de maio, com duração de 15 minutos para cada participante. O resultado da prova objetiva e o cronograma para a realização da prova prática serão divulgados no local de realização da prova objetiva e pela internet, às 14h do dia 2 de maio.
Será certificado o candidato que alcançar a média mínima 6,00 na prova prática, que vai de zero a dez, tiver concluído os ensinos médio ou superior, dependendo do nível da certificação, e que tiver entregado todos os documentos solicitados no dia da prova prática. O diploma de certificação será expedido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br

Ensino médio: a pior etapa da educação do Brasil

Cinthia Rodrigues
Clipping Educacional - iG São Paulo
Série especial do iG mostra por que os adolescentes perdem interesse pela escola, acabam desistindo ou não aprendem o que deveriam
Há duas avaliações possíveis em relação à educação brasileira em geral. Pode-se ressaltar os problemas apontados nos testes nacionais e a má colocação do País nos principais rankings internacionais ou olhar pelo lado positivo, de que o acesso à escola está perto da universalização e a comparação de índices de qualidade dos últimos anos aponta uma trajetória de melhora. Já sobre o ensino médio, não há opção: os dados de abandono são alarmantes e não há avanço na qualidade na última década. Para entender por que a maioria dos jovens brasileiros entra nesta etapa escolar, mas apenas metade permanece até o fim e uma pequena minoria realmente aprende o que deveria, o iG Educação apresenta esta semana uma série de reportagens sobre o fracasso do ensino médio.

O problema é antigo, mas torna-se mais grave e urgente. As tecnologias reduziram os postos de trabalho mecânicos e aumentaram a exigência mínima intelectual para os empregos. A chance de um jovem sem ensino médio ser excluído na sociedade atual é muito maior do que há uma década, por exemplo. “Meus pais só fizeram até a 5ª série, mas eram profissionais bem colocados no mercado. Hoje teriam pouquíssimas e péssimas chances”, resume Wanda Engel, superintendente do Instituto Unibanco, voltado para pesquisas educacionais.
Ao mesmo tempo, a abundância de jovens no País está com tempo contado, segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). O Brasil entrou em um momento único na história de cada País em que há mais adultos do que crianças e idosos. Os especialistas chamam o fenômeno de bônus demográfico, pelo benefício que traz para a economia. Para os educadores, isso significa que daqui para frente haverá menos crianças e adolescentes para educar.
“É agora ou nunca”, diz a doutoranda em Educação e presidente do Centro de Estudos e Memória da Juventude, Fabiana Costa. “A fase do ensino médio é crucial para ganhar ou perder a geração. Ali são apresentadas várias experiências aos adolescentes. Ele pode se tornar um ótimo cidadão pelas décadas de vida produtiva que tem pela frente ou cair na marginalidade”, afirma.

História desfavorável
O problema do ensino médio é mais grave do que o do fundamental porque até pouco tempo – e para muitos até agora – a etapa não era vista como essencial. A média de escolaridade dos adultos no Brasil ainda é de 7,8 anos e só em 2009 a constituição foi alterada para tornar obrigatórios 14 anos de estudo, somando aos nove do ensino fundamental, dois do infantil e três do médio. O prazo para a universalização dessa obrigatoriedade é 2016.
Por isso, governo, ONGs e acadêmicos ainda concentram os esforços nas crianças. A expectativa era de que os pequenos bem formados fizessem uma escola melhor quando chegassem à adolescência, mas a melhoria no fundamental não tem se refletido no médio.
Para o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, a questão envolve dinheiro. Quando o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Fundef) foi criado, em 1996, repassava a Estados e municípios verba conforme o número de matrículas só naquela etapa. “O dinheiro não era suficiente para investir em tudo e foi preciso escolher alguma coisa”, diz o especialista.
A correção foi feita em 2007, quando o “F “da sigla foi trocado por um “B”, de Educação Básica, e os repasses de verba passaram a valer também para o ensino médio. “Só que aí, as escolas para este público já estavam sucateadas”, lamenta Cara.
A diferença é percebida pelos estudantes. Douglas Henrique da Silva, de 16 anos, estudava na municipal Guiomar Cabral, em Pirituba, zona oeste de São Paulo, até o ano passado quando se formou no 9º ano. Conta que frequentava a sala de informática uma vez por semana e o laboratório de ciências pelo menos uma vez por mês.
Em 2010, no 1º ano do ensino médio, conseguiu vaga na escola estadual Cândido Gomide, que fica exatamente em frente à anterior. Só pelos muros de uma e outra, qualquer pessoa que passa por ali já pode notar alguma diferença de estrutura, mas os colegas veteranos de Douglas contam que ele vai perceber na prática uma mudança maior.
“Aqui nunca usam os computadores e não tem laboratório de ciências”, afirma Wilton Garrido Medeiros, de 19 anos, que também estranhou a perda de equipamentos quando saiu de uma escola municipal de Guarulhos, onde estudou até 2009. Agora começa o 2º ano na estadual de Pirituba, desanimado: “Lá também tinha mais professor, aqui muitos faltam e ninguém se dedica.”
Até a disponibilidade de indicadores de qualidade do ensino médio é precária. Enquanto todos os alunos do fundamental são avaliados individualmente pela Prova Brasil desde 2005, o ensino médio continua sendo avaliado por amostragem, o que impossibilita a implantação e o acompanhamento de metas por escola e aluno e um bom planejamento do aprendizado.
A amostra, no entanto, é suficiente para produzir o Índice da Educação Básica (Ideb), em que a etapa é a que tem pior conceito das avaliadas pelo Ministério da Educação. Foi assim desde a primeira edição em 2005, quando o ensino médio ficou com nota 3,4; a 8ª série, 3,5; e a 4ª série, 3,8; em uma escala de zero a 10. Se no ensino fundamental ocorreu uma melhora e em 2009 o conceito subiu, respectivamente, para 4 e 4,6, os adolescentes do ensino médio não conseguiram passar de 3,6.
“A etapa falha na escolha do conteúdo, que não é atrativo para o estudante, e também não consegue êxito no ensino do que se propõe a ensinar”, diz Mateus Prado, presidente do Instituto Henfil e colunista do iG que escreverá artigos especialmente para esta série, que durante os próximos dias conduzirá o leitor a conhecer o tamanho do problema e refletir sobre possíveis soluções.
fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br

sábado, 19 de fevereiro de 2011

17% dos professores não têm formação ideal para dar aula

Clipping Educacional - DE SÃO PAULO
No Brasil, 16,8% dos professores da rede pública não têm formação suficiente para exercer a profissão e estão em situação irregular, informa reportagem de Marília Rocha e Natalia Cancian publicada na Folha deste sábado.
A LDB (Lei de Diretrizes e Bases) exige que os docentes do sexto ano do ensino fundamental ao terceiro ano do ensino médio tenham formação superior, mas 208 mil professores dessas séries concluíram apenas o fundamental ou o médio.
Por Estado, a pior situação é na Bahia, onde 50,8% dos 96,5 mil docentes dessas séries não completaram o ensino superior. Já São Paulo tem a melhor taxa nacional: 2,25% dos 238.667 professores dessa fase do ensino não terminaram a faculdade.
O levantamento, feito com base em dados do Inep (instituto ligado ao MEC) reunidos em 2009 e atualizados em janeiro deste ano, abarca o total de 1,2 milhão de professores que dão aulas nas séries em que há essa exigência.

OUTRO LADO
A secretária de Educação Básica do MEC, Maria do Pilar Almeida e Silva, admite que a situação dos professores sem formação suficiente 'fere a lei' e pode comprometer a aprendizagem.
Segundo ela, estão em curso políticas articuladas com governos locais para sanar a questão. 'Nunca temos resultados rápidos em educação, mas as políticas atuais estão bem estruturadas.'
fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Governo de São Paulo discute progressão continuada com a rede

Marina Morena Costa
Clipping Educacional - iG São Paulo
Propostas visam aperfeiçoar programa que só reprova alunos em ciclos. Mudanças serão discutidas este ano e implantadas em 2012
Nesta quinta-feira, o secretário de educação do Estado de São Paulo, Herman Voorwald, iniciou a discussão das mudanças na progressão continuada com os profissionais da rede. O primeiro de uma série de encontros com representantes dos pólos educacionais do Estado foi realizado na Universidade de Guarulhos, com dirigentes de ensino, professores, diretores e supervisores de escolas das regiões de Guarulhos (Norte e Sul), Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes e Suzano. Ao todo, 1.600 profissionais, divididos em quatro turmas de 400 pessoas, debateram com o secretário.
Em proposta apresentada aos profissionais da rede, a secretaria de Educação propõe mudanças nos ciclos de progressão continuada do ensino fundamental – ao final de um ciclo, estudante pode ser reprovado, nos demais anos ele tem a aprovação garantida. A ideia do governo é aumentar de dois para três ciclos de progressão continuada. Assim, os estudantes poderiam ser reprovados no 3º, 5º e 9º anos. O primeiro teria duração de três anos, o segundo dois anos e o terceiro seria o mais longo, com quatro anos de duração. Hoje o primeiro ciclo dura cinco anos e o segundo quatro.
Para verificar o aprendizado, a Secretaria propõe uma avaliação ao final de cada bimestre, conduzida pela própria escola. Estudos de recuperação seriam oferecidos aos alunos com defasagem. “Avaliação bimestral garante a recuperação de imediato. É uma forma de viabilizar o aprendizado”, afirma Herman.

Recuperação e reforço
Ao final de cada ciclo, os alunos que ainda apresentarem defasagens de conteúdos seriam encaminhados para o reforço intensivo de aprendizagem, em salas especiais, com professores especialmente qualificados e materiais didáticos específicos. Outra proposta da Secretaria é a criação do “professor de apoio”, que transita entre diversas classes para melhorar o aproveitamento dos alunos.
A escola pode aprovar o estudante com defasagem para o próximo ciclo, desde que ele curse em outro período obrigatoriamente os conteúdos para os quais foi considerado em defasagem. Não havendo essa possibilidade, o aluno será reprovado.
Outra proposta da Secretaria é que, sempre que possível, o mesmo professor acompanhe a turma ao longo de todo o ciclo. Além da recuperação, a secretaria também discute a criação de escolas-pólos para atividades de reforço escolar, que receberiam alunos de escolas vizinhas.
Um documento com todas as propostas da Secretaria de Educação será distribuído às escolas, que devem debater as sugestões e elaborar uma resposta. “Vamos ouvir as 5,3 mil escolas. Receberemos documentos de cada uma delas”, afirma o secretário. Segundo Herman, todas as propostas serão discutidas com os profissionais da rede nos encontros antes de serem implantadas.

Carreira docente
Herman também pretende fazer mudanças na carreira dos docentes. “O professor precisa compreender a sua carreira. Somente aplicar uma prova não significa separar o bom do mau professor. É um conjunto de ações, de indicadores que vão apontar esse profissional”, avalia o secretário.
Para Herman, se os professores souberem o que precisam fazer para ascender na carreira, eles irão buscar a qualificação. As mudanças na carreira dos docentes estão sendo discutidas pela Secretaria, mas também devem começar a valer em 2012.
Outra mudança esperada é a implantação do ensino integral em áreas “vulneráveis”. Na última quarta-feira, Herman teve uma reunião com o ministro da Educação, Fernando Haddad, na qual os dois discutiram uma parceria entre secretaria e ministério para a implantação do projeto.
fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/

Abertas as inscrições para curso de formação de gestores

Diego Rocha
Clipping Educacional - MEC
Estão abertas, até 13 de março, as inscrições para o curso de extensão a distância formação continuada em conselhos escolares – fases 1 e 2, ofertado pelo Ministério da Educação em parceria com a Universidade de Brasília (UnB). O curso visa capacitar os participantes para implantar e fortalecer os conselhos escolares em seus respectivos sistemas de ensino e integra as ações do Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares.
Serão 1,2 mil vagas para estados da região Norte, Nordeste (exceto Ceará), Centro-Oeste, Sudeste (exceto São Paulo). Voltado preferencialmente para profissionais das secretarias municipais e estaduais, especialmente aqueles que atuam na área de gestão democrática, o curso será ministrado a distância e com estrutura modular para se adequar às necessidades dos alunos. O cursista contará com um tutor com quem interagirá por uma plataforma virtual de aprendizagem.
No curso, serão ministrados os conteúdos dos cadernos que compõem o material didático elaborado pelo Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares, disponíveis no portal do MEC. A fase 1 terá o conteúdo dos cadernos 1 a 5 e a fase 2, dos cadernos 6 a 10. Cada fase contará com 80 horas de aula e deve durar cerca de quatro meses. A formação é custeada pelo MEC e a certificação, expedida pela UnB.
Para se inscreve, o candidato deve preencher uma ficha. Depois, o secretário de educação deve encaminhar ofício, devidamente assinado, contendo a unidade da Federação, o município e seu endereço eletrônico, além do nome, CPF e endereços eletrônicos dos profissionais da secretaria de educação indicados para fazer o curso.
O ofício deverá ser enviado para o fax (61) 3349-0996, ramal 202, ou 3349-6007, ramal 202, ou digitalizado e encaminhado via internetEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . Após o recebimento do ofício, a UnB enviará diretamente ao candidato uma mensagem com a senha para acesso. A inscrição só é confirmada depois que o candidato acessa a página do curso. A matrícula será cancelada caso o ofício não seja enviado ou as exigências não sejam cumpridas.
fonte: http://portal.mec.gov.br

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

DECRETO Nº 56.775,DE 16 DE FEVEREIRO DE 2011

Dispõe sobre a fixação de percentual para fins de pagamento da Bonificação por Resultados - BR, instituída pela Lei Complementar nº 1.104, de 17 de março de 2010, para o exercício de 2010
GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais e à vista do disposto no § 1º do artigo 12 da Lei Complementar nº 1.104, de 17 de março de 2010,
Decreta:
Artigo 1º - Para o exercício de 2010, o percentual a ser aplicado sobre o somatório da retribuição mensal do servidor no período de avaliação, para fins de pagamento
da Bonificação por Resultados - BR, instituída pela Lei Complementar nº 1.104, de 17 de março de 2010, fica fixado em 20% (vinte por cento).
Parágrafo único - O período de avaliação a que se refere o “caput” deste artigo será definido em resolução do Secretário de Gestão Pública e portaria do
dirigente da autarquia vinculada.
Artigo 2º - Este decreto entra em vigor na data de sua publicação, retroagindo seus efeitos a 18 de março de 2010.
fonte: http://www.imesp.com.br

SP inicia debate sobre progressão continuada e reforço escolar

Clipping Educacional - Da Secretaria da Educação
Professores e profissionais envolvidos no processo de alfabetização participam da discussão
O secretário de Estado da Educação, professor Herman Voorwald, está promovendo uma série de encontros com professores e profissionais da rede estadual de educação com o objetivo de debater a proposta de Reorganização dos Ensinos Fundamental e Médio. A primeira reunião contou com os dirigentes de ensino das regiões de Guarulhos (Norte e Sul), Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes e Suzano, assim como professores, diretores de escolas e supervisores.
Todas as regiões do Estado serão visitadas. O objetivo principal dos encontros é apresentar ideias e, principalmente, ouvir as sugestões e colher contribuições dos educadores da rede, para melhorar a educação de São Paulo.
"Temos o compromisso de visitar todos os pólos do Estado e ouvir o maior número possível de educadores. A diretriz dessa gestão é envolver as pessoas e consolidar democraticamente a política educacional no Estado. Educação é isso: traçar uma estratégia, dialogar e trabalhar coletivamente para chegar aos objetivos traçados", destacou o secretário da Educação, professor Herman Voorwald.

Reorganização
A proposta apresentada pela pasta visa alterar o atual modelo de progressão continuada de forma a permitir que os alunos aprendam os conteúdos sem sofrer defasagem no ensino. Para isso, são considerados pontos fundamentais como a avaliação contínua e a recuperação constante por meio de aulas de reforço durante o ano letivo.
"A questão da avaliação é mais importante que os ciclos, sejam eles quais forem. Diagnosticar e permitir um modelo de recuperação contínua dos conteúdos que o aluno não adquiriu no decorrer do ano é a maneira correta de garantir a formação, mas um desafio imenso em uma rede tão grande quanto a do Estado de São Paulo", diz o secretário adjunto de Educação, João Cardoso Palma Filho.
No modelo apresentado pela SEE, seria realizada a reorganização dos ciclos de progressão continuada do Ensino Fundamental em três, sendo o primeiro com duração de três anos (para alunos com 6, 7 e 8 anos de idade); o segundo com duração de dois anos (9 e 10 anos de idade) e o terceiro com quatro anos de duração (11 aos 14 anos de idade).
Com a reorganização, ao final de cada bimestre será realizada uma avaliação do aprendizado conduzida pela própria escola, com orientação da equipe de Supervisão da Diretoria de Ensino. Aos alunos com defasagem no aprendizado, serão obrigatoriamente oferecidos estudos de recuperação, a serem estruturados de acordo com as condições de cada escola.
A recuperação pode ocorrer no contraturno escolar nas unidades de ensino em que houver salas disponíveis. Nas escolas sem disponibilidade de espaço, elas podem ocorrer em períodos previamente agendados: uma das propostas prevê, para estes casos, uma pausa no ciclo regular de aulas (que pode ser de uma semana) para que os alunos com dificuldade de aprendizado realizem as aulas de recuperação dos conteúdos. Neste caso, aos alunos que tiverem desempenho adequado serão oferecidas oportunidades de diversificação curricular.
"Alguns dos pontos críticos no processo de recuperação do aprendizado dos alunos em defasagem é exatamente a falta de espaços físicos, assim como a mobilidade de corpo docente, que devem ser solucionados com a implantação do modelo sugerido", acredita.

Reforço escolar
Outra ideia em discussão é a criação de escolas-pólos para atividades de reforço escolar, que receberiam alunos de escolas vizinhas. Nesse caso, seria oferecido também o transporte escolar. "São todas ideias que queremos discutir, democraticamente, em reuniões em todo o Estado, até encontrarmos o melhor modelo para aperfeiçoar a progressão continuada", diz o secretário da educação. "A proposta pedagógica de cada escola poderá criar outros mecanismos para oferta de estudos de recuperação. O importante é que eles aconteçam", completa Herman Voorwald.
Ao final de cada ciclo de aprendizagem, os alunos que ainda apresentarem defasagens de conteúdos serão encaminhados para o reforço intensivo de aprendizagem, em salas especiais que contarão com professores especialmente qualificados e materiais didáticos específicos. Outra proposta é a criação da figura do "professor de apoio", que transite entre diversas classes para melhorar o aproveitamento dos alunos.
A escola poderá entender, ao final dos esforços de recuperação, que o estudante com defasagem pode ser matriculado no ciclo seguinte, desde que no contraturno, para que curse obrigatoriamente os conteúdos para os quais foi considerado em defasagem. Não havendo essa possibilidade, o aluno será considerado retido. Outra proposta da Secretaria é que, sempre que possível, o mesmo professor acompanhe a turma ao longo de todo o ciclo.

Participação dos professores
Representante dos professores no encontro, Claudia Cristina Mario dos Santos, da Escola Estadual Vila Ercilia Algarve, da região de Itaquaquecetuba, acredita que o modelo altera o formato atual, mais próximo a um modelo de aprovação automática, para dar forma a um programa que gere de fato a progressão continuada.
"Acreditamos que os alunos podem aprender em ciclos contínuos e não queremos aprovar automaticamente um aluno que não aprendeu. Permitir que ele desenvolva conhecimentos, mesmo que em ciclos progressivos, também é objetivo dos professores comprometidos com o ensino público paulista".
Durante a reunião, Claudia apresentou um documento formulado a partir de sugestões de educadores das Diretorias de Ensino da Região Metropolitana. Nele, os professores opinaram sobre quais programas e projetos têm dado mais certo na rede, quais precisam ser melhorados e sugeriram mudanças. A expansão de programas como o Ler e Escrever e São Paulo Faz Escola, além do Cultura é Currículo, Escola da Família e Acessa Escola, todos bastante elogiados, ganhou destaque. Além disso, propostas de revisão salarial, plano de carreira e valorização foram discutidos. O documento será encaminhado para a Secretaria de Educação e debatido também com a participação da rede.
fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br


Governo de São Paulo discute progressão continuada

Marina Morena Costa,
Clipping Educacional - iG São Paulo
Governo de São Paulo discute progressão continuada com a rede
Propostas visam aperfeiçoar programa que só reprova alunos em ciclos. Mudanças serão discutidas este ano e implantadas em 2012
Nesta quinta-feira, o secretário de educação do Estado de São Paulo, Herman Voorwald, iniciou a discussão das mudanças na progressão continuada com os profissionais da rede. O primeiro de uma série de encontros com representantes dos pólos educacionais do Estado foi realizado na Universidade de Guarulhos, com dirigentes de ensino, professores, diretores e supervisores de escolas das regiões de Guarulhos (Norte e Sul), Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes e Suzano. Ao todo, 1.600 profissionais, divididos em quatro turmas de 400 pessoas, debateram com o secretário.
Em proposta apresentada aos profissionais da rede, a secretaria de Educação propõe mudanças nos ciclos de progressão continuada do ensino fundamental – ao final de um ciclo, estudante pode ser reprovado, nos demais anos ele tem a aprovação garantida. A ideia do governo é aumentar de dois para três ciclos de progressão continuada. Assim, os estudantes poderiam ser reprovados no 3º, 5º e 9º anos. O primeiro teria duração de três anos, o segundo dois anos e o terceiro seria o mais longo, com quatro anos de duração. Hoje o primeiro ciclo dura cinco anos e o segundo quatro.
Para verificar o aprendizado, a Secretaria propõe uma avaliação ao final de cada bimestre, conduzida pela própria escola. Estudos de recuperação seriam oferecidos aos alunos com defasagem. “Avaliação bimestral garante a recuperação de imediato. É uma forma de viabilizar o aprendizado”, afirma Herman.

Recuperação e reforço
Ao final de cada ciclo, os alunos que ainda apresentarem defasagens de conteúdos seriam encaminhados para o reforço intensivo de aprendizagem, em salas especiais, com professores especialmente qualificados e materiais didáticos específicos. Outra proposta da Secretaria é a criação do “professor de apoio”, que transita entre diversas classes para melhorar o aproveitamento dos alunos.
A escola pode aprovar o estudante com defasagem para o próximo ciclo, desde que ele curse em outro período obrigatoriamente os conteúdos para os quais foi considerado em defasagem. Não havendo essa possibilidade, o aluno será reprovado.
Outra proposta da Secretaria é que, sempre que possível, o mesmo professor acompanhe a turma ao longo de todo o ciclo. Além da recuperação, a secretaria também discute a criação de escolas-pólos para atividades de reforço escolar, que receberiam alunos de escolas vizinhas.
Um documento com todas as propostas da Secretaria de Educação será distribuído às escolas, que devem debater as sugestões e elaborar uma resposta. “Vamos ouvir as 5,3 mil escolas. Receberemos documentos de cada uma delas”, afirma o secretário. Segundo Herman, todas as propostas serão discutidas com os profissionais da rede nos encontros antes de serem implantadas.

Carreira docente
Herman também pretende fazer mudanças na carreira dos docentes. “O professor precisa compreender a sua carreira. Somente aplicar uma prova não significa separar o bom do mau professor. É um conjunto de ações, de indicadores que vão apontar esse profissional”, avalia o secretário.
Para Herman, se os professores souberem o que precisam fazer para ascender na carreira, eles irão buscar a qualificação. As mudanças na carreira dos docentes estão sendo discutidas pela Secretaria, mas também devem começar a valer em 2012.
Outra mudança esperada é a implantação do ensino integral em áreas “vulneráveis”. Na última quarta-feira, Herman teve uma reunião com o ministro da Educação, Fernando Haddad, na qual os dois discutiram uma parceria entre secretaria e ministério para a implantação do projeto.
fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br

Nova regra de reajuste sairá só em 2012

Carol Rocha
Clipping Educacional - do Agora
As regras para o reajuste de salário dos professores da rede estadual de ensino só deverão ser mudadas em 2012. Neste ano, o secretário de Estado da Educação, Herman Voorwald, deverá colher sugestões dos docentes para viabilizar uma possível mudança para o ano que vem.
Na semana passada, a Secretaria de Estado da Educação criou oficialmente um grupo de trabalho para elaborar propostas de reestruturação do Estatuto do Magistério e do plano de carreira dos servidores. As entidades representativas da categoria também poderão apresentar sugestões durante a elaboração dos projetos. O grupo tem prazo de 90 dias --até meados de maio-- para levar suas propostas ao secretário de Estado da Educação.
Atualmente, o reajuste para os professores é concedido por meio do Programa de Valorização pelo Mérito e varia entre 25% e 100%. Para conseguir o aumento, é preciso passar por uma avaliação.
fonte: http://www.agora.uol.com.br

Aluno pode ter reforço em outra escola

Adriana Ferraz e Carol Rocha
Clipping Educacional - do Agora
O aluno da rede estadual de ensino com desempenho inadequado poderá ser deslocado para outra escola em 2012 para frequentar aulas de recuperação. A criação de escolas-polo para atividades de reforço em horário diferente do habitual foi cogitada pelo secretário de Estado da Educação, Herman Voorwald.
O modelo seria uma forma de suprir a falta de espaço nos prédios públicos e contaria com transporte escolar para a travessia. A secretaria ainda estuda paralisar o ciclo regular de aulas por até uma semana para que o conteúdo de recuperação possa ser intensificado ao longo do ano. Nesse caso, os alunos bem avaliados acompanhariam matérias com "diversificação curricular".
"O importante é que haja uma avaliação por estudante, e uma avaliação imediata. Ou no contraturno [à tarde para quem estuda de manhã e vice-versa], se a escola permitir, ou uma segunda possibilidade, que temos que discutir, é interromper as aulas", disse Voorwald. Hoje, o reforço em matemática e em português ocorre no contraturno.
fonte: http://www.agora.uol.com.br

Governo prepara política de desenvolvimento com metas para a formação profissional

Gilberto Costa
Clipping Educacional - Da Agência Brasil/Em Brasília
O governo federal pretende lançar, até abril, a segunda etapa da PDP (Política de Desenvolvimento da Produção) que, entre outras metas, deverá contemplar a formação profissional e técnica para setores estratégicos que tendem a crescer nos próximos anos como a construção civil e a área de petróleo e gás.
Desde o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, empresários têm sinalizado para a dificuldade de encontrar engenheiros para contratação. Um estudo deverá ser conduzido pela ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, para identificar outras áreas onde faltam profissionais. Essa pesquisa deverá ser apresentada em até 60 dias.
A necessidade de formação de mão de obra especializada levou o ministro da Educação, Fernando Haddad, a se reunir na manhã de hoje (16) com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, para discutir as linhas gerais do que está sendo chamado de plano nacional de acesso à educação profissional.
“O Mdic pode nos dar subsídios sobre os cursos técnicos prioritários. Eles têm o mapeamento das demandas do setor privado, das fronteiras de expansão e do parque produtivo. Isso vai facilitar a escolha do Ministério da Educação [MEC] e do Ministério do Trabalho”, disse Haddad à Agência Brasil ao sair do encontro.
A presidente Dilma Rousseff já anunciou em cadeia nacional de rádio e televisão a criação do Pronatec (Programa Nacional de Acesso à Escola Técnica) para oferecer ensino profissionalizante a estudantes do ensino médio da rede pública no contra-turno escolar. O ensino poderá ser ofertado pelas escolas técnicas públicas, pelas escolas do Sistema S (como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai) e pela rede privada.
Além do ensino técnico, o ensino superior também está entre as preocupações do governo. “A escola técnica é o gargalo imediato”, disse Pimentel ao assinalar que o governo terá política para as atuais demandas, mas também terá planejamento a longo prazo, para os próximos quatro e cinco anos.
Haddad esteve companhado pelo secretário de Educação Superior, Luiz Cláudio Costa, e disse que o MEC conhece as deficiências na área de formação em engenharia. Segundo o ministro, há muitos brasileiros dispostos a cursar engenharia, mas a capacidade de absorver alunos é menor do que a demanda. “Se a gente regionalizar, vai verificar que há estados que são fronteiras de expansão industrial sem oferta de engenharias”, assinalou Haddad
A CNI (Confederação Nacional da Indústria) é a interlocutora do setor empresarial para a elaboração da Política de Desenvolvimento da Produção. Segundo documento da entidade, há demanda por novos profissionais nos seguintes setores: alimentos (engenheiros de alimentos e técnicos e químicos de desenvolvimento); construção civil (engenheiros e trabalhadores da construção civil); confecção do vestuário (trabalhadores da confecção); metal mecânica (técnicos em mecânica e operadores); eletro-eletrônica (técnicos); calçados (técnicos e designers); petróleo e gás (engenheiros e soldadores); indústria automotiva (técnicos e operadores); indústria química (químicos e técnicos de desenvolvimento e operadores de produção); celulose e papel (técnicos e operadores de produção); indústria têxtil (engenheiros e técnicos); móveis (supervisores de produção e designers); metalurgia e siderurgia (engenheiros de materiais e de automação); e setor sucroalcooleiro (engenheiros e técnicos de laboratório).
fonte: http://educacao.uol.com.br/

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Por falta de professores, alunos são dispensados no interior de SP

JULIANA COISSI
Clipping Educacional - DE RIBEIRÃO PRETO
A falta de professores para preencher lacunas na grade horária tem feito com que turmas sejam dispensadas das aulas em escolas estaduais de Ribeirão Preto (a 313 km de SP).
Desde o início das aulas, a dispensa ou o remanejamento de classes ocorreram em ao menos quatro escolas, segundo estimativa da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo).
Os alunos retomaram o ano letivo no último dia 10. Os problemas com lacunas de aulas foram relatados nas escolas Meira Junior, Baudílio Biagi, Edgardo Cajado e Francisco Cunha Junqueira, segundo o sindicato e professores ouvidos pela Folha.
Um dos docentes relatou uma terceira situação de improviso: para que alunos do período da tarde não ficassem sem aula, os professores da manhã precisaram extrapolar seus horários e trabalhar no turno seguinte.
O conselheiro estadual da Apeoesp José Wilson de Souza Maciel disse que o governo impediu que professores temporários que não passaram na prova do Estado, mas que estavam presentes na unidade, assumissem a aula para evitar que os alunos fossem para casa.
A prova foi aplicada no final do ano passado e, juntamente com os anos de experiência, serviu de critério para distribuir as aulas não assumidas por professores efetivos (concursados).
Em nota, a Secretaria de Estado da Educação disse que na véspera do início das aulas nas escolas citadas só faltava professor para 14 aulas de espanhol.
Porém "alguns professores de outras disciplinas solicitaram, posteriormente, afastamento".
A nota diz ainda que o Estado deve providenciar até sexta "todas as substituições temporárias necessárias" e que as aulas não ministradas serão devidamente repostas, sem prejuízo aos estudantes.
fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Secretário de Esportes de São Paulo quer pôquer como matéria escolar

Clipping Educacional - Redação
Se você encontrou erros nesta página, preencha o formulário para que possamos corrigí-los
Já pensou seu filho tendo aulas sobre pôquer no colégio? Provavelmente isso nunca passou pela cabeça de nenhum, ou melhor, quase nenhum pai, mas Walter Feldman, secretário de Esportes e Lazer da cidade de São Paulo, cogitou a ideia.
"Infelizmente, o esporte é pouco explorado na educação. Não só os esportes mais conhecidos, físicos. Assim como outros esportes da mente, o pôquer poderia fazer parte da grade curricular das crianças, já que é um esporte de habilidade mental. É uma atividade coletiva, de saúde mental", afirmou Feldman.
A declaração do secretário aconteceu no WTC Sheraton na última quarta-feira (16) durante a abertura oficial da quarta temporada do Latin American Poker Tour (LAPT).
Minutos depois, Feldman ressaltou o talento brasileiro em todas as modalidades esportivas. "O brasileiro precisa aprender de uma vez por todas que o esporte é nossa vocação. Tudo que o brasileiro se propõe a fazer nesta área, ele se destaca. Imaginem quantos atletas profissionais de pôquer não poderiam aparecer por aqui", disse.
Para finalizar, o secretário avisou que o pôquer não é uma atividade ilícita e avisou que quem acha que a modalidade é proibida está sendo hipócrita.
"Legalmente, não há dificuldade nenhuma em São Paulo. Só haveria por hipocrisia. Hoje já temos o parecer favorável (ao pôquer como jogo de habilidade) do grande jurista Miguel Reale Jr, e o próprio prefeito Gilberto Kassab enviou uma carta-convite para o PokerStars visitar a cidade", completou.
fonte: http://virgula.uol.com.br

Contratado após maio não terá bônus

Cristiane Gercina
Clipping Educacional - do Agora
Os servidores temporários da rede estadual de ensino que foram contratados depois do dia 2 de maio de 2010 não terão direito ao bônus da Educação pago anualmente. A regra, aplicada no ano passado, valerá para este ano, de acordo com a Secretaria de Estado da Educação.
Segundo a lei, para receber a grana extra é necessário que o funcionário trabalhe em período equivalente a dois terços do ano, sem interrupção. Como 2010 teve 365 dias, é preciso ter trabalhado, pelo menos, 244 dias para receber o prêmio da Educação.
Além disso, as faltas com atestado médico poderão reduzir o bônus.
fonte: http://www.agora.uol.com.br

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Alckmin discursa no anúncio do Programa Educação com Saúde

Clipping Educacional - Da Educação
Governador Geraldo Alckmin: Bom dia a todas e a todos, estimado secretário do Estado da Educação, o Professor Herman Voorwald; o secretário de Estado de Gestão Pública, o deputado federal Júlio Semeghini; deputada Estadual Maria Lúcia Amary, Mauro Bragato e o Carlos Pignatari que toma posse, agora, dia 15 de março; secretário de Estado-adjunto da Secretaria da Pessoa com Deficiência, o Marco Antônio Pellegrini; o nosso querido secretário-adjunto, aqui da educação o professor Paiva; Fernando Padula, que fez uma belíssima exposição sobre o programa da educação e da saúde. A irmã Rosane Hirschke, a nossa parceira, presidente do Hospital Santa Marcelina; o Hubert Alquéres, presidente do Conselho Estadual de Educação; professor José Bernardo Ortiz, presidente da FDE; Dr. Latif Abrão Junior, superintendente do Iamspe, nosso parceiro também nesse trabalho. Prefeitas: de Ribeirão Grande, a Eliane Santos; de Bastos, a Virginia; de Miracatu, a Déa; de Sete Barras, a Nilce; de Monte Alto, a Silvia; Pacaembu, a Siomara... tomaram conta, não é? Abraçando aqui as prefeitas, nós queremos cumprimentar todos os prefeitos aqui presentes; vice-prefeitos; vereadores; diretores; diretoras; professores; funcionários; amigas e amigos uma palavra breve.
Mas é da alegria, Herman, que hoje temos dois atos e ambos importantes: o primeiro com os prefeitos, o nosso convênio. E olha que deu certo! Porque do ano passado para esse ano, aumentaram 20% o número de convênio e 43% o número de alunos beneficiados nesses convênios. Através do primeiro ciclo do Ler e Escrever e, no segundo ciclo, no ensino médio, São Paulo Faz Escola. Então, é uma alegria ter a parceria aqui das prefeitas, prefeitos, para a gente levar esse material pedagógico: apostilas, livros; todo esse trabalho para melhorar a qualidade das nossas escolas municipais aqui no Estado de São Paulo. Depois, uma alegria estarmos juntos para o lançamento de outro grande programa, que é São Paulo Educação com Saúde, e fazendo com dois parceiros, como Iamspe e o Santa Marcelina, para oferecer educação com saúde para os nossos professores e funcionários, e começamos aqui pela capital. São 13 diretorias. Então, nas 13 diretorias de ensino nós vamos ter o trabalho de educação para a saúde.
A maioria das nossas doenças a gente contrai por maus hábitos, então bons hábitos podem fazer muito mais pela nossa saúde do que os hospitais ou os medicamentos, os bons hábitos para a saúde. Nós estamos vendo um espetacular aumento de expectativa de vida, no mundo e no Brasil. O Brasil, que era um país jovem, hoje é um país maduro e vai ser um país idoso - o que é ótimo, nós vamos viver 100 anos. As mulheres não morrerão mais. E esse trabalho vai ser muito bonito porque nós podemos fazer prevenção e diagnóstico precoce. Do que é que se morre? Qual é o... no mundo moderno, a morbimortalidade? Coração, de grandes vasos; câncer e acidentes - causas externas. Jovem não morre de doença, jovem morre de acidente. Sexta à noite; sábado à noite; nas grandes cidades brasileiras, desastre de automóvel, motocicleta, droga, tiro, violência. E os idosos morrem do coração ou de câncer. Coração é possível prevenir através de hábitos saudáveis. E câncer também. Prevenção e diagnóstico precoce.
Mas eu queria, antes de encerrar, trazer uma palavra para vocês do seguinte: a medicina chinesa, que tem quatro mil anos, milenar, ela diz que o envelhecimento é normal, todos nós envelhecemos, e que doença é desequilíbrio. Por que é que um tem câncer e o outro não tem? Por que é que um enfarta e o outro não enfarta? Por que é que um pega hepatite e o outro não pega? Por que é que um pega gripe e outro não pega? Meningite e o outro não pega? Doença é desequilíbrio. Nós temos uma glândula no cérebro chamada hipófise. Essa glândula controla todo o organismo. Ela controla a tireóide, as paratireóides, o timo, supra-renais, ovários, testículos, ela controla todo o organismo. E ela está ligada ao hipotálamo, as chamadas estruturas límbicas do cérebro ou o chamado cérebro emocional. Tanto é que antigamente se dava muito valor ao QI. Fulano é gênio, QI 160. Sua capacidade de resolver problema: cérebro cortical, cognitivo, inteligência. Capacidade de resolver problema. Aí vieram os psicólogos, os médicos, disseram: "Olha, tem algo muito mais importante, que se chama inteligência emocional". Estruturas límbicas, abaixo do córtex que controlam o organismo através do sistema endócrino, através da hipófise.
O que é que a gente verifica hoje no mundo moderno? O grande problema de saúde pública do mundo moderno é: stress, ansiedade e depressão. Stress, a capacidade de suportar os problemas do cotidiano. Tem o stress bom. Estou dirigindo, entra uma criança na frente, freio na hora. Estou andando, vem um cachorro, um pit bull, eu corro ou brigo com ou cachorro. O que é o stress? É a ruptura do equilíbrio. A pessoa está em equilíbrio, em homeostase, tem uma agressão física, uma martelada no dedo. Psíquica, atendeu o telefone e teve uma péssima notícia. Infecciosa, pegou uma amigdalite estreptocócica, está com 40º de febre. Agressão, toda agressão leva ao desequilíbrio. Isso é o conceito de stress. Se a pessoa viver em stress, mão gelada, soando, tensa, palpitação, ela vai acabar com a sua saúde. Então o stress de exaustão leva à insônia, enfarte, queda de imunidade, todos os problemas, dor nas costas, contratura, enxaqueca. Então, stress. Ansiedade. E o futuro? E o que vem pela frente? O que me espera? E o amanhã? E depressão, ou seja, quase que uma desistência. Tanto é que os medicamentos mais utilizados no mundo hoje, Estados Unidos só falta por na água da SABESP lá, é antidepressivo.
Então um grande psiquiatra francês, hoje professor de universidade nos Estados Unidos, escreveu um livro chamado "Curar - Stress, ansiedade e depressão", sem psicanálise nem medicação. Como é que você enfrenta stress, ansiedade e depressão? Como você enfrenta? São sete itens que eu deixo para a reflexão de vocês. Tudo o que a gente pode fazer e para o grupo de trabalho aqui da Educação com Saúde. Primeiro, aurora matinal. Relógio biológico. Nós estamos aqui no escurinho. O nosso dia inteiro é em local fechado. E essa luz faz um mal danado, a luz artificial. É preciso acordar cedo, escancarar a janela, cortina. Nós precisamos dos raios solares da manhã na retina e o seu efeito no cérebro emocional. O cérebro precisa da luz solar, dos raios de sol da manhã. Acordar cedo, o mais cedo possível, escancarar a janela, cortina, se puder até andar. Mas a importância da aurora matinal. É só olhar nos países nórdicos o que têm de suicídio. Invernos muito longos, noites muito longas. O cérebro emocional precisa dos raios do sol da manhã. Aurora matinal. Dois: Respiração. Se for analisar, a gente respira só com o ápice do pulmão, curtinho. É preciso fazer ginástica respiratória, encher o peito de ar e soltar. Minha mãe tinha asma, meu pai nos fazia, os três filhos, a caminhar cedinho na grama descalços, fazendo ginástica respiratória, aprender a respirar. Terceiro: Meditação. O cérebro tem uma capacidade de suporte, você vai preocupação, preocupação, preocupação... Fica com uma enorme de uma irritação cortical. É preciso baixar a irritação cortical, descansar o cérebro. A pessoa começa a perder memória, ficar irritada, não ter paciência, dificuldade de concentração, tudo por falta de meditação precisa descansar o cérebro. Pode ensinar, através das equipes, como fazer meditação, sentado no ônibus, sentado em qualquer lugar, na cama, onde estiver, cruzar o braço, repetir o mantra: pai nosso, pai nosso, pai nosso, em nome do filho, conte até cinco, um, dois, três, não tem importância que distraia. A lógica é limpar o cérebro, limpar o cérebro e reduzir irritação cortical, aprender a meditar. Por que é que tem pessoas que dormem quatro horas por noite nunca estão cansadas? Porque aprenderam a diminuir irritação cortical.
Então você chega num ponto que você não consegue mais ter saúde. Aliás, a gente pode ficar vários dias sem comer, um mês; ninguém fica três dias sem dormir. É preciso repousar o cérebro. Alimentação. Nós somos o resultado daquilo que a gente se alimenta. As nossas células trocam a cada 120 dias, troca tudo, quando for lá pra junho, nós somos outra pessoa, cabelo trocou, unha, pele, sangue, ossos, mucosa, trocou tudo só não trocaram os neurônios. Como é que troca? Fruto de três energias; uma energia ancestral, do papai e da mamãe, através do DNA; uma energia da respiração, aquilo que a gente respira; e do alimento. A questão da alimentação, ela é fundamental e nós temos o quê? Nós adultos, uma alimentação hiperprotéica, é carne, carne, carne... Adulto não precisa disso. Então, nós temos excesso de proteína, quem precisa de proteína é criança, é um excesso de alimento protéico. E baixa alimentação com fibra, que é verdura e fruta, o prato precisa ser colorido: verde, vermelho, beterraba, cenoura, alface, colorido, colorido... Que é fibra, vitaminas e mesmo menos proteínas, ou seja, uma correção de natureza alimentar.
Ginástica. A saúde começa pelo pé. Quem não faz ginástica não tem saúde, nem física nem mental. Como é que o impulso nervoso passa de uma célula para outra se ele não encosta uma célula na outra, tem um espaço chamado de sinapse. Eu digo: dá a mão para alguém, dá um tiro em alguém, dá um beijo em alguém. A ordem sai do cérebro e vai lá na ponta. Como é que chega lá? Porque passa de um neurônio para outro. Como é que passa se não encosta, está longe? Mediadores químicos, isso é substância química, os chamados neurotransmissores: dopamina, serotonina, histamina. Os mediadores químicos. O que é uma pessoa em depressão? Ela não tem mediador químico. No cérebro dela está faltando mediador químico para o impulso nervoso passar. Ela pega de volta esses mediadores químicos, ela recapta, pega de volta. O que fazem as drogas modernas, as sertralinas, os olófites, os antidepressivos? Eles encharcam a sinapse de mediador químico, o sujeito levante em um dia, dois dias. Nós podemos fazer isso naturalmente. Ginástica. Por isso se fala: o barato do corredor. O que é o barato do corredor? É a produção de neuropeptídeos de cadeia longa, de neurotransmissores através da ginástica.
Aliás, a experiência científica, quem faz exercício e quem não faz. Pega um grande drama. Morreu alguém, uma grande perda, uma separação. Quem não faz ginástica, deprime; quem faz ginástica consegue sair mais rápido. Então, mexer o corpo. Saúde começa pelo pé. Alongamento, fazer uma apostilinha e monitores: alonga, alonga, alonga. Por que as pessoas diminuem de estatura com o tempo? Porque vai... Alonga, vai crescer dois centímetros cada um, fazendo alongamento, ginástica. Qual é o maior órgão do corpo humano? É a pele. Acupuntura, montar equipe de acupuntura, vamos fazer experiência de acupuntura para saúde. Nós só mexemos com doença. Se a gente preservar a saúde das pessoas, ninguém vai ficar doente. Vai envelhecer, que é normal, saúde é desequilíbrio. Por que a pessoa de noite, ainda mais com esse calor, às vezes acorda pingando? Acontece isso? O sujeito dorme à noite, está suando no pescoço, roupa, travesseiro, pingando. Excesso de yang. Desequilíbrio entre yin e yang. Baixa de yin. Aliás, a partir de 49 anos, sete ciclos de sete anos, a energia yin do rim despenca. É preciso levantar essa energia para equilibrar yin e yang e a pessoa para de suar, óbvio. Então, está com baixa de energia de yin. Precisa acupuntura para corrigir, tirar excesso de yang. Está com excesso de yang e baixa de yin. Acupuntura. Então, fazendo acupuntura nós vamos dar uma melhorada.
Penúltima, amor. O amor é uma necessidade biológica. A criança quando chora, ela quer colo. Ela entrou em contato com a pele, ela para de chorar. O amor é uma necessidade biológica. O amor dos filhos, dos pais pelos filhos, marido e mulher, namorado, amigos, pessoas caras. Estados Unidos mostra experiências do Professor Schreber: pessoa que tem hipertensão arterial, quem tem um cachorro e quem não tem. Aquele que tem o cachorro, menos remédio. Então, é preciso amor.
Finalmente, a grande conexão. Quem não acredita em nada, não tem religião, qualquer que ela seja, e religião é religar. A velhice é muito triste. Imagine a pessoa com 70 anos, ela vai viver o quê? 75, 77... Vai viver mais sete anos, oito anos. Só vai piorar, coração vai enfraquecer, a pressão vai subir, só vai piorar. Eu tenho um professor da faculdade de medicina que dizia que a gente devia nascer com 90 anos e ir voltando. Cada ano você ficava mais jovem, ficava melhor. Mas não é assim na vida. Então, se a pessoa não tem valores da existência humana, ela é muito dura. Minha avó, eu me lembro, na cadeira de balanço dizendo como a velhice é cruel. É cruel. O processo de envelhecimento que ninguém escapa. Então a grande conexão, quem crê consegue ter mais saúde, porque tem saúde mental. O meu pai dizia que religião não é emoção, vida espiritual precisa ser cultivada, ter um tempinho para vida espiritual. Então, aurora matinal, acordar cedo e os raios do sol da manhã, ginástica respiratória, meditação, alimentação, prato colorido, ômega 3, espinafre, agrião, ginástica, mexer o corpo. Setenta por cento do corpo humano é água, água parada estraga. Mexer o corpo. Acupuntura, que a irmã vai colocar equipes de acupuntura com supervisão médica. Vocês vão ver que espetáculo que são essas agulhas milenares. Amor e religar.
Saúde para todos!
fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br/

Lei Complementar Nº 1.132/2011

Altera a Lei Complementar Nº 1.093/2009, que dispõe sobre a contratação por tempo determinado de que trata o inciso X do artigo 115 da Constituição Estadual

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:

Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei complementar:

Artigo 1º - O artigo 7° da Lei Complementar N° 1.093/2009, passa a vigorar com a redação que se segue:

“Artigo 7º - A contratação será efetuada pelo tempo estritamente necessário para atender às hipóteses previstas nesta lei complementar, observada a existência de recursos financeiros e o prazo máximo de 12 (doze) meses.

§ 1º - A contratação para o exercício de função docente poderá ser prorrogada até o último dia letivo do ano em que findar o prazo previsto no “caput” deste artigo.

§ 2º - Os direitos e obrigações decorrentes da contratação para função docente ficarão suspensos sempre que ao contratado não forem atribuídas aulas, sendo lhe facultado, no período de vigência do contrato, aceitar ou não as que forem oferecidas.

§ 3º - Findo o prazo de vigência, o contrato estará automaticamente extinto.” (NR)

Artigo 2º - Esta lei complementar entra em vigor na data de sua publicação, retroagindo seus efeitos a 17 de julho de 2009.
fonte: http://www.imesp.com.br

Para economizar R$ 235 milhões, governo de SP lança programa de saúde para docentes

Ana Okada
Clipping Educacional - Em São Paulo
Foi lançado nesta terça-feira (15) o "SP Educação com Saúde", que deve oferecer assistência médica preventiva a servidores da educação no local de trabalho. As visitas, que estão previstas para começar no segundo semestre deste ano, visam diminuir os gastos com licenças na Educação, estimados em R$ 235 milhões por ano, segundo levantamento feito em 2006.
No mesmo ano, foram registradas 140 mil licenças por questões de saúde na Educação. Atualmente, a pasta tem 280 mil servidores. O orçamento para 2011 é de R$ 19,7 bilhões.
fonte: http://educacao.uol.com.br

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Estado convoca professores inaptos para nova perícia

Carol Rocha
Clipping Educacional - do Agora
O DPME (Departamento de Perícias Médicas do Estado) agendou novas perícias para 124 candidatos às vagas de professor que foram considerados inaptos na primeira avaliação médica.

Clique aqui e confira a lista com os convocados

As novas avaliações serão feitas nesta semana, entre segunda e quinta-feira. Todos esses candidatos participaram do concurso que ofereceu 10.083 vagas para professor de educação básica 2, realizado no ano passado.
Alguns foram reprovados por problemas de saúde, como obesidade e miopia. Outros foram barrados por faltar à segunda perícia --muitos alegam que não foram convocados.
fonte: http://www.agora.uol.com.br

sábado, 12 de fevereiro de 2011

APEOESP realiza debate sobre Plano de Carreira

Clipping Educacional - APEOESP
APEOESP vai realizar, no dia 17 de fevereiro, quinta-feira, pela manhã, uma vídeo-conferência sobre o Plano d Carreira do Magistério, para subsidiar nossa luta por uma carreira que atenda
às necessidades dos profissionais da educação.
A Lei Complementar 836/97, imposta no governo Mário Covas, quando Rose Neubauer era a secretária estadual da Educação, reduziu os níveis e a amplitude da nossa carreira. Com isso, foram reduzidas as possibilidades de progressão salarial e de evolução, tornando a carreira menos atraente, com injustiças e distorções, tanto para os profissionais da ativa quanto para os aposentados.
Desde então, temos lutado por uma carreira justa, aberta, que valorize o trabalho do professor em sala de aula, sem que ele tenha que assumir outras funções apenas movido pela necessidade de perceber melhores vencimentos. O Sindicato está produzindo material para ser distribuído à categoria, contendo uma análise comparativa entre o atual plano, o que vigorou até 1998, planos de outras redes e as diretrizes nacionais e estabelecerá uma ampla consulta aos integrantes do magistério sobre nossa plataforma de lutas em relação a este tema.
Para a vídeo-conferência, a APEOESP convidará as demais entidades do magistério, buscando garantir uma ampla discussão conjunta e estabelecer uma luta comum.

Sindicato sempre lutou pelos direitos dos professores concursados
A decisão do estado de vetar a posse daqueles professores e professoras concursados que o Departamento de Perícias Médicas considera “obesos”, assim como docentes portadores de miopia e astigmatismo, entre outros casos, está tendo ampla repercussão na mídia e na opinião pública.
A APEOESP vem prestando toda a assistência aos professores prejudicados e tem conseguido obter liminares favoráveis na Justiça.
Nosso Sindicato luta contra toda forma de exclusão, preconceito e discriminação
na rede estadual de ensino e na sociedade. Assim, para a APEOESP, esse tipo de questão não é novidade, e nossa ação não se restringe ao atual momento. Em outros concursos, casos semelhantes ocorreram, talvez em menor número, e a APEOESP prontamente agiu em defesa dos professores, também conseguindo decisões favoráveis.
Consideramos importante que os docentes que foram beneficiados por essas ações prontifiquem-se a dar declarações à imprensa sobre o assunto, pois, assim, demonstrarão a seus colegas que vale a pena lutar.
Decisão recentíssima do Superior Tribunal de Justiça determina que os professores prejudicados têm direito à indenização do Estado, que deve fazer o pagamento dos salários e benefícios correspondentes ao período em que não puderam tomar posse.
Assim, as subsedes devem continuar orientando os professores que foram prejudicados em seu direito de tomar posse como efetivos a procurar o Departamento Jurídico nas sua região, para que seja providenciada ação judicial.

APEOESP pressiona DRHU pelo pagamento dos categoria O
A APEOESP obteve junto ao DRHU a informação de que está sendo providenciado o pagamento dos salários referentes a parte do mês de dezembro, ao mês de janeiro e a 1/3 de férias para os professores categoria O que completaram 12 meses de exercício na rede estadual. No entanto, o órgão não informou em que data este pagamento será feito. A APEOESP está pressionando o DRHU e a SEE para que o pagamento seja feito imediatamente.

PCPs designados
Reforçamos a informação de que os professores coordenadores pedagógicos designados até 24/06/2010, ou seja, antes da vigência da Resolução SE 53/10, não poderão ter cessadas
suas designações em razão da não obtenção da nota mínima no processo de avaliação anual (provão dos ACTs).
Caso haja a cessação da designação, pelo motivo acima exposto, o professor
deverá procurar o departamento jurídico de sua região, munido dos documentos encaminhados pela Secretaria da Educação justificando a cessação, para que sejam tomadas as providências judiciais cabíveis.
Além disso, cabe ressaltar que os professores da categoria F que são PCPs e têm estabilidade com jornada de 12 horas semanais mantêm permanentemente o vínculo com a rede estadual de ensino e foram aprovados em prova específica, o que assegura sua permanência como PCP.
Fonte: http://apeoespsub.org.br/fax_urgente_2009/

Conferência sobre Plano de Carreira será em 16 de fevereiro

Clipping Educacional - APEOESP
A APEOESP está solicitando à Secretaria da Educação que realize uma ampla consulta à categoria sobre a carreira, possibilitando a elaboração de um Plano de Carreira que atenda às necessidades de todos os profissionais. Conforme divulgado no Fax Urgente 13, os professores sofreram muitas perdas desde a implantação da Lei Complementar 836, imposta pela ex-secretária Rose Neubauer durante administração de Mário Covas. Para aprofundarmos ainda mais este tema de grande importância para a categoria, a APEOESP antecipará a videoconferência para o dia 16 de fevereiro, no período da tarde (horário a ser definido). Portanto, inicialmente prevista para acontecer no dia 17, a vídeoconferência será transmitida pelo site do Sindicato (www.apeoesp.org.br) no dia 16 de fevereiro. Mais informações em nossas próximas publicações.
Fonte: http://apeoespsub.org.br/fax_urgente_2009/

PCPs DESIGNADOS ANTES DA VIGÊNCIA DA RES. SE 53/10 TÊM DIREITO DE MANTER A DESIGNAÇÃO

Clipping Educacional - APEOESP
A APEOESP entende que os professores coordenadores pedagógicos designados até 24/06/2010 não poderão ter cessadas suas designações em razão da não obtenção da nota mínima no processo de avaliação anual (provão dos ACTs).
Caso haja a cessação da designação, pelo motivo acima exposto, o professor deverá procurar o departamento jurídico de sua região, munido dos documentos encaminhados
pela Secretaria da Educação justificando a cessação, para que sejam tomadas as providências judiciais cabíveis.
Os professores da categoria F que são PCPs têm estabilidade com jornada de 12 horas semanais, mantêm permanentemente o vínculo com a rede estadual de ensino e foram aprovados em prova específica, o que assegura sua permanência como PCP.

Professores categoria O – atribuição na escola
Durante o dia de hoje a APEOESP esteve em contato com a S.E. para manifestar mais uma vez o seu entendimento de que a atribuição de aulas dos docentes categoria O que tiveram aulas atribuídas em 2010, com pelo menos 90 dias de exercício, deve ser realizada na unidade escolar.
Como já divulgamos, nosso entendimento é o de que esse professor deve ter o mesmo tratamento do professor categoria L que teve 90 dias de exercício em 2010.
A S.E. se comprometeu a examinar o assunto e nos encaminhar uma posição definitiva.
Tão logo o faça divulgaremos a todos os professores.
Diante disso, mantemos a orientação de que os professores categoria O interessados, que se enquadram nessa situação, pleiteiem a atribuição na unidade escolar (requerimento anexo que deverá ser protocolado na escola).
Também devem entrar em contato com o departamento jurídico para ajuizamento de ação buscando assegurar o pagamento de direitos decorrentes da suspensão da quarentena.
Lembramos que a APEOESP ajuizou ação pela centralização da atribuição de aulas dos ACTs nas Diretorias Regionais de Ensino e está aguardando decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Projeto de Lei Complementar 46/2010
Como todos sabem, o Projeto de lei Complementar nº 46/2010, do Executivo, que altera a Lei Complementar 1093/2009 no que se refere à “quarentena” de 200 dias dos professores categoria O não foi votado no final de 2010.
Na semana passada a S.E. suspendeu a quarentena, permitindo aos professores categoria O já contratados participar da atribuição de aulas.
Agora, o governo retomou a tramitação do PLC 46/2011 na Assembleia Legislativa, que será modificado para incorporar as últimas ações da atual administração, com efeito retroativo a dezembro de 2010. A votação está prevista para 02/02.
Fonte: http://apeoespsub.org.br/fax_urgente_2009/

Resolução SE-7, de 10-2-2011

Constitui Grupo de Trabalho para elaborar propostas de reestruturação do Estatuto do Magistério Paulista e dos Planos de Carreira, Vencimentos
e Salários para os integrantes dos Quadros do Magistério e de Apoio Escolar O Secretário da Educação resolve:
Artigo 1º - Fica instituído, no Departamento de Recursos Humanos da Secretaria da Educação, Grupo de Trabalho para elaborar propostas de reestruturação do Estatuto do Magistério Paulista e dos Planos de Carreira, Vencimentos e Salários para os integrantes dos Quadros do Magistério e de Apoio Escolar.
Artigo 2º - O Grupo de Trabalho de que trata esta resolução será composto pelos seguintes membros:
I – Jorge Sagae, RG 9.765.105, do Departamento de Recursos Humanos, que exercerá a coordenação dos trabalhos;
II - Mauna Soares de Baldini Rocha, RG 43.499.406-6, do Gabinete do Secretário da Educação;
III – Miriam Vieira Zem, RG 15.452.593 – 5, da Chefia de Gabinete;
IV – Leslie Maria José da Silva Rama, RG 3.667.195, do Grupo Técnico de Recursos Legais da Chefia de Gabinete; e
V - Márcia Delma Pace Delgado, RG 7.790.275, do Departamento de Recursos Humanos.
Parágrafo único – Ao longo do desenvolvimento dos trabalhos, outros membros poderão ser incorporados ao grupo ora instituído.
Artigo 3º - Todos servidores dos órgãos centrais, regionais e demais unidades da Secretaria da Educação deverão, no âmbito de sua atuação, colaborar com as atividades do Grupo de Trabalho, fornecendo subsídios e prestando informações que lhes forem solicitadas.
§ 1º - O grupo poderá convidar, para participar de reuniões de estudos, servidores que, por seus conhecimentos e experiência profissional, possam contribuir para a realização dos trabalhos.
§ 2º - Poderão ser constituídos subgrupos com tarefas afins, visando à operacionalização dos trabalhos.
Artigo 4º - Os objetivos desta resolução deverão ser amplamente divulgados nas escolas da rede estadual de ensino.
§ 1º - Cabe aos Dirigentes Regionais de Ensino, em conjunto com os Diretores de Escola e representantes das Coordenadorias de Ensino, viabilizar formas de participação de cada servidor, no atendimento aos objetivos do Grupo de Trabalho.
§ 2º - As propostas e sugestões apresentadas pelos servidores da rede estadual de ensino deverão ser analisadas, tabeladas por frequência de indicação e, por fim, selecionadas para constituírem documento único, por Diretoria de Ensino, a
ser encaminhado à apreciação do Grupo de Trabalho.
§ 3º - As entidades representativas do Magistério e/ou dos servidores da Educação serão igualmente convidadas a apresentar suas sugestões e reivindicações.
§ 4º - Todas as propostas, reivindicações e sugestões dos servidores da educação deverão ser encaminhadas ao Grupo de Trabalho até o dia 30 de março do ano em curso, por intermédio das Diretorias de Ensino, conforme estabelecido no § 2º, exceto as das entidades referidas no parágrafo anterior, que serão entregues diretamente ao grupo e em um único documento por entidade.
Artigo 5º - As atividades dos integrantes do Grupo de Trabalho e dos de eventuais subgrupos não serão remuneradas e deverão ser desempenhadas sem prejuízo das atribuições do cargo ou função que exercem normalmente.
Artigo 6º - O Grupo de Trabalho deverá apresentar a conclusão de seus trabalhos ao Secretário da Educação no prazo de 90 (noventa) dias a contar da data da publicação desta resolução.
Artigo 7º - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Fonte: http://www.imprensaoficial.com.br

LEI COMPLEMENTAR Nº 1.132, DE 10 DE FEVEREIRO DE 2011

Altera a Lei Complementar nº 1093, de 16 de julho de 2009, que dispõe sobre a contratação por tempo determinado de que trata o inciso X do artigo 115 da Constituição Estadual

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:
Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei complementar:
Artigo 1º - O artigo 7° da Lei Complementar n° 1.093, de 16 de julho de 2009, passa a vigorar com a redação que se segue:
“Artigo 7º - A contratação será efetuada pelo tempo estritamente necessário para atender às hipóteses previstas nesta lei complementar, observada a existência de recursos financeiros e o prazo máximo de 12 (doze) meses.
§ 1º - A contratação para o exercício de função docente poderá ser prorrogada até o último dia letivo do ano em que findar o prazo previsto no “caput” deste
artigo.
§ 2º - Os direitos e obrigações decorrentes da contratação para função docente ficarão suspensos sempre que ao contratado não forem atribuídas aulas, sendo lhe facultado, no período de vigência do contrato, aceitar ou não as que forem oferecidas.
§ 3º - Findo o prazo de vigência, o contrato estará automaticamente extinto.” (NR)
Artigo 2º - Esta lei complementar entra em vigor na data de sua publicação, retroagindo seus efeitos a 17 de julho de 2009.
Fonte: http://www.imprensaoficial.com.br