domingo, 28 de fevereiro de 2010

Mônica Bergamo: Média de português do Saresp sobe; só 10% atingem nível avançado

Clipping Educacional - da Folha Online
Cerca 10% dos alunos avaliados pelo Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) no ano de 2009 ficaram no nível considerado avançado, informa a coluna de Mônica Bergamo, publicada nesta sexta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
De acordo com a colunista, a média de português subiu --mas em matemática não há muito o que comemorar. O índice de alunos avançados teve uma leve elevação em relação ao percentual apontado nas provas de 2008. Já na outra ponta, 20,9% dos avaliados tiveram notas consideradas "insuficientes" ou "abaixo do básico". Na escala intermediária ficaram os 68,8% que tiveram notas consideradas "adequadas".
A boa notícia, segundo a coluna, é que as médias melhoraram em relação ao ano anterior. "Na 4ª série do ensino fundamental, subiram de 180 para 190, numa escala que vai até 500; na 8ª série, foram de 231 para 236. Na 3ª série do ensino fundamental, subiram de 272 para 274", afirma.
fonte: http://www1.folha.uol.com.br

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Estado culpa professor por nota baixa de aluno

Adriana Ferraz
Clipping Educacional - do Agora
Os resultados obtidos pelos alunos da rede estadual no Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo), realizado em 2009, foram apresentados ontem pela gestão José Serra (PSDB), que comemorou melhora nas médias de português em todos os níveis de aprendizagem e notou piora em matemática no ensino médio. Para o governo, as notas ruins revelam as dificuldades dos próprios professores.
A "culpa" foi atribuída pelo secretário estadual da Educação, Paulo Renato Souza, que anunciou um curso emergencial para os professores da disciplina, com carga horária de 240 horas e apoio de professores da USP e Unicamp. "Vamos montar o curso com as dificuldades relatadas pelos professores e notadas nas provas que aplicamos. Haverá aulas presenciais e pela internet", explicou. São 35 mil professores de matemática na rede e a adesão é voluntária.
fonte: http://www.agora.uol.com.br

Governo Serra altera classificação das notas para elevar médias

Adriana Ferraz
Clipping Educacional - do Agora
A gestão José Serra (PSDB) modificou a classificação do Saresp para elevar as médias dos alunos. Se o modelo utilizado no ano passado fosse mantido, nenhuma das séries avaliadas teria superado o conceito básico.
Pelo novo sistema, a Secretaria de Estado da Educação reduziu o número de notas dentro de uma escala que vai de zero a 500 pontos. Até 2008, o exame oferecia quatro conceitos: abaixo do básico, básico, adequado e avançado. Agora são apenas três. O básico e o adequado transformaram-se em suficiente, puxando a média para cima.
fonte: http://www.agora.uol.com.br

Secretário atribui mau desempenho de alunos em matemática ao despreparo de professores

FERNANDA PEREIRA NEVES
Clipping Educacional - da Folha Online
O secretário estadual de Educação de São Paulo, Paulo Renato Souza, afirmou nesta sexta-feira que o mau desempenho registrado nas provas de matemática aplicadas para alunos da terceira série do ensino médio é consequência, entre outros fatores, do despreparo dos professores para ensinar a disciplina.
A afirmação foi feita nesta sexta-feira durante a divulgação do resultado da prova do Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo), realizado por cerca de cinco mil escolas estaduais, em novembro de 2009. Segundo os dados, 58,3% dos estudantes que concluem o ensino médio têm conhecimento insuficiente de matemática.
"Os professores mal preparados também são vítimas do processo de formação. Eles têm muita teoria e pouco aprendizado de como isso deve ser aplicado na sala de aula", afirmou o secretário. Ele acrescentou ainda que "as notas de matemática são baixas tradicionalmente."
Com base nisso, Paulo Renato afirmou que esses professores poderão fazer curso de aprimoramento da disciplina. O curso --que ainda não tem data para começar-- não será obrigatório e deve ser dividido em aulas presenciais e por meio de vídeo conferência que poderá ser acessada por computador.
Além disso, as aulas presenciais deverão acontecer em horário contrário ao de trabalho, mas na mesma escola. O curso ainda terá uma avaliação ao término, antes da entrega dos certificados.
A secretaria afirmou que os alunos que não alcançaram desempenho considerado suficiente também deverão passar por aulas de reforço. Além dos 58,3% dos alunos do ensino médio que não alcançaram o nível suficiente, o Saresp apontou 20,9% dos estudantes da 4º série do ensino fundamental no mesmo nível, assim como 22,5% dos estudantes da 8º série do ensino fundamental.
fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Maioria dos alunos que concluem ensino médio em SP têm avaliação ruim em matemática

FERNANDA PEREIRA NEVES
Clipping Educacional - da Folha Online
Os alunos da 3º série do ensino médio apresentaram redução de rendimento na disciplina de matemática no ano de 2009 em comparação a 2008, segundo dados do Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo). Ao todo, 58,3% dos estudantes que concluem o ensino médio têm conhecimento insuficiente.
Média de português do Saresp sobe; só 10% atingem nível avançado
Secretário atribui mau desempenho de aluno a despreparo de professor
De acordo com os dados apresentados nesta sexta-feira pela Secretaria Estadual de Educação, os alunos que concluíram o ensino médio recuaram 4,4 pontos na escada de avaliação de rendimento do Saresp, com 269,4 contra 273,8 apresentados no ano anterior em uma escala que varia de zero a 500.
Além disso, a porcentagem de alunos que se enquadram no nível insuficiente (abaixo do básico) subiu quatro pontos percentuais, de 54,3% para 58,3%. Dessa forma, conclui-se que mais da metade dos alunos que concluíram o ensino médio no Estado de São Paulo não sabiam o conteúdo básico da disciplina de matemática.
Já os alunos que apresentaram conhecimento suficiente (básico ou adequado) caiu mais de 4%, variando de 45,3% em 2008 para 41,2 no ano passado. Os alunos que se enquadram no nível de conhecimento avançado teve alteração de apenas 0,1% para cima, indo de 0,4% para 0,5%.
Para o secretário estadual de Educação, Paulo Renato Souza, a queda no rendimento dos alunos do ensino médio em matemática acontece devido a inúmeros fatores, como a rebeldia dos alunos, complexidade do conteúdo lecionado nesta série e a falta de preparo dos professores.
O secretário ainda ressaltou que os professores que lecionam matemática no ensino médio foram os que apresentaram maior defasagem de conteúdo em avaliações, e acrescentou que a avaliação poderá auxiliar a secretaria apontando os principais pontos de defasagem no aprendizado da matemática pelos alunos.
Apesar do recuo registrado no desempenho dos alunos da 3º série do ensino médio, os estudantes da 4º e da 8º série do ensino fundamental tiveram melhora nos índices de rendimento. No caso dos alunos da 4º série, a elevação do índice foi de 10,8 pontos na escala, saltando de 190,5 para 201,3. Já os da 8º série, foram dos 245,7, em 2008, para 251,5 no ano passado.

Português
Já a avaliação do desempenho dos estudantes em língua portuguesa teve melhoria em todas as séries, com destaque para os alunos da 4º série que tiveram elevação de 10,4 na escala de avaliação da secretaria, subindo de 180 para 190,4. Além disso, a porcentagem de alunos nos níveis suficiente (de 66,8% para 68,8%) e avançado (6,5% para 10,3) apresentaram elevação, enquanto os insuficientes registraram queda.
Os alunos da 4º e 8º série do ensino fundamental, além dos que cursavam a 3º série do ensino médio no ano passado, fizeram também as provas de história e geografia na prova do Saresp realizada em novembro de 2009. Apesar disso, a secretaria afirmou ainda não possuir os resultados consolidados das duas disciplinas.
fonte: http://www1.folha.uol.com.br

SP quer dar aulas de reforço para 35 mil docentes de matemática

Fernanda Calgaro
Clipping Educacional - Do G1, em São Paulo
Iniciativa é resposta ao fraco rendimento dos alunos do ensino médio.
Desempenho na disciplina caiu de 273,8 para 269,4 entre 2008 e 2009.
O governo de São Paulo quer dar aulas de reforço para os cerca de 35 mil professores de matemática da rede. A iniciativa é uma resposta ao fraco rendimento dos alunos do ensino médio na avaliação estadual. De 2008 para 2009, a média na disciplina caiu de 273,8 para 269,4. De acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (26) pela Secretaria do Estado de Educação, seis em cada dez alunos tiveram desempenho abaixo do básico.
O curso para os docentes, com 240 horas de duração, vai ser opcional. As inscrições terão início no dia 17 de março. A partir desta data, coordenadores pedagógicos das 91 regionais vão ter aulas com professores da USP e da Unicamp e, em seguida, repassarão as orientações para seus professores inscritos. Parte do conteúdo será dado à distância.
Os temas das aulas ainda não foram divulgados, mas vão focar nas principais deficiências apresentadas pelos docentes na avaliação a que foram submetidos. Ao final, os professores precisarão ser aprovados para receber o certificado.
"As notas de matemática são baixas tradicionalmente. A ampliação no acesso à educação sempre acaba gerando, no início, uma queda na média", afirmou o secretário Paulo Renato de Souza, ao referir-se à universalização do ensino. Segundo a pasta, 86% dos jovens de 15 a 17 anos estão na escola.


Português
Além de matemática, o Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp), que foi aplicado em novembro, também avaliou o desempenho dos alunos em português. Nesse caso, os estudantes do ensino médio apresentaram melhora, passando de 272,5 para 274,5.
Os alunos da 4ª e da 8ª séries, que também fizeram as provas, as médias apresentaram leve melhora tanto em matemática quanto em português.



Idesp
No geral, a meta do Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (Idesp), que leva em conta as notas no Saresp e a taxa de aprovação em cada ciclo escolar (1ª a 4ª, 5ª a 8ª e ensino médio), foi superada. Numa escala até 10, dos 2,58 pontos previstos, o índice chegou a 2,79. Ainda assim, essa média fica na metade do considerado adequado: 5.
Cada escola também tem um Idesp individual e uma meta de desempenho que deve ser atingida pela escola no período de um ano. O resultado nesse indicador vai determina o pagamento de bônus nos salários dos professores e funcionários da rede. O bônus deste ano será pago no dia 25 de março. O desempenho de cada escola deve ser divulgado dentro de duas semanas, segundo a secretaria.
Fonte: http://g1.globo.com/

Bônus para trabalhadores da rede estadual de SP deve sair em 25 de março

Ana Okada
Clipping Educacional - Em São Paulo
O bônus para trabalhadores da Educação do Estado de São Paulo deve ser depositado até o dia 25 de março. Segundo o secretário da pasta, Paulo Renato Souza, o orçamento deste ano para o benefício é de R$ 800 milhões. A bonificação, que pode chegar a quase três salários, é baseada no Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo) de 2009, divulgado nesta sexta-feira (26).

•Saresp 2009: Alunos do ensino médio vão mal em matemática e professores ficam de "recuperação"
Idesp 2009 Meta 2009 Média atingida
Global 2,58 2,79
Ensino fundamental (ciclo I) 3,35 3,85
Ensino fundamental (ciclo II) 2,63 2,83
Ensino médio 2,00 1,97

Em 2009, o Idesp global foi de 2,79, numa escala de 0 a 10. O valor supera a meta estipulada pelo governo, que foi de 2,58. Dentre os níveis de ensino da rede, o médio foi o único que não atingiu a meta: a nota foi 1,97 e a média a ser alcançada era 2.
Das 5 mil escolas do Estado, 73% cumpriram metas e receberão bonificação. Entre as que estavam com índices baixos no ano passado, o cumprimento foi de 93%. Paulo Renato prevê que mais profissionais irão ganhar o bônus este ano, uma vez que o Idesp aumentou. As escolas devem receber os dados do índice na próxima semana.
O índice envolve as notas do Saresp (Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) e o fluxo escolar (tempo que o aluno leva para cumprir um ciclo) e é um indicador criado pelo governo estadual para avaliar as condições da qualidade do ensino na rede, ajustado anualmente.

Bônus é baseado em metas internacionais
A medida foi publicada em outubro de 2008. A cada ano, a secretaria anuncia a nota e a meta de cada escola. O projeto quer atingir, até 2030, as metas da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), entidade que reúne 30 países membros e que visa melhorar o acesso à educação.
O fator de cálculo do Idesp vai de 0 a 10. Cada escola recebe uma nota, baseada em avaliação dos alunos no Saresp e no fluxo escolar (tempo que o estudante leva para cumprir um ciclo). A meta ideal para alunos da 1ª a 4ª série do ensino fundamental é atingir 7; para estudantes de 5ª a 8ª séries, a meta é 6; e para os do ensino médio, a meta é 5.
fonte: http://educacao.uol.com.br/

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

IDESP E SARESP MOSTRAM MELHORA GENERALIZADA NAS ESCOLAS

Clipping Educacional - Da Educação
Educação paulista superou amplamente as metas estabelecidas pelo Índice de Educação(Idesp), que cresceu 9,4% Resultados avançam mais no Ensino Fundamental, o que permite prever boa progressão escolar no futuro
Cai participação dos alunos com desempenho Insuficiente, o que indica avanços no caminho da conquista da qualidade do ensino.
Os resultados do Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo) e do Saresp (Sistema de Avaliação e Rendimento Escolar do Estado de São
Paulo) de 2009 mostram uma melhora generalizada nos níveis de aprendizado dos cerca de cinco milhões de alunos da rede estadual. O conjunto das cinco mil escolas estaduais superou amplamente a meta estabelecida pelo Idesp, que era 2,58 para o ano de 2009, com o índice chegando a 2,79 – um crescimento de 9,4% em relação aos 2,55 de 2008, conforme mostra o quadro abaixo:
LEIA NA INTEGRA
fonte: http://www.educacao.sp.gov.br/

Índices do Idesp e Saresp mostram melhora generalizada nas escolas estaduais

Clipping Educacional - Da Secretaria da Educação
Educação paulista superou amplamente as metas estabelecidas pelo Índice de Educação (Idesp), que cresceu 9,4%
Os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (Idesp) e do Sistema de Avaliação e Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp) de 2009 mostram uma melhora generalizada nos níveis de aprendizado dos cerca de cinco milhões de alunos da rede estadual. O conjunto das cinco mil escolas estaduais superou amplamente a meta estabelecida pelo Idesp, que era 2,58 para o ano de 2009, com o índice chegando a 2,79 - um crescimento de 9,4% em relação aos 2,55 de 2008.
"Os resultados mostram que os programas inovadores implementados pelo governo do Estado já estão melhorando a qualidade da educação das nossas crianças e jovens", diz o secretário Paulo Renato Souza. "A melhora vigorosa dos indicadores do Ensino Fundamental projeta para os próximos anos a manutenção da tendência de elevação do desempenho nas séries seguintes", completa.
O Idesp, que além das notas do Saresp considera também em sua composição dados da progressão (promoção ou repetência dos alunos) e da evasão escolar, mostra uma forte evolução no Ensino Fundamental. No Ciclo I (primeira à quarta séries), a meta do Idesp para 2009 era 3,35, mas o resultado alcançado foi 3,85 - um crescimento expressivo de 18,4% em relação aos 3,25 de 2008. No Ciclo II (quinta à oitava séries), a evolução também foi significativa: a meta era 2,63, e o resultado atingido foi 2,83, uma evolução de 9,6% em relação aos 2,58 obtidos em 2008. No Ensino Médio, a meta do Idesp de 2,00 foi praticamente atingida, com o índice de 1,97.
Nada menos do que 73% das escolas estaduais cumpriram metas do Idesp, o que permite prever um pagamento expressivo do Bônus por Resultado, que será feito para as equipes escolares que melhoraram seu desempenho, cumpriram ou superaram as metas estabelecidas para cada escola de acordo a com a sua realidade. Entre as escolas que estavam com índices mais baixos e receberam apoio especial da Secretaria o percentual de cumprimento das metas foi ainda maior: 93%.

Saresp mostra avanço do ensino fundamental
O Saresp compreende o resultado dos exames realizados pelos alunos em novembro de 2009 e seus resultados são apresentados numa escala internacional de proficiência. A média de Língua Portuguesa na quarta série do Ensino Fundamental subiu 10,4 pontos (de 180, em 2008, para 190,4, em 2009). Em Matemática, a melhora na quarta série também foi muito expressiva, de 10,8 pontos (de 190,5 para 201,3).
As médias de Língua Portuguesa e Matemática na oitava série do Ensino Fundamental também melhoraram: 4,6 pontos em português (de 231,7 para 236,3) e 5,8 pontos em matemática (de 245,7 para 251,5). No Ensino Médio, houve melhora em português (dois pontos, de 272,5 para 274,5) e um decréscimo em Matemática (de 273,8 para 269,4). "Pode-se dizer que os resultados mostram um ponto de inflexão em relação ao histórico recente das avaliações, com a curva apontando para cima, ou seja, para melhor", diz o secretário Paulo Renato.

Cursos de matemática para professores
A única queda de rendimento do Saresp 2009 ocorreu em Matemática na terceira série do Ensino Médio, que mostrou um recuo de 4,4 pontos. Há algumas explicações para esse recuo. São Paulo é o estado em que a universalização do Ensino Médio mais avançou em todo o Brasil. Nada menos do que 86% dos jovens de 15 a 17 anos estão na escola, e 69% estão na série adequada à sua idade. A ampliação do acesso sempre promove, num primeiro momento, queda na média das avaliações. Mas há, também, uma dificuldade constatada mundialmente na passagem da aritmética (que lida basicamente com números) para a álgebra (quando são incorporadas incógnitas e o universo simbólico da matemática), o que começa a ocorrer por volta da sexta série.
A dificuldade adicional com matemática também foi detectada em outras avaliações promovidas pela Secretaria de Educação, como a Prova dos Temporários e os exames do Programa de Valorização pelo Mérito. Para enfrentar essa situação, a Secretaria de Educação oferecerá para todos os professores de Matemática da rede estadual, a partir de março, cursos com 240 horas de duração, promovidos pela Escola Paulista de Formação de Professores, com atividades presenciais e à distância. Os cursos foram desenvolvidos a partir das demandas dos próprios professores captadas por coordenadores pedagógicos de todas as Diretorias de Ensino, e têm o seu foco na metodologia de ensino. "Tenho certeza que esse grande esforço, focado nas próprias demandas dos professores e nas dificuldades captadas nas diversas avaliações, vai melhorar a efetividade do ensino de matemática", diz o secretário Paulo Renato.

Níveis de desempenho
Houve, também, uma melhoria acentuada na distribuição dos alunos pelos níveis de desempenho. Destaca-se, em Língua Portuguesa, a forte mudança obtida na quarta série do Ensino Fundamental. O desempenho Insuficiente recuou 5,8 pontos percentuais, caindo a 20,9% do total dos alunos. Quase sessenta e nove por cento dos alunos tiveram seu desempenho considerado Suficiente, e 10,3% alcançaram o patamar Avançado. "É uma evolução muito significativa num espaço curto de tempo, o que coloca o conjunto dos alunos num novo patamar de aprendizado", diz Paulo Renato.
Na oitava série, o percentual de alunos com desempenho Insuficiente em Língua Portuguesa caiu 3,6 pontos percentuais, para 22,5% do total, e a participação dos alunos com desempenho Suficiente subiu para 75,1%, com 2,3% em patamar Avançado. No Ensino Médio, 3,4% dos alunos deixaram a avaliação Insuficiente, remanescendo 29,5% neste patamar, enquanto 69,8% estão no nível Suficiente e 0,7% no Avançado.
Considera-se desempenho Suficiente em Língua Portuguesa, na quarta série do Ensino Fundamental, o domínio das habilidades e conteúdos do currículo da série. Os alunos realizam tarefas de leitura mais complexa que envolvem três aspectos simultâneos: formulação de hipóteses sobre os significados do texto; reformulação das hipóteses iniciais durante a leitura; e construção de sínteses parciais. Na oitava série, o desempenho Suficiente pressupõe que o leitor relaciona a informação encontrada em um texto com conhecimentos provenientes de outras fontes, assim como acentua-se a capacidade de análise de textos de opinião e argumentativos. Na terceira série do Ensino Médio, o desempenho Suficiente inclui a habilidade de justificar ou explicar um conhecimento por meio de conceitos específicos da área, além da habilidade de avaliar que pressupõe que o leitor emita um juízo de valor sobre determinada proposição. Já o desempenho Avançado pressupõe, além dos conhecimentos e conteúdos esperados, competências e habilidades acima do requerido na série escolar em se encontram.

Matemática
Em Matemática, tem-se para a quarta série do Ensino Fundamental evolução semelhante à verificada em Língua Portuguesa, com decréscimo de 8,8 pontos percentuais na participação de alunos com desempenho Insuficiente, remanescendo 30,3% dos alunos nesta situação. "Ainda temos muito a avançar, mas a realidade é que estamos melhorando, pois 69,7% estão com desempenho Suficiente ou Avançado", diz Paulo Renato. Na oitava série, a queda dos alunos com desempenho Insatisfatório foi de 6,9 pontos percentuais, permanecendo 27,6% nesta situação (com 71,2% com avaliação Suficiente e 1,2% como Avançado). O Ensino Médio de Matemática é o único indicador com desempenho negativo, com a elevação de quatro pontos na participação dos alunos com desempenho Insuficiente (de 54,3% para 58,3%).
Em Matemática, considera-se que na quarta série do Ensino Fundamental o aluno com nível suficiente domine as regras do sistema de numeração decimal para os números naturais, localiza em reta graduada números com até dois algarismos, calcula resultados de adição, subtração, multiplicação e divisão de números naturais e decimais, reconhece a fração como representação da parte de um todo e resolve problemas envolvendo até a representação decimal de cédulas e moedas. Além disso, resolve problemas envolvendo a multiplicação com significado de proporcionalidade ou de aspecto combinatório e problemas envolvendo os percentuais de 25% e 50%. Na oitava série, o desempenho suficiente pressupõe que o aluno lê números naturais até a classe dos bilhões, localiza na reta numérica números decimais com representação de milésimos, relaciona uma fração decimal à sua representação decimal, calcula a média aritmética de um conjunto de números, o valor de uma potenciação de número inteiro, o valor de uma expressão numérica envolvendo as quatro operações e também resolve sistemas lineares com duas equações e duas incógnitas, entre outras habilidade. Na terceira série do Ensino Médio, o aluno com desempenho suficiente descreve as características fundamentais da equação de segundo grau, identifica o gráfico cartesiano que representa a relação entre o tempo e a distância percorrida em velocidade constante e reconhece as propriedades relativas ao crescimento ou decrescimento de funções exponenciais, entre outras habilidades.

Valorização do professor
Os resultados obtidos pelo Saresp 2009 se devem a uma série de políticas inovadoras lançadas pelo governo de São Paulo nos últimos três anos. Todos os programas educacionais foram voltados para melhorar a dinâmica da sala de aula e no apoio e estímulo ao professor em seu dia a dia. "Implantamos programas que valorizam e respeitam os professores, e os resultados já aparecem", diz o secretário Paulo Renato.
A política educacional de São Paulo se estrutura em quatro eixos. O primeiro se refere aos padrões curriculares adotados para a rede de cinco mil escolas. Dois programas se destacam: o Ler e Escrever, que estabeleceu a figura do professor auxiliar nas salas de aula nas classes iniciais e todo um sistema para reforçar a alfabetização das crianças, com 1,8 milhão de livros distribuídos, entre outros materiais; e o São Paulo Faz Escola, com a definição de um novo currículo e a distribuição 192 milhões de cadernos e materiais para alunos e professores com os conteúdos das diversas matérias, além de programas de capacitação.
O segundo eixo é a implantação de avaliações e metas de qualidade, com a criação do Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo (Idesp) e a definição de metas para cada escola, que passou a ter o desafio de melhorar em relação a sua própria realidade.
O terceiro eixo da política educacional de São Paulo trata do programa de incentivos aos professores. Foi criado o Bônus por Resultados, que paga até 2,9 salários às equipes escolares que superam as metas definidas para as suas escolas. É um programa agressivo de premiação por resultados que mobilizou os professores para melhorarem o desempenho de seus alunos.
O quarto eixo reformou a carreira dos professores, estabelecendo nova forma de ingresso (com curso obrigatório oferecido pela recém-criada Escola Paulista de Formação de Professores) e o Programa de Valorização pelo Mérito. Foram criadas provas de promoção que permitem anualmente, a um quinto dos professores, promoção salarial de 25% de acordo com a permanência na escola e o resultado das avaliações.
Outras ações pioneiras foram adotadas, como a mudança na legislação para reduzir as faltas de professores e a criação da Prova dos Temporários, que permitiu pela primeira vez selecionar para as salas de aula os melhores professores disponíveis. Também foi aberto concurso para a contratação de 10.000 professores.
"São políticas muito consistentes e muito corajosas que já começam a dar resultado e, tenho certeza, colocaram a educação paulista no rumo certo", diz o secretário Paulo Renato.
Clique aqui e veja os gráficos com os índices Idesp e Saresp.
fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br

Saresp: média de português sobe; só 10% atingem nível "avançado"

Clipping Educacional - Folha de S. Paulo / coluna Mônica Bergamo
Serão divulgadas hoje as notas do Saresp, a prova do governo paulista que avalia o rendimento dos alunos do Estado em português e matemática.
A boa notícia: as médias de 2009 melhoraram em relação ao ano anterior. Na 4ª série do ensino fundamental, subiram de 180 para 190, numa escala que vai até 500; na 8ª série, foram de 231 para 236. Na 3ª série do ensino fundamental, subiram de 272 para 274. Do total de alunos que foram avaliados, só 10% atingiram o nível avançado (um pouco mais do que no ano anterior), enquanto, na outra ponta, 20,9% tiveram notas consideradas "insuficientes" ou "abaixo do básico".
No escalão intermediário, 68,8% tiveram notas consideradas "adequadas".
Já em matemática não há muito o que comemorar: os resultados foram piores do que os obtidos em português
fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br

Escolas de SP não se adaptam para receber alunos de 6 anos

Clipping Educacional - da Folha Online
Sentada em uma carteira de adulto, Isabela, 6, não consegue colocar o pé no chão. Suas sandalinhas balançam dois palmos acima do solo. Esse é apenas um dos problemas enfrentados pelos alunos de seis anos que, a partir deste ano, passam a ingressar no ensino fundamental, segundo reportagem de Fábio Takahashi publicada na edição desta sexta-feira da Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
De acordo com o texto, colegas de sala de Isabela também enfrentam dificuldades e precisam sentar com a mochila nas costas, para ficarem próximos à mesa. Outros estão em pé, para alcançar lápis e papel. "Elas são pequenas para ficar cinco horas aqui. Estão sempre inquietas, incomodadas. Depois do lanche, coçam o olho de sono. Umas dormem apoiadas na mesa", observa Maria, professora da turma.
Até o ano passado, o antigo primário recebia alunos a partir dos sete. Lei federal determinou a antecipação da entrada para que os estudantes pobres tivessem mais um ano de escolarização (crianças na faixa do fundamental devem, obrigatoriamente, estar na escola).
A ideia era que houvesse adaptação para receber as crianças mais novas, com carteiras adequadas, espaços como brinquedotecas e a criação de projeto pedagógico que mesclasse o início da alfabetização com atividades lúdicas. Mas nada disso ocorreu na rede pública de São Paulo, segundo professores e diretores ouvidos pela Folha.
fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Ensino público de SP tem aumento leve de médias, diz Saresp

Eric Akita
Clipping Educacional - do estadao.com.br
Matemática continua crítica na 3ª série do ensino médio; para Paulo Renato, houve 'estagnação'
SÃO PAULO - Avaliação feita pela Secretaria de Educação apontou leve melhora dos estudantes paulistas do ensino fundamental e médio em português em 2009, contudo o balanço do Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp) destacou o fraco desempenho em matemática no ensino médio. O Saresp engloba todas as escolas da rede pública estadual que oferecem ensino regular e de todos os alunos da 2ª, 4ª, 6ª e 8ª séries do Ensino Fundamental e da 3a série do Ensino Médio.
"Numa avaliação média, eu diria que tivemos uma estagnação. Avançamos um pouco em português e recuamos em matemática. Mas o avanço verificado no ensino fundamental foi importante porque aponta que continuaremos avançando nos próximos anos. À medida que teremos alunos bem preparados da 5ª à 8ª série do ensino fundamental, isso transbordará para o ensino médio", disse Paulo Renato Souza, secretário da Educação do Estado de São Paulo, em entrevista à TV Estadão.

Português
No ano passado, o desempenho dos estudantes foi melhor em todos os indicadores na comparação a 2008. Na 4ª série do ensino fundamental, houve um acréscimo de 10 pontos (180 para 190,4 pontos) na média e aumento do porcentual de alunos nos níveis Suficiente (66,8% para 68,8%) e Avançado (6,5% para 10,3%). Segundo a Secretaria da Educação, o aumento das médias na disciplina sustenta uma manutenção da tendência de alta do desempenho nas próximas avaliações.
Na 3ª série do ensino médio, apesar do aumento na média (272,5 para 274,5 pontos), o porcentual de estudantes considerados de nível avançado permanece em um patamar baixíssimo (0,7% em 2009).

Matemática
Como a própria Secretaria reconhece na análise do Saresp, os dados de 2009 comprovam as diversas barreiras que a educação paulista precisa transpor para melhorar o nível de educação em matemática, principalmente no ensino médio. A evolução das médias nas 4ª e 8ª séries do ensino fundamental acaba ficando em segundo plano na avaliação por causa da expressiva queda de desempenho da disciplina pelos alunos do 3º ano do ensino médio. A média no Saresp no último ano do ensino médio caiu de 273,8 em 2008 para 269,4 no ano passado. E a distribuição pelo desempenho teve números mais preocupantes: o porcentual de alunos considerados de padrão Insuficiente aumentou de 54,3% para 58,3%, enquanto que o de nível Suficiente caiu de 45,3% para 41,2%.

Idesp
No conjunto da rede, o Estado superou as metas Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo (Idesp) em 2009, obtendo um valor de 2,79 diante do 2,58 de meta. Em avaliação fragmentada, a meta no ensino fundamental foi superada tanto no Ciclo I (3,85/3,35) quanto no Ciclo II (2,83/2,63), mas no ensino médio ficou abaixo do almejado (1,97/2,00).
E na análise do Índice de Cumprimento de Metas, a Secretaria detectou que 57% das escolas atingiram ou ultrapassaram as metas em suas etapas de ensino, puxadas essencialmente pelo desempenho das unidades do ensino fundamental no Ciclo I, em que 75,53% alcançaram a meta.

Outros números
A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo divulgou junto com os resultados do Saresp 2009 outros dados relevantes sobre a educação paulista:
- 98& das crianças entre 7 e 14 anos estudam
- 86% dos jovens entre 15 e 17 anos estão na escola
- 69% dos jovens de 15 a 17 anos estão na série correta
- São Paulo é o 2º colocado no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no País
- São Paulo é o 1º colocado no ranking da escolaridade de pessoas entre 15 e 29 anos do IBGE
fonte: http://www.estadao.com.br

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Professores são demitidos e escola fica sem aula

Marlene Bergamo/Folha Imagem
Clipping Educacional - Folha de S.Paulo
Os 1.200 estudantes da Escola Técnica de Saúde Pública Professor Makiguti, da prefeitura, começaram o ano letivo há quase um mês, mas estão sem boa parte das suas aulas. Dos 32 professores da escola, 13 foram dispensados no final do ano passado. As vagas ainda não foram repostas.
A escola, que fica em Cidade Tiradentes (zona leste de SP), é a única escola técnica pública com especialização em áreas da saúde. Oferece cursos de técnico em farmácia, análises clínicas, higiene dental e gestão em serviços de saúde.
Os estudantes temem que esteja em curso uma operação-desmonte da escola, já que, além da dispensa dos professores, a prefeitura também não providenciou a realização do vestibulinho para ingresso de novos alunos, que deveria ter acontecido entre novembro e dezembro últimos, e que levaria à admissão de 480 calouros. Até ontem, não havia ainda previsão de quando seria feito o concurso.
"Essa escola é a esperança de profissionalização em uma região que, em geral, é muito pobre em oportunidades", diz Carlos Roberto dos Santos, estudante de gestão em saúde. No último concurso de ingresso, 2.200 candidatos disputaram as vagas existentes.
Com a falta de professores, alunos que às vezes enfrentam duas a três horas de ônibus para chegar à escola acabam ficando nas salas de aula sem nada para fazer. Na semana passada, os estudantes do noturno assistiram a apenas quatro das 20 aulas previstas. "Eu tinha programado tudo para minha formatura, no meio do ano. E agora?", pergunta a aluna Bruna Carolina da Silva, 19.
Segundo os alunos, ninguém informa como será feita a reposição de aulas nem se a escola será fechada. O candidato a prefeito Gilberto Kassab (DEM) afirmou durante a campanha de 2008 que investiria pesado na construção de escolas técnicas.
Resposta
A Educação não explicou os motivos para o atraso na realização do vestibulinho que selecionaria os novos alunos. Disse apenas que já solicitou sua realização à Gestão.
Quanto ao quadro de professores, a secretaria afirma já ter encaminhado "solicitação para contratação emergencial e os procedimentos já estão em andamento". A pasta diz que os alunos não serão prejudicados e que a escola não será fechada.
Fonte: http://www.agora.uol.com.br

Educação recebe inscrições para o 1º Desafio Digital

Clipping Educacional - Da Educação
São 500 vagas para alunos que concluíram estágio no Programa Acessa Escola e querem se especializar no ramo de tecnologia da informação
Estão abertas até o dia 2 de março as inscrições para o 1º Desafio Digital, programa voltado aos estudantes que concluíram o estágio no Programa Acessa Escola. Esta será a primeira edição do curso.
Até o momento 300 candidatos já garantiram parte das 500 vagas oferecidas. As inscrições podem se inscrever no portal do Acessa Escola ( http://acessaescola.desafiodigital.com.br ).
O Desafio é estruturado como um curso online e oferece aos alunos a oportunidade de aperfeiçoamento na área da tecnologia da informação, ao introduzir os conceitos técnicos por trás das páginas de Web, desenvolvimento de software e games. As aulas começam no dia 3 de março.
“Com este curso incentivamos os estudantes que têm interesse em continuar a formação profissional, além de auxiliá-los na escolha da carreira. Será uma oportunidade para conhecerem melhor a área e desenvolverem suas habilidades”, disse o secretário Paulo Renato Souza.
Baseado em tecnologias atuais, o curso terá 40 horas e apresentará aos participantes a carreira de desenvolvedor de softwares em três fases – sendo que cada uma delas representa um desafio. São elas: Desenvolvimento de WebSite; Lógica de Programação por meio do Simulador de Robô; e Programação de Games. Para avançar à próxima fase, o estagiário precisa concluir a anterior, tendo absorvido os conteúdos do material de orientação para cada fase.
Ao final do Desafio Digital, os trabalhos desenvolvidos pelos participantes, trabalhando individualmente ou em duplas, serão avaliados pela coordenação do curso e todos os que alcançarem a pontuação mínima recebem o certificado do Desafio Digital do Acessa Escola.
Sobre o Programa Acessa Escola
O Acessa Escola é um projeto inovador da Secretaria de Estado da Educação, iniciado em agosto de 2008 e tem como objetivo transformar as salas de informática das escolas da rede pública estadual em espaços de acesso livre à internet. Inicialmente foi implantado em escolas da capital, depois na grande São Paulo e agora se encontra em expansão no interior. Atualmente, mais de 1.400 escolas em todo Estado oferecem essas salas de informática, e estão equipadas com mais de 25 mil computadores conectados à rede por banda larga, que já contabilizaram mais de três milhões de acessos. A previsão é que até o final do ano todas as escolas com Ensino Médio Regular do Estado de São Paulo (3.547) contem com salas do Acessa Escola em pleno funcionamento. Serão instalados mais de 64 mil computadores.
O Programa prevê ainda a capacitação profissional de alunos para atuarem como estagiários nessas salas de informática. O programa também oferece o curso EAD/Aluno monitor, de 140 horas, criado pela Microsoft, e do qual já participaram cerca de 1.100 estagiários.
Para estagiar no Programa Acessa Escola, os estudantes devem estar cursando o 1º ou 2º ano do Ensino Médio e se inscrever no processo seletivo, que consiste em uma prova que avalia os conhecimentos do candidato em língua portuguesa, matemática, informática e internet. Os aprovados serão contratados para um estágio de 12 meses, período que poderá ser prorrogado apenas uma vez. O tempo mínimo de contrato é de seis meses.
Todos os estagiários são supervisionados por professores coordenadores técnico-pedagógicos de tecnologia das Diretorias de Ensino. A carga horária de trabalho é de quatro horas diárias, pela manhã (8h às 12h), tarde (12h às 16h) ou noite (16h às 20h). Além de capacitação na área de informática, o Programa oferece aos monitores bolsa-auxílio no valor de R$ 340 mensais e auxílio-transporte.
Fonte: http://www.educacao.sp.gov.br

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Enade 2010 vai avaliar 4.500 cursos superiores

Clipping Educacional - da Agência Brasil
Cerca de 4.500 cursos de graduação serão avaliados na edição 2010 do Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes). Participarão 450 mil universitários de 14 áreas, além de estudantes de cursos de tecnologia em agroindústria, agronegócios, gestão hospitalar, gestão ambiental e radiologia. As provas serão aplicadas no dia 7 de novembro.
A cada ano, o Enade avalia um conjunto de cursos superiores --de instituições públicas e privadas-- de áreas específicas. Em 2010, participam os alunos das seguinte graduações: agronomia, biomedicina, educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina, medicina veterinária, nutrição, odontologia, serviço social, terapia ocupacional e zootecnia.
Participam do exame os estudantes ingressantes e concluintes desses cursos. São considerados ingressantes aqueles que concluíram entre 7% e 22% da carga horária mínima do currículo até 2 de agosto. Já os concluintes são aqueles que até essa mesma data cumpriram pelo menos 80% da carga horária ou tenham condições acadêmicas de conclusão em 2010.
No caso dos cursos tecnológicos, com duração mínima de 2.000 horas, é considerado ingressante quem concluiu entre 7% e 25% e os são concluintes aqueles que cumpriram 75% do currículo do curso.
Até 2008, os participantes do Enade eram escolhidos por amostragem. No ano passado, o exame se tornou universal, ou seja, participam todos os estudantes ingressantes e concluintes das áreas avaliadas. Só estão dispensados do Enade 2010 aqueles que colarem grau até 31 de agosto ou que estiverem cursando atividades curriculares fora do Brasil na data de realização da prova.
fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Instrução Cenp, de 23-2-2010 - Turmas de Atividades Curriculares Desportivas

A Coordenadora da Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas, tendo em vista a Resolução SE Nº 14/2010, expede a presente Instrução, com as seguintes orientações:
I – Todos os professores que tiveram turmas de Atividades Curriculares Desportivas – ACD - atribuídas no processo inicial de atribuição de aulas, deverão apresentar à direção da unidade escolar até o dia 5/3/2010, um plano anual de trabalho para cada turma, com todos os itens previstos no parágrafo único do artigo 7º, da Resolução SE Nº 14/2010, inclusive o RA dos alunos participantes para subsidiar a secretaria da escola na digitação das turmas de ACD no Sistema de Cadastro de Alunos;
II – a unidade escolar deverá digitar as turmas de ACD atribuídas, no referido sistema, no Período determinado, conforme instruções a serem expedidas pelo CIE para o setor de planejamento da Diretoria Regional de Ensino;
III – a direção da unidade escolar deverá encaminhar à Diretoria de Ensino até 19/3/2010, cópia de todos os planos das turmas de ACD, juntamente com a cópia impressa de cada turma constante no cadastro de alunos;
IV – a unidade escolar deverá solicitar e manter em seus arquivos para eventuais consultas, declaração dos pais ou responsáveis, autorizando a participação dos alunos nos horários previstos para as aulas de ACD do ano em curso e nos jogos e competições da turma em outros locais;
V – Se houver reorganização bimestral dos alunos da turma de ACD, (§ 2º do artigo 2º da referida Resolução) a direção da unidade escolar deverá comunicar a mudança à Diretoria de Ensino, por meio de ofício, enviando em anexo, cópia da nova lista de participantes, conforme atualização realizada no Sistema de Cadastro de Alunos;
VI – para homologação de novas turmas de ACD da categoria pré-mirim exclusivas do ciclo I do Ensino Fundamental (§ 5º do artigo 5º), a direção da unidade escolar deverá levar em conta as características de desenvolvimento motor pertinentes às devidas modalidades e a idade a seguir indicada:
Ginástica Geral, Ginástica Artística e Ginástica Rítmica Desportiva – idade mínima de sete (7) anos completos no ano;
Xadrez – idade mínima de oito (8) anos completos no ano;
Atletismo e Tênis de Mesa – idade mínima de nove (9) anos completos no ano
VII - o número de alunos do ciclo I do Ensino Fundamental que fizerem parte de turmas de outras categorias e modalidades organizadas para alunos do ciclo II não deverá ultrapassar a metade do total de participantes dessas turmas (§ 6º do artigo 5º).
Fonte: http://www.imesp.com.br

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Ministério da Educação oferece cursos de formação continuada para professores

Amanda Cieglinski
Clipping Educacional - Da Agência Brasil
Em Brasília
Professores da rede pública interessados em participar dos cursos de formação continuada oferecidos pelo Ministério da Educação devem se inscrever até o próximo domingo (28) pela internet. Os cursos de curta duração são oferecidos em parceria com universidades públicas, escolas técnicas, estados e municípios. Estão abertas 354.952 vagas.
O processo todo é feito pela Plataforma Freire: http://freire.mec.gov.br. O professor faz sua pré-inscrição que deve ser confirmada pelas secretaria de educação - municipal ou estadual. Podem participar docentes que tenham formação específica para o magistério em nível médio (técnico ou normal) e aqueles com licenciatura ou formados em pedagogia.
Os cursos têm carga horária entre 40 e 300 horas e abrangem diversas áreas como educação em direitos humanos, diversidade, relações étnico-raciais e o uso do computador na escola. Mais informações no site do MEC (http://www.mec.gov.br) ou pelo telefone 0800 616161.
fone: http://educacao.uol.com.br

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Uso de meios digitais na educação pode melhorar aprendizagem

Clipping Educacional - Da USP
Blogs e aulas interativas incentivam participação dos alunos nas atividades escolares
A inclusão de recursos digitais em salas de aula ajuda a aumentar a comunicação entre estudantes e professores. Projetos desenvolvidos por meio de blogs e aulas interativas incentivam a maior participação dos alunos nas atividades escolares e proporcionam benefícios na aprendizagem. "Os alunos praticamente já nascem sabendo usar computadores e nada mais natural e importante do que os professores passarem a usar os recursos digitais para melhorar o aproveitamento da disciplina", afirma a professora Lina Maria Braga Mendes.
O pouco uso de meios digitais na educação foi um dos motivos que fizeram com que Lina iniciasse sua pesquisa de mestrado na Faculdade de Educação (FE) da USP, "Experiências de fronteira: os meios digitais em sala de aula", sob orientação da professora Mary Julia Martins Dietzsch. "A utilização de mídias digitais poderia começar a partir do primeiro ano do ensino fundamental. Desde muito cedo as crianças têm contato com computadores em casa", ressalta a pesquisadora.
As experiências começaram por meio da implementação de blogs em projetos desenvolvidos com turmas de ensino fundamental de um colégio particular de São Paulo. "Há vários tipos de trabalho que o professor pode desenvolver com blogs. Podemos criar um blog de disciplina, em que o professor e alguns alunos teriam acesso à edição. Há também o blog do professor, no qual só ele entra para publicar textos interessantes relacionados ao assunto da aula, além de manter contato com o aluno fora da sala, e ainda o blog de aluno, em que os estudantes publicam os trabalhos que realizam e o professor entra com comentários", explica Lina.
Entre os principais benefícios dos meios digitais nas escolas estão o aumento do diálogo entre professores e alunos e a ampliação do espaço da sala de aula, já que o contato passa a ser também fora do horário escolar. Além disso, os recursos disponíveis nos computadores e na internet fazem com que os estudantes tenham mais prazer em assistir às aulas e interajam de modo mais efetivo.
"Quando saímos da sala de aula, que muitas vezes conta apenas com o giz e a lousa, e vamos para o computador já temos inicialmente o recurso da imagem e do movimento. É possível usar vídeo, áudio, fotografia e outros recursos para mostrar mais detalhes e curiosidades sobre o assunto estudado. Isso faz com que os alunos prestem mais atenção nas aulas e saiam do espaço imaginário, intangível, representado por um mapa de um livro, e adentrem o espaço real, visível no Google Earth, por exemplo", explica a pesquisadora.

Barreira da linguagem
Apesar de os alunos terem crescido em frente aos computadores, Lina afirma que muitos têm dificuldades com a linguagem do mundo digital. "A experiência que tivemos com a leitura de adaptações literárias para a internet, por exemplo, foi um pouco complicada, pois os alunos - apesar de passarem horas a fio todos os dias na rede - não conhecem a linguagem do meio em que navegam e alguns acabaram não compreendendo sequer o enredo da obra", diz.
Um ponto positivo do uso de meios digitais nas salas de aulas é mostrar aos estudantes as diferenças existentes em cada uma das linguagens que utilizamos. Segundo a pesquisadora, "a linguagem de um livro impresso é diferente daquela usada em um vídeo, por exemplo. Do mesmo modo, não podemos confundir o que é feito para o meio digital com o que se destina à publicação em papel. Muitas pessoas afirmam categoricamente que a linguagem de internet, com suas abreviações e símbolos, atrapalha a escrita, mas é preciso perceber que ela é apenas uma outra linguagem, destinada, portanto, a outras situações de uso que não as que acontecem na sala de aula. O aluno deve entender isso e utilizá-la apenas naquele meio."
fonte: http://saopaulo.sp.gov.br

Pesquisa da USP mostra uso da linguagem coloquial e oral em redações escolares

Clipping Educacional - Da USP
Aluno deve utilizar diferentes tipos de linguagem conforme exigência da situação
A maioria de alunos dos ensinos fundamental e médio utiliza, em seus textos escritos, marcas de linguagem oral e coloquial, como gírias e expressões do cotidiano. Na avaliação da professora de português e pesquisadora Karin Elisabeth Földes de Araujo, é preciso uma mudança no modo de ver o "certo" e o "errado" na língua, e tentar corrigir o "erro do aluno". "É importante que os alunos saibam que a língua é social e, por isso, existe o coloquial e o culto. É preciso saber os dois modos para aplicá-los nas diferentes situações na vida", explica. Karin analisou o tema em sua dissertação de mestrado apresentada em setembro de 2009 na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP).
A professora afirma que a língua oral é, basicamente, diferente da escrita por ser mais dinâmica. "Quando se escreve, há tempo de pensar, voltar, apagar o que foi escrito. Na língua oral isso não existe, ela é rápida. Uma vez falado, não há como apagar ou repensar o que foi dito", explica. "Além disso, na escrita é necessário o uso do padrão ortográfico da língua."
Karin pesquisou em sua dissertação, as marcas de oralidade em redações de alunos, de 13 a 15 anos, de uma escola pública em Campinas. O interesse pelo assunto surgiu a partir de correções das próprias redações desses alunos - ela é professora de Língua Portuguesa desse grupo.
O estudo verificou a forma como os alunos utilizam essa oralidade em seus textos escolares, e o que eles sabem sobre a diferença entre oralidade e escrita e entre as linguagens coloquial e culta.
Foram avaliadas redações dissertativas de alunos da sexta, sétima e oitava séries do Ensino Fundamental e do primeiro ano do Ensino Médio. Foram pesquisadas dez redações de cada série, totalizando 40 textos. O tipo de dissertação analisada foi o texto opinativo, com o tema livre. "Para a sexta série foi explicado o que era um texto opinativo, já que é só a partir da sétima e da oitava série que esse tipo de texto começa a ser ensinado na escola", esclarece Karin.
A pesquisa abordou aspectos gramaticais como ortografia, pontuação, coesão e coerência, entre outros itens, conforme o que autores renomados dizem sobre o assunto. Foram utilizados como parâmetros de análise as séries e os números de erros gramaticais (fora da norma padrão) encontrados nas redações. "Ao estudar as redações levei em conta a idade e a série do aluno. Eu esperava mais erros numa sexta série do que numa primeira do ensino médio, devido ao nível de escolarização".
Os resultados mostraram que a maioria dos alunos utiliza sua linguagem oral e coloquial cotidiana em textos escolares de opinião. Quanto maior a idade e a série, menor era o uso da oralidade e da língua na forma coloquial na estrutura do texto. "Muitos alunos usam gírias ou expressões do cotidiano deles. Também há palavras que são escritas da mesma forma que se fala, como, por exemplo, 'corrê' ao invés de 'correr'; ou como eles ouvem em casa, por exemplo, 'soar' ao invés de 'suar'", ilustra a professora.

O ensino da língua no Brasil
Karin explica que esse resultado, talvez, signifique que o ensino de língua portuguesa ainda esteja voltado mais para a gramática e menos para a oralidade e para o cotidiano do aluno. Em contraponto, ela diz que o material didático produzido hoje já está começando a trazer aspectos sociolinguísticos da língua como as diferenças entre formal e coloquial, fala e escrita, dialetos, etc.
"Muito do ensino tradicional ainda está enraizado, pois, muitos professores ainda ensinam a língua de uma forma solta, fazendo os alunos decorarem os verbos, por exemplo, mas não mostrando como isso é aplicado ao cotidiano deles", explica a professora. "Além disso, não lhes é explicado que existem diferenças entre a norma padrão e a norma coloquial, e que eles estão na escola para aprender a norma padrão".
Para Karin, o estudo mostra que não há um modo errado de falar, e sim variedades no modo de falar, e que, para cada situação da vida, a pessoa vai usar a variação adequada. "Ao falar com os amigos é natural que se use o modo coloquial, mas ao passar por uma entrevista de emprego é necessário que se use a linguagem formal. Por isso, é preciso que os estudantes aprendam a norma padrão sem misturá-la com a coloquial, que eles conhecem desde que aprenderam a falar", finaliza a professora.
fonte: http://saopaulo.sp.gov.br

Rede social de aprendizado de idiomas atinge 5 milhões de usuários

MAURÍCIO KANNO
Clipping Educacional - colaboração para a Folha Online
A rede social Livemocha anunciou nesta quinta-feira (18) à noite que atingiu 5 milhões de usuários.
O site oferece 35 cursos de idiomas para um aprendizado com apoio dos demais usuários.
Dentre esses, estão tanto os europeus, mais tradicionais para os brasileiros, como inglês, espanhol, italiano e francês; como também diversos asiáticos, como japonês, chinês, farsi, hindi, urdu e russo.
Até mesmo árabe, uma das línguas mais faladas na África, pode-se aprender por essa rede social.
No Livemocha, cursos gratuitos divididos em módulos com nível crescente de dificuldade estão disponíveis ao usuário.
Eles envolvem o treinamento na escrita, leitura, audição e fala --o que exige o uso de microfone e fone de ouvido para as duas últimas habilidades.
Colaboração no idioma nativo
Para cada módulo de curso, há séries de exercícios correspondentes, onde está a maior graça do site.
Porque com eles, o usuário-estudante publica seus textos e grava suas falas, que serão corrigidos pela boa vontade dos outros usuários --nativos ou fluentes na língua estudada--, que são em geral realmente bem participativos.
Assim, espera-se que cada um também colabore corrigindo e tirando dúvidas dos outros usuários. Por exemplo, o básico seria que brasileiros ajudassem os que estudam português do Brasil (também há o de Portugal).
O esquema de pontuação por cada tipo de ação é um estimulante, que faz a participação se tornar até lúdica.
O ponto fraco do site é a gramática: neste ponto, é necessário complementar o aprendizado com outras fontes. O Livemocha se concentra mesmo em vocabulário e construções de frases.
Uma boa forma de complementar, com lições sobre gramática e alfabetos, é com o site italki, por exemplo.
Recentemente, o Livemocha também lançou um aplicativo ligado ao Facebook, a maior rede social, para compartilhar conteúdos entre as duas redes.
fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Governo importa método cubano de alfabetização

ANGELA PINHO
Clipping Educacional - da Folha de S.Paulo, em Brasília
Após anos de resultados tímidos no combate ao analfabetismo, o governo Lula resolveu importar de Cuba uma tentativa de atacar o problema. Há dois meses, o governo federal utiliza um método importado da ilha caribenha para ensinar pescadores a ler e escrever.
O programa --chamado Sim, eu posso, ou Yo, sí puedo, no original-- promete alfabetizar uma pessoa após 65 aulas em vídeo, um tempo recorde para cursos do tipo, que costumam durar de seis a oito meses.
Para implantar o método, técnicos cubanos foram enviados aos cinco Estados onde o projeto está sendo implementado pelo Ministério da Pesca e Aquicultura.
O governo de Raúl Castro cedeu os filmes e enviou os consultores. O Brasil paga as despesas deles no país.
Para Maria Luiza Gonçalves Ramos, que coordena o programa, a principal vantagem do Sim, eu posso é que ele se adequa ao tempo dos pescadores: como eles passam longos períodos no mar ou no rio, tendem a abandonar cursos de alfabetização mais extensos.
Já o Sim, eu posso pode ser encaixado no período de defeso, em que a pesca é proibida e que dura em média três meses. Depois, são feitos "círculos de cultura", com objetivo de consolidar o aprendizado.
Trazido ao Brasil em 2005, em um projeto-piloto do Ministério da Educação no Piauí que acabou não tendo seguimento, o Sim, eu posso também é utilizado pelo MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) e será aplicado neste ano em Fortaleza e João Pessoa.

Vantagens
Para a coordenadora de educação do movimento, Maria Cristina Vargas, uma das principais vantagens do método é que ele possibilita que lugares com pouca estrutura, ou com educadores menos qualificados, tenham acesso às mesmas condições de locais mais favorecidos, uma vez que a aula acontece pelo vídeo.
Por outro lado, críticos apontam que o método não vai muito além da decodificação do alfabeto. Antonio Ferreira Sobrinho, professor da UFPI (Universidade Federal do Piauí) que acompanhou o projeto-piloto no Piauí, avalia que o método tira o aluno do estágio mais primário do analfabetismo, mas, diferentemente de outros programas, não enfatiza leitura e interpretação de textos. Esse, segundo ele, foi um dos motivos para o projeto não continuar no Estado --além do custo de aparelhos de TV e DVD.
Timothy Ireland, especialista em educação da Unesco (ligada à ONU) e à frente do departamento de Educação de Jovens e Adultos do MEC na época, também diz que não adianta os alunos aprenderem rápido com o Sim, eu posso se não continuarem estudando depois -com o tempo, esquecem o que aprenderam.
De acordo com ele, a avaliação da aplicação do método no Piauí indicou que a eficácia da iniciativa estava mais ligada ao fato de os alfabetizadores terem tido treinamento prévio e acompanhamento ao longo do programa do que ao método em si. Cerca de 80% dos que participaram dos cursos foram considerados alfabetizados.
Embora venha ganhando espaço no país nos últimos anos, o Sim, eu posso é ainda minoritário entre os métodos de alfabetização usados no Brasil e tem uma abrangência pequena.

Secretaria abrirá seleção para agente escolar

Talita Fusco/SP
Clipping Educacional -Educação/SP
Após publicar o edital para 10.083 vagas de professor de educação básica II, a Secretaria de Estado da Educação de São Paulo (SEE/SP) já se prepara para lançar uma nova seleção. Desta vez, serão oferecidas 5.045 oportunidades para o cargo de agente de serviços escolares.
Segundo a autorização do governador José Serra, publicada no Diário Oficial de São Paulo no dia 12 de fevereiro, a contratação será temporária e terá duração máxima de 12 meses.
De acordo com o edital do concurso anterior, cabe ao agente de serviços escolares realizar tarefas relacionadas à limpeza, manutenção e conservação da escola, assim como ao controle e preparo da merenda escolar.
Última seleção – No início de 2008, a Secretaria de Educação abriu concurso para vagas de agente de serviços escolares e agente de organização escolar. Esta seleção também era de caráter temporário e previa um contrato de trabalho de 12 meses.
Para concorrer às chances de agente de serviços escolares, era necessário ter concluído, no mínimo, o ensino fundamental ciclo I (4ª série). O salário oferecido correspondia a R$ 602,03 para uma jornada de trabalho de 40h semanais.
Os interessados puderam se inscrever no próprio site da secretaria e pagaram taxa de inscrição no valor de R$ 8,18. No momento da inscrição, era preciso optar pela diretoria regional de ensino da preferência do candidato.
A prova objetiva foi composta por questões de português, matemática e conhecimentos gerais (história e geografia do Brasil). Houve ainda análise de títulos. O órgão aprovou 6.564 aprovados para escolha de vagas.
fonte:http://jcconcursos.uol.com.br

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Deliberação CEE Nº 95/2010 - Estabelece normas para certificação de alunos de Ensino Médio através do ENCCEJA/ENEM-2009

Estabelece normas para certificação de alunos de Ensino Médio através do ENCCEJA/ENEM-2009
O Conselho Estadual de Educação, no uso de suas atribuições e com fundamento nos artigos 10 e 38 da Lei Nº 9.394/1996,
DELIBERA:
Art. 1º Os alunos que realizaram o Exame Nacional do Ensino Médio/2009, no Estado de São Paulo, e que preencham os requisitos abaixo enunciados, são considerados concluintes do Ensino Médio e, portanto, aptos à matrícula no Ensino Superior:
I - ter 18 (dezoito) anos completos até a data de realização da primeira prova do ENEM;
II - ter atingido o mínimo de 400 pontos em cada uma das áreas de conhecimento do ENEM;
III - ter atingido o mínimo de 500 pontos na redação.
Art. 2º As Instituições de Ensino Superior poderão considerar, para fins de matrícula, o “boletim eletrônico de notas individuais” do aluno, fornecido pelo MEC/INEP, como comprovante do atendimento dos requisitos exigidos nos incisos II e III do artigo anterior.
§ 1º - A documentação indicada no Caput será substituída pelo Certificado de Conclusão expedido pelo órgão próprio da Secretaria de Estado da Educação.
§ 2º - A documentação referida no parágrafo anterior será expedida após o envio regular dos dados pelo Ministério da Educação e estará disponível aos interessados no prazo máximo de 60 (sessenta) dias a contar da publicação da presente Deliberação.
Art. 3º Esta Deliberação entra em vigor na data de sua homologação e publicação, revogadas as disposições em contrário.
PROTOCOLO SEE N.º: 478/0001/2010
INTERESSADA: Secretaria de Estado da Educação
ASSUNTO: Normas para certificação de alunos do Ensino Médio, Através do ENCCEJA/ENEM-2009
RELATOR: Conselheiro Arthur Fonseca Filho
INDICAÇÃO CEE N.º 96/2010 Aprovada em 19/02/2010
1. RELATÓRIO
1.1. O Senhor Secretário de Estado da Educação encaminha Ofício datado de 19/02/2010, cuja essência a seguir se transcreve:
“Como é de seu conhecimento, a Secretaria de Estado da Educação de São Paulo aderiu ao ENCCEJA em 2008. com o apoio deste Conselho remodelou sua oferta de cursos para jovens e adultos no Estado de São Paulo, adequando-a aos pressupostos teóricos e metodológicos. Desde sua criação, o MEC por meio do INEP, realizava o exame e mandava a base de dados dos alunos (nome, dados pessoais e notas) para que as Secretarias Estaduais emitissem os certificados correspondentes.
Em meados do ano passado, o MEC aboliu o ENCCEJA original e descaracterizou o ENEM, passando a considerar o ENEM como equivalente ao ENCCEJA para efeito de certificação de nível médio de ensino.
‘Diante do expressivo número de jovens paulistas que realizaram o exame com inscrições diretas junto ao INEP/MEC, a Secretaria do Estado de São Paulo está solicitando ao MEC, desde o dia 6 de Janeiro último, a base de dados para poder emitir os certificados dos interessados. Apenas na 6ª feira passada (dia 12/02) foi publicada portaria do MEC no D.O.U. - depois de muitas reclamações de todos os estados - informando que os alunos interessados deveriam entrar diretamente no site do INEP/MEC para solicitar os certificados.
‘Não obstante as explicações diretas do Senhor Ministro da Educação a este Secretário, no dia de ontem, resta nossa responsabilidade com o destino de milhares de jovens paulistas que dependem desta certificação para consolidação de seus projetos de vida.
‘Diante desses fatos, recorro a Vossa Senhoria com o objetivo de solicitar seu apoio e do egrégio Conselho para a implementação de medidas emergenciais que possam efetivar uma ação positiva do Governo do Estado de São Paulo a favor dos que realizaram o ENEM, em 2009, buscando também a certificação do ensino médio.
‘A título de sugestão, indago se o Conselho poderia autorizar imediatamente a matricula dos jovens paulistas nas instituições de ensino superior. Isto seria feito mediante cópia do boletim eletrônico de notas individuais, com resultados superiores a 400 pontos nas quatro áreas avaliadas, 500 na redação e comprovante de idade mínima de 18 anos. A Secretaria comprometer-se-ia a emitir os certificados definitivos em 60 dias após o recebimento do banco de resultados”.
1.2. O tema relativo à certificação para o Ensino Médio, decorrente da utilização do resultado do ENEM, como substituto do “Exame Nacional de Certificação de Competências de Jovens e Adultos” (ENCCEJA), foi abruptamente divulgado pelo Ministério da Educação através do site do INEP. Através da Portaria Normativa Nº 04/2010 (publicada no DO de 12/02/2010), o Ministério da Educação retoma o assunto e define em seu Art. 2º os seguintes requisitos para obtenção do certificado:
“I - ter 18 (dezoito) anos completos até a data de realização da primeira prova do ENEM;
II - ter atingido o mínimo de 400 pontos em cada uma das áreas de conhecimento do ENEM;
III - ter atingido o mínimo de 500 pontos na redação”.
1.3. Evidentemente o assunto merece, no mérito, discussão mais apurada, não só quanto aos critérios para definição de desempenho mínimo, mas também, quanto à idade mínima considerada para estes fins. Apenas as razões de interesse dos alunos envolvidos na questão, podem justificar uma solução excepcional e emergencial especialmente por conta do atraso no processo de matrículas no Ensino Superior.
2. CONCLUSÃO
Assim, e no uso das competências definidas nos Arts 10 e 38 da Lei Federal Nº 9.394/1996, propõe-se a aprovação do anexo Projeto de Deliberação.
Fonte: HTTP://www.imesp.com.br

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Estudantes devem pedir certificado de conclusão do ensino médio até 31 de março

Clipping Educacional - da Agência Brasil, em Brasília
Os estudantes que fizeram as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em 2009, para ter direito a um certificado de conclusão do ensino médio, têm até o dia 31 de março para requerer o documento. O pedido deve ser feito na página do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) na internet.
O novo Enem substituiu o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) e agora é a ferramenta para certificar o conhecimento de jovens e adultos que não tiveram acesso ou não completaram os estudos de ensino regular na idade adequada.
Para obter o certificado, o estudante deve ter 18 anos ou mais na data da realização do Enem, e ter atingido pelo menos 400 pontos em cada uma das áreas de conhecimento testadas na prova, além da nota mínima de 500 na redação.
De acordo com o Inep, a emissão dos certificados caberá às secretarias estaduais e municipais de Educação, que definirão os procedimentos para a certificação, com base nas notas do Enem.
Os institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia também podem emitir os certificados, desde que façam uma avaliação adicional de língua estrangeira, ou expedir uma declaração de proficiência de acordo com o desempenho do interessado. As instituições terão acesso às notas e aos dados cadastrais dos estudantes interessados por meio da internet.
fonte: http://www.agora.uol.com.br

Servidor com jornada de 40 horas poderá receber piso de R$ 590

Amanda Mont'Alvão Veloso
Clipping Educacional - do Agora
Os servidores estaduais da área administrativa poderão ter piso salarial de R$ 590, de acordo com o projeto de lei encaminhado pelo governo do Estado à Assembleia Legislativa.
Se aprovado, o piso, que é de R$ 510, será reajustado em 15,7%. O último reajuste foi em 2005 --o piso subiu de R$ 400 para R$ 510, segundo a Secretaria de Estado da Gestão Pública.
Os novos valores beneficiarão 25 mil servidores (cerca de 12 mil são ativos e 13 mil são aposentados ou pensionistas).
fonte: http://www.agora.uol.com.br

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Certificação do Enem deve ser solicitada até 31 de março

Clipping Educacional - A TARDE On Line
Estudantes que realizaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2009 e desejam obter o certificado de conclusão do ensino médio devem solicitar o documento até 31 de março no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - Inep (acesse aqui).
Na página eletrônica, o candidato deve fornecer os números de inscrição e senha do Enem, para então preencher o formulário. O mesmo deve ser feito pelos interessados em declaração de proficiência em uma ou mais das matérias avaliadas pelo exame.
Terão direito ao certificado de conclusão os estudantes com 18 anos ou mais na data da realização do Enem e que tiverem o mínimo de 400 pontos em cada uma das áreas de conhecimento e o mínimo de 500 na redação. Já para a área de linguagens, códigos e suas tecnologias, o candidato precisa ter o mínimo de 400 pontos na prova objetiva, além do mínimo de 500 na redação.
A responsabilidade pela emissão dos certificados será das secretarias estaduais e municipais de educação. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), cada uma delas poderá definir procedimentos que julgarem convenientes para a certificação, com base nas notas do Enem.
Também podem emitir os certificados os institutos federais de educação, ciência e tecnologia, desde que façam uma avaliação adicional de língua estrangeira.
Fonte: http://www.atarde.com.br

Uso de meios digitais na educação pode melhorar aprendizagem

Clipping Educacional - Da USP
Blogs e aulas interativas incentivam participação dos alunos nas atividades escolares
A inclusão de recursos digitais em salas de aula ajuda a aumentar a comunicação entre estudantes e professores. Projetos desenvolvidos por meio de blogs e aulas interativas incentivam a maior participação dos alunos nas atividades escolares e proporcionam benefícios na aprendizagem. "Os alunos praticamente já nascem sabendo usar computadores e nada mais natural e importante do que os professores passarem a usar os recursos digitais para melhorar o aproveitamento da disciplina", afirma a professora Lina Maria Braga Mendes.
O pouco uso de meios digitais na educação foi um dos motivos que fizeram com que Lina iniciasse sua pesquisa de mestrado na Faculdade de Educação (FE) da USP, "Experiências de fronteira: os meios digitais em sala de aula", sob orientação da professora Mary Julia Martins Dietzsch. "A utilização de mídias digitais poderia começar a partir do primeiro ano do ensino fundamental. Desde muito cedo as crianças têm contato com computadores em casa", ressalta a pesquisadora.
As experiências começaram por meio da implementação de blogs em projetos desenvolvidos com turmas de ensino fundamental de um colégio particular de São Paulo. "Há vários tipos de trabalho que o professor pode desenvolver com blogs. Podemos criar um blog de disciplina, em que o professor e alguns alunos teriam acesso à edição. Há também o blog do professor, no qual só ele entra para publicar textos interessantes relacionados ao assunto da aula, além de manter contato com o aluno fora da sala, e ainda o blog de aluno, em que os estudantes publicam os trabalhos que realizam e o professor entra com comentários", explica Lina.
Entre os principais benefícios dos meios digitais nas escolas estão o aumento do diálogo entre professores e alunos e a ampliação do espaço da sala de aula, já que o contato passa a ser também fora do horário escolar. Além disso, os recursos disponíveis nos computadores e na internet fazem com que os estudantes tenham mais prazer em assistir às aulas e interajam de modo mais efetivo.
"Quando saímos da sala de aula, que muitas vezes conta apenas com o giz e a lousa, e vamos para o computador já temos inicialmente o recurso da imagem e do movimento. É possível usar vídeo, áudio, fotografia e outros recursos para mostrar mais detalhes e curiosidades sobre o assunto estudado. Isso faz com que os alunos prestem mais atenção nas aulas e saiam do espaço imaginário, intangível, representado por um mapa de um livro, e adentrem o espaço real, visível no Google Earth, por exemplo", explica a pesquisadora.

Barreira da linguagem
Apesar de os alunos terem crescido em frente aos computadores, Lina afirma que muitos têm dificuldades com a linguagem do mundo digital. "A experiência que tivemos com a leitura de adaptações literárias para a internet, por exemplo, foi um pouco complicada, pois os alunos - apesar de passarem horas a fio todos os dias na rede - não conhecem a linguagem do meio em que navegam e alguns acabaram não compreendendo sequer o enredo da obra", diz.
Um ponto positivo do uso de meios digitais nas salas de aulas é mostrar aos estudantes as diferenças existentes em cada uma das linguagens que utilizamos. Segundo a pesquisadora, "a linguagem de um livro impresso é diferente daquela usada em um vídeo, por exemplo. Do mesmo modo, não podemos confundir o que é feito para o meio digital com o que se destina à publicação em papel. Muitas pessoas afirmam categoricamente que a linguagem de internet, com suas abreviações e símbolos, atrapalha a escrita, mas é preciso perceber que ela é apenas uma outra linguagem, destinada, portanto, a outras situações de uso que não as que acontecem na sala de aula. O aluno deve entender isso e utilizá-la apenas naquele meio."
Fonte: http://saopaulo.sp.gov.br/

Resolução SE 21, de 17-2-2010 - Dispõe sobre o exercício de docentes em Oficinas Pedagógicas e em posto de trabalho de Professor Coordenador

Dispõe sobre o exercício de docentes em Oficinas Pedagógicas e em posto de trabalho de Professor Coordenador, e dá providências correlatas
O Secretário da Educação, à vista do que lhe representou o Dirigente do Departamento de Recursos Humanos e considerando a necessidade de estabelecer diretrizes para o cumprimento do disposto na Lei Complementar 1.093, de 16-07-2009,
Resolve:
Artigo 1º - Os docentes temporários que não obtiveram os índices mínimos de aprovação fixados no processo de avaliação previsto no artigo 2º da Resolução SE 91, de 8 de dezembro de 2009, não poderão ser designados para exercício nas Oficinas
Pedagógicas das Diretorias de Ensino ou no posto de trabalho de Professor Coordenador.
Artigo 2º - para os docentes abrangidos pelo disposto no § 2º do artigo 2º da Lei Complementar 1.010, de 1º de junho de 2007, o aproveitamento de, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) na prova objetiva do concurso público de provas e títulos a ser realizado pela Secretaria de Estado da Educação em 2010 ou na prova de promoção de que trata a Lei Complementar 1.097, de 27-10-2009, poderá ser considerado como de participação e aprovação na prova do processo seletivo de que trata o artigo 1º desta resolução.
Artigo 3º - Os docentes que se encontram designados nas Oficinas Pedagógicas das Diretorias de Ensino ou no posto de trabalho de Professor Coordenador e que não alcançarem os índices de pontuação fixados no artigo 2º da Resolução SE 91/2009, poderão permanecer designados até a divulgação dos resultados dos eventos citados no artigo anterior.
Parágrafo único - Imediatamente após a divulgação dos resultados, deverão ser cessadas as designações dos docentes que não lograram aprovação em qualquer uma das provas mencionadas nesta resolução.
Artigo 4º - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário.
Fonte: http://diariooficial.imprensaoficial.com.br

Portaria DRHU - 12, de 17-2-2010 - Estabelece cronograma e diretrizes para cadastramento

Estabelece cronograma e diretrizes para cadastramento e dá providências correlatas
O Diretor do Departamento de Recursos Humanos, tendo em vista a necessidade de estabelecer diretrizes, datas e prazos para o desenvolvimento do processo de atribuição de classes e aulas de 2010, em todas as suas etapas, dando continuidade ao cronograma estabelecido na Portaria DRHU 06/2010, Portaria DRHU 9/2010 e na Portaria 10/10, expede a presente Portaria.
Artigo 1º - Encerrada a atribuição do processo inicial, em suas três etapas (preliminar, intermediária e complementar), haverá cadastramento de docentes e candidatos à contratação, em nível de Diretoria de Ensino, no período de 18 a 22-02-2010.
§ 1º - a classificação dos cadastrados obedecerá aos mesmos critérios e disposições estabelecidos para a classificação dos inscritos no processo inicial e observará o seguinte cronograma:
I - dia 23-02-2010 - divulgação da classificação do cadastramento;
II - dias 24 e 25-02-2010 -prazo para interposição de recursos;
III - dias 25 e 26-02-2010 - prazo para digitação dos recursos

IV - dia 1-03-2010 - divulgação da classificação, após as decisões dos recursos.
§ 2º - o Dirigente Regional de Ensino, com base nas necessidades peculiares das escolas de sua jurisdição, estabelecerá a data em que deverá ocorrer a primeira atribuição geral, póscadastramento, que não poderá ultrapassar o dia 5-03-2010.
Artigo 2º - Encerrado o período oficial de cadastramento e após as devidas digitações, o Departamento de Recursos Humanos fará publicar em D.O. A classificação dos ocupantes de função-atividade/candidatos à contratação devidamente cadastrados, por Diretoria de Ensino e em listagens discriminadas de acordo com as respectivas habilitações/qualificações docentes.
Parágrafo único - a Diretoria de Ensino, no caso de reabertura de período de cadastramento durante o ano, deverá publicar em D.O. A classificação dos novos cadastrados, de acordo com o disposto no § 6º do artigo 18 da Resolução SE 98/2009.
Artigo 3º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário.
Fonte: http://diariooficial.imprensaoficial.com.br

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Cai liminar sobre escolha de professor de São Paulo

FÁBIO TAKAHASHI/MÁRCIO PINHO
Clipping Educacional - da Folha de S.Paulo
O governo de SP conseguiu ontem reverter decisão judicial referente ao processo de distribuição de aulas para professores temporários da rede. Terá prioridade agora quem alcançou nota melhor no exame aplicado no final do ano passado.
Decisão judicial provisória (liminar) até então previa preferência a temporários que já estavam no sistema, ainda que tivessem notas menores na avaliação, conforme a Folha informou na edição de ontem.
Quem está atrás na fila tem pouca opção para escolher sua escola e pode até ficar sem aula.
O impasse causou confusão e protestos de docentes em postos onde era feita a atribuição de aulas. No Campo Belo (zona sul), a distribuição foi suspensa ontem e volta só na quarta. No Jardim Mutinga (zona norte), o processo avançaria na madrugada de hoje.
Esta é a etapa final de distribuição de aulas. O processo principal acabou ontem, mas pode haver ajustes na semana que vem. Entre 20 e 25 mil temporários (sem estabilidade ou novatos, que suprem o deficit de concursados) estão sendo selecionados. A rede possui cerca de 200 mil professores.
A gestão Serra (PSDB) diz que o início do ano letivo se mantém para a próxima quinta.
O governo dizia que haveria atraso se não conseguisse reverter a decisão judicial, pois o processo começou com a lógica de privilegiar as notas (a atribuição se iniciou na segunda, e a liminar foi concedida na terça).
A primeira decisão judicial, de primeira instância, foi concedida a pedido da Apeoesp (sindicato dos professores).
A entidade, ligada à CUT e ao PT, defende que os professores que já estavam na rede deveriam ter preferência, devido à experiência no magistério.
Alegou ainda que a prova priorizou a parte teórica, o que beneficiou recém-formados e prejudicou quem já trabalhava e não teve tempo para estudar.
Já o governo Serra, que recorreu ao Tribunal de Justiça, afirma que os docentes mais bem avaliados no exame devem ter preferência, independentemente se estavam na rede.
A Secretaria de Educação disse que o tempo na rede rendeu até 20% de bônus ao docente.

Dúvida legal
Além de divergência com relação à prioridade de escolha das aulas, a Apeoesp criticou a instrução dada anteontem pelo secretário da Educação, Paulo Renato Souza, aos dirigentes de ensino. Apesar de a liminar ainda estar em vigor, Paulo Renato disse por e-mail para que mantivessem a lógica inicial.
Para o sindicato, houve descumprimento legal. Já o governo diz que a instrução foi dada porque, no momento, não havia como mudar a atribuição da aulas, pois o sistema de informática ainda não havia gerado novas listas (que estariam em andamento). Além disso, contava com a queda da liminar.
"Ninguém pode trabalhar com o que a Justiça ainda vá decidir", diz o docente da USP de direito processual, José Rogério Cruz e Tucci. "Mas se a alegação do governo for verdadeira, é uma ponderação pertinente."
fonte: http://www1.folha.uol.com.br/

Volta às aulas do Estado de SP é no dia 18; Justiça derruba liminar que mudava distribuição de turma

Simone Harnik
Clipping Educacional - Em São Paulo
A volta às aulas para os 5 milhões de alunos da rede estadual de São Paulo está mantida para a próxima quinta-feira (18). Nesta sexta-feira (12), o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo suspendeu os efeitos de uma liminar que pedia mudanças na distribuição de turmas entre os professores temporários.
Se a liminar ficasse mantida, informou a Secretaria de Educação do Estado, o reinício das aulas poderia ser afetado.
A Justiça de São Paulo havia decidido, em favor da Apeoesp, o sindicato dos professores do Estado, que pedia prioridade na escolha das turmas para os docentes temporários com mais tempo de aulas na rede.
O juiz Luiz Fernando Vidal, da 3ª Vara da Fazenda Pública, decidiu no último dia 9 que os professores temporários mais experientes tinham direito a escolher as salas em que lecionariam antes dos mais novos, mesmo que tivessem obtido nota inferior em uma prova aplicada pelo Estado.
De acordo com a Secretaria, a prova foi implantada para selecionar os melhores professores para a rede. Fato que é contestado pela Apeoesp.
O UOL Educação procurou o sindicato para comentar a derrubada da liminar. Às 17h, a entidade informou que ainda estava tomando ciência do fato e que ia estudar as providências.
fonte: http://educacao.uol.com.br/

Temporário reprovado irá para as salas de leitura

Livia Wanchowiak Junqueira
Clipping Educacional - do Agora
Os professores efetivos e temporários da rede estadual podem se candidatar a vagas nas salas de leitura das escolas. Para isso, o candidato deve ser readaptado --professor que, tem problemas de saúde e não pode mais trabalhar em sala de aula. As regras foram publicadas ontem no "Diário Oficial" do Estado.
É preciso ter dois anos de experiência no magistério. Podem se candidatar professores do ensino infantil, fundamental e médio. Os temporários que têm estabilidade --contratados até junho de 2007-- e que não tiraram a nota mínima (cinco) no provão, feito dezembro de 2009, poderão concorrer depois que os efetivos já tiverem escolhido.
fonte: http://www.agora.uol.com.br/

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Resolução SE 19, de 12-2-2010 - Institui o Sistema de Proteção Escolar na rede estadual de ensino de São Paulo

Institui o Sistema de Proteção Escolar na rede estadual de ensino de São Paulo e dá providências correlatas
O Secretário da Educação, considerando que:
- o exercício do direito público subjetivo do aluno à educação deve-se efetivar em ambiente escolar democrático, tolerante, pacífico e seguro;
- é responsabilidade da Administração Pública zelar pela integridade física dos alunos e servidores nos estabelecimentos da rede estadual de ensino, assim como pela conservação e proteção do patrimônio escolar;
- as escolas devem promover modelos de convivência pacífica e democrática, assim como práticas efetivas de resolução de conflitos, com respeito à diversidade e ao pluralismo de idéias,
LEIA MAIS
FONTE: http://www.imprensaoficial.com.br

Governo volta a usar prova para temporários

Amanda Mont'Alvão Veloso e Folha de S.Paulo

Clipping Educacional - do Agora
A atribuição de aulas na rede estadual, que permite que o professor temporário escolha onde vai dar aulas, voltará a ser feita pela classificação dos temporários na prova realizada em dezembro de 2009.
A Secretaria de Estado da Educação derrubou ontem uma liminar (decisão provisória) da Justiça que modificava os critérios para o processo de atribuição e garantia prioridade para os temporários que já trabalham na rede, mas tiraram notas menores que os novos professores.
A liminar havia sido obtida pela Apeoesp (sindicato dos professores) e garantia prioridade aos temporários. A Apeoesp afirmou não ter sido informada oficialmente da suspensão da liminar e disse que aguardaria a notificação para se pronunciar.
fonte: http://www.agora.uol.com.br

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

E-mail de secretário diz para manter critério

Clipping Educacional - Da Educação
O secretário da Educação, Paulo Renato Souza, instruiu ontem os dirigentes de ensino a manterem a atribuição. O e-mail afirma: "Hoje [ontem] estaremos no tribunal e esperamos cassar a liminar. Assim sendo, a atribuição deve seguir normalmente segundo as instruções anteriores. Se realmente houver a manutenção da liminar, teremos de rever todo o processo, mas isso só seria feito na semana que vem, atrasando o ano letivo".

E-mail de secretário diz para manter critério
Para a Apeoesp (sindicato dos professores), ele instruiu a rede a não cumprir decisão. O secretário-adjunto da secretaria, Guilherme Bueno, negou que tenha havido instrução para descumprimento legal. Ele diz que não há como alterar a distribuição de aulas, pois o sistema ainda gera as novas listas de classificação. "A instrução foi: mantemos o sistema, porque a liminar pode ser cassada. Se não for, vamos cumprir. Mas, infelizmente, haverá atraso do ano letivo."
fonte: http://www.agora.uol.com.br/

Reajuste dos professores poderá ser pago em março

Clipping Educacional - Agora
O reajuste de 25% no salário-base dos integrantes do magistério estadual paulista poderá ser pago no pagamento de março. A expectativa é do secretário de Estado da Educação, Paulo Renato Souza, anunciada anteontem durante conversa pela internet organizada pelo governo. O aumento será retroativo a janeiro.
Neste ano, para receber o aumento, é necessário ter sido aprovado na prova realizada em janeiro e no início deste mês. A nota mínima exigida é seis pontos, de um total de dez.
fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

USP cria blogue sobre pernilongo

Claudeci Martins
Clipping Educacional - Da Agência Imprensa Oficial
Conhecido por incomodar as pessoas com o seu zumbido e picadas, o pernilongo chegou na internet. No blogue www.mosquitoculex.blogspot.com há imagens, informações básicas e pesquisas recentes sobre o mosquito Culex quinquefasciatus, seu nome científico. É possível descobrir seu ciclo de vida, as doenças transmitidas, onde é encontrado e as regiões de proliferação.
Pelo blogue, fica-se sabendo que o pernilongo é encontrado em todo o território brasileiro e tem preferência por aglomerações urbanas.
O novo endereço eletrônico foi criado pela bióloga Sirlei Antunes de Morais, especialista em Entomologia Médica e mestre em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP/USP) para
divulgar e compartilhar informações com o público leigo e com a comunidade científica sobre o mosquito urbano de áreas tropicais.
A bióloga desenvolve pesquisas no campo de genética populacional do pernilongo.
fonte: http://www.imesp.com.br

Credenciamento de Professor Coordenador

O Dirigente Regional de Ensino - Região de Piracicaba - torna público o edital do processo de credenciamento para os docentes interessados em exercer as atribuições de Professor Coordenador na Oficina Pedagógica e de Professor Coordenador de Ciclo I, Ciclo II e Ensino Médio, nas escolas jurisdicionadas às Diretorias do Pólo de Jundiaí, elencadas abaixo, nos termos da Res nº 88/2007; alterada pela Res SE n º 10/2008; Res SE nº 89/2007; Res SE nº 90/2007; Res SE nº 91/2007: Diretoria de Ensino – Região de Americana; Diretoria de Ensino - Região Bragança Paulista; Diretoria de Ensino – Região Campinas Leste; Diretoria de Ensino - Região Campinas Oeste; Diretoria de Ensino - Região Capivari; Diretoria de Ensino - Região Jundiaí; Diretoria de Ensino - Região Limeira; Diretoria de Ensino - Região Mogi Mirim; Diretoria de Ensino – Região Piracicaba; Diretoria de Ensino - Região São João da Boa Vista; Diretoria de Ensino - Região Sumaré.

I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES:
a) o presente edital estabelece os procedimentos para o credenciamento de docentes interessados em exercer as atribuições de Professor Coordenador de Oficina Pedagógica e de Professor Coordenador nas escolas jurisdicionadas às Diretorias de Ensino acima;
b) o presente credenciamento tem validade de três anos nos termos do § 2º do artigo 6º da Res. SE 88/07;
c) os candidatos já credenciados no processo seletivo de 2008 e 2009 não necessitam realizar nova prova, EXCETO se suas designações tiverem sido cessadas nos termos dos incisos I e III, alíneas “a” e “b” do artigo 8º da Res SE 88/07.

II - DOS REQUISITOS PARA A DESIGNAÇÃO DE PROFESSOR COORDENADOR:
a) ser portador de licenciatura plena;
b) contar com, no mínimo, três anos (1095 dias) de experiência como docente na rede estadual de ensino do Estado de São Paulo;
c) ser docente efetivo ou docente com vínculo garantido em Lei (Estável ou categoria F), com no mínimo 10 aulas atribuídas numa única escola, nos termos do artigo 4º da Resolução SE 88/2007, alterada pela Resolução SE 10/2008;
d) ser aprovado na prova de credenciamento ou ter sido aprovado na referida prova no ano de 2008 e 2009;
e) apresentar projeto de trabalho para o posto e participar de entrevista;
f) independente da prova de credenciamento ter sido realizada conjuntamente com outras Diretorias de Ensino, os docentes somente poderão ser designados em unidades escolares pertencentes à Diretoria onde se encontram credenciados.

III - DOS DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA A INSCRIÇÃO NESTE CREDENCIAMENTO:
a) RG original, ou documento oficial original com foto.
b) para inscrição por procuração apresentar procuração simples, especificando que o objeto é o credenciamento para professor coordenador na Diretoria de Ensino de interesse, dentre as constantes no presente edital.

IV - DO PERÍODO E DO LOCAL DA INSCRIÇÃO:
As inscrições acontecerão na sede da Diretoria de Ensino - Região de Piracicaba, localizada na Rua João Sampaio 666, Bairro São Dimas, Piracicaba, como segue:
Dias 01, 02, 03 e 04 de março de 2010, das 8:00 h às 12h30 h e das 13h30 às 16h30 h, no plantão da Supervisão de Ensino.

V - DA PROVA:
a) a prova será constituída por 30 (trinta) questões objetivas, cada uma com valor 0,333 ponto, sendo considerados credenciados os candidatos que perfizerem, no mínimo, 5 (cinco) pontos (acerto de 15 questões).
b) em hipótese alguma haverá substituição da folha de respostas por erro do candidato.
c) do resultado da prova não cabe revisão, nem recurso.
d) a prova será devolvida pelo candidato juntamente com a folha de respostas.

VI - DO DIA, LOCAL e HORÁRIO E CONDIÇÕES PARA REALIZAÇÃO DA PROVA:
a) a prova será realizada no dia 14 de março de 2010, nas dependências da E.E. Professor José de Mello Moraes, Av.São João, nº 564, B. São Judas Tadeu, Piracicaba.
b) a prova terá duração de três (3) horas, com início as nove (09) horas;
c) os portões serão abertos às 8h30 e fechados pontualmente às 9h, não sendo permitida a entrada de candidato retardatário sob qualquer alegação;
d) a saída da sala de prova será permitida somente depois de transcorrida uma (1) hora de prova;
e) nenhum candidato prestará prova em dia, horário e local diferente do determinado;
f) durante a prova está vetado o uso de aparelhos de comunicação como telefones celulares, palm-tops, tocadores de mp3, dentre outros, sob pena de eliminação do candidato do processo de credenciamento.
g) no dia da prova o candidato deverá comparecer portando o protocolo de inscrição, documento original de identidade com foto (RG ou Carteira Nacional de Habilitação) e caneta esferográfica azul ou preta.

VII - DO CRONOGRAMA:
O edital será publicado no Diário Oficial em 12/02/2010 com o seguinte cronograma:
a) inscrições - conforme item IV deste edital;
b) realização da prova - conforme item VI deste edital;
c) divulgação do gabarito - a partir de 16/03/2010, no endereço eletrônico http://189.19.12.86 e no Diário Oficial do dia 16/03/2010;
d) Publicação dos credenciados no Diário Oficial do dia 20/03/2010.
e) Divulgação dos postos de trabalho vagos, pelas respectivas Diretorias, a partir da publicação dos credenciados.

VIII - DO PROJETO DE TRABALHO E DA ENTREVISTA:
O Projeto de Trabalho a ser apresentado deverá explicitar os referenciais teóricos que fundamentam o exercício da função de Professor Coordenador e conter:
1 - Identificação completa do proponente incluindo descrição de sua trajetória escolar e de formação, bem como suas experiências profissionais;
2 - Justificativas e resultados esperados, incluindo diagnóstico fundamentado por meio dos resultados do SARESP ou outras avaliações externas, do segmento/nível no qual pretende atuar;
3 - Objetivos e descrição sintética das ações que pretende desenvolver;
4 - Proposta de avaliação e acompanhamento do projeto e as estratégias previstas para garantir o seu monitoramento e execução com eficácia.

IX - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS:
1- A partir do inicio das inscrições estarão vedadas novas designações para a função.

2- Os casos omissos ao disposto no presente edital serão analisados pela comissão responsável por este processo de credenciamento nas respectivas Diretorias de Ensino.

X - BIBLIOGRAFIA:
1 - Legislação Federal:
a) Lei Federal nº 8.069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente. Disponível em: www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8069.htm. Acesso em: 11/03/2009.
b) Lei Federal nº 9394/96 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/ldb.pdf . Acesso em: 11/03/2009.
2 - Legislação Estadual:
a) Resolução SE - 88, de 19-12-2007. Dispõe sobre a função gratificada de Professor Coordenador. Disponível em: www.doesp.net/estadual_resolução_se_88_2007.html . Acesso em: 11/03/2009.
b) Resolução SE - 89, de 19/12/2007. Dispõe sobre função gratificada de Professor Coordenador das quatro séries iniciais do ensino fundamental, em escolas da rede estadual de ensino. Disponível www.doesp.net/estadual_resolução_se_89_2007.html. Acesso em: 11/03/2009.
c) Resolução SE - 90, de 19/12/2007. Dispõe sobre função gratificada de Professor Coordenador nas Quatro Séries Finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio, em escolas da rede estadual de ensino. Disponível em: http://www.doesp.net/estadual_resolução_se_90_2007.html. Acesso em: 11/03/200.
d) Resolução SE - 91, de 19/12/2007. Dispõe sobre as Oficinas Pedagógicas no âmbito da Secretaria da Educação. Disponível em: www.doesp.net/estadual_resolução_se_91_2007 . Acesso em:11/03/2009.
e) Resolução SE - 10, de 31/01/2008. Altera a redação do artigo 4º da Res. SE nº 88/07. Disponível em: http://www.doesp.net/estadual_resolução_se_10_2008.html. Acesso em: 11/03/2009.
f) Resolução SE - 11, de 31/01/2008. Dispõe sobre a educação escolar de alunos com necessidades educacionais especiais nas escolas da rede estadual de ensino e dá providências correlatas. Disponível em: http://www.doesp.net/estadual_resolução_se_11_2008.html. Acesso em: 11/03/2009.
g) Resolução SE - 74, de 6/11/2008. Dispõe sobre o Programa de Qualidade da Escola - PQE e o Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo - IDESP.
Disponível em: http://www.doesp.net/estadual_resolução_se_74_2008.html . Acesso em: 11/03/2009.
h) Resolução SE – 92, de 08/12/2009. Dispõe sobre estudos de recuperação aos alunos do Ciclo I do Ensino Fundamental das escolas da rede pública. Disponível em: http:www.educação.sp.gov.br
i) Resolução SE – 93, de 08/12/2009. Dispõe sobre estudos de recuperação aos alunos do Ciclo II do Ensino Fundamental e Ensino Médio, das escolas da rede pública estadual. Disponível em: http:www.educação.sp.gov.br

3 - Publicações Institucionais:
a) O ensino da Língua Portuguesa nas séries iniciais – expectativas de aprendizagem. Disponível em: http://www.rededosaber.sp.gov.br/contents/SIGSCURSO/sigsc/upload/br/site_25/File/expectativas_portugues.pdf
b) O ensino da Matemática nas séries iniciais - expectativas de aprendizagem. Disponível em: http://www.rededosaber.sp.gov.brcontents/SIGSCURSO/sigsc/upload/br/site_25/File/expectativas_matematica.pdf. Acesso em: 11/03/2009.
c) Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o Ensino Fundamental - Ciclo II e Ensino Médio. Disponível em: http://www.rededosaber.sp.gov.br/contents/SIGSCURSO/
sigscFront/default.aspx?SITE_ID=25&SECAO_ID=595.

Acesso em: 11/03/2009.
d) Comunicado SE publicado em 21/12/1007. Orientações para Implantação do Programa Ler e Escrever.
e) São Paulo (Estado). Secretaria da Educação. Gestão do Currículo na escola. Caderno do Gestor. São Paulo – SE, 2008. Volumes 1, 2 e 3. Disponível em:
www.rededosaber.sp.gov.br/arquivoteca
f) São Paulo (Estado). Secretaria da Educação. Gestão do Currículo na escola. Caderno do Gestor. São Paulo - SE, 2009. Volumes 1, 2 e 3. Disponível em:
www.rededosaber.sp.gov.br/arquivoteca
g) São Paulo (Estado). Secretaria da Educação. Matrizes de Referência para avaliação: documento básico – Saresp São Paulo: SEE, 2009 p. 7 – 20. Disponível em:
http://saresp2009.edunet.sp.gov.br/pdf/Saresp2008 Matriz Reavaliação Doc Básico
Completo.pdf /
g) São Paulo (Estado) Secretaria da Educação. Programa de qualidade da escola: nota técnica. São Paulo: SE, 2009. Disponível em: