sábado, 30 de outubro de 2010

Estudante "multitarefa" exige um novo professor

SAMIA MAZZUCCO
Clipping Educacional - COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Currículo defasado e falha na capacitação são desafios na formação de docentes
Currículos acadêmicos desatualizados e falha nos programas de capacitação e de avaliação dos docentes.
São esses os desafios apontados pelos especialistas na qualificação de professores para trabalhar com as TICs (tecnologias da informação e comunicação) em sala de aula -do ensino infantil a universidades.
Segundo eles, a reforma dos currículos é uma das prioridades, porque é preciso formar um novo professor, para que a tecnologia seja um instrumento que atraia este novo aluno, cada vez mais "multitarefa".
Pesquisa da Fundação Victor Civita, em parceria com o Ibope e o Laboratório de Sistemas Integráveis da USP, mostrou que 70% dos entrevistados dizem estar pouco ou nada preparados para usar tecnologia na educação. A pesquisa, que ouviu 400 escolas públicas em 12 capitais brasileiras em 2009, também revelou que apenas 116 dessas instituições (29%) ofereceram cursos de capacitação para seus funcionários.
O bom uso das novas tecnologias auxilia professores na diversificação e no desenvolvimento das aulas, além de motivar os estudantes.

EFEITOS
É consenso entre os especialistas que ainda não é possível medir com precisão os efeitos do uso das novas tecnologias. O investimento recente em capacitação de docentes e a falta de mecanismos de avaliação são alguns dos motivos.
"Uma proposta é a autoavaliação, em que a escola reflita o uso pedagógico da tecnologia e gere relatórios para os gestores avaliarem os programas de formação", diz Maria Inês Bastos, consultora em novas tecnologias para educação da Unesco.
A única certeza é que o uso das tecnologias torna o aprendizado mais atraente.
Para Bastos, o modelo massificado de educação "está falindo ou já está falido". Por isso defende o uso da tecnologia como aliada do professor, que precisará saber estimular a criatividade e a troca de conteúdo entre os seus próprios alunos.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Aula tradicional é "viagem para ego do professor", diz pesquisador

LUCIANO GRÜDTNER BURATTO Clipping Educacional - COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
O nova-iorquino Fredric Michael Litto trabalha com ensino a distância desde 1957. Doutor em comunicações pela Universidade de Indiana, Litto trocou os EUA pelo Brasil após conhecer uma brasileira com quem posteriormente se casou.
Um dos maiores especialistas do assunto no Brasil, foi professor titular da ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo) de 1971 a 2003 e dirige desde 1995 a Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância).
É autor do recém-lançado "Aprendizagem a distância" (Imprensa Oficial, 2010) e coautor de "Educação a Distância - O Estado da Arte" (Prentice Hall, 2008), uma coletânea de estudos que recebeu o Prêmio Jabuti na categoria educação em 2009.
Em entrevista à Folha, Litto traça um perfil do aluno ideal para o ensino a distância e sugere como professores podem driblar as artimanhas da "geração Google".
Litto também critica o método tradicional de ensino presencial e discute o novo papel do professor no século 21. Leia a seguir trechos da entrevista.
Folha - Quais a principais diferenças entre um curso tradicional e um a distância?
Fredric Michael Litto - No ensino presencial tradicional, quem domina a comunicação é o professor. Ele é o dono da verdade. Trata-se de uma grande viagem para seu ego. O aluno acaba relegado a um papel passivo em sala de aula. Quando o curso é reformatado para a educação a distância, os papéis do professor e do aluno mudam. O professor não é mais o entregador do conhecimento, é seu arquiteto. Decide qual material é incluído e em que profundidade. O aluno é responsável por estudar a matéria antes das "aulas", que se transformam em momentos de discussão do material lido entre os alunos. É nesse momento que ocorre a aprendizagem.
Se o conteúdo das aulas está na internet e as "aulas" são discussões entre alunos, o que resta para o professor fazer?
O professor precisa em primeiro lugar organizar o material do curso. Essa organização começa meses antes do seu início e força o professor a criar uma estrutura de conteúdo clara e transparente. Outra função importante é auxiliar o aluno a filtrar informações. A multiplicação de fontes de informação na internet, algumas menos confiáveis ou mais enviesadas que outras, requer o trabalho de um guia experiente. E o novo professor deve acompanhar as conversas dos alunos durante as sessões de discussão e interferir quando eles chegarem a um impasse. Deve ajudá-los a interpretar os textos, a ler entre as linhas, algo que nenhuma tecnologia atual pode fazer.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/

Objetivo é unir ensino e diversão

LUCIANO GRÜDTNER BURATTO
Clipping Educacional - COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Novas ferramentas integram pedagogia e tecnologia, mas seu uso ainda não é acessível a todos
Estudantes do colégio Dante Alighieri, que usam laptop em aulas organizadas em pequenos grupos e dois professores
O burburinho domina a sala de aula. Em netbooks, alunos do primeiro ano do ensino fundamental comandam animais em uma floresta virtual e compartilham suas descobertas com colegas e com a professora.
Ao final da brincadeira, narram em redações as peripécias de seus bichos preferidos. Os textos, depois reunidos em um livro, serão lançados na escola, com direito a noite de autógrafos.
A atividade de redação em um colégio da capital paulista, descrita acima, ilustra como tecnologia e pedagogia podem ser integradas a fim de tornar o ensino mais efetivo e divertido.
Além de computador e internet, tecnologias mais recentes, como lousas digitais, estão mudando as feições da velha sala de aula, resquício da Revolução Industrial em um mundo pós-industrial.
Algumas instituições chegam a investir 4% de seu orçamento em tecnologia, valor repassado para os pais na cobrança da mensalidade.

DESAFIOS
Esses avanços impõem dois grandes desafios para a educação brasileira: a disseminação dessas tecnologias e a capacitação de professores para seu correto uso.
O caminho é longo, e novidades como votadores, mesas digitais, realidade aumentada e aulas em 3D ainda estão em grande parte restritas às instituições de ensino fundamental e médio da rede particular e às faculdades.
Segundo o último censo do Ministério da Educação, apenas 49% das escolas públicas de ensino fundamental possuem computadores e só 33% têm acesso à internet. No ensino médio a situação melhora: 97% têm micros e 89% estão conectadas.
O uso de computadores e de novos recursos não se traduz em melhoria automática na educação -e isso vale do ensino infantil à universidade, dizem especialistas.
É preciso ter um professor preparado para usar as novas ferramentas, que incluem sistemas integrados de informática, que unem aulas preparadas por todos os docentes, e até corretores automáticos de testes.
A Folha conversou com pesquisadores e produtores de tecnologia e consultou 32 instituições de ensino. O resultado é um panorama da tecnologia educacional no Brasil e como ela pode ser usada para atrair o "tecnoaluno" que está chegando às salas de aula.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/

Lousa e mesa ganham novo papel

Clipping Educacional - COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Objetos tradicionais aparecem em versões digitais e facilitam a interatividade na sala de aula
Os tradicionais giz e lousa estão dando lugar a versões eletrônicas. As novidades incluem lousa e mesa digitais e mouse remoto.
Em Taboão da Serra (Grande SP) todas as escolas municipais instalaram lousas digitais. No Miguel de Cervantes, no Morumbi, todas as salas possuem lousas eletrônicas e o giz foi aposentado de vez.
Sintomático do aquecimento do setor, a HetchTech, única fabricante nacional do equipamento, vendeu cerca de mil unidades em 2009 e espera dobrar esse número neste ano e em 2011.
Seu uso não é unanimidade porque alguns especialistas na área de tecnologia educacional afirmam que a lousa digital estimula o método tradicional de ensino, em que todos devem prestar atenção ao professor, apesar da maior interatividade.
Em sintonia com as novas tendências, o mouse remoto se mostra mais eficaz, pois facilita a locomoção do professor pela sala de aula. Moisés Zylberstain, coordenador de tecnologia educacional do colégio Santa Cruz, em Alto de Pinheiros, diz acreditar que o maior ganho já havia sido obtido com a dupla computador-projetor. "Isso obrigou os professores a planejar melhor as aulas e facilitou o uso de ferramentas multimídia."
Para Zylberstain, um sistema híbrido (uma metade da lousa convencional e a outra, digital) parece mais eficaz.
Já as mesas educacionais têm sofrido menos críticas. Ao unir elementos concretos e abstratos de forma lúdica, o método facilita o aprendizado no ensino fundamental.
Na escola estadual Aparecido Garcia, em Jundiaí, a mesa é usada em português e matemática. A escola, que tinha em 2003 um dos piores índices no Ideb, melhorou e se tornou referência.
"Não é a tecnologia, mas as novas pedagogias que vêm em sua esteira que melhoram o aprendizado", diz Betina von Staa, coordenadora de pesquisa em tecnologia educacional do Positivo, produtor das mesas.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Evolução da espécie

Clipping Educacional - COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
O contato com as novas tecnologias deve acontecer na idade correta

0-3 anos
Fase de formação motora e visual. Os objetos devem estimular os sentidos. Brinquedos coloridos, que emitam sons e que possam ser levados à boca, são os ideais. A criança pode usar o computador, mas sempre acompanhada por um adulto

Dica
Alguns vídeos e sites infantis estimulam a percepção visual e auditiva das crianças. Exposição excessiva a essas ferramentas pode interferir no desenvolvimento motor, da visão, da fala e da criatividade, já que a capacidade de abstração pode ser afetada

3-7 anos
Idade do faz-de-conta. Jogos que simulam esportes estimulam imaginação, criatividade e agilidade, mas é preciso cuidado com excessos. A partir dos cinco anos, "brincar" com máquina fotográfica ajuda na noção do real e do virtual e aguça a coordenação motora

Dica
É preferível que as crianças brinquem em computadores com um tamanho comum de tela, e não menores, como nos computadores de brinquedo que diminuem a imagem, em vez de ampliá-la -o que é mais indicado para o aprendizado

7-10 anos
Fase da formação de grupos. A noção de amizade se intensifica e é comum dormir na casa de colegas. Nessas ocasiões, a criança pode receber um celular emprestado, para contatar os pais. Não se recomenda ter celulares antes da adolescência

Dica
Até os dez anos está se concluindo o processo de alfabetização. É importante que a escrita manual seja preservada. Trocar a leitura feita em livros pela tela do computador e aparelhos como iPad exige cuidados para não prejudicar a visão

10-12 anos
Os pré-adolescentes ainda precisam de orientação dos pais para o uso de computador, internet e TV. Conteúdo e tempo de exposição devem ser controlados. Jogos de estratégia e interativos são os mais recomendados, pois desenvolvem o raciocínio lógico e abstrato

Dica
É possível consultar na internet que jogos e filmes são inadequados para cada idade. Para conferir classificação indicativa, basta entrar no site do Ministério da Justiça (portal.mj.gov.br/classificacao)

12-15 anos
É nessa faixa etária que o uso do celular é mais aceito entre especialistas. Há mais consciência dos riscos, como contato com estranhos e gastos excessivos. O celular pode servir como ferramenta educativa, porém, ainda é visto com ressalvas por muitas escolas, que proíbem seu uso na aula

Dica
Por ter informações sempre à mão, no celular, o jovem pode perder a capacidade de planejamento do seu dia a dia. É preciso, então, que tenham orientação contínua de pais e professores para que não descuidem de suas tarefas e mantenham a organização

15 em diante
Amadurecimento do conceito de vida em sociedade. Aptos a usar redes sociais como um instrumento de aprendizado e troca de conteúdo. É necessário valorizar os encontros presenciais e ter cuidado com o conteúdo postado nas redes _empresas buscam informações sobre candidatos a emprego também em sites de relacionamento

Dica
Em qualquer idade, é recomendável não utilizar o computador cerca de duas horas antes de dormir. O uso do equipamento prejudica o sono e, consequentemente, a capacidade de aprender. Dormir bem é importante para a consolidação de memórias e a organização cerebral
Fontes: Maria Beatriz de Oliveira, psicopedagoga da Unesp; Teresa Helena Ferreira, psicopedagoga da Unifesp; Neide Noffs, coordenadora do curso de psicopedagogia da PUC-SP; Ceres de Araujo, psicóloga da PUC-SP; Elvira Souza Lima, consultora em educação e pesquisadora em neurociência; Adriana Friedmann, educadora.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Com jeito de brinquedo, laptop melhora nota

(ANDRÉA MACIEL)
Clipping Educacional - COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
A escola municipal Rosa da Conceição Guedes, em Piraí (RJ), já foi considerada uma das piores do país -em 2005, ficou com nota 2,6 no Ideb.
O índice agrega, de 0 a 10, taxas de aprovação com médias em testes de português e de matemática.
As coisas começaram a mudar em 2007, quando a escola recebeu 400 laptops do tipo Classmate, da Intel.
No mesmo ano, sua nota subiu para 4,2. No ano passado, tirou 4,5. A evasão escolar também diminuiu.
A escola foi uma das primeiras a implantar o projeto Um Computador por Aluno, do MEC. Hoje, outras 300 instituições participam.
Em Taipas (zona norte de SP), a escola municipal Ernani Silva Bruno também melhorou as notas usando um laptop com jeitão de brinquedo -o XO, da ONG One Laptop Per Child.
nono ano da escola teve 3,4 no Ideb em 2007 e subiu para 4,5 em 2009.
Os alunos treinam redação fazendo blogs e estudam geografia e ciências com a ajuda da internet.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Conselho quer vetar livro de Monteiro Lobato em escolas

ANGELA PINHO/JOHANNA NUBLAT
Clipping Educacional - DE BRASÍLIA
Parecer sugere que obra não seja distribuída sob a alegação de que é racista
Racismo em "Caçadas de Pedrinho" estaria nas referências à Tia Nastácia e a animais como urubu e macaco
Monteiro Lobato (1882-1948), um dos maiores autores de literatura infantil, está na mira do CNE (Conselho Nacional de Educação).
Um parecer do colegiado publicado no "Diário Oficial da União" sugere que o livro "Caçadas de Pedrinho" não seja distribuído a escolas públicas, ou que isso seja feito com um alerta, sob a alegação de que é racista.
Para entrar em vigor, o parecer precisa ser homologado pelo ministro da Educação, Fernando Haddad. O texto será analisado pelo ministro e pela Secretaria de Educação Básica.
O livro já foi distribuído pelo próprio MEC a colégios de ensino fundamental pelo PNBE (Programa Nacional de Biblioteca na Escola).
Em nota técnica citada pelo CNE, a Secretaria de Alfabetização e Diversidade do MEC diz que a obra só deve ser usada "quando o professor tiver a compreensão dos processos históricos que geram o racismo no Brasil".
Publicado em 1933, "Caçadas de Pedrinho" relata uma aventura da turma do Sítio do Picapau Amarelo na procura de uma onça-pintada.
Conforme o parecer do CNE, o racismo estaria na abordagem da personagem Tia Nastácia e de animais como o urubu e o macaco.
"Estes fazem menção revestida de estereotipia ao negro e ao universo africano", diz a conselheira que redigiu o documento, Nilma Lino Gomes, professora da UFMG.
Entre os trechos que justificariam a conclusão, o texto cita alguns em que Tia Nastácia é chamada de "negra". Outra diz: "Tia Nastácia, esquecida dos seus numerosos reumatismos, trepou, que nem uma macaca de carvão".
Em relação aos animais, um exemplo mencionado é: "Não é à toa que os macacos se parecem tanto com os homens. Só dizem bobagens".
Por isso, Nilma sugere ao governo duas opções: 1) não selecionar para o PNBE obras que descumpram o preceito de "ausência de preconceitos e estereótipos"; 2) caso a obra seja adotada, tenha nota "sobre os estudos atuais e críticos que discutam a presença de estereótipos raciais na literatura".
À Folha Nilma disse que a obra pode afetar a educação das crianças. "Se temos outras que podemos indicar, por que não indicá-las?"
Seu parecer, aprovado por unanimidade pela Câmara de Educação Básica do CNE, foi feito a partir de denúncia da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, ligada à Presidência, que a recebeu de Antonio Gomes da Costa Neto, mestrando da UnB.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

SP: lousa eletrônica traz a web para a sala de aula

Clipping Educacional - Redação Terra
A tecnologia permite socializar conteúdos entre professores e alunos, viabilizando um trabalho mais cooperativo
Foto: Divulgação
O estudante costuma passar um turno vidrado na tela do computador. Ali, pesquisa um assunto na internet, baixa um vídeo, compartilha fotos com os amigos. Durante horas, ele recebe simultaneamente mais estímulos do que o seu cérebro pode calcular. No turno inverso, o estudante deseja que a sua realidade diária se torne ficção: como se concentrar no que lhe é ensinado quando tudo que lhe expõem é uma palestra em frente a um quadro-negro?
Tortura para os jovens e desafio para os docentes, prender a atenção na sala de aula não tem sido fácil desde o boom da internet. Porém, uma ferramenta chegou para deixar o ensino mais surpreendente e estimulante: a lousa digital. De diversas marcas e modelos, ela pode ser utilizada de inúmeras formas, como na apresentação de vídeos e para acessar a web. Pode-se ainda escrever na tela com um lápis eletrônico, cujos movimentos podem ser gravados e assistidos novamente.
A tecnologia também permite socializar conteúdos entre professores e alunos, o que viabiliza um trabalho mais cooperativo. Se antes a internet era vista como vilã, muitas vezes culpada por facilitar a cópia dos trabalhos escolares, agora os alunos têm a chance de trazê-la para a sala de aula sem culpa. Eles podem levar exemplos para os temas tratados na disciplina e apresentá-los para os colegas publicamente. Assim, a abstração por falta de recurso dá vez a uma classe interativa e multimídia. ¿Você pode trazer para uma aula sobre regiões do Brasil imagens de diversos lugares do País em segundos¿, exemplifica o secretário de Educação de Taboão da Serra, na Região Metropolitana de São Paulo, José Marcos dos Santos. ¿O aluno não apenas imagina, agora ele pode realmente ver o conteúdo.¿
Desde maio, a vida acadêmica de Taboão da Serra, que tem 240 mil habitantes, foi sacudida pela chegada das lousas. Até setembro, toda a rede pública de ensino recebeu 24 delas, uma para cada escola. De acordo com o secretário, pais e alunos estão vendo a ferramenta com muito entusiasmo. Ainda é cedo para medir resultados, porém as expectativas para o recurso já estão traçadas. ¿É uma ferramenta de trabalho inovadora e motivante, se for usada da maneira correta¿, afirma Santos, que também estima que 20 mil alunos de Ensino Fundamental da cidade possam utilizar a mídia. O dinamismo da lousa ainda poupa tempo, já que a aula pode ser gravadas e os estudantes também têm a possibilidade de revê-la para revisar os conteúdos. Se por acaso um colega não pôde comparecer à escola naquele dia, este também pode assistir ao material de casa.
Durante a vinda da tecnologia, os colégios públicos de Taboão da Serra tiveram que fazer alguns ajustes para receber a ferramenta. Um exemplo foi a criação de rampas (já que ela foi colocada em uma estrutura móvel para atender a todas as salas) e outro foi o reforço de algumas paredes para pendurar a tela sem se correr a chance de a ferramenta cair no chão.
Entretanto, adaptações mais complexas têm sido realizadas no ambiente escolar. As infinitas possibilidades da lousa mexem na dinâmica com que professores estão familiarizados desde que iniciaram a carreira. ¿A adaptação é um processo, mas a primeira etapa a vencer é o medo¿, admite. De acordo com o secretário, alguns profissionais acreditam que correm o risco de perder o emprego para a lousa. ¿O objetivo é potencializar o ensino e não, substituir professores¿. Mesmo com a eficácia da tecnologia, sempre haverá lugar para um bom mestre.
Fonte: http://noticias.terra.com.br

FAVOR DO VETO AO LIVRO

Clipping Educacional - DE BRASÍLIA
Professor não sabe abordar racismo, diz denunciante
Falta preparo para lidar com tema, diz servidor do DF que denunciou a obra
Para ele, livro ensina alunos a serem racistas; "Há estereótipos nas personagens como a Tia Nastácia e os animais"
Autor da denúncia contra o livro de Monteiro Lobato à Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, Antonio Gomes da Costa Neto diz que a obra "ensina" a ser racista e que falta preparo aos professores para lidar com o tema. Costa Neto é servidor da Secretaria da Educação do DF e mestrando da UnB (Universidade de Brasília) na área de relações raciais.

Folha - Qual o problema em relação ao livro?
Antonio Gomes da Costa Neto - Os professores, no dia a dia, não têm o preparo teórico para trabalhar com esse tipo de livro. Então, não é que ele deva ser proibido. O que não é recomendado é a sua utilização dentro de escola pública ou privada.
Quais são as marcas do preconceito racial no livro?
O livro deixou para trás as regras de políticas públicas para as relações étnico-raciais. Há estereótipos nas personagens como a Tia Nastácia e os animais. Todos os animais são relacionados à cor negra com preconceito. Sempre para diminuir o negro em relação ao branco.
Que efeito pode causar o uso da obra nas escolas?
A criança não nasce racista, ela aprende a ser racista. Quando você utiliza esse tipo de livro dentro das escolas, você a está ensinando a ser racista.
Monteiro Lobato é considerado um clássico da literatura brasileira. Não seria melhor que a escola usasse a obra abordando essas questões, em vez de não usá-la?
O sistema educacional brasileiro hoje não tem a preocupação de formar professores preparando-os para questões raciais. Quando eles chegam à sala de aula, não conseguem identificar no dia a dia o que é racismo.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/

Candidatos que não receberam cartão de confirmação do Enem devem imprimir documento pela internet

Clipping Educacional - Agência Brasil
A apresentação é obrigatória no dia da prova, segundo o edital
Os candidatos que não receberam o cartão de confirmação de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) devem imprimir o documento no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). A apresentação é obrigatória no dia da prova, segundo o edital.
O prazo para recebimento do cartão por meio dos Correios terminou na segunda-feira, 25. Além do número da inscrição, o documento traz também as informações sobre o local onde o estudante fará as provas, marcadas para 6 e 7 de novembro.
No sábado, 6, as provas serão de Ciências da Natureza e Humanas, cada uma com 45 questões. No domingo, 7, os candidatos serão avaliados em Matemática e Linguagens e Códigos, cada uma com 45 questões, além da redação. O exame começa às 13h (horário de Brasília) e os portões serão fechados às 12h55.
Quem tiver dúvida, pode entrar em contato com o Inep pelo Fala Brasil – 0800 616161. No site, também há uma seção que responde às principais dúvidas dos participantes.
Fonte: http://www.estadao.com.br

Conselho de Educação quer vetar livro de Monteiro Lobato em escolas

ANGELA PINHO/JOHANNA NUBLAT
Clipping Educacional - DE BRASÍLIA
Monteiro Lobato (1882-1948), um dos maiores autores de literatura infantil, está na mira do CNE (Conselho Nacional de Educação). Um parecer do colegiado publicado no "Diário Oficial da União" sugere que o livro "Caçadas de Pedrinho" não seja distribuído a escolas públicas, ou que isso seja feito com um alerta, sob a alegação de que é racista.
Para entrar em vigor, o parecer precisa ser homologado pelo ministro da Educação, Fernando Haddad. O texto será analisado pelo ministro e pela Secretaria de Educação Básica. O livro já foi distribuído pelo próprio MEC a colégios de ensino fundamental pelo PNBE (Programa Nacional de Biblioteca na Escola).
Em nota técnica citada pelo CNE, a Secretaria de Alfabetização e Diversidade do MEC diz que a obra só deve ser usada "quando o professor tiver a compreensão dos processos históricos que geram o racismo no Brasil".
Publicado em 1933, "Caçadas de Pedrinho" relata uma aventura da turma do Sítio do Picapau Amarelo na procura de uma onça-pintada. Conforme o parecer do CNE, o racismo estaria na abordagem da personagem Tia Nastácia e de animais como o urubu e o macaco.
"Estes fazem menção revestida de estereotipia ao negro e ao universo africano", diz a conselheira que redigiu o documento, Nilma Lino Gomes, professora da UFMG.
Entre os trechos que justificariam a conclusão, o texto cita alguns em que Tia Nastácia é chamada de "negra". Outra diz: "Tia Nastácia, esquecida dos seus numerosos reumatismos, trepou, que nem uma macaca de carvão".
Em relação aos animais, um exemplo mencionado é: "Não é à toa que os macacos se parecem tanto com os homens. Só dizem bobagens".
Por isso, Nilma sugere ao governo duas opções: 1) não selecionar para o PNBE obras que descumpram o preceito de "ausência de preconceitos e estereótipos"; 2) caso a obra seja adotada, tenha nota "sobre os estudos atuais e críticos que discutam a presença de estereótipos raciais na literatura".
À Folha Nilma disse que a obra pode afetar a educação das crianças. "Se temos outras que podemos indicar, por que não indicá-las?"
Seu parecer, aprovado por unanimidade pela Câmara de Educação Básica do CNE, foi feito a partir de denúncia da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, ligada à Presidência, que a recebeu de Antonio Gomes da Costa Neto, mestrando da UnB.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

"Aluno precisa de desafios constantes"

Clipping Educacional - COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
O diretor de tecnologia do colégio Bandeirantes, Sérgio Américo Boggio, começou a notar no fim dos anos 90 uma mudança no perfil dos novos alunos. De acordo com ele, esse novo estudante é "multitarefa" e pouco tolerante a frustrações. Para reter sua atenção, Boggio diz acreditar que é preciso desafiar constantemente seu senso comum com exemplos do dia a dia. "Eles ficam invocados e prestam mais atenção."

Folha - Por que o aluno lida mal com frustrações?
Sérgio Américo Boggio - Porque foi pouco exposto a elas na primeira infância. Os brinquedos do passado, como o pião, eram simples. Se viessem com defeito, a criança normalmente tentava consertá-lo. Hoje, os brinquedos são mais complexos; o pião vem com lançador. Se não funcionar, os pais o trocam. Não há frustração. Hoje, aquilo que desobedece a criança a cansa rapidamente. Mas saber lidar com frustrações é essencial para a vida.
Como é possível exercitar essa habilidade na escola?
Uma possibilidade é o uso de oficinas. Criei uma oficina em que o aluno trabalha com objetos do mundo real (madeira, cola) e virtual (software, internet). Estimulo a transição entre esses dois mundos. No processo, sempre surgem imprevistos. Uso a oportunidade para estimulá-los a não desistir, a superar os obstáculos.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Professor vira alvo de chacota e ofensa de aluno na internet

RICARDO WESTIN
Clipping Educacional - DE SÃO PAULO
Faça uma pesquisa no Orkut com "odeio" e "professor", e surgirão mais de mil grupos de discussão.
A lista terá comunidades aparentemente inofensivas --como "Odeio a voz do meu professor"--, mas também incluirá outras raivosas e com nome da vítima --como "Odeio a professora Etiene".
"Primeiro, fiquei chocada. Depois, senti vergonha, tristeza. Chorei", diz Etiene Selbach, 43, professora de educação física num colégio particular de Porto Alegre.
A comunidade havia sido criada por um grupinho de alunas de 13 anos após serem repreendidas numa aula.
Ao lado de uma foto de Etiene riscada com um xis, as meninas escreviam com deboche sobre o corpo, o cabelo e até as roupas dela.
Etiene foi uma vítima do "bullying". No ambiente escolar, o "bullying" sempre foi associado àquele aluno valentão infernizando a vida do colega mais fraco. A novidade é que ele agora ataca o professor. E pela internet.
Estudo do Sinpro (sindicato de mestres) do Rio Grande do Sul mostra que, a cada quatro professores gaúchos, um já sofreu agressão na internet. Os motivos: o aluno tirou nota baixa, incomodou-se com um trejeito do professor ou simplesmente não foi com a cara dele.
"Alguns alunos acham que não passa de brincadeira. Outros creem que estão anônimos na internet", diz o delegado Pedro Marques, da Delegacia contra Crimes Cibernéticos de Minas Gerais.
Calúnia, difamação e injúria são crimes. Quando o autor é maior de idade, pode ser condenado à prisão. Quando menor, ser advertido ou, em caso grave, internado em entidade como a antiga Febem.
Em 2008, os pais de um grupo de alunos de um colégio particular de Rondônia foram sentenciados a pagar R$ 15 mil por danos morais a um professor de matemática vítima de chacota no Orkut.

DEMISSÃO
O "bullying" também está no ensino superior. Roberta (nome fictício), 41, professora de jornalismo numa faculdade privada no interior de Minas, foi alvo dos desabafos de um estudante de 24 anos.
"No Orkut, ele me chamava de velha e dissimulada. Apareceu gente escrevendo que eu era uma oferenda que deveria voltar para o mar. Fiquei perturbada", conta. "Aquela figura do mestre, um profissional que merece respeito, não existe mais."
Ao fim do ano letivo, os três professores citados nesta reportagem foram demitidos. "A escola vê o aluno como cliente. Não quer perdê-lo", diz Maria das Graças de Oliveira, do Sinpro de Minas.
Por essa razão, muitos professores preferem calar-se diante dos ataques psicológicos cometidos pelos alunos.
Para Telma Brito Rocha, pesquisadora da Universidade Federal da Bahia que estuda o "cyberbullying" contra professores, as escolas precisam incluir o bom uso da internet na grade curricular.
"As crianças passam o dia na internet, mas os colégios não discutem temas como pedofilia ou responsabilidade por aquilo que se publica. Os pais também não fazem isso. Acham que basta pôr um bloqueador de site [de sexo] e pronto. Falta diálogo".
fonte: http://www1.folha.uol.com.br/

Professores não devem ser amigos dos alunos no Facebook, dizem escolas dos EUA

Clipping Educacional - DE SÃO PAULO
O conselho escolar da cidade de Norton, em Massachusetts (EUA), decidiu que, pelo menos virtualmente, professores e alunos não devem ser amigos.
Segundo a imprensa local, os professores foram severamente instruídos a evitar fazer amizades com alunos no Facebook e em outras redes sociais, e também a não postar fotos que possam, de alguma forma, comprometer a relação com os estudantes.
O conselho, entretanto, afirma que isso não significa que haverá monitoramento das atividades dos professores nas redes.
A decisão ocorreu depois de escândalos envolvendo "relações inapropriadas" entre professores e alunos.
Três deles ocorreram em escolas públicas de Nova York, segundo o "New York Post".
Um dos casos, de acordo com o jornal, culminou em relação sexual. Os professores envolvidos nos escândalos foram demitidos.
fonte: http://www1.folha.uol.com.br

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Quem não recebeu cartão do Enem deve imprimir pela internet

Clipping Educacional - Agência Brasil
Cartão de confirmação está disponível no site do Inep. Apresentação do documento é obrigatória na hora da prova
Os candidatos que não receberam o cartão de confirmação de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em casa devem imprimir o documento no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do Ministério da Educação responsável pelo exame. A apresentação é obrigatória no dia da prova, segundo o edital.
O prazo para recebimento do cartão por meio dos Correios terminou na segunda-feira (25). Além do número da inscrição, o documento traz também as informações sobre o local onde o estudante fará as provas, marcadas para os dias 6 e 7 de novembro.
No sábado (6), as provas serão de ciências da natureza e humanas, cada uma com 45 questões. No domingo (7), os candidatos serão avaliados em matemática e linguagens, cada uma com 45 questões, além da redação. O exame começa às 13h (horário de Brasília) e os portões serão fechados às 12h55.
Quem tiver dúvida, pode entrar em contato com o Inep pelo Fala Brasil – 0800 616161. No site também há uma seção que responde às principais dúvidas dos participantes.
fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br

Nada de moda, educadores defendem o tradicional uniforme

Clipping Educacional - Especial para Terra
Looks da moda, estilinho do momento e marcas famosas. As roupas preferidas acabam na gaveta quando o destino for a sala de aula. Os uniformes invadem cada vez mais o universo escolar e os educadores são claros: Deus no céu e uniforme na terra. Entenda a importância das roupas que você tanto reclama.
Amanda Bruna da Costa, de Manaus, Amazônia, tem seu ódio declarado no Orkut. Ao clicar no "participar" da comunidade "Eu Odeio Uniforme Escolar", a estudante do colégio Dom Bosco quis dividir suas reclamações com outros internautas. Mas enganam-se aqueles que pensam que aluna de 16 anos desgosta do uniforme por questões de consumo ou de aparência: "Uniforme dá muito trabalho. Por exemplo, os tecidos de alguns são ruins, muitas vezes rasgam fácil, mancham. Além de serem desconfortáveis, como a blusa que eu uso que tem uma gola que aperta no pescoço", disse.
Para Ascânio Sedrez, diretor educacional do colégio Marista Arquidiocesano, de São Paulo, os alunos de ensino médio não gostam do uniforme publicamente, mas individualmente eles admitem sua eficácia e importância. De fato, a orkuteira Amanda Bruna reconhece que as roupas padronizadas são essenciais para evitar "desfiles de moda" e para não deixar "meninas que gostam de se mostrar usarem saias muito curtas", como ela mesma definiu. Sedrez também afirma que, apesar das constantes reclamações que a direção do colégio Marista recebe, muitos alunos, principalmente os meninos, elogiam a praticidade do uniforme. É só objetividade masculina? Não. Parece que muitas meninas gostam de acordar e já saber o que vestir.
Porém, Sedrez destaca que a importância da padronização no meio escolar não caminha sobre aspectos de igualdade e consumo: "Não existe mais o optar pelo uniforme para nivelar os alunos em questão econômica, pois os acessórios mostram as diferenças sociais e alimentam o consumo. É o tênis da moda, o último lançamento do Ipod e assim vai", falou o diretor.
Para Sedrez, o Top 5 das vantagens do uniforme escolar são a organização, o foco no aprendizado, a economia, a praticidade e a regra. "Essas roupas organizam a vida do estudante na escola. E permitem preocupações com questões mais importantes como aprendizado, crescimento e conteúdo. O uniforme não deixa espaço para preocupações com aparência, e ainda se mostra econômico para os pais". Além disso, o uso obrigatório da roupa ensina os estudantes a respeitarem regras: "Eu sempre brinco com os alunos que eles não entrariam em uma festa de 15 anos se não estivessem vestidos com traje a rigor. Pois no colégio é a mesma coisa". Sacou?

Dicas
Amanda, que odeia o uso de uniforme, deixa algumas sugestões para as escolas:
- Eles devem ser feitos com tecidos bons e confortáveis - a blusa com gola atrapalha muito a Amanda durante as aulas, por exemplo;
- Nada de um emblema enorme com o nome da escola -está comprovado que isso facilita sequestros;
-As cores não devem ser chamativas e bregas - aposte na neutralidade: branco, azul e afins;
- Uniforme é uniforme, e roupa da moda é roupa da moda. Nada de tentar juntar as duas coisas, já que os estudantes não gostam de uniformes que tentam se "aproximar do gosto jovem";
- Ou todo mundo usa uniforme, ou ninguém usa. Alguns colégios têm a ideia de só tornar obrigatório o uso do uniforme no ensino fundamental. Com isso, usar roupas padronizadas vira motivo para bullying.
fonte: http://noticias.terra.com.br/

Mesas e carteiras da rede pública serão mais ergonômicas em 2011

Clipping Educacional - iG Brasília
Alterações nas especificações dos móveis serão exigidas nas novas licitações do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação
Em 2011, os estudantes e os professores da rede pública de ensino ganharão móveis mais ergonômicos. A decisão foi tomada pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) após a realização de audiência pública sobre o tema na cidade de São Paulo. Representantes da autarquia e das indústrias de móveis debateram melhorias que podem ser feitas em mesas e cadeiras fornecidas às escolas públicas.
As propostas são eliminar vãos nos assentos e criar novas medidas para o encosto das cadeiras, além da substituição dos pregos que hoje fixam o tampo das mesas (para evitar acidentes). As alterações já serão especificadas nos pregões eletrônicos que serão feitos no ano que vem para adquirir novo mobiliário.
As novas especificações do mobiliário escolar fazem parte de acordo entre o FNDE e a Fundação de Desenvolvimento da Educação (FDE), de São Paulo, que forneceu projeto de móveis escolares criado com base na regulamentação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Integram os móveis: o conjunto do aluno (carteira e cadeira), conjunto do professor (mesa e cadeira) e mesa acessível a alunos cadeirantes.
* Com informações da assessoria do Ministério da Educação
fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/

Governo bancará exame médico para concurso

Isis BrumClipping Educacional - JORNAL DA TARDE - O Estado de S.Paulo
O governo paulista decidiu bancar a lista de exames médicos exigidos no concurso público para professores efetivos da rede estadual de ensino. Entre os diagnósticos pedidos antes do fim do processo seletivo estão os de câncer de próstata, colo do útero e mama. Por determinação do governador Alberto Goldman (PSDB), o Estado viabilizará os laudos dos candidatos pela rede pública de saúde e ressarcirá aqueles que já pagaram pelos exames.
"O governo orienta aos candidatos aguardarem as novas instruções, que serão divulgadas dentro de uma semana, sem prejuízo do calendário de efetivação", informou a Secretaria de Comunicação (Secom). Os novos procedimentos serão divulgados no Diário Oficial do Estado e comunicados aos participantes do concurso por e-mail.
Goldman havia declarado que sua intenção era suspender a antecipação da perícia. Contudo, a medida não foi possível, para evitar prejuízos ao calendário escolar do próximo ano. A Secretaria de Gestão Pública e o Departamento de Perícias Médicas vão revisar a lista de exames solicitados para o ingresso no serviço público de todas as carreiras. "A medida valerá para os futuros concursos a serem realizados", diz nota da Secom.
Os professores que prestam o concurso enfrentam dificuldades para cumprir as exigências. Na rede pública, há vagas para exames só em 2011. Na rede privada, os custos podem chegar a R$ 2,4 mil para uma mulher com mais de 40 anos. Além dos testes oncológicos, são pedidos hemograma completo, eletrocardiograma, ureia e glicemia, etc. Especialistas em direito e medicina do trabalho consideram a medida inconstitucional.
Mas, segundo a Secretaria de Gestão, os exames são solicitados desde 2008 e "os concursos têm por objetivo garantir servidores capacitados a prestar à sociedade serviços públicos com a qualidade que lhe é de direito". "Cabe ao Estado garantir esse compromisso por um período longo de 30 anos, tempo médio de um servidor na ativa".

Corte
12 mil professores foram convocados e precisam apresentar exames médicos, mas apenas 10 mil serão efetivados.
fonte: http://www.estadao.com.br

Governo deve rever exigência de exames médicos para concurso

Isis Brum, Marici Capitelli
Clipping Educacional - JORNAL DA TARDE/O Estado de S.Paulo
O governador Alberto Goldman (PSDB) considera inapropriada a exigência antecipada de exames médicos solicitados aos 12 mil candidatos convocados para a segunda fase do concurso público de professores do Estado. Entretanto, não é possível mudar as regras do concurso em andamento.
Anteontem, Goldman afirmou que havia suspendido a exigência dos diagnósticos para a perícia, mas ontem o governo informou que para esse concurso os professores terão de enviar originais ao Departamento de Perícias Médicas ainda neste mês e se apresentar com os diagnósticos em dia em novembro.
O Ministério Público investiga a constitucionalidade das exigências de laudos médicos aos concorrentes desse processo.
Para disputar uma das 10 mil vagas oferecidas na rede de ensino estadual, o governo exige que os candidatos apresentem diagnósticos de até 13 exames, entre os quais de câncer, em perícia anterior ao resultado final do exame. O candidato saberá apenas no final do ano, após prova, se poderá assumir uma cadeira de professor no Estado. "Se o sujeito não passar, ele vai pagar exame inútil? Achei indevido", disse Goldman, anteontem.
O governador também sugeriu que as regras dos concursos públicos fossem revistas, mas não deu prazo para que isso ocorra. De acordo com o Palácio dos Bandeirantes, o governo "estuda alternativas para os exames médicos e periciais", mas que, até o início dessas análises, "os critérios adotados se mantêm nos termos da legislação vigente", ou seja, exatamente como foi definido antes.
Via-crúcis. Realizar a bateria de laudos não é fácil. Na rede de saúde privada, o candidato pode desembolsar até R$ 2,4 mil. Pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o problema é a fila e o agendamento.
Ontem, um professor que preferiu não se identificar percorreu as unidades básicas de saúde (UBS) da zona norte com a lista de exames para ver o que conseguiria marcar. "Fiz laringoscopia e audiometria na rede particular e gastei R$ 400, mas vou ter de fazer os demais também, porque não vai dar tempo de fazer no serviço público." Para ele, vale o esforço. "É para poder trabalhar", disse o docente, que já dá aulas em colégio particular.
A Promotoria de Patrimônio Público e Social, do Ministério Público do Estado, decidiu investigar a legalidade da solicitação de exames de câncer no concurso. Especialistas em Direito e Saúde do Trabalhador consideram a medida inconstitucional.
Demora. A reportagem esteve com a lista de exames em três unidades básicas de saúde e falou por telefone com um quarto posto. Os atendentes estipularam prazo de quatro a cinco meses. Todos disseram que é impossível consegui-los antes do fim do ano. Para conseguir as guias de exames, é preciso passar por clínico-geral e ginecologista, segundo os recepcionistas. Entretanto, na UBS da Vila Barbosa, só é possível agendar vaga com o clínico para depois de 15 de dezembro. "Até marcar a consulta e fazer todos esses exames, você pode contar com os resultados no final de janeiro ou começo de fevereiro", explicou a atendente. / COLABOROU FÁBIO LEITE

ENTREVISTA
"Vai pagar por exame inútil?"
Alberto Goldman, Governador de São Paulo
Qual é a sua opinião sobre os exames pedidos no concurso?
Eu achei indevido terem antecipado os exames. Se o sujeito não passar, ele vai fazer exame?

Vai pagar exame inútil?
A constatação de doença é impeditiva para assumir o cargo?
Se for constatado que o candidato tem uma doença, segundo o serviço médico, ele não pode assumir o serviço público. Isso é razoável se um professor tiver um problema de voz. Se ele não puder falar, é razoável que ele não assuma.
Fonte: http://www.estadao.com.br/

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Prorrogadas até 16/11 as inscrições para concurso

O concurso é promovido pelo Festival do Minuto, em parceria com a Secretaria de Educação, para alunos do Ciclo II do Ensino Fundamental e Ensino Médio da rede estadual
Foram prorrogadas até 16 de novembro as inscrições para o “Minuto na Escola”, concurso audiovisual promovido pelo Festival do Minuto, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação. Voltado a alunos do Ciclo II do Ensino Fundamental e Ensino Médio, o evento tem por objetivo estimular o trabalho audiovisual nas escolas estaduais. Estudantes da rede em todo Estado poderão concorrer nas categorias Ensino Fundamental (até 14 anos - o chamado Minuteen) e Ensino Médio (de 15 a 18 anos). Para isso, terão de usar sua criatividade e produzir um vídeo com tema livre e duração de até 60 segundos.
Os vídeos podem ser feitos com o auxílio de qualquer mídia (celular, câmera digital, VHS, mini-dv, etc.) e devem ser enviados pelo site www.minuteen.com.br (concorrentes categoria Ensino Fundamental) ou www.festivaldominuto.com.br (concorrentes categoria Ensino Médio). Os três melhores vídeos do Ensino Médio e os três melhores do Ensino Fundamental serão premiados com um laptop cada.
Para ajudar os estudantes na produção, o Festival do Minuto realizou workshop com Professores Coordenadores de Arte das Oficinas Pedagógicas das 91 Diretorias de Ensino do Estado de São Paulo, que orientaram os professores da rede sobre o formato do vídeo-minuto e o desenvolvimento do projeto junto aos alunos. Além disso, cada uma das 4.300 escolas de Ciclo II e Ensino Médio da rede estadual recebeu um DVD educativo com 57 vídeos do acervo do Festival, com depoimentos dos realizadores, comentários do curador e dicas sobre programas gratuitos de edição de imagem e som, que poderão ser usados pelos estudantes na produção dos trabalhos.
fonte: http://www.educacao.sp.gov.br/

Resolução SE 70, de 26-10-2010 - Dispõe sobre os perfis profissionais, competências e habilidades requeridos dos educadores da rede pública estadual

Dispõe sobre os perfis profissionais, competências e habilidades requeridos dos educadores da rede pública estadual e os referenciais bibliográficos que fundamentam os exames, concursos e processos seletivos, e dá providências correlatas
O Secretário da Educação, à vista do que lhe representou o Comitê Gestor para elaboração de provas de que trata a Resolução
SE nº 69, de 1º .10.2009, resolve:
Artigo 1º- Fica aprovado o Anexo desta resolução, que apresenta os perfis profissionais, competências e habilidades requeridos dos educadores da rede pública estadual nos exames, concursos e processos seletivos, promovidos por esta Pasta, e os referenciais bibliográficos que fundamentam esses certames.
Artigo 2º - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário, em especial as Res. SE nºs 80, de 3.11.2009; 87, de 30.11.2009; 90, de 3.12.2009; 2, de 5.1.2010, e 9, de 27.1.2010.
Perfis Profissionais e Referenciais Bibliográficos para Exames, Concurso e/ou Processos Seletivos de Educadores PEB I, PEB II, Educação Especial, Educação Escolar Indígena, Diretor de Escola e Supervisor de Ensino
26 de Outubro de 2010
SUMÁRIO
1 PERFIS PROFISSIONAIS ....................................................................................................4
1.1 PROFESSOR PEB-I - ENSINO FUNDAMENTAL ANOS INICIAIS (1º AO 5º ANO) .................4
1.1.1 Competências Técnicas Gerais .........................................................................................4
1.1.2 Fundamentação Pedagógica ............................................................................................5
1.1.3 Língua Portuguesa............................................................................................................7
1.1.4 Matemática ....................................................................................................................14
1.1.5 Conhecimentos Gerais (História, Geografia e Ciências) .................................................18
1.2 PROFESSOR PEB-II - ENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS (6º AO 9º ANO)
E/OU ENSINO MÉDIO .....................................................................................................22
1.2.1 Perfil: Comum a todas as áreas ......................................................................................22
1.2.2 Perfil: Língua Portuguesa ................................................................................................28
1.2.3 Perfil: Arte ......................................................................................................................31
1.2.4 Perfil: Educação Física ....................................................................................................36
1.2.5 Perfil: Língua Estrangeira Moderna - Inglês ...................................................................39
1.2.6 Perfil: Língua Estrangeira Moderna - Espanhol ..............................................................43
1.2.7 Perfil: Matemática ..........................................................................................................46
1.2.8 Perfil: Ciências ................................................................................................................51
1.2.9 Perfil: Física ....................................................................................................................55
1.2.10 Perfil: Química ................................................................................................................61
1.2.11 Perfil: Biologia ................................................................................................................66
1.2.12 Perfil: História .................................................................................................................70
1.2.13 Perfil: Geografia .............................................................................................................74
1.2.14 Perfil: Filosofia ................................................................................................................79
1.2.15 Perfil: Sociologia .............................................................................................................82
1.2.16 Perfil: Psicologia .............................................................................................................86
1.2.17 Perfil: Língua Estrangeira Moderna – Alemão (CELs) .....................................................89
1.2.18 Perfil: Língua Estrangeira Moderna – Espanhol (CELs) ...................................................90
1.2.19 Perfil: Língua Estrangeira Moderna – Francês (CELs) .....................................................90
1.2.20 Perfil: Língua Estrangeira Moderna – Inglês (CELs) ........................................................90
1.2.21 Perfil: Língua Estrangeira Moderna – Italiano (CELs) .....................................................90
1.2.22 Perfil: Língua Estrangeira Moderna – Japonês (CELs) ....................................................90
1.3 PROFESSOR - EDUCAÇÃO ESPECIAL ..............................................................................91
1.3.1 Perfil: Educação Especial ................................................................................................91
1.4 PROFESSOR - EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA .............................................................95
1.4.1 Perfil: Educação Escolar Indígena ...................................................................................95
1.5 DIRETOR DE ESCOLA ......................................................................................................97
1.5.1 Atribuições gerais...........................................................................................................97
1.5.2 Atribuições específicas da área de atuação do Diretor de Escola ..................................97
1.5.3 Competências e Habilidades necessárias ao Diretor de Escola ....................................100
1.6 SUPERVISOR DE ENSINO ..............................................................................................103
1.6.1 Atribuições gerais.........................................................................................................103
1.6.2 Atribuições específicas da área de atuação do Supervisor de Ensino ..........................103
1.6.3 Competências e Habilidades necessárias ao Supervisor de Ensino ..............................106
2 REFERENCIAIS BIBLIOGRÁFICOS ..................................................................................109
2.1 PROFESSOR PEB-I - ENSINO FUNDAMENTAL ANOS INICIAIS (1º AO 5º ANO) .............109
2.1.1 Livros e Artigos para o Professor PEB-I ........................................................................109
2.1.2 Publicações Institucionais e Legais para o Professor PEB-I ..........................................110
2.2 PROFESSOR PEB-II - ENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS (6º AO 9º ANO)
E/OU ENSINO MÉDIO ...................................................................................................113
2.2.1 Bibliografia: Comum a todas as áreas..........................................................................113
2.2.2 Bibliografia: Língua Portuguesa ...................................................................................118
2.2.3 Bibliografia: Arte ..........................................................................................................119
2.2.4 Bibliografia: Educação Física ........................................................................................121
2.2.5 Bibliografia: Língua Estrangeira Moderna - Inglês .......................................................123
2.2.6 Bibliografia: Língua Estrangeira Moderna - Espanhol ..................................................125
2.2.7 Bibliografia: Matemática ..............................................................................................129
2.2.8 Bibliografia: Ciências ....................................................................................................130
2.2.9 Bibliografia: Física ........................................................................................................132
2.2.10 Bibliografia: Química ....................................................................................................134
2.2.11 Bibliografia: Biologia ....................................................................................................136
2.2.12 Bibliografia: História .....................................................................................................138
2.2.13 Bibliografia: Geografia .................................................................................................140
2.2.14 Bibliografia: Filosofia ....................................................................................................142
2.2.15 Bibliografia: Sociologia.................................................................................................144
2.2.16 Bibliografia: Psicologia .................................................................................................145
2.2.17 Bibliografia: Língua Estrangeira Moderna – Alemão (CELs) .........................................147
2.2.18 Bibliografia: Língua Estrangeira Moderna – Espanhol (CELs) ......................................149
2.2.19 Bibliografia: Língua Estrangeira Moderna – Francês (CELs) .........................................149
2.2.20 Bibliografia: Língua Estrangeira Moderna – Inglês (CELs) ...........................................150
2.2.21 Bibliografia: Língua Estrangeira Moderna – Italiano (CELs) .........................................150
2.2.22 Bibliografia: Língua Estrangeira Moderna – Japonês (CELs) ........................................151
2.3 PROFESSOR – EDUCAÇÃO ESPECIAL ...........................................................................153
2.3.1 Livros e Artigos Específicos para Educação Especial ....................................................153
2.3.2 Publicações Institucionais para Educação Especial ......................................................155
2.3.3 Legislação para Educação Especial ..............................................................................158
2.4 PROFESSOR – EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA ..........................................................160
2.4.1 Publicações Institucionais para Educação Escolar Indígena .........................................160
2.5 DIRETOR DE ESCOLA ....................................................................................................161
2.5.1 Livros e Artigos para Diretor de Escola ........................................................................161
2.5.2 Publicações Institucionais para Diretor de Escola ........................................................163
2.5.3 Legislação para Diretor de Escola ................................................................................164
2.6 SUPERVISOR DE ENSINO ..............................................................................................166
2.6.1 Livros e Artigos para Supervisor de Ensino ..................................................................166
2.6.2 Publicações Institucionais para Supervisor de Ensino ..................................................168
2.6.3 Legislação para Supervisor de Ensino ..........................................................................169

INSTRUÇÕES PARA RETIRADA DO COMPROVANTE DE INSCRIÇÃO

- SITE: www.educacao.sp.gov.br (LINK NA PARTE INFERIOR DA PÁGINA);
- AO CLICAR NO LINK: “COMPROVANTE DE INSCRIÇÃO DOCENTE PARA ATRIBUIÇÃO DE AULAS 2011”, ABRIRÁ A TELA DO GDAE;
- CLICAR EM: “OBTER ACESSO AO SISTEMA”;
- CADASTRAR SEU RG, DÍGITO DO RG, UF, CPF E DATA DE NASCIMENTO “CONTINUAR”;
- O SISTEMA IRÁ FORNECER SEU LOGIN E SENHA. SE O E-MAIL ESTIVER ERRADO NA INSCRIÇÃO DA DIRETORIA, NÃO CONSEGUIRÁ AVANÇAR. VERIFIQUE SEU E-MAIL;
- ANOTAR SEU LOGIN (rg.................sp) E SENHA E ACESSAR NOVAMENTE O SISTEMA PARA CADASTRAR UMA NOVA SENHA E OUTROS DADOS PESSOAIS, INCLUSIVE O TÍTULO DE ELEITOR. Atenção: É imprescindível conter estas letras em minúsculo (rg.................sp)
- JÁ COM A NOVA SENHA, ACESSAR NOVAMENTE PARA GERAR O COMPROVANTE, CLICAR EM FERRAMENTAS – COMPROVANTE DE INSCRIÇÃO (DESABILITAR POP-UP P/ BAIXAR O COMPROVANTE EM PDF);
- IMPRIMIR E CONFERIR SEUS DADOS;

Estudando para o Enem 2010? Teste seus conhecimentos

Faça o simulado e teste os seus conhecimentos
Para quem vai fazer o Enem 2010, o Terra e o COC oferecem um simulado das provas com gabarito e respostas comentadas realizado por professores especializados. Neste simulado, você vai encontrar todos os temas que precisa estudar em questões preparadas no modelo do novo Enem.
Assim como o Enem, o simulado está separado em quatro temas: Ciências da Natureza e suas Tecnologias; Ciências Humanas e suas Tecnologias; Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias.
Navegue pelas páginas, responda as questões e não esqueça de anotar os seus resultados. Um link com gabarito e respostas comentadas está disponível em cada página.
INICIAR SIMULADO

Gangue de meninas aterroriza escola do interior de SP

CLIPPING EDUCACIONAL - Do G1 SP, com informações da TV Tem
Grupo age em colégio de Sorocaba.
Ministério Público irá investigar as denúncias.
Uma gangue de meninas está aterrorizando alunos na Escola Estadual Professor Roque Conceição Martins, em Sorocaba, no interior de São Paulo. Uma adolescente foi a última vítima, na semana passada. Depois que foi agredida, ela denunciou o caso à diretoria e as ameaças aumentaram.
Dois primos da vítima também passaram a ser alvos das meninas. Todos eles confirmam a existência da suposta gangue. No entanto, não é a primeira vez que há denúncias de gangues atuando em escolas públicas.
Em março deste ano, pais decidiram tirar a filha da escola Joaquim Izidoro Marins depois dela ser agredida por um grupo de meninas.
O Ministério Público considera os fatos graves e afirma que irá investigar as denúncias.
FONTE: http://g1.globo.com/

terça-feira, 26 de outubro de 2010

HISTÓRIAS podem mudar a historia de muitas crianças

Apenas partilhando, por favor, divulguem...

O Banco Itaú distribuirá até o final desse ano, 8 milhões de livros infantis em forma de kits para cada CPF cadastrado.
Se cadastrem... Solicitem o kit ou apenas divulguem na lista de contatos, pois alguém fará bom proveito.
Doe para uma biblioteca, uma brinquedoteca, para um sobrinho (a)... Enfim, vamos incentivar a leitura infantil.
O site é verdadeiro, não é vírus eu já me cadastrei solicitando o meu kit...
http://www.lerfazcrescer.com.br/#/home

Prorrogado até o dia 25/10 as inscrições para atribuição

Candidatos deverão fazer prova de habilitação para poder participar do processo;
Para o ano letivo de 2011, a rede estadual de ensino contará com mais 10.083 professores efetivos para o Ensino Fundamental Ciclo II, Ensino Médio e Educação Especial
Foi prorrogado para a próxima segunda-feira (25/10) o período de inscrições para professores não efetivos e candidatos à contratação interessados em participar do processo de atribuição de classes/aulas para o ano letivo de 2011 nas cerca de 5.300 escolas da rede estadual de ensino em todo o Estado. As inscrições poderão ser feitas na própria escola, no caso dos docentes com vínculo , e nas Diretorias de Ensino, no caso dos novos candidatos. O comprovante de inscrição para ambos poderá ser obtido acessando o portal da Secretaria de Educação ( www.educacao.sp.gov.br < http://www.educacao.sp.gov.br>), entre os dias 13 e 28 de outubro.
Assim como no ano passado, os professores não efetivos e os candidatos à contratação deverão fazer uma prova para poder concorrer à atribuição. Os docentes estáveis que já realizaram a prova em 2009 e foram habilitados não precisam repetir a avaliação este ano. O mesmo vale para os estáveis que participaram da Prova de Promoção (Programa de Valorização pelo Mérito) e obtiveram média igual ou superior a 50%. Neste caso, é possível utilizar a nota obtida, com a devida correspondência, para concorrer na atribuição. A nota da prova é um dos quesitos na classificação para atribuição de aulas, que também leva em consideração o tempo de experiência e títulos do docente, conforme prevê o Programa + Qualidade na Escola, lançado pelo Governo do Estado no ano passado.
Os docentes estáveis que já tiverem sido habilitados na prova de 2009 ou na prova de promoção também poderão fazer a avaliação deste ano, se desejarem: a maior nota obtida será considerada para a classificação. Nos demais casos, só poderão concorrer à atribuição os docentes não efetivos e novos candidatos aprovados na prova de avaliação 2010.
A nota da prova será única por área. No momento da inscrição, o candidato deverá optar pela “prova área classe”, para classificação no campo de atuação de classes (Professor de Educação Básica I), ou pela “prova área aulas”, para classificação no campo de atuação de aulas ou de Educação Especial (Professor Educação Básica II). Neste caso, é possível optar por fazer prova em uma das disciplinas de sua habilitação/qualificação ou a de Educação Especial. Quem desejar concorrer nos campos de atuação de classes (PEB I) e aulas (PEB II) deverá prestar duas provas. A data da avaliação será divulgada posteriormente.
No caso dos professores efetivos, as inscrições deverão ser feitas no período de 3 a 12 de novembro, na escola de classificação do cargo .
fonte: http://www.educacao.sp.gov.br

MEC admite que pode 'tomar providências' sobre locais de prova do Enem

Larissa Linder, especial para o Estadão.edu
Clipping Educacional - Estadão.edu
Anteriormente, Inep informou que não haveria mudança sob 'nenhuma hipótese'
O Ministério da Educação (MEC) publicou nesta segunda-feira, 25, na internet, os locais de prova dos inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Apesar de informar que não recebeu reclamações quanto aos locais, como aconteceu no ano passado, alguns candidatos terão de se deslocar até 30 km de casa para fazer o Enem. No ato da inscrição, os candidatos podiam escolher apenas o município para realizar a prova, sem definir região.
Bianca Boldrin, de 17 anos, que vai tentar vestibular para Direito, terá de sair de sua casa, no Limão, zona norte de São Paulo, e ir até o Jardim Santa Cruz, na zona sul. De carro, o percurso de cerca de 30 km demoraria, em média, 40 minutos.
Como o Inep recomenda que o candidato chegue no local da prova com uma hora de antecedência, os que fazem prova longe têm de ter um planejamento maior. “Meu marido, que vai levar a Bianca de carro, teria que sair de casa às 10h, para chegar lá a tempo de almoçar por perto”, diz a mãe da candidata, Rita de Cássia Boldrin. “Além do transtorno, acaba sendo cansativo para os candidatos."
O aluno do cursinho Etapa Leandro Alves, de 19 anos, que mora em Pirituba, na zona oeste da capital paulista, terá que prestar o exame na Vila Carrão, zona leste. “Se eu for de transporte público, vou demorar 2 horas e 50 minutos para percorrer os 26 km, pelo que diz o site da SPTrans. É longe demais, não faz sentido."
Em nota oficial divulgada pela assessoria do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do ministério que organiza o exame, o MEC reconhece que “pode haver problemas pontuais, principalmente em São Paulo, devido às distâncias e ao tamanho das regiões". De acordo com o texto, o ministério "tomará providências" caso apareçam reclamações recorrentes.
Na semana passada, porém, o Inep divulgou um guia para tirar dúvidas sobre o exame, no qual informava não ser possível alterar o endereço de prova em "nenhuma hipótese".
Segundo a assessoria, estudantes com dúvidas ou reclamações podem entrar em contato pelo telefone 0800-616161, das 8h às 20h, todos os dias.
Em 2009, ocorreu o mesmo problema com locais de prova distantes. De acordo com reportagens do Estado, alguns inscritos tiveram que se deslocar até 50 km para realizar os testes. Após reclamações, o MEC resolveu mudar locais de prova, e fez alterações mesmo para quem não havia solicitado.
fonte: http://www.estadao.com.br

Educadores dão sinal verde para estudar com MSN, vídeo e música

Isis Brum e Mariana Lenharo
Clipping Educacional - Estadao.com
É possível um jovem estudar e aprender ouvindo MP3, navegando na internet e com a janela de conversas instantâneas aberta na tela do computador? Sim, é a resposta de pedagogos e psicólogos, apesar da descrença ou desconfiança de alguns pais, educados em épocas menos interativas.
É consenso entre os educadores que os métodos tradicionais de estudo não combinam com o perfil cada vez mais dinâmico e acelerado dos jovens, que têm acesso irrestrito a informações e tecnologias. Se antes a recomendação era de se reservar um canto silencioso e vazio da casa para o ritual solitário do estudo, hoje existe a percepção de que a interatividade, a internet, a música e até os cheiros podem ser aliados no processo de aprendizado.
Para a psicóloga Rosa Maria Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da PUC de São Paulo, até o modo de raciocinar da nova geração sofre influência das tecnologias e, sendo assim, não se pode mesmo esperar que o estudo permaneça igual. “Dá impressão que os jovens raciocinam no formato de hiperlinks. Quando estão discutindo um assunto, juntam as fontes, fazem ligações como se estivessem navegando na internet.”
Rosa nota que as novas gerações desenvolvem funções cognitivas diferentes e que isso acaba confundindo, além dos pais que acompanham o estudo dos filhos, os professores, ainda despreparados para esse fenômeno.
O comportamento de Kiara Sauer, de 16 anos, estudante do ensino médio, é um sinal dos tempos. Ela só consegue estudar via MSN, programa de conversas instantâneas via internet, usando o canal para explicar aos amigos que estão online o tema que está aprendendo. E, nesse universo, não faz diferença para a jovem se o interlocutor de plantão está ou não interessado no assunto.
“Só assim consigo estudar e, para mim, dá resultado”, diz Kiara, que explica online detalhes de geografia aos amigos ao mesmo tempo em que ouve, no modo aleatório, as 3 mil canções que tem armazenadas no MP3.
“Hoje, o aluno conversa pelo Skype (programa de fala via internet), ouve música, responde e-mails, tudo ao mesmo tempo. Por isso, estudos apontam que as crianças têm uma complexidade neural 25% maior do que a de um adulto”, afirma a pedagoga Aline Sério, gerente pedagógica do sistema educacional Universitário.
Mas, com tanta informação disponível, é necessário filtrar e analisar os conteúdos, diz Aline. “Simplesmente receber informações aleatoriamente não leva a nada, provoca confusão.” Para ela, é tarefa dos adultos – pais e professores – ajudar os jovens a encontrar informações importantes e avaliá-las de modo crítico. Disciplina e organização, alertam especialistas, são elementos que não saíram de moda. “Temos de trabalhar a questão do ensinar a buscar informação, fazer o jovem entender o processo de transformar informação em conhecimento”, diz a educadora.
O diretor dos colégios Módulo e Paulista, Wagner Sanchez, enfatiza na geração “multitask”, ou multitarefa, a importância do uso dos cinco sentidos no aprendizado para se criar, na mente do estudante, referências que facilitem a absorção do conteúdo. Como exemplo, cita um professor que, na aula sobre reprodução de plantas, levou um pé de laranjeira para sala. “Aquilo tinha cheiro extraordinário. Quando o professor retomou o tema, os alunos imediatamente se lembraram do cheiro e do que tinham aprendido.”
O educador Silvio Barini Pinto, diretor do Colégio São Domingos, afirma que o fato de os alunos estudarem em lugares variados e romperem o antigo ritual de estudo também tem a ver com o perfil modificado das famílias. “O aluno acaba aprendendo a estudar em qualquer lugar. É mais uma condição do que necessariamente uma escolha”, acredita.
fonte: http://www.estadao.com.br/

Família tem papel fundamental na reta final para o Enem

Marina Morena Costa,
Clipping Educacional - iG São Paulo
Professores e educadores aconselham ambiente agradável em casa e manter o ritmo nas últimas 3 semanas antes da prova
A duas semanas das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a recomendação aos estudantes é manter o ritmo de estudos, cuidar da saúde e relaxar (na medida do possível). Em casa, o ambiente calmo evita que a pressão sobre o aluno fique ainda maior. “Os pais devem adiar as broncas”, diz Ricardo Lambert, coordenador e professor de matemática do cursinho pré-vestibular Universitário.
A recomendação pode parecer curiosa, mas a garantia de um ambiente agradável é fundamental para o equilíbrio emocional do estudante. Bruno Weimberg, psicólogo e orientador educacional do Colégio I. L. Peretz, destaca a importância dos pais darem autonomia aos filhos, mas se mostrarem presentes. “É normal os pais ficarem ansiosos, desde que não invadam a preparação do filho. Não é momento para desespero. Os pais devem passar confiança e segurança”, aponta.

Saúde
Nessa reta final, professores aconselham a descansar a mente e a não aumentar nem diminuir o ritmo de estudo. “O estudo tem que ser um hábito constante. Não adianta estudar 10 horas por dia agora na reta final. Dormir pouco deixará o aluno cansado, com sono e com dificuldade de absorver o que ainda é possível nesses últimos dias”, ressalta Rute.
Se alimentar corretamente, dormir bem e conciliar estudo, divertimento e descanso são pontos chave para garantir uma boa saúde e até evitar ficar doente na véspera da prova. A alimentação deve ser simples, balanceada e, se os dias estiverem muito quentes, os estudantes devem beber bastante líquido para manter o corpo hidratado.
Os educadores recomendam manter atividades físicas e de lazer para “relaxar a mente” nessa fase final. “Com a mente descansada, o estudante rende mais nos estudos”, diz Weimberg. Andar no parque e correr são opções melhores do que passar horas em frente à TV ou ao computador. “Exige muito do cérebro e não deixa o estudante descansar”, lembra Lambert.

Estudos
Como o Enem avalia todo o ensino médio e não é focado em conteúdo, se debruçar sobre os estudos não é uma boa alternativa, trará apenas desgaste. Uma boa opção é treinar para a redação, praticar a argumentação e ler muito. “Ainda que o tema já esteja fechado, as informações que os estudantes absorverem podem ajudá-los a embasar a argumentação e sair do senso comum”, destaca Rute Augusto Possebom, professora de português, redação e interpretação de texto do colégio Santa Amália. A professora recomenda a leitura de jornais, revistas e artigos que teorizem e problematizem questões globais que possam ser tema da Redação do Enem, como sustentabilidade, preconceito e drogas.
Realizar provas de Enems anteriores, passatempos sobre os temas da prova e utilizar o computador para rever os principais fatos que aconteceram no primeiro semestre (cobrados na prova de atualidades) são táticas que valem ser aplicadas. “O estudante deve estar a par dos acontecimentos”, enfatiza Lambert. Os estudos devem ter uma pausa somente nos últimos dias antes da prova, recomenda o professor.
fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br

Enem: como é a prova de Ciências da Natureza

Mateus Prado
Clipping Educacional - Home iG › Último Segundo
Saúde pública e preservação ambiental são os principais temas
A prova de Ciências da Natureza, no primeiro dia do Enem, compreende questões biologia, química e física e pode ser considerada uma incoerência do Ministério da Educação e Cultura (MEC) em relação às políticas públicas para o ensino médio. Segundo os parâmetros curriculares nacionais, a etapa escolar está dividida em três grandes áreas, sendo que uma delas é "Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias". O Enem, no entanto, dividiu a área em duas provas, aumentando a importância e o peso de ciências da natureza e, sobretudo, de matemática na prova.
O candidato terá que responder questões sobre oito competências. As cinco primeiras relacionam as ciências naturais a atividades do dia-a-dia em sociedade, com perguntas relacionadas à saúde pública, à preservação do meio ambiente e dos recursos naturais, ao consumo racional e à qualidade de vida. Nas três últimas, propõe temas estudados em aulas física, química e biologia do ensino médio. A análise de gráficos e tabelas, o uso de ferramentas de estatística e probabilidade, cálculos com regra de três e o conhecimento do sistema internacional de medidas, mesmo que já sejam temas prioritários da prova de matemática, também aparecem nas questões de Naturais.

Entenda as oito competências exigidas pela prova:
A ciência no dia-a-dia - Algumas aulas tentam fazer das descobertas científicas verdades absolutas. Nessa primeira competência, o aluno precisa demonstrar que compreende serem as ciências naturais fruto da construção humana, dando soluções para problemas apresentados e indicando benefícios e impactos de tecnologias ligadas à física, à química e à biologia.

Circuitos elétricos e consumo racional - Nem tudo no Enem é muito racional. Nessa competência estão relacionadas coisas diferentes: as noções básicas de elétrica e eletrônica, a capacidade de compreender manuais de equipamentos e a capacidade de se comportar como um consumidor consciente e responsável. De conteúdo, é importante conhecer bem conceitos como circuito em série, circuito em paralelo, resistência, tensão, potência e corrente, além de calcular o gasto de energia de equipamentos. Sobre consumo racional, o Enem deve propor comparação entre diferentes produtos, como, por exemplo, o que gasta menos energia, qual é melhor do ponto de vista nutricional, qual tem as características ofertadas na embalagem.

Degradação, conservação ambiental e ciclo da água - A análise do uso dos recursos naturais e as propostas de intervenção humana que diminuam o impacto da ação do homem no planeta são os temas dessa competência. Para o candidato, é importante identificar impactos negativos na extração e uso dos recursos naturais e reconhecer as melhores práticas para minimizá-los ou eliminá-los. Reduzir, reciclar e reutilizar são as palavras de ordem.

Genética e saúde pública - De conteúdo, será necessário repassar os temas básicos relacionados à genética, como os tipos de reprodução e as diferentes teorias da evolução. A questão da saúde pública do brasileiro irá aparecer, sobretudo em relação a questões sociais em temas de higiene, alimentação, saneamento, sexualidade e qualidade de vida.

As ciências naturais apresentadas na vida cotidiana – Será importante a compreensão das linguagens em que as ciências naturais se apresentam na vida cotidiana e dos códigos em que o conhecimento científico é apresentado. Também é preciso pensar o desenvolvimento das ciências através de experiências e novas descobertas. Textos, tabelas, gráficos ou símbolos serão usados como instrumentos para a apresentação das questões. Qualidade da água e dos alimentos, saneamento básico e vacinas são temas que deverão aparecer na competência de número 5.

Fenômenos físicos – Aqui o Enem irá cobrar parte do que é aprendido nas aulas de física. É importante lembrar que nessa e nas próximas duas competências o aluno não deve se preocupar com o aprendizado aprofundado dos conteúdos indicados. Um nível médio de conhecimento é suficiente para resolver as situações-problema que serão propostas no exame. Tempo, distância, espaço, força, energia, potência, trabalho, calor, temperatura, dilatação, transmissão de energia, corpo, atmosfera e radiação serão os conteúdos cobrados. Além disso, os alunos precisam conhecer as formas de geração e transformação de energia, sobretudo as mais eficientes e mais modernas. Energias renováveis, biodiesel, GNV e pré-sal são os temas mais prováveis para a prova.

Fenômenos químicos - Uma parte da matéria de química será cobrada nessa competência. Em primeiro lugar, a compreensão da linguagem química. Entre os conteúdos mais privilegiados estarão os estados da matéria, as ligações e reações dos elementos químicos, os processos de produção, transformação e consumo de energia, as substâncias químicas (rendimentos e implicações sociais) e as mudanças no meio ambiente, com seus riscos e benefícios.
Biodiversidade, ética em pesquisa e saúde pública - A biologia do Enem é mais leve que a física e a química. Como a genética já é cobrada em uma competência anterior, na competência 8 aparece a biodiversidade – o aluno precisará mostrar que compreende comportamentos biológicos dos seres vivos nos ecossistemas, principalmente nacionais, e valorizar a ética na pesquisa com eles. Ações voltadas para a promoção da saúde pública nos níveis do indivíduo, da sociedade e do ambiente em que vivemos também aparecem. Como saúde pública já é objeto da competência 4, o assunto é o grande destaque – ao lado de preservação ambiental – da prova de Ciências da Natureza.
fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br

domingo, 24 de outubro de 2010

Trabalho em Equipe

"Sessenta por cento de todos os problemas administrativos resultam da ineficácia da comunicação." (Peter Drucker e suas célebres frases de liderança corporativa)

"Na longa história da espécie humana (e do gênero animal, também), prevaleceram os indivíduos que aprenderam a colaborar e a improvisar com mais eficácia." (Charles Darwin)

"Bons lideres fazem as pessoas sentir que elas estão no centro das coisas, e não na periferia. Cada um sente que ele ou ela faz a diferença para o sucesso da organização. Quando isso acontece, as pessoas se sentem centradas e isso dá sentido ao seu trabalho." (Warren bennis)

"Grandes realizações não são feitas por impulso, mas por uma soma de pequenas realizações." (Vincent Van Gogh)


"Muitas vezes esbarramos com personalidades fortes, pessoas que muitas vezes nos intimidam, uns são mais brandos, outros mais agressivos, no mundo corporativo não existem limites, por isso, aprenda a ponderar antes de falar e agir por impulsos." (Luís Alves autor de artigos sobre liderança corporativa)

"O trabalho em equipe é um malabarismo constante constante entre o interesse próprio e o interesse do grupo." (Susan Campbell)

Assédio Moral

Assédio Moral no trabalho é a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes, constrangedoras, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas. Nelas predominam atitudes e condutas negativas, relações desumanas e sem ética de um/a ou mais agressores/as dirigidas a um/a ou mais subordinados/as. O objetivo é desestabilizar a relação da vítima com o ambiente de trabalho e à sua organização.
Pode ser iniciada e manifestada por atos, palavras e gestos que venham a atentar contra a dignidade física, psíquica e a auto-estima das pessoas. A vítima escolhida é isolada do grupo, sem explicações; passa a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada e desacreditada diante dos pares. O medo do desemprego e da vergonha de virem a ser humilhados, também, associado ao estímulo constante à competitividade, os torna coniventes com o processo.
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sábado, 23 de outubro de 2010

Prorrogado até o dia 25/10 as inscrições para atribuição de aulas em todo o Estado

Clipping Educacional – SEE/SP
Candidatos deverão fazer prova de habilitação para poder participar do processo;
Para o ano letivo de 2011, a rede estadual de ensino contará com mais 10.083 professores efetivos para o Ensino Fundamental Ciclo II, Ensino Médio e Educação Especial
Foi prorrogado para a próxima segunda-feira (25/10) o período de inscrições para professores não efetivos e candidatos à contratação interessados em participar do processo de atribuição de classes/aulas para o ano letivo de 2011 nas cerca de 5.300 escolas da rede estadual de ensino em todo o Estado. As inscrições poderão ser feitas na própria escola, no caso dos docentes com vínculo , e nas Diretorias de Ensino, no caso dos novos candidatos. O comprovante de inscrição para ambos poderá ser obtido acessando o portal da Secretaria de Educação ( www.educacao.sp.gov.br <> ), entre os dias 13 e 28 de outubro.
Assim como no ano passado, os professores não efetivos e os candidatos à contratação deverão fazer uma prova para poder concorrer à atribuição. Os docentes estáveis que já realizaram a prova em 2009 e foram habilitados não precisam repetir a avaliação este ano. O mesmo vale para os estáveis que participaram da Prova de Promoção (Programa de Valorização pelo Mérito) e obtiveram média igual ou superior a 50%. Neste caso, é possível utilizar a nota obtida, com a devida correspondência, para concorrer na atribuição. A nota da prova é um dos quesitos na classificação para atribuição de aulas, que também leva em consideração o tempo de experiência e títulos do docente, conforme prevê o Programa + Qualidade na Escola, lançado pelo Governo do Estado no ano passado.
Os docentes estáveis que já tiverem sido habilitados na prova de 2009 ou na prova de promoção também poderão fazer a avaliação deste ano, se desejarem: a maior nota obtida será considerada para a classificação. Nos demais casos, só poderão concorrer à atribuição os docentes não efetivos e novos candidatos aprovados na prova de avaliação 2010.
A nota da prova será única por área. No momento da inscrição, o candidato deverá optar pela “prova área classe”, para classificação no campo de atuação de classes (Professor de Educação Básica I), ou pela “prova área aulas”, para classificação no campo de atuação de aulas ou de Educação Especial (Professor Educação Básica II). Neste caso, é possível optar por fazer prova em uma das disciplinas de sua habilitação/qualificação ou a de Educação Especial. Quem desejar concorrer nos campos de atuação de classes (PEB I) e aulas (PEB II) deverá prestar duas provas. A data da avaliação será divulgada posteriormente.
No caso dos professores efetivos, as inscrições deverão ser feitas no período de 3 a 12 de novembro, na escola de classificação do cargo .

Mais professores efetivos
Para o ano letivo de 2011, a rede estadual de ensino contará com mais 10.083 professores efetivos para o Ensino Fundamental Ciclo II, Ensino Médio e Educação Especial, provenientes de concurso promovido este ano pela Secretaria de Estado da Educação. Será o primeiro contingente capacitado pela São Paulo Escola de Formação de Professores, criada dentro do Programa + Qualidade na Escola para promover o ingresso de docentes mais bem preparados na rede.
O curso na Escola de Formação foi instituído como última etapa do processo seletivo do concurso e, para serem aprovados, os candidatos devem cumprir as exigências curriculares e obter uma nota mínima na avaliação final. Por meio do curso, os docentes que ingressarão na rede a partir de 2011 conhecerão o currículo adotado pelo Estado, metodologias de trabalho e aspectos da realidade das escolas estaduais. O conteúdo será dividido em duas etapas: a primeira, com duração de oito semanas, comum a todos os candidatos, abordará a função e a identidade do professor e a identidade e diversidade dos alunos e sua relação com a aprendizagem e o conhecimento, além de cultura escolar e familiar. Na segunda, com duração de 10 semanas, os professores trabalharão em suas respectivas especialidades, ou seja, cada uma das 13 disciplinas do currículo da rede estadual de ensino e em educação especial.
“Dessa forma, São Paulo dá um passo muito importante para garantir que professores mais qualificados estejam atuando nas salas de aula”, diz o secretário de Educação, Paulo Renato Souza. “Professor mais qualificado é condição para uma educação melhor”, conclui.
Sobre o Programa Mais Qualidade
Lançado em maio de 2009 pelo Governo do Estado, o Programa + Qualidade na Escola criou, em sua primeira fase, a Escola de Formação de Professores, que mudou a forma de ingresso dos profissionais do magistério (instituindo o curso de formação como última etapa do processo seletivo), além de ter implementado duas novas jornadas de trabalho (de 12 e 40 horas semanais), aberto 80 mil novos cargos efetivos no magistério e regulamentado a situação dos professores temporários, instituindo o exame como requisito para sua atuação nas salas de aulas.
Na segunda fase da ação, foi criado o Programa Valorização pelo Mérito, que reconhece o esforço e a dedicação dos profissionais de toda a rede. O Valorização pelo Mérito permite aos docentes quadruplicar o salário inicial da carreira desde que cumpram as regras de promoção, tenham notas mínimas em avaliações e consigam classificação entre os 20% melhores dentro do quadro total do magistério no Estado. A remuneração inicial para a jornada de 40 horas semanais, que hoje é de R$ 1.834,85, pode chegar a R$ 6.270,78 ao longo da carreira, um aumento de 242%.
O Programa Valorização pelo Mérito dá sequência à ampla política desenvolvida pelo Governo do Estado para melhorar a qualidade da educação, com medidas como o Programa Ler e Escrever (voltado à aceleração da alfabetização de crianças de 1ª à 4ª série), o São Paulo Faz Escola (com novo currículo e materiais específicos para alunos e professores) e diversas modalidades de recuperação de aprendizagem para alunos com dificuldades, entre outras ações.
Fonte: http://www.educacao.sp.gov.br

Enem exige uso de caneta preta e proíbe lápis e relógio durante prova

Do G1, em São Paulo
Questões de segurança levaram a restrições, segundo o Inep.
Provas ocorrem em 6 e 7 de novembro.
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano terá restrições mais rígidas durante a realização das provas, em 6 e 7 de novembro deste ano. Os estudantes poderão usar apenas caneta esferográfica preta. Lápis e relógio estão proibidos de entrar nas salas de exame por questões de segurança, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Outros itens que devem ficar fora das salas, segundo o instituto, são borracha, apontador, lapiseira, grafite, livros, manuais, impressos, anotações, máquinas calculadoras e agendas eletrônicas ou similares, telefones celulares, pagers, bip, walkman, gravador, mp3 ou similar, ou qualquer receptor ou transmissor de dados e mensagens.
Os estudantes deverão levar documento de identificação original e cartão de confirmação da inscrição, enviado pelo correio e disponibilizado na página de acompanhamento do inscrito.
Segundo o Inep, quem não apresentar o documento de identificação original será proibido de entrar na sala de provas. O mesmo ocorre com quem estiver com documento ilegível pelo mau estado de conservação.
"Considera-se como documento de identidade a cédula de identidade expedida por Secretarias de Segurança Pública, pelas Forças Armadas, Polícia Militar, Polícia Federal, a identidade expedida pelo Ministério das Relações Exteriores para estrangeiros, a identificação fornecida por ordens ou conselhos de classes que por lei valham como documento de identidade, a Carteira de Trabalho e Previdência Social, o Passaporte e a Carteira Nacional de Habilitação com fotografia (na forma da lei nº 9.503, de 1997)", afirma guia do Inep.
O instituto afirma ainda que não serão aceitos como documentos de identificação protocolos, certidão de nascimento, certidão de casamento, título eleitoral, carteira nacional de habilitação em modelo anterior à lei nº 9.503/97, carteira de estudante, crachás e identidade funcional de natureza pública ou privada que não possua fé pública, validade em todo o território nacional e fotografia.
Segundo o Inep, não haverá mudança do local de prova, como ocorreu no ano passado. “Cada local foi estipulado levando em consideração o endereço dos inscritos e município escolhido para realizar o Enem, indicados no ato da inscrição. Não haverá alteração de local de prova em hipótese alguma”, diz o site do Inep.
Os cerca de 4,6 milhões de inscritos no exame deverão receber os cartões de confirmação de inscrição até esta segunda-feira (25). Os estudantes poderão ainda consultar as informações sobre a inscrição no site http://sistemasenem2.inep.gov.br/inscricao.
Segundo a assessoria de imprensa do instituto, quem não receber o cartão até a próxima segunda-feira e não conseguir acessar as informações da inscrição no site deverá entrar em contato com Ministério da Educação pelo telefone 0800-61-61-61.
As provas ocorrerão das 13h às 17h30 de 6 de novembro, com questões de ciências humanas e suas tecnologias e ciências da natureza e suas tecnologias. No dia 7 de novembro, a prova será realizada das 13h às 18h30, com perguntas sobre linguagens, códigos e suas tecnologias, além de redação, e matemática e suas tecnologias.
Segundo o Inep, os portões de acesso aos locais de prova serão abertos às 12h e fechados às 12h55, de acordo com o horário de Brasília. Não será permitida a entrada do inscrito que se apresentar após o horário estipulado.
Os gabaritos das provas objetivas serão divulgados na página do Inep até o segundo dia útil após a realização das últimas provas. Os resultados do exame serão divulgado até 15 de janeiro de 2011, de acordo com o instituto.
Fonte: http://g1.globo.com/

Escolas falham ao ensinar disciplinas básicas

Clipping Educacional – Veja.com
O site de VEJA divulgou em primeira mão a pesquisa sobre educação realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com o Ibope. O levantamento – que faz parte da série Retratos da Sociedade Brasileira – ouviu 2 000 pessoas em todo o país. Para discutir os resultados desse panorama da educação, o editor Jadyr Pavão Júnior convidou Renato da Fonseca, gerente de pesquisa da CNI, Maria Helena Guimarães de Castro, professora da Unicamp e ex-secretária de Educação de São Paulo, e Gustavo Ioschpe, economista e especialista em educação. Nesta parte da conversa, os convidados continuam debatendo a qualidade do ensino público: 64% dos entrevistados acreditam que as ecolas têm falhado total ou parcialmente ao ensinar disciplinas elementares, como português e matemática.

Fonte: http://veja.abril.com.br/

Inovação e reconhecimento no ensino de Matemática

Bruno Gabriel,
Clipping Educacional - especial para a Gazeta do Povo
Mudar as convenções da sala de aula e valorizar o cotidiano do aluno. Foram essas ideias que fizeram a paranaense Rosilene Lampa ficar entre os dez premiados do concurso educacional Professor Nota 10, da Fundação Victor Civita, deste ano. Professora de Matemática do Colégio Estadual Arnaldo Faivro Busato, em Pinhais, a educadora sentiu a necessidade de inserir o dia a dia dos alunos no conteúdo curricular para que houvesse mais interesse pelo que é estudado.
O projeto vencedor, denominado Função afim na resolução de problemas, fez com que Rosilene conseguisse melhorar o aprendizado dos estudantes. “Alguns alunos não entendiam conceitos essenciais e eu tinha que recuperá-los sem atrasar o conteúdo a ser dado”. Dessa maneira, a alternativa foi, em 22 aulas, inserir temas atuais que envolvessem conteúdos já trabalhados, mas de uma maneira que não tornasse isso tão evidente.
Entre os temas estudados estavam as tabelas da Copa do Mundo e gráficos a respeito do índice de criminalidade na Grande Curitiba.
Outro ponto pensado por Rosilene foi o da tecnologia. Sabendo que não poderia competir com televisão e computador, a professora os inseriu no trabalho proposto. Assim, os alunos gravaram um telejornal e criaram um blog para interagir os conhecimentos adquiridos em sala. “Todos dispõem de senha e podem intervir da maneira que quiserem no meio virtual, o que tem sido benéfico”, diz.
As novas técnicas de aprendizado utilizadas por Rosilene foram positivas. Aluna da oitava série, Gabriela Alcoforado Pereira, de 14 anos, afirma ter passado a prestar atenção nas aulas de Matemática. “A aula dela é totalmente diferente. Deixamos o livro de lado e usamos o dia-a-dia para ver aspectos da teoria na prática”, diz.
Rosilene ressalta a importância desse método. “Todo aluno traz algum conhecimento. O professor tem que direcionar isso para a aprendizagem na escola. É assim que os estudantes passam também a entender as coisas novas que conhecem”, sugere. Além disso, Gabriela cita os jogos criados pela própria professora e que envolvem cálculos matemáticos.
O prêmio recebido dará a Rosilene um reconhecimento em dinheiro, que ela diz ser muito bem vindo. Mas não é o principal. “Recebo o prêmio em nome de todos os professores da rede pública de ensino que, assim como eu, esforçam-se para desenvolver um trabalho de qualidade”, afirma.
Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br