quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Alckmin é contra reduzir número de aulas de português

Ocimara Balmant, ESPECIAL PARA O ESTADO
Clipping Educacional - O Estado de S. Paulo
Proposta de novo currículo em discussão na Secretaria Estadual de Educação também prevê a diminuição da carga horária de matemática
O governador Geraldo Alckmin é contra diminuir a carga horária das disciplinas de português e matemática na grade do ensino médio, como sugere a proposta de matriz curricular enviada pela Secretaria de Educação a toda a rede. “É uma discussão, não há nenhuma decisão quanto a isso, mas, se pudéssemos, deveríamos aumentar”, disse ele.
Para o secretário estadual de Educação, Herman Voorwald, instigar a discussão é o que importa. “A LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) prevê 12 disciplinas em 30 horas de aula. Como fazer isso na estrutura que temos? É esse debate que queremos fomentar”, afirmou.
Voorwald acredita, ainda, que o número de aulas de português e matemática não é o mais relevante.
“Com a grade do jeito que está, nós estamos bem em português e matemática? Não! Isso mostra como a questão é mais complexa do que uma hora a mais ou a menos de aula.”
O resultado do Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado (Saresp) mostrou que 57% dos alunos do ensino médio estão abaixo do básico em matemática e 38% não absorveram conteúdos mínimos em português.
Para o secretário, a melhora do ensino depende, em primeiro lugar, da valorização do docente. “Se ele não estiver preparado e motivado, nada funciona. É um trabalho em cadeia: é preciso bons professores, infraestrutura apropriada e bom currículo.”

Modelo
Diminuir a carga horária é uma estratégia para que disciplinas como sociologia e filosofia ganhem mais espaço na grade e, também, para que seja feita a inserção de conteúdos que hoje não integram o currículo, como as aulas de língua espanhola.
A distribuição das disciplinas prevê a estruturação do ensino em três ênfases: linguagem; matemática e ciências da natureza; ou ciências humanas.
Nesse formato, todos terão menos aulas de português e matemática, mas a queda varia conforme a área.
A ideia é que, nas escolas em que haja pelo menos três turmas do 3.º ano, os alunos possam optar por uma das áreas de conhecimento.
Nas unidades que não tiverem número suficiente de classes, a proposta prevê grade curricular com distribuição equitativa entre as três áreas.

Ponderação
Para a presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Maria Izabel Azevedo Noronha, fazer caber as disciplinas no tempo e no espaço é um desafio complexo, mas é preciso que a reformulação seja cuidadosa. “Não adianta só aumentar a carga horária, porque daí se corre o risco de criar aula em disciplinas em que faltam docentes. Se isso acontecer, haverá professores de uma matéria dando aula de outra.”
Um ponto a ser levado em conta, segundo ela, é o aumento do tempo de formação.
“Em vez de três, o aluno pode se formar em quatro anos. O importante é lembrar, sempre, que educação não é um menu e não pode ser tratada como cardápio”, afirma Maria Izabel.

PARA ENTENDER
Na divisão por ênfase, o aluno do diurno que optar pelo estudo da linguagem terá, durante três anos, 120 aulas a menos de português (de 560 para 440) e 160 de matemática (de 560 para 400). Mas assistirá ao dobro de aulas de sociologia (de 120 para 240).
Quem escolher matemática e ciências da natureza terá 160 aulas de português e 120 de matemática a menos. Por outro lado, aumentam em um terço as de física e química (de 240 para 320).
A maior queda se dará para quem optar por ciências humanas, com 200 aulas a menos de português e matemática (queda de 36%). Mas aumentam as aulas de filosofia (de 160 para 240) e sociologia (de 120 para 320 aulas).
fonte: http://www.estadao.com.br

Reajuste de professor sairá em novembro, diz Alckmin

Adriana Archanjo e Cristiane Gercina
Clipping Educacional - do Agora
O governador Geraldo Alckmin disse ontem que a lista de professores e funcionários do magistério aprovados na prova de valorização pelo mérito sairá no começo de outubro.
De acordo com o governador, "o pagamento será feito no quinto dia útil de novembro e será retroativo a julho para os professores que foram aprovados na prova", realizada em julho deste ano.
A declaração foi dada ontem em evento que anunciava as inscrições para a rede de ensino médio técnico.
Os 20% melhores no exame terão aumento de 25% no salário.
Neste ano, cerca de 55 mil professores fizeram a prova que dá o reajuste, dentro do programa de Valorização pelo Mérito.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Governo de SP vai custear curso técnico para alunos da rede estadual

Clipping Educacional - Do G1, em São Paulo
Inscrições começam nesta quinta-feira (29) e vão até 14 de outubro.
São 30 mil vagas em 417 cursos gratuitos em 91 municípios do estado.
O governo do estado de São Paulo anunciou nesta quarta-feira (28) que vai abrir 30 mil vagas em cursos técnicos em 91 municípios paulistas. O programa é destinado a alunos matriculados na 2ª série do ensino médio da rede estadual ou em qualquer série do Ensino de Jovens e Adultos (EJA). Os cursos começam em novembro e serão realizados em 231 instituições de ensino privadas que se credenciaram junto ao estado.
Para se inscrever, os estudantes devem acessar o site da Secretaria da Educação a partir da quinta-feira (29). As inscrições estão abertas até o dia 14 de outubro e, caso haja mais candidatos do que vagas, será realizado um sorteio entre os inscritos no dia 18 de outubro.
Os alunos podem escolher entre 417 cursos como, por exemplo, automação industrial, análise clínica, logística, informática. Batizado de Rede Ensino Médio Técnico, o programa vai funcionar de forma parecida com as Escolas Técnicas Estaduais (Etecs).
Os cursos terão carga horária de entre 800 e 1200 horas e duração de 18 meses, mas são oferecidos por escolas particulares e exclusivamente aos alunos da rede estadual, ao contrário das Etecs, que são abertas à população em geral.

MEC começa a distribuir os cartões de confirmação do Enem 2011

Clipping Educacional - Do G1, em São Paulo
Segundo o ministério, entrega será feita até 14 de outubro.
Os candidatos que não receberem o cartão poderão imprimi-lo no site.
A quatro semanas do Enem 2011, o Ministério da Educação iniciou por meio dos Correios a entrega dos cartões de confirmação aos 5,3 milhões de candidatos inscritos. O prazo para finalização da entrega é 14 de outubro e os primeiros estados a receber os cartões são Espírito Santo e Minas Gerais.
Segundo a assessoria de imprensa do Instituto Nacional de Estudos e Pequisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o procedimento está ocorrendo dentro do cronograma e não foi prejudicado pela greve dos Correios.
O cartão de confirmação indica o local da prova de cada candidato e deve ser apresentado nos dois dias do exame, em 22 e 23 de outubro. Além do cartão, estudantes devem portar um documento de identificação com foto.
De acordo com o Inep, a partir de 14 de outubro, os candidatos que não tiveram os documentos entregues em casa podem acessar o site do Enem e imprimir seu cartão.

Provas
Já a distribuição das provas aos estados foi iniciada pelo MEC no início do mês. O envio segue um esquema de segurança criado pelo Governo Federal na tentativa de evitar fraudes. As provas estão sendo guardadas em unidades regionais do Exército.
Embora o Inep não revele informações sobre o esquema, alegando que se trata de “uma questão operacional de total sigilo”, na Paraíba, por exemplo, o Exército confirmou que a maior parte das 50 caixas de provas estão guardadas nas instalações do 15º Batalhão de Infantaria Motorizado, instalado no bairro de Cruz das Armas, em João Pessoa.
Algumas caixas foram levadas para Campina Grande, onde também estão sendo guardadas em uma unidade militar.
No total, 123.820 pessoas se inscreveram para participar do exame no estado.

Mais tempo em sala de aula pode "salvar" ano escolar da criança, diz Haddad


Karina Yamamoto/Rafael Targino
Clipping Educacional - Em São Paulo
O ministro da Educação e pré-candidato à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, defendeu, em entrevista exclusiva ao UOL, o aumento dos dias letivos nas escolas. Segundo ele, uma hora por dia ou dez dias por ano podem ser a “salvação” de um aluno.
Fernando Haddad fala ao UOL
Na mesma entrevista, Haddad afirmou também que votaria em Marta Suplicy (PT) e que gostaria que o deputado Gabriel Chalita (PMDB) estivesse na disputa.
“Muitas vezes, uma hora a mais por dia ou dez dias a mais por ano podem significar reprovar ou não uma criança. Podemos salvar o ano daquela criança e mantê-la na idade correta [na escola]”, afirmou.

Ampliação
O governo estuda ampliar o tempo que o aluno passa na escola, ou com mais horas por dia, ou com mais dias por ano. Uma pesquisa, feita pelo secretário-executivo da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Ricardo Paes de Barros –e apresentada pelo MEC (Ministério da Educação) na semana passada– defende que um aumento de dez dias no ano letivo pode elevar o aprendizado do estudante em até 44% em um período de um ano. 
A OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), no entanto, já mostrou em pesquisa que o aumento da jornada não necessariamente se reflete no aprendizado das crianças. No relatório “Education at a Glance”, divulgado no dia 13 de setembro, a instituição diz que o Brasil já oferece mais tempo de sala de aula (800 horas/ano) que a média dos países desenvolvidos (793 horas/ano).
O próprio ministro diz que não há estrutura para um aumento imediato da jornada. “Não há espaço físico para dois turnos, a não ser com tecnologias novas, como o próprio ministério desenvolveu. O que nós temos que discutir é como a gente vai aumentar o período de exposição da criança ao conhecimento.”

Desigualdade entre escolas públicas e particulares
Questionado sobre como fazer para diminuir a diferença de desempenho entre escolas públicas particulares, Haddad disse que “há muito” por fazer, mas que é preciso “reconhecer o esforço” do que já foi feito. “Estamos estimulando as escolas [públicas] a se compararem com elas próprias” por meio do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica).
A meta do governo é chegar à nota 6 no Ideb nos anos iniciais do ensino fundamental no ano de 2021, em uma escala que vai de zero a 10. Haddad negou que o objetivo seja baixo. “No país mais evoluído, a nota é oito. Não existem países nota 10 nessa escala. Nós calibramos de tal maneira [que] chamamos de 6 a nota média dos países mais ricos do mundo. Se nós chegarmos [à meta] significa dizer que nosso sistema é melhor que o de Israel, da Itália.”

Enem
O ministro chamou o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de “desafio”. “[É] Sempre um desafio e sempre será. Ele é muito grande. Só perde para o exame da China [o Gao Kao], que tem 11 ou 12 milhões de inscritos. É uma logística de escala monumental. Ele [o Enem] está se cercando do que há de melhor na inteligência do país: Correios, Inmetro, gerenciamento de risco”, disse.
Segundo Haddad, a greve dos Correios não vai atrasar a distribuição dos cartões de inscrição e, tampouco, das provas. “É uma operação especial e [o cartão] é acessível pela internet, com a senha de inscrição. [O candidato] Vai poder acessar independentemente de receber ou não.” Na terça-feira (27), os Correios anunciaram que iriam começar a entrega dos cartões ainda nesta semana.

Ensino superior na Ciência e Tecnologia
Tramita no Senado um projeto de lei que tira do MEC a responsabilidade da gestão do ensino superior, transferindo-o para o Ministério de Ciência e Tecnologia. Haddad criticou a ideia.
“É uma medida cosmética. Não vejo como uma mudança estrutural de fundo, até porque orçamento das universidades foi triplicado no último período. Nunca foi tão boa a relação do MEC com os reitores”, disse.

SP quer reprovação também no 7º ano

Clipping Educacional - DE SÃO PAULO
O governo de São Paulo fechou uma proposta para alterar a progressão continuada nas escolas da rede estadual e, a partir do ano que vem, poderá reprovar também alunos do 7º ano do ensino fundamental.
A informação é de Fábio Takahashi, Ricardo Gallo e Elton Bezerra, publicada na edição desta quarta-feira da Folha. 
Atualmente, na progressão continuada, o aluno da rede só pode ser reprovado no 5º e no 9º ano do fundamental, após os chamados ciclos de aprendizagem.
O governo argumenta, com a proposta, que a ideia é melhorar o desempenho do aluno antes de ele terminar o ensino fundamental.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Secretaria inicia discussão sobre currículo do Ensino Médio com a rede

Clipping Educacional - Da Educação
A Secretaria de Estado da Educação acaba de dar início a uma ampla discussão sobre a reformulação curricular do Ensino Médio. As análises e sugestões que resultarão desse debate serão apresentadas por representantes dos professores e demais profissionais da Educação durante a nova rodada de reuniões regionais de trabalho, em outubro, com o secretário Herman Voorwald e o secretário-adjunto João Cardoso Palma Filho.
O ponto de partida para esse debate foi o encaminhamento de uma proposta de reorganização do currículo para o Ensino Médio, visando a elaboração, ainda neste ano, de uma nova Matriz Curricular, a ser adotada a partir de 2012. Conforme já havia sido comunicado diretamente a todos os 91 dirigentes regionais em reuniões em São Paulo desde agosto, todas as escolas estaduais já receberam esse documento. “O debate com o magistério é condição necessária para o sucesso da implementação de uma reformulação curricular em qualquer rede de ensino”, destacou o secretário Herman Voorwald.
Elaborada por um grupo de educadores da rede estadual sob a supervisão da Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas (Cenp), a proposta encaminhada para discussão visa compatibilizar as exigências da legislação vigente sobre a matéria com os objetivos de tornar o currículo mais atrativo para os alunos, promover uma formação integral do jovem e torná-lo mais preparado para o mundo do trabalho. Além disso, a iniciativa busca preservar a tendência de queda da evasão nesse nível de ensino. Vale ressaltar que a taxa de abandono no Ensino Médio na rede estadual caiu de 26,5% em 1986 para 5,4% em 2010, mesmo com o crescimento de 545 mil para 1,512 milhão do total de matrículas nesse mesmo período.
Nessa formulação, o mais importante não são as mudanças sugeridas para a carga horária das disciplinas — que certamente serão foco de amplas discussões e sugestões —, mas a possibilidade de as escolas oferecerem grades curriculares diferenciadas, com ênfase em três áreas do conhecimento, todas elas considerando suas respectivas tecnologias: 1) Linguagens e Códigos; 2) Ciências da Natureza e Matemática; e 3) Ciências Humanas.
Nas escolas que tiverem pelo menos três turmas de terceira série do Ensino Médio, os alunos poderão optar por uma área de conhecimento com base nessas três alternativas. Para as unidades de ensino que não tiverem número de classes suficientes para oferecer essas formações diferenciadas, a proposta prevê grade curricular com distribuição equitativa entre as três áreas.
Outro aspecto importante da proposta é a introdução da disciplina de Língua Espanhola nas segundas e terceiras séries e da matéria Orientação de Estudos, destinada a auxiliar os alunos na condução de suas atividades.

“O debate com o magistério em torno da reorganização curricular do Ensino Médio é um passo essencial para cumprir com o objetivo do Governo de São Paulo de tornar sua rede um dos melhores sistemas educacionais do mundo nos próximos anos”, ressaltou o secretário-adjunto João Cardoso Palma Filho.

Governo de São Paulo corta aulas de português e matemática

Clipping Educacional - DE SÃO PAULO
O governo de São Paulo finalizou projeto de mudança no ensino médio, a ser implantado já em 2012. Português e matemática perdem espaço para outras matérias como espanhol, física e sociologia.
A informação é da reportagem de Fábio Takahashi publicada na edição desta terça-feira da Folha. 
Outra alteração é que estudantes do terceiro ano escolherão currículo com uma das três ênfases: linguagem; matemática e ciências da natureza; ou ciências humanas. Hoje, o currículo é praticamente o mesmo para todos.
A possibilidade de escolha valerá aos alunos que concluírem o ensino médio em 2014. Em outubro, a Secretaria da Educação definirá se o projeto será alterado. A secretaria não se pronunciou sobre o tema.
Apesar da redução das aulas de português e matemática, todos os estudantes terão carga maior de física, química, filosofia e sociologia, que hoje chegam a ter apenas uma aula semanal.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Secretaria da Educação divulga lista de aprovados no concurso para Oficial Administrativo

Clipping Educacional - Da Educação
As 1.203 vagas para o cargo serão distribuídas entre órgãos centrais e regionais da Secretaria de Estado da Educação
A lista de aprovados e não aprovados no concurso para o cargo de Oficial Administrativo será divulgada neste sábado (24/09) no portal da Fundação Vunesp e no “Diário Oficial” do Estado. A relação nominal dos aprovados poderá ser acessada clicando aqui.
Ao todo, 62.990 candidatos fizeram o exame, realizado no dia 21 de agosto. O concurso é destinado ao provimento de 1.203 vagas, que serão distribuídas entre órgãos centrais e regionais da Secretaria de Estado da Educação.
A partir da publicação da lista, a previsão é que nos dias 26, 27, 28 e 29 deste mês os candidatos aprovados possam entregar os títulos acadêmicos na Diretoria Regional de Ensino pela qual optaram no momento da inscrição. Após a avaliação e o processamento desses documentos, será divulgada, a partir de outubro, a 1ª classificação oficial dos concorrentes selecionados.
Entre as atribuições básicas do cargo estão atividades de apoio técnico e administrativo em diversas áreas de atuação. O vencimento inicial para a função corresponde a R$ 710 e a carga horária é de 40 horas semanais.
A divulgação da classificação final será realizada na segunda quinzena de novembro. Além dos 1.203 cargos em aberto, o concurso também proverá outros que vagarem ou forem autorizados no decorrer do seu prazo de validade, que é de dois anos.

Escolas estaduais realizam “Dia do Saresp” nesta semana

Clipping Educacional - Da Educação
Educadores farão discussões e análises dos Relatórios Pedagógicos do Saresp 2010 que permitirão desde já definir ações para o planejamento de 2012
Até a próxima sexta-feira (30/09), as cerca de 5,3 mil escolas da rede estadual de ensino de São Paulo deverão realizar o “Dia do Saresp”. A data é reservada para diretores, coordenadores e professores se reunirem em suas respectivas unidades e discutirem a avaliação dos alunos no Saresp 2010 (Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo). O intuito é analisar os resultados de forma pedagógica e, a partir dessas informações, planejar ações visando à melhoria da qualidade do ensino.
Este ano, a data de realização do “Dia do Saresp” será definida pelas diretorias de ensino, entre os dias 26 e 30 de setembro. Essa flexibilização tem como objetivo respeitar o planejamento e cronograma das unidades em cada região, facilitando a realização e o acompanhamento do trabalho junto às escolas. 
Na ocasião, as unidades fazem uma espécie de auto-análise, com base no resultado dos seus alunos na avaliação do ano anterior. Essa reflexão deverá ter desdobramento nas reuniões de HTPC (Horas de Trabalho Pedagógico Coletivo) subsequentes, conforme plano a ser elaborado em cada escola.

Sobre o Saresp
O Saresp é uma avaliação realizada desde 1996, pela Secretaria de Estado da Educação, com a finalidade de fornecer informações consistentes, periódicas e comparáveis sobre a situação da escolaridade na rede pública de ensino paulista, com o intuito de orientar os gestores do ensino no monitoramento das políticas voltadas para a melhoria da qualidade educacional.

Escolas precisam mudar para reagir à violência, defendem especialistas

Rafael Targino Em São Paulo 
Clipping Educacional - UOL Educação
Com um novo caso de violência escolar –em que um aluno de dez anos atirou em uma professora em São Caetano do Sul (SP) e se matou–, o debate sobre como lidar com o problema volta à tona. Especialistas ouvidos pelo UOL Educação afirmam: as escolas precisam mudar para tentar evitar novos episódios. Essas mudanças também passam, dizem, pela família e pela formação do professor.
“A escola precisa mudar muito. Precisa evoluir muito em questões pedagógicas, nos métodos de ensino, no próprio relacionamento dos professores com os alunos”, afirma o professor da UFOP (Universidade Federal de Ouro Preto) Evandro Camargos Teixeira. Ele defendeu, neste ano, uma tese de doutorado sobre as relações entre violência e abandono e desempenho escolar.
“Não é uma questão de coerção. Isso não vai acabar com o problema. Não adianta colocar a polícia. Ela vai lá para tentar resolver o problema que acabou de acontecer. É [preciso] uma política de conscientização de todos os setores”, afirma Teixeira.
Para Paulo Carrano, professor da Faculdade de Educação da UFF (Universidade Federal Fluminense), não houve muitas mudanças nas escolas nos últimos anos. “A disciplina escolar não mudou muito, a disposição das carteiras [na sala] não mudou muito”, diz.
Professor
Essas mudanças, afirma Carrano, também devem passar pelo professor. “O ‘manda quem pode, obedece quem tem juízo’, tem que ter lugar a outro tipo de autoridade. Os professores mais escutados [pelos alunos] são os que têm a autoridade do saber, que sabem o que estão dizendo, e os que têm a autoridade do afeto, que escutam, que dão valor às experiências que os alunos já trazem. O que consegue juntar as duas é o melhor professor.”
De acordo com o especialista, é preciso um esforço para entender as razões das atitudes violentas. “Os episódios de violência contra os professores poderiam de fatos ser diminuídos com ações que investissem mais na busca da compreensão de porque que surge o fenômeno da violência, do bullying. Se a gente não entender o que gera esse comportamento, não vamos ter soluções eficazes”, diz Carrano.
Família
Evandro Teixeira afirma também que é fundamental um acompanhamento de perto da família. “O próprio aluno se sente mais seguro ase a própria família está participando”, diz. Carrano concorda: “As crianças reproduzem aquilo que elas levam. Se as boas maneiras não aconteceram na família, a escola tem um problema.”

Caso como o do garoto D. não tem precedentes, dizem especialistas

LAURA CAPRIGLIONE/NATÁLIA CANCIAN DE SÃO PAULO
HÉLIO SCHWARTSMAN ARTICULISTA DA FOLHA

Clipping Educacional -  Folha de São Paulo, 24 de setembro de 2011.
Suicídio na infância é raro; para psiquiatra, 'explicar o ocorrido é exercício de imaginação'
Profissionais dizem que suicídio é mais comum após puberdade e está associado a transtornos como a depressão
O caso D. é tão singular que é difícil encontrar, tanto na literatura como na experiência de especialistas, paralelos que ajudem a entendê-lo.
"Hoje, qualquer hipótese para explicar o ocorrido é um exercício de imaginação", diz Bruno Mendonça Coêlho, coordenador da Unidade de Saúde da Infância e da Adolescência de São Caetano.
Para começar, suicídios na infância já são bastante raros. No Brasil, na faixa entre os dez e os 14 anos, ocorreram 106 casos em 2009, o que resulta numa taxa de 0,64 por cem mil habitantes. Para efeitos de comparação, o índice nacional é de 4,9 por cem mil - 7,7 vezes mais.
E, mesmo aí, a grande maioria dos casos se concentra nos 13 e 14 anos, pela simples razão de que 90% dos suicídios estão associados a transtornos mentais, como depressão e alcoolismo, que só costumam aparecer depois da puberdade.
Para complicar ainda mais a situação, D. não cometeu um suicídio clássico. Antes, ele atirou contra a professora, com o objetivo de matá-la. Assim, a história seria mais bem descrita como uma tentativa de homicídio seguida de suicídio, o que a torna ainda mais inaudita.
Assassinatos praticados por crianças são incomuns, mas ocorrem, despertando grande interesse da mídia. Em fevereiro de 1993, dois garotos de dez anos sequestraram, torturaram e assassinaram o menino inglês James Patrick Boulger, 2, um crime repulsivo, mas que não acabou em suicídio, e sim na prisão dos dois homicidas.
Não existe no Brasil nem mesmo nos EUA uma base de dados que catalogue os homicídios-suicídios. Estudos médicos, entretanto, estimam que ocorram, nos EUA, entre 1.000 e 1.500 casos por ano, menos de 5% do total de suicídios registrados no país.
"É o primeiro caso de que tomo conhecimento de uma criança brasileira usando intencionalmente uma arma para ferir alguém e, em seguida, se suicidar. Estamos até acostumados com acidentes de armas de fogo manuseadas por crianças, mas nunca uma tentativa de assassinato seguida de suicídio", disse a psicóloga e colunista da Folha Rosely Sayão.
Na mesma linha vai o psiquiatra da infância e adolescência da ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria) Fábio Barbirato. "Em quase 18 anos atendendo crianças, nunca vi um caso desses. Ele cometeu um ato homicida e agressivo. É um planejamento tão grande que não há como explicar", diz.
Barbirato afirma que, na idade de D., as crianças já têm capacidade de saber quais as consequências das suas ações, mas não de planejar um ato como esse.
Para ele, o menino sabia o que fazia: "A partir dos cinco, seis anos, a criança consegue entender que o que ela fizer vai ter um resultado positivo ou negativo".
Traçar uma genealogia desse episódio não é fácil. Até agora, não há relatos de que D. sofresse bullying. Ele também não apresentava sintomas depressivos. Era filho de uma família aparentemente estruturada, sem histórico de violência doméstica.
A polícia encontrou um desenho na mochila de D., retratando-o com uma arma em cada mão, ao lado de uma figura masculina, por ele identificada como "professor". A prova de uma mente obcecada pela violência? Para Rosely, não. "Qual é o menino nessa faixa etária que não faz desenhos de pessoas armadas?"
Segundo Coêlho, "a criança expressa menos o que sente, e é provável que D. não tenha jamais externado o imenso sofrimento psíquico que o atingia", disse.
Coêlho checou as fichas de pacientes que usaram os serviços de saúde mental de São Caetano. O nome do garoto não constava. "Todo mundo foi pego de surpresa," diz.

Estudantes extravasam ódio a professores na internet

Fernanda Barbosa
Clipping Educacional - Agora, 23/09
"Você já teve vontade de jogar uma bomba no carro do seu professor?", pergunta enquete de comunidade da rede social Orkut. "Joguei um rojão uma vez daí tive que sair correndo", responde um usuário. As agressões contra professores extrapolaram a sala de aula e chegaram ao mundo virtual.
Ao digitar "eu odeio meu professor" no Orkut, aparecem 288 comunidades relacionadas, que relatam ódio a docentes de várias disciplinas. Marcus (nome fictício), 14 anos, incluiu algumas delas em sua página da rede social. "É só um desabafo", conta.
Aluno de uma escola particular de Santana (zona norte), ele diz que o Facebook é mais perigoso. "Fui chamado na diretoria por ter criticado uma professora. O psicólogo Timoteo Madaleno Vieira, especialista em bem-estar psicológico de estudantes, diz que a agressão na internet é banalizada, pois quem a escreve não reflete sobre ela. 
"Uma comunidade agressiva pode motivar outros alunos, antes somente descontentes, também a agredir", diz.

300 professores são agredidos
No primeiro semestre deste ano, mais de 300 casos de agressão foram registrados no Observatório da Violência da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Estado). De acordo com a presidente da entidade, Maria Izabel noronha, o número é entre 30 e 40% maior que o registrado no semestre anterior. 
Pesquisa da etidade publicada em 2007 já indicava que 80% dos professores já haviam sofrido algum tipo de violência verbal ou física em sala de aula. A mesma porcentagem havia visto alunos com algum tipo de arma dentro da escola.

Agressão escolar virou rotina, afirma sindicato

Clipping Educacional - Folha de S. Paulo, 23/09
Casos de agressões físicas e verbais de alunos contra professores viraram rotina, dizem profissionais da categoria ouvidos pela Folha. 
O sindicato dos professores da rede municipal de São Paulo afirma que há escolas em que funcionários chegam a recolher armas brancas levadas pelos alunos. Tais armas são devolvidas no final da aula, por causa do medo de retaliações.
Com a condição de não ser identificado, um professor relatou à Folha que já foi ameaçado por um aluno armado com faca em uma escola municipal da zona sul. "[Este tipo de situação] é comum. Conheço colegas ameaçados com armas de fogo", afirma ele.
A Secretaria Municipal de Educação diz que não recebeu comunicados sobre apreensão de armas de qualquer natureza nas dependências de suas escolas.
Em Guaimbê (449 km de São Paulo), a professora de matemática Sandra Inês Bontempo ainda sofre com crises de pânico depois que um aluno atirou uma carteira escolar nela. O fato ocorreu há cerca de seis meses. Afastada do trabalho, ela diz que evita até passar em frente à escola estadual onde dava aulas.
Na semana passada, uma docente da rede estadual foi agredida por um aluno de seis anos em Diadema, na Grande São Paulo, segundo o Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de SP). Ainda segundo a Apeoesp, 80% dos professores sindicalizados relataram que já presenciaram ou souberam de colegas agredidos física ou verbalmente.
Atualmente, tanto prefeitura de São Paulo quanto o governo do Estado não possuem levantamento de professores agredidos ou ameaçados por alunos nas escolas de suas redes.
A tensão causada por casos como o desta semana em São Caetano atinge também professores da rede privada. "Meu filho me falou: 'mãe, não brigue com aluno, quero que você viva'", disse Maria Izilda, da rede particular de São Caetano. (RICARDO SCHWARZ, FELIPE LUCHETE, FERNANDO SILVA E LEONARDO RODRIGUES)

Horror em São Caetano - Violência cresce entre os muros das escolas

Cristina Christiano 
Clipping Educacional - Diário de S. Paulo, 23/09
Casos de agressões, que estão no topo das ocorrências, aumentam 30% por semestre
A tragédia na Escola Municipal Professora Alcina Dantas Feijão, em São Caetano do Sul (ABC), onde um aluno de 10 anos se matou após atirar na professora dentro da sala de aula, serviu para aumentar ainda mais o clima de insegurança entre docentes das redes pública e particular de São Paulo.
"O quadro de violência está crescendo a cada dia e, hoje, não existe mais um perfil único do aluno que agride", afirma a presidente da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo), Maria Izabel Azevedo Noronha.
Exemplo disso é o perfil do menino que protagonizou a tragédia de quinta-feira. Davi Mota Nogueira, aluno do 4 ano do ensino fundamental, é descrito por amigos como uma criança tímida, que frequentava igreja evangélica e tinha família presente e estruturada.
Segundo o Observatório da Violência da Apeoesp, nos últimos três anos os casos de agressões em salas de aula cresceram, em média, 30% por semestre. Para se ter uma ideia da gravidade, até julho deste ano foram registradas 300 relatos e ataques verbais e físicos em escolas. Porém, estima-se que o número seja ainda maior porque a maioria dos professores desiste da denúncia por medo de perseguição.
Um levantamento feito pela Apeoesp em 2007 - e considerado atual ainda hoje - revela que 86,8% dos professores afirmam já ter observado pelo menos um caso de violência dentro da escola. Segundo a pesquisa, os alunos foram responsáveis por 93% dos episódios de agressão.
A pesquisa mostra também que não são apenas eles quem praticam as agressões. Pelos relatos, 32% dos casos foram protagonizados por desconhecidos, 25% por pais, 16% por professores, 11% por diretores e 10% por funcionários.

Ataques 
Pelos relatos analisados, a maior parte dos casos de violência observados refere-se a agressões verbais (93%). Episódios de vandalismo foram testemunhados por 88% dos entrevistados, enquanto os de agressões físicas chegaram a 82%. Também constam do relatório os casos de furto, presenciado por 76%. Nessa pesquisa foram ouvidos 684 delegados da Apeoesp.
Recentemente, diz José Maria Canceliero, presidente da Centro do Professorado Paulista, o nome de uma mestra foi pixado no muro de escola em Parada de Taipas, Zona Norte, com a frase "você vai morrer". Ela não voltou mais à escola.

Insegurança afasta docentes
Muitos dos professores que prestam concurso público acabam desistindo da profissão no primeiro caso de violência que presenciam. A constatação é de Aloísio Alves da Silva, diretor do Sinpro ABC (Sindicato do Professores). "Quando se deparam com a realidade das salas de aula eles se sentem impotentes", diz.
Aloísio cita o caso de uma professora que, após ser vítima de agressão, ficou tão insegura que passa mal só de ouvir falar o nome da escola onde trabalhava. "Ela chega a desviar o percurso só para não passar perto", conta.
Segundo levantamento da Apeoesp, 29% dos professores que sofrem agressões deixam de ir à escola por insegurança. Outros acabam até adoecendo.
"A família não tem sido presente e não verifica o que os filhos levam à escola. Os professores têm de deixar de passar conhecimentos para fazer a educação básica", alerta Aloísio.

Análise: Maria Izabel Azevedo Noronha, presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo
Violência em escola até quando?

O país, estarrecido, tomou conhecimento de mais um caso grave de violência dentro de uma unidade escolar. Desta vez foi na Escola Municipal Professora Alcina Dantas Feijão, onde uma criança de 10 anos entrou armada, atirou na professora em sala de aula e matou-se.
O que deve nos preocupar e mobilizar toda a sociedade é o fato de que têm sido crescentes e cada vez mais graves os casos de violência nas escolas. De atos de indisciplina, agressões verbais e conflitos leves, as ocorrências evoluíram para agressões e, agora, com o uso de arma.
Levantamentos realizados pela Apeoesp e registros do nosso Observatório da Violência mostram a ocorrência de novos casos a cada mês, além de muitos outros que não são notificados. Recentemente, o professor Antonio Mário Cardoso da Silva, da Escola Estadual Soldado José Iamamoto, de Diadema (ABC), sofreu agressão física após conter um aluno que tentava ingressar na sala de aula após o horário e por ter chamado seus pais para conversar.
É preciso que professores, pais e toda a sociedade construam uma verdadeira aliança, para reduzir drasticamente a escalada de violência, cobrando das autoridades que tornem a escola mais atraente para os alunos e, assim, cumprir a sua função: educar para a cidadania.
A Apeoesp tem feito campanhas contra a violência nas escolas. Queremos mais diálogo, mais segurança no entorno das unidades, uma gestão democrática que atraia a comunidade para ajudar a gerir a instituição e participe da definição de suas políticas. Mas também mais funcionários, pois o enxugamento do quadro de pessoal sobrecarrega professores com tarefas que não são próprias da função. Não é papel do professor chamar a atenção do aluno que quer entrar atrasado. 
Desestimulado de frequentar uma escola que considera sem atrativos e distante de sua realidade e sem perspectivas, o aluno agride aquele que o chama a nela permanecer e estudar. Devemos buscar novas perspectivas para a escola pública, potencializar e generalizar projetos inovadores e bem sucedidos, para que a escola possa cumprir sua função social, sem que tenhamos de assistir novos casos de violência como os que vêm ocorrendo.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Casos de agressão a professores crescem 40%

Clipping Educacional - O Estado de S. Paulo
Os casos de agressão a professores nas escolas públicas paulistas têm crescido entre 30% e 40% por semestre nos últimos três anos, segundo o Observatório da Violência do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp). Só de janeiro a julho deste ano foram mais de 300 casos de agressão física ou verbal a docentes durante as aulas.
Segundo a presidente do sindicato, Maria Izabel Azevedo Noronha, a violência nas escolas se generalizou e já não há um perfil do aluno agressor. "Semana passada, um menino de 6 anos bateu em um professor de uma escola em Diadema. O acúmulo de funções faz o docente estar mais exposto a conflitos", avalia.
A presidente afirmou ainda que 70% dos professores que sofrem de estresse foram vítimas de algum tipo de agressão por parte dos alunos. Segundo ela, muitos chegam a pedir transferência por se sentirem desmoralizados nas escolas e nem todos registram ocorrência por medo de perseguições. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

Projeto de lei quer que férias escolares de 2014 coincidam com Copa do Mundo

Clipping Educacional - Da Redação /Em São Paulo
Um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados quer que as férias escolares do meio de 2014 coincidam com a Copa do Mundo de Futebol, que será realizada no Brasil. O texto, que ainda precisa passar por duas comissões, tem prioridade na tramitação.
Pela proposta do deputado Cleber Verde (PRB-MA), as férias devem acontecer no período entre a abertura e o encerramento dos jogos. A Copa será realizada entre os dias 12 de junho (quinta-feira) e 13 de julho (domingo). A medida valeria para escolas públicas e privadas de todo o país.
Em sua justificativa, o parlamentar pede a alteração nas datas para que “os estudantes brasileiros possam se congratular com seus amigos e familiares, bem como com os torcedores dos outros países, nessa grande festa mundial.”
fonte:http://noticias.uol.com.br

Sindicato registra 300 agressões até julho

Clipping Educacional - O Estado de S. Paulo
Para presidente da Apeoesp, violência nas escolas se generalizou e já não há um perfil do estudante agressorOs casos de agressão a professores nas escolas públicas paulistas têm crescido entre 30% e 40% por semestre nos últimos três anos, segundo o Observatório da Violência do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado (Apeoesp). Só de janeiro a julho foram mais de 300 casos de agressão física ou verbal a docentes em aulas. Segundo a presidente do sindicato, Maria Izabel Azevedo Noronha, a violência nas escolas se generalizou e já não há um perfil do aluno agressor. "Semana passada, um menino de 6 anos bateu em um professor de uma escola em Diadema. O acúmulo de funções faz o docente estar mais exposto a conflitos", avalia.
A presidente afirmou ainda que 70% dos professores que sofrem de estresse foram vítimas de algum tipo de agressão por parte dos alunos. Segundo ela, muitos chegam a pedir transferência por se sentirem desmoralizados nas escolas e nem todos registram ocorrência por medo de perseguições. 

Realengo
Para a prefeitura de São Caetano, mesmo que se tivesse reforçado a segurança realizada nas escolas da rede o crime teria acontecido. "Poderia haver 50 GCMs cuidando do local. Crimes como esse, com armas vindo de fora da escola, só vão ser impedidos quando mudarmos a legislação para permitir revista de alunos e uso de detectores de metal", disse o secretário municipal de Segurança, Moacyr Rodrigues.
Essa mudança de postura passou a ser cogitada após o caso Realengo, quando um ex-aluno entrou armado em uma escola do Rio e matou 12 crianças. Em São Caetano, as escolas não têm detectores nem revista dos que entram e saem das salas de aula, mas há câmeras de segurança nas áreas comuns. Como D. se matou perto do pátio, a prefeitura acredita que a ação tenha sido gravada pelo circuito da escola. As imagens poderão ser anexadas ao inquérito policial aberto ontem. Hoje, a escola cancelou todas as aulas.

Professora ferida por aluno passa bem após cirurgia de 3 horas

Clippinp Educacional - UOL Educação
A professora Rosileide Queirois de Oliveira, 38, baleada na tarde de ontem (22) por um aluno, permanece internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital das Clínicas na manhã desta sexta-feira. Ela passa bem e está consciente, segundo a unidade.
A professora passou por uma cirurgia de cerca de três horas --entre as 8h e as 11h de ontem-- para a retirada do projetil que, segundo a prefeitura de São Caetano do Sul (Grande SP), ficou alojada entre o reto e o útero. Ainda não previsão de quanto ela deixará a UTI.
Rosileide foi ferida dentro da sala de aula, na escola municipal Professora Alcina Dantas Feijão e recebeu os primeiros atendimentos em um hospital de São Caetano do Sul antes de ser transferida para o Hospital das Clínicas.
De acordo com a polícia, o aluno atirou contra a professora por volta das 15h50. Em seguida ele saiu da sala de aula e atirou contra a própria cabeça. Ambos foram socorridos com vida. O aluno foi atendido no Hospital de Emergência Albert Sabin, em São Caetano. Ele teve duas paradas cardíacas e morreu às 16h50, de acordo com a prefeitura da cidade.
A escola permanece fechada nesta sexta-feira. De acordo com a prefeitura, a equipe da Secretaria de Educação da cidade deve ser reunir ainda na manhã de hoje para discutir como será feito o retorno às aulas e o acompanhamento psicológico dos alunos.

ARMA
A arma usada pelo aluno - um revólver calibre 38-- pertence a seu pai, que é guarda municipal. O pai do aluno chegou a sentir falta da arma durante a manhã de quinta e procurou seu filho mais velho, que não estava com ela. A família soube que o garoto de 10 anos havia pego o revólver do pai somente após o ocorrido. Segundo o secretário municipal de Segurança Pública, Moacyr Rodrigues, a arma é particular e não pertence à guarda civil. A polícia investiga se o menino era vítima de bullying.

Nota da rede pública sobe 11 pontos no Enem de 2009 para 2010

Clipping Educacional - Terra
De 2009 para 2010, a nota dos alunos de escola pública no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) cresceu 11 pontos. A variação positiva no mesmo período entre os estudantes dos colégios particulares foi 6 pontos, encurtando um pouco a distância entre as duas redes. Os números são resultados de mais uma análise das notas do Enem de 2010 feitas pelo Ministério da Educação (MEC), que até a semana passada tinha divulgado apenas as médias individuais de cada escola.
No ano passado, 221 mil alunos da rede privada fizeram a prova e a média alcançada por eles foi 585,84 pontos ¿ considerando apenas as provas objetivas. O contingente de estudantes das escolas públicas que participaram do Enem foi mais do que o triplo (790 mil) e a média foi 490,28 pontos - uma diferença de 95 pontos no desempenho das duas redes.
Para o MEC, o Enem não é o melhor instrumento para avaliar a qualidade do ensino oferecido pelas escolas já que a participação dos alunos na prova é voluntária. Além disso, não mede alguns fatores importantes que têm impacto nesse resultado, como a diferença entre as condições socioeconômicas dos dois grupos, a escolaridade dos pais e o investimento feito por aluno, que é bastante superior na rede privada. A medida mais correta, segundo a pasta, é a comparação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado no ano passado, que é feito por amostragem. A rede pública alcançou 3,4 pontos no último Ideb contra 5,6 da particular.
O ministério destaca que, comparando os melhores alunos da escola pública com o total de alunos da rede privada, a diferença entre os dois públicos ficou em apenas 7 pontos em 2010, contra 10 pontos em 2009. A média dos 221 mil melhores alunos das escolas públicas foi 578,21 pontos, contra 585,84 do total dos colégios particulares.
Para o ministro da Educação, Fernando Haddad, os números mostram que a "elite" da escola pública tem condições de competir pelas vagas das universidades públicas no mesmo patamar da rede privada. "Isso é importante para sabermos se temos um exército na rede pública em condições competitivas." Usando as notas obtidas no Enem, o estudante pode pleitear uma vaga em universidades públicas que aderiram ao Sistema de Seleção Unificado (Sisu). Na última edição foram 83 instituições de ensino participantes.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011


ENSINO MÉDIO - Matriz Curricular

Clipping Educacional - Da Educação
Estudos e experiências mostram que o Ensino Médio é o segmento que possui maior complexidade para sua estruturação no atendimento das necessidades da sociedade moderna. Enfrenta desafios para atender às particularidades das faixas etárias envolvidas e suas expectativas, desempenhando um papel intermediário entre o Ensino Fundamental e a continuidade dos estudos na Educação Superior e o mundo do trabalho.
De acordo com o disposto no artigo 22 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), Lei Federal nº 9.394-96, o Ensino Médio é a etapa final da Educação Básica, ou seja, de conclusão de uma escolarização de caráter geral, visando à formação para a cidadania, para o trabalho e para o prosseguimento de estudos. O cumprimento desse dispositivo legal implica medidas políticas, administrativas e pedagógicas direcionadas à universalização do Ensino Médio gratuito (art. 4º), o que requer expansão do atendimento à demanda e garantia de condições que favoreçam a permanência do aluno na escola e aprendizagem significativa para sua vida pessoal e social. 
Assim, a universalização do Ensino Médio de qualidade, entendida como garantia do acesso, da permanência e aprendizagem do educando, implica medidas políticas e administrativas que assegurem práticas escolares direcionadas à realização da finalidade desse nível de ensino (art. 35 da LDBEN):
Consolidação e aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental, possibilitando o prosseguimento de estudos;
Preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar aprendendo, de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posterior;
O aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
A compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada disciplina.
Na perspectiva do marco legal que regulamenta o Ensino Médio, os adolescentes, jovens e adultos têm direito ao acesso a conhecimentos que lhes instrumentalizarão para a compreensão das diferentes formas de explicar o mundo, seus fenômenos naturais, sua organização social e seus processos produtivos.  A garantia desse direito exige medidas pertinentes à organização didática pedagógica das escolas, entre outros aspectos: a formação e a capacitação dos professores; a qualidade do currículo formal e real; a importância do Projeto Político Pedagógico da escola; a otimização do uso de tecnologias e demais recursos didáticos disponíveis nas escolas; a participação dos pais e da sociedade civil na escola.
Para atender a demandas sociais urgentes pertinentes ao Ensino Médio, a Secretaria de Estado da Educação (SEE) iniciou, no primeiro semestre de 2011, um conjunto de ações com vistas a promover a melhoria destas e outras condições das escolas públicas estaduais que oferecem esse ensino. O presente documento trata de uma dessas ações e medidas correlatas: a revisão da matriz curricular do Ensino Médio, com ênfase na formação básica do educando.
Um Grupo de Trabalho foi criado no âmbito da Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas (CENP), com o objetivo de elaborar uma proposta com de matriz curricular que possa melhor atender melhor aos interesses e necessidades pessoais e sociais dos alunos.  A matriz apresentada potencializa a realização de um trabalho pedagógico diferenciado, mais atrativo, significativo e dinâmico, centrado nos seguintes eixos estruturadores ([1]) - Identidade, Diversidade e Autonomia, Interdisciplinaridade e Contextualização – rejeitando-se a fragmentação do currículo.

A diversidade das condições objetivas das escolas e a necessidade de criar instrumentos que contribuam para mudanças das práticas educativas condicionaram a proposição de uma matriz curricular com destaque a duas dimensões da distribuição do tempo entre as diferentes áreas de conhecimento que compõem a base nacional comum do currículo formal do Ensino Médio, sendo: uma redistribuição mais equitativa da carga horária entre as áreas de conhecimento que compõem o currículo formal e uma concentração da carga horária por área, no 3º ano.
De um lado, a distribuição equitativa do tempo escolar entre as áreas fundamenta-se na relevância desses conhecimentos para a formação integral do educando, conforme indicam fatos pertinentes ao Ensino Médio, a legislação vigente e estudos sobre sua inserção e participação no ambiente físico e social em que vive. De outro lado, a concentração da carga horária por área tem por objetivo atender a interesses e necessidades dos alunos. Considera-se que no último ano do Ensino Médio, o aluno terá condições de optar pelo aprofundamento de estudos em uma área de conhecimento de seu interesse. 
Nessa perspectiva da organização do tempo escolar de modo a permitir ao aluno oportunidade de acesso a conhecimentos relevantes para sua formação, a proposta garante também a presença, na matriz curricular, das disciplinas pelo menos dois anos e de uma carga horária semanal mínima de duas aulas. Em caráter excepcional, Língua Inglesa constará apenas em um ano em duas versões da matriz.
Essa distribuição do tempo assegura ao aluno ao acesso a conhecimentos organizados em diferentes áreas/disciplinas e o aprofundamento de estudo na área ou disciplinas de seu interesse, potencializando o desenvolvimento de práticas pedagógicas direcionadas à construção da identidade e autonomia do aluno.
Quanto à área de conhecimento, com vistas a demandas sociais atuais e a oportunidades de aprendizagens aos alunos, dois outros componentes estão assegurados na parte diversificada da matriz: a oferta de uma segunda Língua Estrangeira (Língua Espanhola), a partir do segundo ano, e a Orientação de Estudos.
A presença da Língua Espanhola justifica-se pelas demandas decorrentes do acelerado processo de globalização, o que exige cada vez mais a preparação do jovem para se relacionar com culturas diferentes, em especial, com a dos países da America Latina ou de Língua Espanhola.
Com a Orientação de Estudo busca-se responder à necessidade de aprofundamento do aprender a estudar, o que implica orientações de caráter mais metodológico do que procedimentais. Deve ser organizada de modo a garantir a oferta de situações de aprendizagem que possam  instrumentalizar o aluno quanto ao uso das tecnologias de informação e comunicação nos seus estudos, na organização de pesquisas, na articulação entre teoria e prática, entre outras aprendizagens importantes para sua formação geral.
 Nesta perspectiva, entende-se que a Orientação de Estudo deva ser atribuída, preferencialmente, a um professor habilitado em Filosofia ou Pedagogia.
Propõe-se a implantação da nova matriz curricular para os alunos que ingressarem no 1º ano do Ensino Médio em 2012. Aos alunos matriculados nos 2º e 3º anos a implantação, em 2012, deve ser ofertada a matriz curricular que apresenta uma distribuição equitativa do tempo entre as diferentes áreas de conhecimento.


([1])                   Resolução Nº 3, de 26/6/1998, da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE), alterada pela Resolução CNE nº4, de 16/8/2006.

Matriz Curricular com distribuição equitativa do tempo, nos três anos, entre as áreas/disciplinas que compõem o currículo (diurno e noturno). 
A seguir, são apresentadas três versões para responder a diversidade das necessidades e demandas das escolas.
1. Matriz Curricular com distribuição equitativa do tempo, nos três anos, entre as áreas/disciplinas que compõem o currículo (diurno e noturno).
A seguir, são apresentadas três versões para responder a diversidade das necessidades e demandas das escolas.
1.1. Matriz Curricular: Formação Básica - Período Diurno (para as escolas que têm apenas uma turma no 3º ano)
MATRIZ CURRICULAR
ENSINO MÉDIO – FORMAÇÃO BÁSICA
Período Diurno
Base Nacional Comum
Áreas
Disciplinas
Séries/aulas
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.
Língua Portuguesa e Literatura
4
3
3
Arte
2
2
---
Educação Física
2
2
2
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.
Matemática
4
3
3
Biologia
2
2
3
Física
3
2
2
Química
2
3
2
Ciências Humanas e suas Tecnologias
História
2
2
3
Geografia
2
2
3
Filosofia
2
2
2
Sociologia
2
2
2
Parte
  Diversificada
Língua Estrangeira Moderna (Língua Inglesa)*
2
2
2
Língua Estrangeira Moderna (Língua Espanhola )*
---
2
2
Orientação de Estudo**
1
1
1
Carga Horária
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.
30
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.
31
Ciências Humanas e suas Tecnologias
29
Total de aulas
30
30
30
90
*       A carga horária da disciplina está computada na carga horária total da Área de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.
**    A carga horária da Orientação de Estudo está computada na carga horária total da Área de Ciências Humanas e suas Tecnologias.

1.2. Matriz Curricular: Formação Básica - Período Diurno (para as escolas que oferecem três turnos diurnos)
MATRIZ CURRICULAR
ENSINO MÉDIO – FORMAÇÃO BÁSICA
Período Diurno – 3 turnos
Base Nacional Comum
Áreas
Disciplinas
Séries/aulas
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.
Língua Portuguesa e Literatura
3
3
4
Arte
2
2
---
Educação Física*
2
2
2
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.
Matemática
3
3
4
Biologia
2
2
2
Física
2
2
2
Química
2
2
2
Ciências Humanas e suas Tecnologias
História
2
2
2
Geografia
2
2
2
Filosofia
2
2
2
Sociologia
2
2
2
Parte
  Diversificada
Língua Estrangeira Moderna (Língua Inglesa)**
2
---
---
Língua Estrangeira Moderna (Língua Espanhola )**
---
2
2
Orientação de Estudo***
1
1
1
Carga Horária
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.
26
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.
28
Ciências Humanas e suas Tecnologias
27
Total de aulas
27
27
27
81
Em razão da redução da carga horária diária, a aula terá a duração de 45 minutos.
*       As aulas de Educação Física serão ministradas fora do período regular de aulas, preferencialmente, aos sábados.
**    A carga horária da disciplina está computada na carga horária total da Área de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.
***       A carga horária da Orientação de Estudo está computada na carga horária total da Área de Ciências Humanas e suas Tecnologias.

1.3. Matriz Curricular: Formação Básica - Período Noturno
MATRIZ CURRICULAR
ENSINO MÉDIO – FORMAÇÃO BÁSICA
Período Noturno
Base Nacional Comum
Áreas
Disciplinas
Séries/aulas
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.
Língua Portuguesa e Literatura
3
3
4
Arte
2
2
---
Educação Física*
2
2
2
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.
Matemática
3
3
4
Biologia
2
2
2
Física
2
2
2
Química
2
2
2
Ciências Humanas e suas Tecnologias
História
2
2
2
Geografia
2
2
2
Filosofia
2
2
2
Sociologia
2
2
2
Parte
  Diversificada
Língua Estrangeira Moderna (Língua Inglesa)**
2
---
---
Língua Estrangeira Moderna (Língua Espanhola )**
---
2
2
Orientação de Estudo***
1
1
1
Carga Horária
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.
26
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.
28
Ciências Humanas e suas Tecnologias
27
Total de aulas
27
27
27
81
*       As aulas de Educação Física serão ministradas fora do período regular de aulas, preferencialmente, aos sábados.
**    A carga horária da disciplina está computada na carga horária total da Área de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.
***               A carga horária da Orientação de Estudo está computada na carga horária total da Área de Ciências Humanas e  suas Tecnologias.

1. Matriz Curricular com distribuição equitativa do tempo, nos dois primeiros anos, entre as áreas/disciplinas que compõem o currículo e, no 3º ano, aprofundamento de estudos nas áreas de conhecimento (diurno e noturno). 
A seguir, são apresentadas seis versões para responder a diversidade das necessidades e demandas das escolas. 
2.1. Matriz Curricular: Formação Básica com ênfase em Linguagens, Códigos e suas Tecnologias - Período Diurno.
MATRIZ CURRICULAR
ENSINO MÉDIO – FORMAÇÃO BÁSICA COM ÊNFASE EM
LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS
Período Diurno
Base Nacional Comum
Áreas
Disciplinas
Séries/aulas
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.
Língua Portuguesa e Literatura
4
3
4
Arte
2
2
3
Educação Física
2
2
2
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.
Matemática
4
3
3
Biologia
2
2
2
Física
3
2
2
Química
2
3
2
Ciências Humanas e suas Tecnologias
História
2
2
2
Geografia
2
2
2
Filosofia
2
2
2
Sociologia
2
2
2
Parte
  Diversificada
Língua Estrangeira Moderna (Língua Inglesa)*
2
2
2
Língua Estrangeira Moderna (Língua Espanhola )*
---
2
2
Orientação de Estudo**
1
1
---
Carga Horária
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.
34
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.
30
Ciências Humanas e suas Tecnologias
26
Total de aulas
30
30
30
90
*       A carga horária da disciplina está computada na carga horária total da Área de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.
**    A carga horária da Orientação de Estudo está computada na carga horária total da Área de Ciências Humanas e suas Tecnologias.

1.1. Matriz Curricular: Formação Básica com ênfase em Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias - Período Diurno

1.1. Matriz Curricular: Formação Básica com ênfase em Ciências Humanas e suas Tecnologias - Período Diurno
MATRIZ CURRICULAR
ENSINO MÉDIO – FORMAÇÃO BÁSICA COM ÊNFASE EM
CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS
Período Diurno
Base Nacional Comum
Áreas
Disciplinas
Séries/aulas
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.
Língua Portuguesa e Literatura
4
3
2
Arte
2
2
---
Educação Física
2
2
2
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.
Matemática
4
3
2
Biologia
2
2
2
Física
3
2
2
Química
2
3
2
Ciências Humanas e suas Tecnologias
História
2
2
4
Geografia
2
2
4
Filosofia
2
2
4
Sociologia
2
2
4
Parte
  Diversificada
Língua Estrangeira Moderna (Língua Inglesa)*
2
2
---
Língua Estrangeira Moderna (Língua Espanhola )*
---
2
2
Orientação de Estudo**
1
1
---
Carga Horária
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.
27
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.
29
Ciências Humanas e suas Tecnologias
34
Total de aulas
30
30
30
90
*       A carga horária da disciplina está computada na carga horária total da Área de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.
**    A carga horária da Orientação de Estudo está computada na carga horária total da Área de Ciências Humanas e suas Tecnologias.

1.1. Matriz Curricular: Formação Básica com ênfase em Linguagens, Códigos e suas Tecnologias - Período Noturno
MATRIZ CURRICULAR
ENSINO MÉDIO – FORMAÇÃO BÁSICA COM ÊNFASE EM
LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS
Período Noturno
Base Nacional Comum
Áreas
Disciplinas
Séries/aulas
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.
Língua Portuguesa e Literatura
3
3
4
Arte
2
2
2
Educação Física*
2
2
2
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.
Matemática
3
3
3
Biologia
2
2
2
Física
2
2
2
Química