segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Saiba como responder a pesquisa de interesse para o curso de inglês online

Clipping Educacional - Da Educação 
Escolas estaduais devem preencher questionário até 04 de novembro, assinalando quais estudantes desejam fazer curso de língua inglesa a distância 
Está disponível a partir de hoje, dia 27 de outubro, o formulário de consulta de interesse para o curso de inglês online, que será oferecido pela Pasta em 2012. O formulário deve ser preenchido pelas escolas da rede estadual até 04 de novembro. 


A unidade escolar terá a tarefa de informar e consultar todos os alunos da 8ª série ou 9º ano do Ensino Fundamental e os alunos do 1º e 2º ano do Ensino Médio sobre o interesse nesta modalidade de ensino da língua inglesa. 
Os responsáveis pela consulta em cada escola podem acessar o formulário utilizando a mesma senha do censo escolar. O mesmo vale para as diretorias de ensino e gestores da pesquisa. O preenchimento consiste em assinalar “sim” ou “não” para cada aluno, de acordo com seu interesse em cursar a disciplina online. Outras informações estão disponíveis na página do programa, na opção Orientação Técnica. 

100% online 
Para realizar o curso, que será totalmente online, o aluno poderá usar os computadores do Acessa Escola ou qualquer outro ao qual ele tenha acesso. O Curso de Inglês online será oferecido por meio da Escola Virtual de Programas Educacionais (EVESP). Mais informações sobre a iniciativa estão na página do órgão. 

Alunos do ensino médio com melhores notas no Saresp 2011 ganharão notebooks

Clipping Educacional -  Da Educação
Cerca de 400 mil estudantes da 3ª série do Ensino Médio de escolas da rede estadual poderão concorrer a cerca de 12 mil computadores
Premiação tem como objetivo incentivar maior participação e envolvimento no exame, que será em 29 e 30 de novembro
A Secretaria de Estado da Educação de São Paulo vai premiar com cerca de 12 mil notebooks os alunos da 3ª série do Ensino Médio da rede estadual que obtiverem o melhor desempenho na prova deste ano do Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp). A iniciativa é inédita e visa incentivar uma maior participação e envolvimento dos estudantes no exame, cujos resultados permitem uma análise mais detalhada sobre a situação da escolaridade na rede pública paulista e servem de base para orientar as políticas voltadas à melhoria da qualidade do ensino.
A premiação contemplará os melhores desempenhos em dois grupos, entre os alunos do período diurno (manhã e tarde) e os do noturno de uma mesma unidade de ensino. Cada escola receberá um número de notebooks equivalente ao de classes de 3ª série do Ensino Médio que possui.
Cerca de 400 mil estudantes da 3ª série do Ensino Médio poderão, com sua participação no exame, concorrer aos prêmios. Serão contemplados os que obtiverem as maiores médias em língua portuguesa e matemática entre as turmas do mesmo período, desde que participem de todas as provas dos dois dias do exame e concluam o Ensino Médio. Os critérios de desempate e outros detalhes serão divulgados por meio da resolução que regulamenta a premiação, que será publicada no “Diário Oficial” do Estado nos próximos dias. Os resultados deverão ser divulgados no primeiro semestre de 2012 e a entrega dos prêmios ocorrerá regionalmente, organizada pelas diretorias de ensino e escolas.

Saresp 2011
Este ano, cerca de 2,3 milhões de estudantes dos Ensinos Fundamental e Médio participarão das provas Saresp nos dias 29 e 30 de novembro. Participarão alunos de 5.043 escolas estaduais, 3.328 municipais, 226 particulares e 139 técnicas do Centro Paula Souza.
Assim como nos anos anteriores, o Governo do Estado custeará as despesas referentes à aplicação da avaliação nas escolas municipais cujas prefeituras firmaram convênio com a Secretaria de Estado da Educação. No caso das escolas particulares e das ETECs, o custo será arcado pelas próprias instituições.

Resolução SE Nº 72/2011 - Estabelece normas relativas ao atendimento à demanda escolar do Ensino Médio, para o ano letivo de 2012

Estabelece normas relativas ao atendimento à demanda escolar do Ensino Médio, para o ano letivo de 2012, nas escolas da rede estadual, e dá providências correlatas
O Secretário da Educação, à vista do disposto no Decreto Nº 57.141/2011, e considerando:
- o esforço empreendido pelo Governo do Estado para assegurar a expansão do atendimento do ensino médio gratuito, conforme prevê a legislação vigente;
- a necessidade de definição de diretrizes e procedimentos que garantam o adequado atendimento à demanda do ensino médio,

Resolve,
Artigo 1º - no processo de atendimento à demanda do ensino médio, inclusive na modalidade de educação de jovens e adultos, para o ano de 2012, as autoridades educacionais deverão contemplar:
I - alunos concluintes do ensino fundamental da própria escola;
II - alunos concluintes do ensino fundamental de escolas públicas, estaduais e municipais, e escolas da rede SESI- Serviço Social da Indústria/SP, preferencialmente na mesma área de abrangência das respectivas residências; e
III - demais candidatos ao ingresso ou a cursar qualquer série do ensino médio, inclusive na modalidade de educação de jovens e adultos, observada a legislação em vigor.
Artigo 2º - As inscrições de candidatos ao ensino médio e a efetivação das matrículas nas escolas estaduais serão realizadas exclusivamente por meio do Sistema de Cadastro de Alunos do Estado de São Paulo, atendendo a seguinte ordem de procedimentos:
I - consulta ao aluno concluinte do ensino fundamental em escola pública, municipal ou estadual, ou em escola da rede SESI – SP, sobre seu interesse em cursar, no ano de 2012, o ensino médio em unidade escolar da rede estadual;
II - definição, no Sistema de Cadastro de Alunos, dos concluintes do ensino fundamental de escolas da rede estadual ou municipal, ou da rede SESI – SP, que confirmarem o interesse por matrícula no ensino médio em escola estadual;
III – inscrição e digitação, no Sistema de Cadastro de Alunos, de candidatos que não frequentaram escola pública em 2011 e de demais candidatos que pretendam retomar os estudos em 2012, demandantes de vaga em qualquer série do ensino médio, inclusive na modalidade de educação de jovens e adultos;
IV - compatibilização entre a demanda e as vagas disponíveis;
V - efetivação da matrícula, no Sistema de Cadastro de Alunos, dos alunos do ensino médio em continuidade de estudos e dos candidatos inscritos;
VI - divulgação dos resultados à comunidade escolar, afixando a listagem com os nomes dos alunos definidos e dos candidatos, nas escolas de origem, nas escolas de inscrição e nas escolas de destino das matrículas.
Parágrafo único - no ato da definição ou da inscrição, de que tratam os incisos II e III deste artigo, a escola deverá, obrigatoriamente, proceder, no Sistema de Cadastro de Alunos, à digitação:
1 - das escolas estaduais opcionalmente sugeridas pelos alunos e pelos candidatos, para a matrícula no ensino médio em 2012.
2 - do endereço atualizado do aluno ou candidato, com CEP válido e telefone para contato, de modo a possibilitar melhor alocação da matrícula.
Artigo 3º - o atendimento à demanda do ensino médio observará as seguintes diretrizes:
I - a matrícula deverá respeitar o turno de trabalho do aluno, inclusive daquele que comprovar ser aprendiz, conforme disposto no Estatuto da Criança e do Adolescente;
II - todas as escolas estaduais serão postos de inscrição e de informações quanto às unidades escolares que oferecem ensino médio, para melhor orientar os candidatos no momento de sua inscrição e sugestão de escolas;
Artigo 4º - a efetivação da matrícula dos alunos e candidatos para cursar o ensino médio, inclusive na modalidade de educação de jovens e adultos, a ser realizada no Sistema de Cadastro de Alunos, após a digitação da coleta de classes e a compatibilização demanda/vaga, observará o cronograma constante do Anexo que integra esta resolução.
§ 1º – na compatibilização das matrículas, as Diretorias de Ensino deverão utilizar as opções de consulta disponíveis no Sistema de Cadastro de Alunos, inclusive com a verificação das escolas sugeridas pelos alunos e candidatos, para fins de estudo da demanda e alocação das matrículas.
§ 2º - É obrigatória a efetivação das matrículas de todos os candidatos inscritos.
§ 3º - É vedada a exclusão de matrícula de alunos que deixarem de comparecer ou abandonarem a escola, sendo obrigatório o lançamento desses registros nas opções específicas, disponibilizadas no Sistema de Cadastro de Alunos.
§ 4º - na hipótese de haver candidato cuja matrícula foi efetivada e que não compareceu às aulas no período de 30 (trinta) dias consecutivos, contados a partir do primeiro dia letivo, sem apresentar justificativa para as ausências, a escola deverá efetuar o lançamento de “Não Comparecimento” (N.COM) no Sistema de Cadastro de Alunos, de forma a liberar a vaga reservada.
§ 5º - para as matrículas efetivadas após o dia 1º de março de 2012, o registro de “Não Comparecimento” (N.COM) do aluno deverá ser efetuado depois de 10 (dez) dias consecutivos de ausências não justificadas, contados a partir do primeiro dia letivo subsequente à efetivação da matrícula.
§ 6º - À vista do disposto nos parágrafos 3º e 4º deste artigo, em caso de retorno do aluno, posterior ao lançamento de “Não Comparecimento”, a escola deverá:
1 – na existência de vaga disponível, efetivar nova matrícula imediatamente, no Sistema de Cadastro de Alunos do Estado de São Paulo;
2 – na inexistência de vaga, efetuar a inscrição para nova compatibilização e definição da escola para atendimento do aluno.
§ 7º - Após a data-base do Censo Escolar 2012, em razão da consolidação dos bancos de dados para envio ao INEP/MEC, por meio de migração, não será possível utilizar a opção de “Não Comparecimento” (N.COM), no Sistema de Cadastro de Alunos.
Artigo 5º - Os alunos em continuidade de estudos e os candidatos inscritos que mudarem de residência, com alteração de endereço para bairro/distrito/município diverso, após a divulgação dos resultados da matrícula antecipada e antes do início das aulas, deverão comparecer à escola estadual mais próxima da nova residência, para formalizar a solicitação de deslocamento da matrícula.
Parágrafo único – Quando a mudança de residência, para bairro/distrito/município diverso, ocorrer após o início do ano letivo, o aluno deverá comparecer à escola estadual mais próxima da nova residência, para formalizar a solicitação de transferência da matrícula.
Artigo 6º - na efetivação da matrícula e especialmente nas solicitações de deslocamento e transferência, para assegurar melhor alocação da matrícula, é recomendável a apresentação do comprovante de endereço, sendo obrigatório para a escola efetuar o registro da solicitação no Sistema de Cadastro de Alunos, procedendo à atualização do endereço completo, inclusive com CEP válido e telefone para contato.
Artigo 7º - Os alunos com matrícula ativa no ano letivo de 2012, que pleitearem transferência de escola, por razões não previstas nesta resolução, deverão procurar a escola estadual pretendida, para o registro da intenção de transferência de matrícula, no Sistema de Cadastro de Alunos, podendo ter atendimento imediato, no caso de haver disponibilidade de vaga.
Artigo 8º - Caberá à Coordenadoria de Gestão da Educação Básica, conjuntamente com a Coordenadoria de Informação, Monitoramento e Avaliação Educacional, planejar, orientar, homologar propostas e acompanhar o trabalho das Diretorias de Ensino na condução do processo de matrícula antecipada, de forma a garantir o pleno atendimento dos alunos e dos candidatos inscritos, assegurando a continuidade de estudos da totalidade da demanda escolar.
Parágrafo único - ao Departamento de Informação e Monitoramento, da Coordenadoria de Informação, Monitoramento e Avaliação Educacional, caberá:
1 - orientar as Diretorias de Ensino, os órgãos municipais de Educação e a rede SESI - SP na utilização do Sistema de Cadastro de Alunos do Estado de São Paulo;
2 - coordenar o processo e as ações referentes ao gerenciamento do Sistema de Cadastro de Alunos do Estado de São Paulo e ao cumprimento do cronograma.
Artigo 9º - As Diretorias de Ensino serão responsáveis pela acomodação de toda a demanda da rede estadual, inclusive acompanhando a digitação das inscrições com as respectivas sugestões de escolas e a efetivação das matrículas no Sistema de Cadastro de Alunos da Secretaria de Estado da Educação
Artigo 10 - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Anexo
CRONOGRAMA
De 1º a 11/11/2011 - consulta para confirmação do interesse do aluno concluinte do ensino fundamental em escola pública, estadual e municipal, e em escola da rede SESI - SP em cursar o ensino médio em escola estadual;
de 7 a 21/11/2011 - definição, no Sistema de Cadastro de Alunos, dos alunos da rede pública e da rede SESI - SP que confirmaram interesse em efetuar matrícula em escola estadual, no ensino médio;
de 7 a 21/11/2011 - inscrição, pelas escolas estaduais, no Sistema de Cadastro de Alunos, dos candidatos que não freqüentaram escola pública em 2011 e de candidatos que pretendam retomar os estudos em 2012, demandantes de vaga em qualquer série do ensino médio, inclusive na modalidade de educação de jovens e adultos;
de 21/11 a 2/12/2011- digitação das matrículas dos alunos em continuidade de estudos, em todas as séries do ensino médio, inclusive na modalidade de educação de jovens e adultos, para o ano letivo de 2012;
de 23/11 a 2/12/2011 – compatibilização da demanda pelas Diretorias de Ensino e digitação das matrículas pela escola de destino, no Sistema de Cadastro de Alunos;
de 5 a 9/12/2011 - divulgação dos resultados nas escolas de origem, nas escolas de inscrição e nas escolas de destino da matrícula, para os inscritos conforme incisos II e III do artigo 2º da presente resolução;
de 1º a 22/201212 - digitação do rendimento escolar individualizado de todos os alunos das escolas estaduais, no Sistema de Cadastro de Alunos;
A partir de 11/1/2012 - inscrição/cadastramento dos candidatos à vaga, na rede estadual, que perderam os prazos previstos de inscrição pelo Programa da Matrícula Antecipada 2012, para o ensino médio, executado em 2011, observando-se que:
- na inscrição desses candidatos não deverão ser incluídos aqueles caracterizados como solicitações de transferência de escola, ou seja, aluno com matrícula ativa em 2012, sendo vedada a exclusão de matrícula já registrada no Sistema de Cadastro de Alunos;
- para os casos de intenção de transferência, deverá ser utilizada a opção específica para essa finalidade, no Sistema de Cadastro de Alunos do Estado de São Paulo.
De 12/1 a 31/1/2012 - os alunos em continuidade de estudos e aqueles que se inscreveram e mudaram de endereço residencial após a efetivação da matrícula/2012 deverão dirigir-se à escola estadual mais próxima da nova residência para formalizar a solicitação de deslocamento da matrícula.
Após o início do ano letivo - os alunos matriculados que mudaram de residência/bairro/distrito/ município deverão dirigir-se à escola estadual mais próxima da nova residência para formalizar a solicitação de transferência da matrícula.
De 1º a 22/6/2012 - inscrição dos candidatos à vaga nos cursos de educação de jovens e adultos (2º semestre);
de 25/6 a 20/7/2012 - efetivação da matrícula dos alunos da modalidade de educação de jovens e adultos, no Sistema de Cadastro de Alunos (2º semestre).
fonte: http://www.imesp.com.br 

ESCOLA DA REDE ESTADUAL DE SP: PARA MELHORAR O ENSINO, SÓ VALORIZANDO O PROFESSOR

Clipping Educacional - SECOM/CPP
Na semana passada a reportagem da Jornalista Renata Betti, "A lição número 1", publicada na revista Veja (19/10, pág.80), chamou a atenção quando aponta a criação de um plano de longo prazo - 2030 - é a aposta de São Paulo para salvar a educação. Mas ao mesmo tempo diz "Escola da rede estadual de São Paulo: para melhorar o ensino, só valorizando o professor".
Mais de 4 milhões de estudantes frequentam as 5 500 escolas estaduais de São Paulo - uma das maiores redes de ensino do mundo. Caso fosse um país, São Paulo estaria no grupo dos 20% piores em sala de aula, ao lado de Trinidad e Tobago, na 53a posição do ranking da OCDE (a organização que reúne as nações mais ricas). O governador Geraldo Alckmin acredita que um conjunto de decisões pode elevar as escolas paulistas ao patamar das 25 melhores do mundo. Esse objetivo exige tempo e disciplina férrea. A meta é para 2030. Um salto dessa magnitude foi dado pela Coreia do Sul, hoje no topo da excelência educacional. O plano paulista tem um bom ponto de partida. Ele foi elaborado nos últimos oito meses por especialistas em educação, com a ajuda da consultoria McKinsey, que produziu um detalhado diagnóstico das deficiências do sistema e definiu oitenta ações para ser executadas nos níveis fundamental e médio. As ações sugeridas têm em comum a meritocracia e a valorização do professor. 
Em um dos itens mais relevantes, estão previstos mecanismos para premiar os mestres com aumentos gradativos que podem mais que dobrar o teto anual do salário - chegando a 10 000 reais. Vai depender de fatores como o desempenho de cada um na sala de aula, o resultado de uma prova para testar o conhecimento em sua área e a assiduidade em classe. Um número grande de professores terá chances reais de ascender na carreira com base no esforço pessoal. Um programa que concede bônus aos profissionais das escolas que mais avançarem será aperfeiçoado de modo a beneficiar os colégios que conseguirem se manter na zona de excelência. A ideia dessas iniciativas é transformar uma das menos prestigiadas carreiras em uma das dez mais procuradas pelos jovens. "Está claro que os melhores cérebros só serão atraídos para a docência se tiverem seu talento reconhecido", diz Herman Voorwald, secretário de Educação de São Paulo.
Um dos maiores gargalos da educação brasileira, a evasão em massa do ensino médio, mereceu atenção especial. A tentativa de diminuir a debandada em São Paulo passará pela diversificação dos currículos, de modo a tornar a escola atraente para jovens com interesses e demandas diferentes. A experiência internacional não deixa dúvidas de que o caminho é correto. Para reduzir os riscos de retrocesso em um plano de longo prazo, a secretaria trabalha para que algumas dessas medidas se tornem lei. No Brasil, o mais comum é que os governantes tentem imprimir sua marca a todo custo, enterrando o que foi erguido antes. Portanto, as chances de sucesso do plano paulista dependerão da cobrança da sociedade e, claro, da grandeza de horizontes dos futuros governantes do estado.

DE BÔNUS E GRATIFICAÇÕES...

Clipping Educacional - CPP
No quadro "Por Dentro do Assunto, exibido pela TV WEB do Centro do Professorado Paulista (CPP), o professor Silvio dos Santos Martins, 2o vice-presidente da entidade, comenta a pesquisa sobre os impactos das políticas da educação no aprendizado dos alunos.
No início deste ano, foi divulgada pelo Instituto Ayrton Senna e o movimento “Todos pela Educação” importante pesquisa que, se devidamente observada pela Secretaria da Educação, pode gerar um novo rumo à educação de São Paulo. 
O trabalho, coordenado pelo pesquisador Ricardo Paes de Barros, apresentou conclusão sobre os impactos das políticas da educação no aprendizado dos alunos.
O estudo demonstrou que uma redução média de 30% no tamanho da turma de alunos leva a um aumento de 44% no que se aprende ao longo de um ano. 
Essa pesquisa demonstra, ainda, que a formação do professor tem um impacto muito grande na aprendizagem discente. Um aluno que tem um bom professor pode aprender até 68% mais do que um aluno que tenha aulas ministradas por professor não eficiente. 
Segundo a pesquisa, a diminuição do número de alunos por classe, gera um aproveitamento melhor do educando e, sem dúvida, reduz a indisciplina e, por consequência, a violência na sala de aula. 
No que se refere à atuação do professor, todos sabem que bons educadores são atraídos por uma carreira digna, salário compatível, boas condições de trabalho e não com penduricalhos, tais como gratificações, bônus, prova mérito e outras invenções que, na prática, levaram a educação de São Paulo a uma situação insustentável. 
Portanto, a Secretaria da Educação paulista, que está estudando um novo plano de carreira para substituir a LC 836, malfadada criação de Rose Neubauer, deve levar em consideração essa pesquisa que pode nortear o seu trabalho.
Bons profissionais, repetimos, são atraídos por salário compatível e boas condições de trabalho e não por promessas mirabolantes que acenam com uma remuneração que, talvez, possa até um dia vir a ser atingida, porém, só depois de muito e muito tempo. 

E o tempo urge...
Como diria Geraldo Vandré...
Quem sabe faz a hora...não espera acontecer...

VIOLÊNCIA CONTRA DOCENTES DEIXA MARCAS

Clipping Educacional - O Estado de S. Paulo
Ameaçados e agredidos por alunos, professores sofrem de estresse pós-traumático
A primeira ameaça veio após 23 anos de magistério. "Você é muito abusada. Aqui nesta escola não se manda bater. Se manda matar." Nádia de Souza, de 55 anos, sentiu as pernas tremerem e o coração disparar, mas insistiu. Por cinco meses, apartou brigas entre alunos e ouviu barbaridades, como a do menino de 13 anos que colocou a mão em formato de pistola na sua cabeça e disparou a sentença: "Você aqui não é nada".

Nádia é professora por vocação. Formada em Ciências Sociais, História e pós-graduada em História da África, recebeu prêmios por resultados com alunos do ensino fundamental de uma escola em Realengo, na zona oeste do Rio, e de Botafogo, na zona sul, no pé da favela Dona Marta.
Sempre achou que valia a pena ensinar, apesar das salas superlotadas e do salário baixo (com horas extras e matrícula em duas escolas, ganha em torno de R$ 3 mil). Há um ano, depois das ameaças num colégio no Centro, está em tratamento psiquiátrico. Toma antidepressivos, não sai de casa sozinha e nunca mais pisou em uma escola. Só de passar por perto tem taquicardia e falta de ar. "Eu ando na corda bamba." O nome científico para o mal que a aflige é síndrome do estresse pós-traumático, doença psíquica que começou a ser diagnosticada nos anos 1960 com ex-combatentes da guerra do Vietnã.
Casos como o de Nádia mostram como estão tensas as relações nas salas de aula. É um fenômeno nacional, que não se restringe às escolas de periferia. Em São Paulo, segundo dados do Observatório da Violência do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), os casos de agressão a professores cresceram 40% por semestre nos últimos três anos.
Em Minas, agressão física e verbal a professor virou tão frequente que o Sindicato dos Professores das Escolas Particulares acaba de lançar uma campanha. O slogan é "Tem algo de errado na escola. Está na hora de corrigir".
O disque-denúncia aberto para ouvir as queixas dos professores mineiros registrou em oito meses um caso de violência contra docentes a cada três dias. "Um conjunto de fatores leva a esse processo. O professor perdeu prestígio. A sociedade está mais violenta. Só que ficamos jogando lixo debaixo do tapete. Não são tomadas medidas para enfrentar o problema", diz Gilson Reis, presidente do sindicato dos professores da rede particular de Minas.

Ainda não se sabe o tamanho do problema
"Precisamos de dados sobre violência nas escolas. Não temos ideia do que acontece no ambiente escolar", diz Miriam Abramovay, coordenadora de Juventude e Políticas Públicas da Faculdade Latino-Americano de Ciência Sociais, que investiga o tema há dez anos.
Mas há pistas. Uma pesquisa realizada pelo Apeoesp em 2006 mostra que os professores apontam a superlotação das salas e a aprovação automática como as maiores causas do aumento de violência dentro de sala. "A escola foi esvaziada nos últimos anos", arrisca Edna Félix, diretora do sindicato dos professores do Rio. "Não tem mais o professor que ajudava na organização da sala, o supervisor pedagógico, o professor-substituto. Não tem inspetores em número suficiente. O professor hoje não tem tempo para preparar aula. E entrar numa sala com 40 alunos sem ter planejamento é uma loucura."
Apesar disso, segundo Edna, os professores não gostam de denunciar. "No ano passado, a direção de uma escola em Vila Isabel foi agredida, os alunos fizeram motim, parecia revolta de presídio. E ninguém quis dar queixa. Há uma pressão grande da coordenação regional e da Secretaria de Educação para não tornar os casos públicos", diz.
Segundo dados da Secretaria Municipal de Educação do Rio, em 2010 apenas dois casos de agressão a professores tiveram sindicâncias abertas.
A coleção de horrores que Edna acompanha é variada. Um aluno de 13 anos quebrou o dedo da professora de português porque ela mandou que ele desligasse seu tocador de MP3. Numa escola da zona norte, duas alunas colocaram veneno no café da sala de professores. Ninguém bebeu porque uma professora desconfiou do cheiro. Em outra escola, uma mãe deu soco numa professora porque não gostou da nota do filho.
"É preciso mais apoio. Uma escola só funciona bem quando há respeito entre alunos e professores. Ensinar é maravilhoso, mas o clima de violência afasta os professores", diz Edna.
Tão triste quanto afastar os professores é impedir que os alunos aprendam. "Todos são vítimas. Professores e alunos. Está todo mundo infeliz", pondera Miriam Abramovay. "Tem de mudar a escola toda. Os professores estão muito pouco preparados para receber alunos do século 21 numa escola que está no século 18."
Há movimentos para tentar melhorar o clima. "Estamos conversando com o Ministério da Educação para fazer cursos de capacitação, para que os professores possam entender o que está acontecendo", diz Miriam.
Em Minas, a secretaria fez um acordo com o Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública da Universidade Federal do Estado.
"Estamos oferecendo curso de mediação de conflito para mais de cem professores e diretores", anuncia Maria Céres Pimenta, secretária adjunta de Educação do Estado de Minas. "Não adianta ter só uma perspectiva repressora. Nós precisamos educar as crianças para respeitarem os professores. Para isso, elas também precisam ser respeitadas."

IMPUNIDADE MAGOA AS VÍTIMAS DE AGRESSÃO
"Vou te matar, sua vagabunda." Logo depois da ameaça, veio o chute. A sorte de Maria Aparecida de Fátima, de 55 anos de idade e 18 como diretora, foi o pontapé ter acertado a parede antes de atingir sua perna. "Se ele me acertasse em cheio, eu estaria de cadeira de rodas", lembra. "Ele" é um aluno de 15 anos da Escola Caíque Maria Silva Lucas, em Contagem, região metropolitana de Minas.
O motivo da agressão foi banal. "Mandei ele entrar na sala para assistir à aula. Ele se recusou. Eu o encaminhei para a supervisão e disse que ia chamar sua mãe. Ele veio atrás de mim, gritando que ia me matar." Um funcionário gravou tudo e a cena da agressão, há 40 dias, foi parar no YouTube. O aluno foi detido pela patrulha escolar e está acautelado numa instituição para menores. Vai ficar lá por 45 dias. "Para esta escola ele não volta. Vai ser transferido. Ele tem problemas sérios, mas nada justifica a agressão."
As agressões a professores não costumam terminar em punição. "A maioria nem faz denúncia à polícia. E quando o processo criminal chega ao fim, geralmente o juiz determina uma transação penal, como prestar serviço à comunidade ou pagar cesta básica", explica Jorge Bulcão, advogado do sindicado dos professores do Rio, que atualmente acompanha dez casos na Justiça.
A falta de punição magoa os professores. "Punições mais severas impediriam outros casos. A escola não pode passar a mão na cabeça dos meninos", defende Antonio Mário Cardoso da Silva, de 40 anos, professor de história da rede estadual em São Paulo. Há dois meses, ele foi agredido por um aluno de 12 anos enquanto conversava com ele e a mãe sobre problemas de disciplina. "De repente, ele se levantou, pegou o vaso de cerâmica e quebrou na minha cabeça. Podia ter me matado." Pior que a dor foi não entender o motivo da violência. "Os alunos sempre me respeitaram. Sou professor por ideologia. Acredito que a educação mude a sociedade." O aluno segue na escola. / M.V.

'Ameaças levam professor ao esgotamento'
Especialista, que atende docentes com estresse pós-traumático, diz que não há vida saudável com violência e sofrimentoVera Lemgruber, chefe do setor de Psicoterapia da Santa Casa de Misericórdia, abriu as portas para o tratamento gratuito de uma professora. E no rastro vieram outras oito, com os mesmos sintomas. Metade delas foi diagnosticada com síndrome do estresse pós-traumático. As outras tinham depressão ou sofriam de estresse agudo.
Nesta entrevista ao Estado, a especialista ajuda a entender a doença, motivada por episódios ameaçadores e composta de três aspectos diferentes: revivência da ameaça, reação semelhante a um ataque de pânico e retração social. 

O que provoca a síndrome do estresse pós-traumático?
O fator estressante tem de ser considerado muito grave para a maioria dos seres humanos. Essas reações ocorrem depois de guerras, estupros, ocorrências de violência doméstica, assaltos, sequestros ou qualquer episódio de agressão em que você se sinta ameaçado.

Como a síndrome do estresse pós-traumático se manifesta?
A reação do paciente envolve três aspectos. O primeiro é o flashback. A pessoa revive a ameaça, como se ela estivesse acontecendo de novo. É o caso de um ex-combatente de guerra que revive a batalha ao ouvir um estrondo qualquer.
O segundo é uma reação muito forte do sistema nervoso, que provoca uma descarga de adrenalina e também elevação de batimentos cardíacos, tremores, sensação de desmaio. É como se a pessoa estivesse tendo um ataque de pânico. E o terceiro é o ensimesmamento, a pessoa se retrai socialmente.

Uma pessoa pode passar por essas situações de ameaça à vida e conseguir não desenvolver a síndrome do estresse pós-traumático?
Pode. A probabilidade de desenvolver a síndrome do estresse pós-traumático é pequena, de apenas uns 5%. O ser humano tem uma capacidade de adaptabilidade darwiniana. Nós somos bichos. É a lei da sobrevivência.O que determina se uma pessoa vai ter ou não a síndrome do estresse pós-traumático é a vulnerabilidade pessoal, que pode ser genética ou da própria experiência de vida. O tratamento é terapia e medicação.

Por que estas professoras desenvolveram a síndrome do estresse pós-traumático?
As condições na escola não são favoráveis. Elas sofrem com um estresse muito grande. Mas o mais comum é desenvolverem o burnout, uma reação de esgotamento agudo. Algumas profissionais são mais sensíveis a isso. São anos de sofrimento. É como o jovem que trabalha no mercado financeiro. Ele vive estressado, mas tem recompensa financeira. Enquanto o professor não tem dinheiro, não tem formas de compensações, como viajar nas férias. O Estado poderia minimizar o sofrimento. Não é só dinheiro que compensa o estresse. Se elas tivessem respeito e reconhecimento da sociedade, se os colégios fossem mais decentes, elas ficariam melhores. Mas vai chegando a um ponto em que fica tudo insuportável. E aí elas adoecem.

Internet permite novas dimensões à prática do bullying nas escolas

Clipping Educacional - Agência Brasil
Ciberbullying garante o anonimato e suas vítimas podem sofrer muito mais com o abuso
O bullying, um ato violência física ou psicológica praticados para atingir alguém ou um grupo comumente praticado contra crianças no universo escolar, passou a ter novas características e dimensões com o uso da internet.
Diferente da modalidade tradicional, o ciberbullying garante o anonimato e suas vítimas podem sofrer muito mais pela dimensão que o ato pode alcançar. Pesquisa realizada pela Organização Não-Governamental (ONG), SaferNet em 2008 com 875 jovens internautas, constatou que 38% foram vítimas de ciberbullying e 44% dos amigos "reais" já sofreram esse tipo de violência ao menos uma vez.
O psicólogo e diretor de prevenção e atendimento da Safernet Brasil, Rodrigo Negm, explica que a prática do ciberbullying prolonga a ação, anteriormente restrita ao ambiente escolar, por exemplo, quando o professor ou diretor repreendiam o aluno ou grupo que promoviam a violência.
Hoje, um material difamatório postado na internet, mesmo que seja retirado em pequeno espaço de tempo, pode vir a ser reproduzido por outros internautas, causando um transtorno interminável à vida da vítima.
"Na internet a humilhação, que ficava restrita a um âmbito, geralmente escolar, ganha maior dimensão no espaço público da internet. O mundo inteiro pode ter acesso a esse tipo de agressão. A família, os amigos veem essa mensagem. A criança não consegue escapar da agressão, até porque alguém pode guardar esse material e postá-lo novamente".
O psicólogo dá algumas dicas aos pais que querem saber se os filhos têm sofrido qualquer tipo de agressão do ciberbullying: "sinais de depressão, falta de vontade de ir à escola e brincar com os amigos ou dificuldades para dormir."
Para conter os crimes do ciberbullying, a SaferNet Brasil em parceria com o Ministério Público e a polícia federal criou um canal de denúncias contra crimes na internet: www.denuncie.org.br. Recentemente foi lançado a rede social que promove o uso consciente do mundo virtual, oferecendo ao usuário algumas discussões no endereço www.netica.org.br .
Rodrigo Negm lembra que é preciso manter o diálogo entre pais e filhos para que a vítima se sinta à vontade para denunciar esse tipo de violência.
"A tecnologia mais importante para combater crimes da internet é a relação de confiança entre pais e filhos. É um recurso que vai além de filtros e bloqueios. As crianças elas devem conversar com os pais e contar com a ajuda deles, caso percebam algum tipo de agressão pela internet".

Greve de professores entra na terceira semana com baixa adesão

Luciana Alvarez e Mariana Mandelli
Clipping Educacional - O Estado de S.Paulo
Reportagem entrou em contato com cem colégios de todas as regiões da capital; 68 não foram atingidos pela paralisação
Mesmo com a promessa dos sindicatos de acirrar a greve na rede de ensino de São Paulo, muitas escolas funcionaram normalmente ontem. O Estado entrou em contato com cem colégios de todas as regiões da capital. Deles, 68 não foram atingidos pela paralisação e apenas 3 estavam completamente parados.
Em 16 das escolas procuradas, apesar de algumas adesões, os funcionários dizem que a falta dos grevistas não afetou a rotina. Em 13 havia turnos parados ou os alunos estavam sendo dispensados mais cedo pela falta de docentes. Em geral, os turnos noturnos são os mais afetados.
As paralisações parciais confundem os próprios funcionários e prejudicam o calendário dos alunos, que precisam ir à escola para não receber falta, mas terão de repor mais tarde as aulas dos professores em greve.
Esta é a terceira semana de greve da categoria, que pede reajuste salarial de 34%. A manutenção do movimento foi decidida na sexta-feira, em uma assembleia que bloqueou a Avenida Paulista. O ato foi organizado pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (Apeoesp) em conjunto com outros órgãos, como o CPP, que representa docentes aposentados, e a Udemo, que reúne diretores.
Representantes dos sindicatos prometem ir hoje à Secretaria de Educação para tentar negociar. Uma nova assembleia está marcada para sexta-feira, desta vez em frente ao Palácio dos Bandeirantes. O secretário da Educação, Paulo Renato Souza, afirmou ontem que não sabia se receberia os sindicalistas. “Ainda não recebi nenhuma notícia nesse sentido e ninguém me pediu nada.” COLABOROU MARIANA LENHARO

Aluno aponta professor do Christus como responsável por distribuição de simulado do Enem

Carlos Lordelo
Clipping Educacional - Estadão.edu
Professor de prenome Jahilton leciona física na escola cearense que antecipou 14 questões da prova
Um professor de física identificado no site do Colégio Christus como Jahilton teria sido o responsável por entregar aos alunos uma apostila com 14 questões idênticas às do Enem. Segundo o MEC, as questões haviam sido aplicadas na escola de Fortaleza em outubro do ano passado, na fase de pré-testes do exame - quando são calibradas as dificuldades das perguntas. A Polícia Federal apura se um funcionário do colégio subornou um fiscal do pré-teste para obter cadernos de questões e tirar cópias.
A coincidência de questões fez o ministério cancelar a prova do Enem de 639 alunos do 3.º ano do Christus. Eles terão a opção de fazer uma nova prova nos dias 28 e 29 de novembro, mas sentem-se injustiçados pela decisão do MEC. Na tarde desta quinta-feira, o Ministério Público Federal no Ceará anunciou que vai mover ação civil pública pedindo o cancelamento do Enem em todo o País ou a anulação de 13 questões da prova aplicada no fim de semana.
Jahilton leciona no 3.º ano do ensino médio e no extensivo do Christus. Mensagens postadas por um aluno do colégio no Twitter na noite do sábado já falavam que a apostila entregue pelo professor antecipou 8 das 90 questões do primeiro dia de provas do Enem.


"O Christu mitou. Caiu 8 questões iguais do Enem que tava no nosso caderninho. Valeu Jahilton", escreveu o estudante Gabriel Lobo em sua conta no Twitter (@Gabriiellobo). Minutos depois, em resposta ao usuário Elias Sales (@eliasandraade), afirmou: "(...) o colégio deu um caderninho, que caiu 8 questões iguais no ENEM de hoje. mudaram nenhuma vírgula."


Ontem, dia 26, após a revelação da coincidência de questões pelo Estadão.edu, Gabriel postou, em resposta à Priscila Araújo (@pri_aes), também aluna do Christus: "(...) só quero ver o que o Jahilton vai far (sic) amanhã, ja que foi ele que entregou esses cadernos."


O Estadão.edu tentou contato com o estudante Gabriel Lobo no início da noite desta quinta-feira, mas não obteve resposta. Após a publicação desta matéria, a conta do aluno no Twitter foi apagada. Por telefone, também não encontrou o professor Jahilton na unidade do Christus Barão de Studart, na região da Aldeota, em Fortaleza. A reportagem esteve nesta e em outra unidade do colégio, a Nunes Valente, e não localizou o docente. / COLABOROU PAULO SALDAÑA, ENVIADO ESPECIAL A FORTALEZA

Educação propõe Ensino Médio Integral em 21 escolas estaduais

Clipping Educacional - Da Educação
Iniciativa prevê jornada de 8h, ampliação da grade curricular e regime especial de trabalho para professores



A Secretaria da Educação de São Paulo já está colocando em prática uma das principais ações do programa Educação - Compromisso de São Paulo. Trata-se do Ensino Médio de Tempo Integral, que prevê ampliação não só da jornada, de 6 para 8 horas diárias, mas também da grade curricular, de modo a corresponder a padrões internacionais de aperfeiçoamento educacional.
A iniciativa propõe a consolidação, por adesão, em unidades que oferecem exclusivamente Ensino Médio, de um novo modelo de escola, com disciplinas eletivas, implantação ou reforma de laboratórios, salas temáticas e oferecimento de três refeições por dia.
"Nosso objetivo maior com essa iniciativa é a melhoria da qualidade da educação de nossos alunos", destacou o secretário da Educação, Herman Voorwald. "Queremos fazer com que nossos jovens formados pelo Ensino Médio de São Paulo estejam preparados não só para os novos desafios do mundo do trabalho, mas também para uma sólida formação universitária".
A diferença do novo modelo para as já existentes escolas de tempo integral está na integração das disciplinas do currículo e no novo regime de trabalho de seus professores. Para os docentes das escolas em que será implantado o novo modelo, será criado um regime de dedicação plena e integral, que não permitirá atuar no quadro docente de outras unidades no período diurno. Haverá gratificação, que será incorporada para fins de aposentadoria. Não será uma carreira diferente, mas um regime diferenciado.
Para 2012, a mudança prevista foi proposta para 21 unidades em diversas regiões do Estado (veja aqui relação completa).

Cada sistema de ensino vai escolher como usar hora a mais

Priscilla Borges
Clipping Educacional -  iG Brasília
MEC não quer mais disciplinas na ampliação da jornada escolar para cinco horas/dia. Proposta para o Congresso não definirá modelos
O debate sobre a ampliação da jornada de aulas nas escolas brasileiras promete ser longo ainda. O Ministério da Educação já anunciou que quer aumentar em uma hora por dia o turno escolar no País e está formulando uma proposta de concretização da medida para enviar ao Congresso Nacional. O texto, que está sendo elaborado por técnicos da pasta com a ajuda de gestores municipais e estaduais, no entanto, deixará lacunas para serem respondidas depois.
O ministro Fernando Haddad disse em setembro que gostaria de ampliar o tempo que as crianças e os adolescentes brasileiros passam na escola. A proposta inicial era aumentar o número de dias letivos anuais. Segundo o ministro, a “pouca exposição a conhecimento” dos estudantes prejudica o aprendizado. Na última semana, o MEC promoveu uma reunião entre professores, gestores, parlamentares e especialistas sobre o tema.
É a partir das discussões dessa reunião que um grupo de trabalho – formado por técnicos do MEC e representantes de gestores municipais e estaduais – definirá a proposta oficial que vai para o Congresso Nacional. Ouvidos pelo iG, integrantes desse grupo contaram que o texto final não definirá, por exemplo, como as escolas devem utilizar essa “hora extra”.
A ideia é que opções sejam oferecidas, mas cada sistema de ensino escolha o modelo que mais se adequar à própria realidade. Entre as sugestões colhidas na reunião técnica estão: trabalhos de projetos interdisciplinares, aulas de reforço ou atividades culturais. “Ninguém quer mais tempo para as crianças copiarem mais coisas do quadro. Precisamos reinventar o tempo escolar. O grande debate deve ser em torno de qual projeto educativo cada escola quer traçar”, afirma Jaqueline Moll, diretora de Currículos e Educação Integral do MEC.
Segundo Jaqueline, o MEC vai sugerir que as escolas sigam as orientações do Conselho Nacional de Educação (CNE) para a educação integral na elaboração de seus projetos pedagógicos. O ministério não enviará um projeto de lei sobre o tema para o Congresso Nacional. Como já existem projetos tramitando na Câmara e no Senado sobre o tema, o MEC enviará um parecer ao deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES) sobre o tema.
Lelo conta que há dez projetos sendo analisados em diferentes comissões do Congresso sobre a ampliação da jornada escolar. O deputado unirá as propostas e apresentará um substitutivo. O parecer do ministério, segundo ele, servirá como mais um subsídio. “Só houve um consenso na reunião: o de que não deveríamos aumentar os dias letivos. Acho que o ideal seria apresentarmos um conjunto de opções para que as escolas possam se adaptar a um deles”, diz.
O deputado admite que há muitos detalhes ainda para serem definidos. “Ninguém é contra mais tempo na escola, mas as visões gerais são muito díspares. Quero ouvir experiências que estão funcionando antes de fechar a proposta”, afirma Coimbra.

Adaptação em três anos
A presidenta da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Cleuza Repulho, que participa do grupo de trabalho do MEC, conta que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) está fazendo um levantamento de quantas redes de ensino já oferecem as 1 mil horas anuais de aulas. De acordo com Cleuza, há muitos municípios que oferecem essa jornada ampliada já. “Precisamos saber o que falta para as outras redes implantarem também”, comenta.
Só com esses dados o grupo deve fechar o relatório. A expectativa dela é terminá-lo em novembro e encaminhar ao Congresso antes do recesso parlamentar. Ela conta que os gestores pediram aos parlamentares para não “inventarem mais disciplinas” para ocuparem essa hora a mais de aulas. “Temos de respeitar a autonomia dos sistemas. Mas não podemos ter mais disciplinas. Ouvir os educadores e os gestores nesse processo é fundamental”, afirma.
Para Cleuza, o prazo de adaptação que deve ser colocado na lei é de três anos. No máximo, pode ser ampliado para cinco. Mas ela ressalta, porém, que o aumento deve ser gradativo e só poderá ser concretizado com mais investimentos. “Infraestrutura é fundamental para isso. Temos de ter escolas para todos e ainda não temos. Aposto muito no Plano Nacional de Educação para isso”, diz.

Estrutura escolar
O horário de aulas das 11h às 15h, chamado de turno da fome e ainda praticado por muitos municípios para atender a demanda de alunos, terá de acabar. “É inaceitável que ainda haja alunos com menos de quatro horas diárias de aulas. Teremos de fazer um esforço para enfrentar as dificuldades que esses municípios e Estados enfrentam para acabar com esse turno”, ressalta a diretora do MEC.
Outra preocupação de quem participa das discussões é como garantir esse tempo maior de carga escolar para os estudantes do ensino noturno. Todos concordam que é impossível aumentar a carga horária diária. “Ainda não temos uma resposta sobre o que fazer no turno da noite. Precisamos discutir inclusive o que já é feito hoje, temos de pensar numa forma de dar significado ao ensino noturno”, admite Jaqueline.
Na opinião de Cleuza, é preciso rediscutir todo o planejamento para quem estuda à noite. Ela lembra que muitas redes têm matriculado adolescentes de 15 anos em cursos noturnos e não deveriam. Esse é mais um ponto que ficará aberto para discussões dentro do Congresso.

Testes do Enem foram reproduzidos por professores, diz Haddad

Clipping Educacional - Do G1, em São Paulo
Professores recomendaram não divulgar cadernos, diz ministro.
MPF do Ceará pediu a anulação do exame.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse que o governo tem a convicção de que dois dos 36 cadernos de pré-teste do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foram reproduzidos e distribuídos aos alunos pelos professores do Colégio Christus, em Fortaleza.
"Os professores recomendavam aos próprios estudantes a não divulgação desses cadernos, porque as questões ali contidas, provavelmente algumas delas cairiam na prova", afirma Haddad.
A direção do colégio não quis se manifestar sobre as declarações do ministro.
Segundo ele, a busca de igualdade de condições é o pilar do Enem. "O Enem tem de garantir isso, seja quando o estudante é prejudicado por uma ação na qual ele não deu causa, seja quando é favorecido. Não se trata de punição, mas de busca de igualdade de condições. Nós vamos chegar aos responsáveis por isto rapidamente e vamos exigir uma resposta da Justiça", diz o ministro.
O Ministério da Educação confirmou nesta quinta-feira (27) que as questões do Enem que vazaram estavam no pré-teste aplicado no Colégio Christus, em Fortaleza, em outubro de 2010.
O Ministério Público Federal do Ceará (MPF-CE) entrou na tarde desta quinta com uma ação civil pública que pede a anulação da prova do Enem em todo o Brasil, ou então solicitando a anulação de 14 questões iguais às do exame divulgadas em material do Colégio Christus, dias antes da prova realizada no último fim de semana.
Na ação, o procurador federal no Ceará, Oscar Costa Filho, pediu ainda a suspensão da medida do Ministério da Educação (MEC) que anula o Enem para 639 alunos do Colégio Christus. A ação civil pública foi protocolada no fim desta tarde na Justiça Federal no Ceará.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

O ENEM PODE AJUDAR A EDUCAÇÃO BÁSICA?

Clipping Educacional - CPP
Para isso, as questões do Exame Nacional do Ensino Médio precisam ser relevantes para a vida social, cultural e profissional dos jovens 
Creio ser necessário analisá-lo não só pelo que já lhe garante tanto espaço na mídia mas também pela influência que tem e terá sobre toda a Educação brasileira, dependendo de como for conduzido. Antes de discutir perspectivas, porém, é bom ver como ele surgiu e se transformou.
Quando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) definiu qualificações gerais para os concluintes da Educação Básica, o Enem as traduziu em habilidades e competências para avaliá-las. Os resultados, enviados aos estudantes, orientariam sua escolha de carreira, revelando seu preparo para, em contextos reais, usar linguagens, compreender processos e fenômenos, enfrentar situações-problema, argumentar e elaborar textos opinativos. Ainda em coerência com a LDB, foi concebido o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), que combinava isso tudo com saberes disciplinares e, juntamente com uma produção textual específica, avaliava as quatro áreas de conhecimentos para certificar a conclusão da Educação de Jovens e Adultos (EJa).
O atual Enem é uma versão do Encceja, mas serve hoje especialmente ao ingresso no Ensino Superior, dando também acesso ao Programa Universidade para Todos (Prouni), que subsidia o acesso a cursos de instituições particulares. Além disso, seus resultados têm gerado uma disputada classificação de escolas. Mas o que interessa agora é reconhecer a importância adquirida pelo Enem e discutir como, em função da natureza e da qualidade de suas questões, poderá influir nas diferentes etapas do nosso ensino.
Será cada vez melhor a sinalização dada pelo Enem à Educação Básica se, na sua formulação, apresentar situações-problema em contextos reais e demandar linguagens e conhecimentos que correspondam a recursos para a vida social, para a construção cultural e para a trajetória profissional dos jovens. Isso não é fácil, mas justifica-se o esforço pelo custo e pela revelância de algo dirigido anualmente a milhões de jovens. Neste ano, há esperanças nesse sentido, pois foi feito um convite geral a professores para que contribuíssem na preparação de um banco de questões, e os docentes universitários que tiverem acesso a elas talvez possam aproveitar para também reformular alguns vestibulares.
Se, pelo contrário, o Enem continuar com itens sem situações-problema, com pretextos em lugar de contextos, com questões que possam ser respondidas pela mera exclusão de alternativas absurdas e outras pedindo informações que ninguém lamentaria esquecer no dia seguinte, então, será mais uma avaliação burocrática a desorientar nosso Ensino Fundamental e também do Médio. Nesse caso, o novo Enem constituirá mais um desserviço, estimulando escolas em que, desde criança, os alunos parecem ser treinados com disciplinas estanques para disputar exames vestibulares enciclopédicos e malconcebidos, em prejuízo de qualificações essenciais para a vida, independentemente de virem ou não a cursar universidades.
E o que cada um pode fazer em relação ao Enem? Em sala, em vez de esperar que ele evolua no sentido necessário e ficar na torcida, todos podem usar sua matriz no ensino de cada disciplina. Devemos, então, simplesmente aceitá-lo? Quem concordar que aceite, sim. Quem discordar que reclame e sugira modificações, como tenho fazer nesta coluna. O exame deste ano está aí: olho nele!
Luis Carlos de Menezes, é físico e educador da USP - colunista da Revista Nova Escola.

CÂMARA REJEITA PROJETO QUE PERMITA ENSINO EM CASA

Clipping Educacional - CPP
A Comissão de Educação e Cultura rejeitou na quarta-feira passada (19) o Projeto de Lei 3518/08, do deputado Henrique Afonso (PV-AC) e do ex-deputado Miguel Martini, que estabelecia as condições para que fosse autorizado o ensino domiciliar no Brasil.
A proposta tramita em caráter conclusivo e será arquivada, a menos que haja recurso para que seja apreciada pelo Plenário.
O relator da proposta, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), disse que as experiências de educação domiciliar existentes no País desrespeitam a Constituição, o Código Penal, o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), que preveem a matrícula das crianças e adolescentes nos estabelecimentos de ensino da rede formal de educação.
“Esta é a posição do Ministério Público, que, em Minas Gerais, pronunciou-se contra um casal residente na cidade de Timóteo, localizada a cerca de 200 quilômetros da capital mineira, que educava os filhos em casa”, afirmou.
Maranhão ainda lembrou que as funções da escola não se resumem ao ensino e que a socialização da criança e do jovem, no convívio escolar, tem papel importante em suas vidas.
As informações são da Agência Câmara de Notícias SECOM/CPP 

RETIFICAÇÃO INSTRUÇÃO CENP/2011

RETIFICAÇÃO INSTRUÇÃO CENP/2011
Retificação do D.O. de 25-10-2011
Instrução CENP, de 24-10-2011
Aos Dirigentes Regionais de Ensino, Supervisores de Ensino e Vice Diretores das Escolas Estaduais Indígenas A Coordenadora da Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas, à vista do disposto no Edital de Convocação do Departamento de Recursos Humanos, de 20-11-2009, para realização da Prova do Processo Seletivo de Professores/Candidatos Temporários para atuarem em escola estaduais de Educação Indígena, baixa as seguintes instruções:

I – da data, retirada, guarda e aplicação das provas de Educação Indígena
A prova do Processo Seletivo Simplificado para professores/candidatos inscritos no endereço eletrônico, onde se lê: Fundação VUNESP www.vunesp.com.br, leia-se: 

RES. SE 13 - ALTERA ANEXO QUE INTEGRA RES. SE 70 - DISPÕE SOBRE OS PERFIS QUE FUNDAMENTAM OS EXAMES, CONCURSOS E PROCESSOS SELETIVO

ALTERA ANEXO QUE INTEGRA RES. SE 70 - DISPÕE SOBRE OS PERFIS QUE
FUNDAMENTAM OS EXAMES, CONCURSOS E PROCESSOS SELETIVO
Altera o Anexo que integra a Resolução SE-70, de 26-10-2010, que dispõe sobre os perfis profissionais, competências e habilidades requeridos dos educadores da rede pública estadual e os referenciais bibliográficos que fundamentam os exames, concursos e processos seletivos, e dá providências correlatas
O Secretário da Educação, à vista do que lhe representou a Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas, Resolve:
Artigo 1º - Ficam incluídos referenciais bibliográficos no Anexo que integra a Resolução SE nº 70, de 26.10.2010, na seguinte conformidade:

I – Professor PEB – I – Ensino Fundamental anos iniciais (1º ao 5º ano)
Livros e Artigos para o Professor PEB-I:
GATTI, Bernadete Angelina (Coord.). Professores do Brasil: impasses e desafios. Brasília: UNESCO, 2009. Disponível em:http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001846/184682por.pdf
GOMES, Candido Alberto. A educação em novas perspectivas sociológicas. 4ª ed. rev. e ampl. São Paulo: EPU, 2005. (Temas básicos de educação e ensino).
LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira de; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2003.
LOPES, Alice Casimiro. Políticas de integração curricular. Rio de Janeiro: UERJ, 2008. (Pesquisa em educação).
SARMENTO, Manuel; GOUVEIA, Maria Cristina Soares de (Org.). Estudos da infância: educação e práticas sociais. Petrópolis: Vozes, 2008.
SAVIANI, Dermeval. História das idéias pedagógicas no Brasil. 3ª ed. Campinas, Autores Associados, 2010. (Memória da educação).
SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2003.

II – Professor PEB-II – Ensino Fundamental anos finais (6º ao 9º ano) e Ensino Médio
Bibliografia comum a todas as áreas
Livros e Artigos comuns a todas as áreas
GATTI, Bernadete Angelina (Coord.). Professores do Brasil: impasses e desafios. Brasília: UNESCO, 2009. Disponível em: http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001846/184682por.pdf 
GOMES, Candido Alberto. A educação em novas perspectivas sociológicas. 4ª ed. rev. e ampl. São Paulo: EPU, 2005. (Temas básicos de educação e ensino).
LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira de; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2003.
LOPES, Alice Casimiro. Políticas de integração curricular. Rio de Janeiro: UERJ, 2008. (Pesquisa em educação). 
SARMENTO, Manuel; GOUVEIA, Maria Cristina Soares de (Org.). Estudos da infância: educação e práticas sociais. Petrópolis - Vozes, 2008.
SAVIANI, Dermeval. História das idéias pedagógicas no Brasil. 3ª ed. Campinas: Autores Associados, 2010. (Memória da Educação)

III – Diretor de Escola
Livros e artigos para Diretor de Escola
FREITAS, Kátia Siqueira de; SOUSA, José Vieira de. Progestão: como articular a gestão pedagógica da escola com as políticas públicas da educação para a melhoria do desempenho escolar? - módulo X. Brasília: CONSED, 2009. Disponível em: http://www.crmariocovas.sp.gov.br/Downloads/ccs/Modulo10_CE.pdf 
GATTI, Bernadete Angelina (Coord.). Professores do Brasil: impasses e desafios. Brasília: UNESCO, 2009. Disponível em: http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001846/184682por.pdf GOMES, Candido Alberto. A educação em novas perspectivas sociológicas. 4ª ed. rev. e ampl. São Paulo: EPU, 2005. (Temas básicos de educação e ensino).
LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira de; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2003.
LOPES, Alice Casimiro. Políticas de integração curricular. Rio de Janeiro: UERJ, 2008. (Pesquisa em educação).
NEUBAUER, Rose; SILVEIRA, Ghisleine Trigo da. Gestão de sistemas escolares: quais caminhos perseguir? In: SCHWARTZMAN, Simon; COX, Cristián (Ed.). Políticas educacionais e coesão social: uma agenda latino-americana. Rio de Janeiro: Elsevier; São Paulo: Instituto Fernando Henrique Cardoso, 2009. cap. 3.
SARMENTO, Manuel; GOUVEIA, Maria Cristina Soares de (Org.). Estudos da infância: educação e práticas sociais. Petrópolis: Vozes, 2008.
SAVIANI, Dermeval. História das idéias pedagógicas no Brasil. 3ª ed. Campinas, Autores Associados, 2010. (Memória da educação).

IV – Supervisor de Ensino
Livros e artigos para Supervisor de Ensino
GATTI, Bernadete Angelina (Coord.). Professores do Brasil: impasses e desafios. Brasília: UNESCO, 2009.Disponível em:
http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001846/184682por.pdf
GOMES, Candido Alberto. A educação em novas perspectivas sociológicas. 4ª ed. rev. e ampl. São Paulo: EPU, 2005. (Temas básicos de educação e ensino).
LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira de; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2003.
LOPES, Alice Casimiro. Políticas de integração curricular. Rio de Janeiro: UERJ, 2008. (Pesquisa em educação).
SARMENTO, Manuel; GOUVEIA, Maria Cristina Soares de (Org.). Estudos da infância: educação e práticas sociais. Petrópolis: Vozes, 2008.
SAVIANI, Dermeval. História das idéias pedagógicas no Brasil. 3ª ed. Campinas: Autores Associados, 2010. (Memória da educação).

Artigo 2º - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.

O PROVÃO É OBRIGATÓRIO

Clipping Educacional - APEOESP
Alertamos a todos de que o provão é obrigatório, e não fazê-lo de forma injustificada impedirá que os Estáveis e os “Categoria L” e os “Categoria F” participem do processo de atribuição de aulas para o ano de 2012. Recomenda-se que os professores ACTs readaptados também façam a prova, porque se a readaptação for cessada por qualquer motivo este professor poderá ter aulas atribuídas para si.
Só não está obrigado a fazer a prova o professor da Categoria F que tenha sido considerado aprovado nos processos anteriores, ainda que tenha usado o tempo de serviço para compor a nota mínima.

Fique atento aos horários da prova, que será realizada no dia 30 de Outubro
Os professores que farão as provas devem ficar atentos aos horários. Todos devem comparecer ao local da prova com, pelo menos, meia hora de antecedência de seu início.
OS PORTÕES SERÃO FECHADOS ÀS 8h30 NO PERÍODO DA MANHÃ E ÀS 14 HORAS NO PERÍODO DA TARDE, NÃO SENDO PERMITIDO O INGRESSO DE RETARDATÁRIOS.
Manhã: Início às 8h30- Duração: 4 horas
Campo de Atuação Aulas: Alemão, Arte, Biologia, Ciências Físicas e Biológicas, Educação Física, Espanhol, Filosofia, Física, Francês, Geografia, Historia, Inglês, Italiano, Japonês, Língua Portuguesa, Matemática, Psicologia, Química, Sociologia e Educação Especial.
Tarde: início às 14 horas – Duração: 4 horas
Campo de Atuação Classe

Locais da prova
Os professores que se inscreveram regularmente devem consultar os sites da Fundação VUNESP (www.vunesp.com.br) ou da Secretaria da Educação (www.educacao.sp.gov.br) para saber onde farão as provas.
Se o nome de qualquer dos inscritos não constar da consulta relativa aos locais da prova, o mesmo deverá entrar em contato com o DISC VUNESP pelo telefone (011) 3874-6300, de segunda até sexta-feira, das 8 às 20 horas e, ao mesmo tempo, com a Diretoria de Ensino de Opção, de segunda até sexta-feira, das 9 às 17 horas.
Se o problema persistir, o professor deverá formular na Diretoria de Ensino que optou para a realização da prova o modelo de requerimento relativo à inscrição na prova.
Não se esqueça de levar documento de identificação.

Plantão jurídico
A Secretaria de Legislação e Defesa do Associado da APEOESP vai manter plantão no dia da prova, das 8 às 18 horas, para todos os que precisarem de orientações.
Os advogados de plantão na Sede Central atenderão pelos telefones: (011)- 3350-6031 e
(011)- 3350-6156.
As subsedes do interior também manterão advogados plantonistas, de modo que cada um de nossos escritórios permaneça de plantão na maior subsede em que presta atendimento. As subsedes, dentro de sua área de abrangência, deverão divulgar amplamente o número do telefone que será utilizado pelo advogado, a fim de que todos os sócios que enfrentem  problemas na prova possam ser adequadamente atendidos.

Prova para os ACTs será em 30 de outubro


Clipping Educacional - APEOESP
Reproduzimos nas páginas seguintes o Edital de Convocação  e Orientações Jurídicas para o processo seletivo simplificado dos professores ACTS.
A prova será realizada em 30 de outubro. É de suma importância que os candidatos atentem para todas as orientações.
O  professor   impossibilita do   d e atender à convocação para a realização da prova deve justificar a ausência em requerimento dirigido ao Dirigente Regional de Ensino da diretoria de Ensino da sua região  (em duas vias, ficando com cópia do requerimento devidamente protocolado, anexando comprovante(s)  necessário(s) para análise do pedido),    sob pena de se ver dispensado, caso a justificação não seja aceita, nos termos do disposto no artigo 4º das Disposições Transitórias da Lei Complementar nº 1.093/2009.
Segundo a Resolução SE nº 8/2010, o professor tem o prazo de  cinco dias  para apresentação da justificativa pelo não comparecimento, contados da data da realização da prova.

SAEB E PROVA BRASIL 2011 na Rede Estadual de São Paulo

Clipping Educacional - FDE
Foi realizado nos dias 18 e 19 de outubro de 2011 o Treinamento dos Coordenadores de Polo com o objetivo de prepará-los para atuarem na coordenação regional da aplicação da avaliação e treinarem os aplicadores nos procedimentos técnico-operacionais da aplicação do SAEB e Prova Brasil 2011.
A aplicação do SAEB 2011 ocorrerá no período de 7 a 11 de novembro em todas as escolas estaduais, envolvendo os alunos do 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e numa amostra de alunos da 3ª série do Ensino Médio. Serão aplicadas provas de Língua Portuguesa (foco Leitura) e Matemática (foco em Resolução de Problemas) e questionários para os alunos e para a equipe escolar (diretor e professores de Língua Portuguesa e de Matemática).
Para conhecer as apresentações utilizadas no Treinamento dos Coordenadores de Polo, clique aqui e aqui
Veja aqui o vídeo sobre o SAEB

Secretaria da Educação propõe Ensino Médio Integral em 21 escolas estaduais


Clipping Educacional - Da Educação
Iniciativa prevê jornada de 8 horas, ampliação da grade curricular e regime especial de trabalho para professores
Adesão a modelo a ser implantado em 2012 depende de decisão dos conselhos escolares
A Secretaria de Estado da Educação de São Paulo já está pondo em prática uma das principais ações do programa Educação — Compromisso de São Paulo. Trata-se do Ensino Médio de Tempo Integral, que prevê ampliação não só da jornada, de 6 para 8 horas diárias, mas também da grade curricular, de modo a corresponder a padrões internacionais de aperfeiçoamento educacional.
A iniciativa propõe a consolidação, por adesão, em unidades que oferecem exclusivamente Ensino Médio, de um novo modelo de escola, com disciplinas eletivas, implantação ou reforma de laboratórios, salas temáticas e oferecimento de três refeições por dia.
“Nosso objetivo maior com essa iniciativa é a melhoria da qualidade da educação de nossos alunos”, destacou o secretário de Estado da Educação, Herman Voorwald. “Queremos fazer com que nossos jovens formados pelo Ensino Médio de São Paulo estejam preparados não só para os novos desafios do mundo do trabalho, mas também para uma sólida formação universitária.”
A diferença do novo modelo para as já existentes escolas de tempo integral está na integração das disciplinas do currículo e no novo regime de trabalho de seus professores. Para os docentes das escolas em que será implantado o novo modelo, será criado um regime de dedicação plena e integral, que não permitirá atuar no quadro docente de outras unidades no período diurno. Haverá gratificação, que será incorporada para fins de aposentadoria. Não será uma carreira diferente, mas um regime diferenciado.
Para 2012, a mudança prevista foi proposta para 21 unidades em diversas regiões do Estado (ver relação abaixo).
Entre os principais critérios de seleção dessas escolas, destacam-se o oferecimento apenas do Ensino Médio, não ser a única do município a oferecer exclusivamente essa modalidade, número mínimo de 10 salas de aula, não ser compartilhada com unidades municipais, não fazer parte da Rede Ensino Médio Técnico e possuir espaço físico adequado para a implantação de instalações específicas do programa. A discussão da proposta já começou a partir do dia 17 nessas escolas, que se posicionarão até quinta-feira, dia 27.
O trabalho a ser desenvolvido nessas primeiras unidades servirá de base para a ampliação da iniciativa em todo o Estado nos anos seguintes, de modo a promover a melhoria da qualidade do ensino, nos termos do programa Educação — Compromisso de São Paulo. Anunciado pelo governador Geraldo Alckmin no Dia do Professor (15 de outubro), o programa tem como objetivos principais colocar o sistema educacional de São Paulo entre os melhores do mundo e fazer a carreira de professor ser uma das mais valorizadas entre os jovens.
Diretoria de EnsinoMunicípioEscola Estadual
AraraquaraAraraquaraJardim Imperial
CaieirasCaieirasWalter Ribas de Andrade
CaieirasCajamarTen. Joaquim Marques da Silva Sobrinho
CapivariIndaiatubaJardim Colonial
Centro-oesteSão PauloAlexandre von Humboldt
Centro-oesteSão PauloProfessor Antonio Alves Cruz
Centro-sulSão PauloProfessor Américo de Moura
ItapeviBarueriPrefeito Nestor de Camargo
ItuPorto FelizMonsenhor Seckler
JundiaíJundiaíConde de Parnaíba
JundiaíItatibaProfessor Antonio Dutra
PindamonhangabaPindamonhangabaJoão Pedro
PindamonhangabaCampos do JordãoVila Albertina
Santo AndréSanto AndréJardim Riviera
São José do Rio PretoSão José do Rio PretoProfessora Amira Homsi Chalella
São José do Rio PretoSão José do Rio PretoProfessor Jamil Khauan
São VicentePraia GrandeReverendo Augusto Paes de Ávila
SumaréHortolândiaJardim Amanda
TaubatéTaubatéJacques Felix
TaubatéTaubatéMonteiro Lobato
Taubaté
CaçapavaDoutor Pereira de Mattos