sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Secretaria divulga nota de prova classificatória para 214 mil professores

Novidade na rede irá determinar, junto com tempo de serviço e títulos, posição para atribuição de aulas dos temporários
Clipping - Educacional - da Educação
A Secretaria de Estado da Educação divulga nesta sexta-feira, 30 de janeiro, as notas das provas dos cerca de 214 mil professores que pretendem trabalhar como temporários em 2009 em escolas estaduais. Basta acessar este link:
http://drhu.edunet.sp.gov.br/eventos/index_consulta.html
Novidade na rede, a prova é um dos três critérios que indicarão a classificação dos educadores para atribuição de aulas (escolha de aulas) como temporários. Os outros dois são tempo de serviço e títulos.
Foram 25 questões, valendo cada uma 3,2 pontos, podendo-se chegar a 80 pontos. O tempo de serviço também pode chegar a 80 pontos. Os títulos valem até 20 pontos.
Na próxima semana a Secretaria divulgará a classificação, por Diretoria de Ensino, juntando os três critérios, para que em seguida seja realizado o processo de atribuição de aulas dos temporários. Quem não participou da prova não ingressará na rede neste ano.
Foram 14 tipos de prova: uma para ciclo 1 (1ª a 4ª série) do Ensino Fundamental e 13 para todas as disciplinas de ciclo 2 (5ª a 8ª série) do Fundamental e Ensino Médio.
A classificação terá prazo de um ano. Os temporários atribuem aulas depois dos cerca de 130 mil professores efetivos, que iniciam neste momento seu processo de atribuição.
A prova teve como base a Proposta Curricular do Estado, já implantada pela Secretaria neste ano de 2008 Com isso, a Secretaria especifica uma forma de verificar quais professores estão mais aptos nos conteúdos de suas disciplinas.
Na última semana a Justiça derrubou liminar de um dos sindicatos de professores da rede e determinou que aprova valha (com os outros dois critérios) para atribuição de aulas.
Os inscritos puderam escolher até duas disciplinas para a prova - seguindo sua aptidão. Por exemplo: professores que desejam dar aulas de matemática e química participaram de provas destas duas disciplinas, sendo averiguadas o conteúdo curricular nestas disciplinas. Os professores de ciclo 1 (1ª a 4ª do Ensino Fundamental) tiveram prova diferente porque dão aulas de todas as disciplinas.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Estudantes do ensino médio terão merenda

Clipping Educacional - Assessoria de Comunicação Social
Ampliação de programas do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), assegurada por Medida Provisória assinada na tarde desta quarta-feira pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, garante o acesso à alimentação escolar a mais de 7,3 milhões de estudantes do ensino médio. Esse segmento não estava incluído no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).
Serão aplicados recursos da ordem de R$ 574,6 milhões no Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar e no Programa Dinheiro Direto na Escola, além da merenda escolar.
Cerca de 1,1 milhão de crianças e jovens serão atendidos pelo programa de transporte escolar, nos níveis de ensino infantil e médio da zona rural. E, nada menos que 12,2 milhões de alunos serão beneficiados com recursos financeiros para manutenção física e pedagógica das escolas que oferecem educação infantil e ensino médio.
A Medida Provisória atende também a histórica reivindicação social do Estado de dispensar eqüidade de tratamento a todos os níveis de ensino da educação básica. Conquista do atual governo, a partir da aprovação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), que incluiu o ensino infantil e médio entre os mecanismos de financiamento da Educação.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

SP: escolas terão serviço online com Segurança Pública

Maria Rehder
Clipping Educacional - O Estado de São Paulo (28.01.2009)
Atitudes suspeitas de estudantes da rede pública estadual paulista poderão ser comunicadas em tempo real por diretores de escolas à Secretaria de Segurança Pública por meio de sistema virtual antiviolência. A medida integra um pacote que entra em vigor no dia 11, na volta às aulas. O governador José Serra (PSDB) solicitou um plano a seus secretários em dezembro, após a Polícia Militar ter de controlar alunos que acuaram professores e depredaram a Escola Estadual Amadeu Amaral, na zona leste. Havia atuação de gangue na unidade.
Se o diretor desconfiar da formação de gangues poderá registrar no sistema. A ferramenta será monitorada pela Secretaria da Educação em parceria com a da Segurança Pública. Ficará a critério das diretorias os tipos de ocorrências a ser notificadas. Um capitão da PM, cujo nome não foi divulgado, vai intermediar as informações entre as secretarias e os diretores das 5,3 mil escolas.
A secretária estadual da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro, afirma que uma supervisão de prevenção à violência foi criada. "Parte dela (supervisão) está voltada para a organização da base de dados, alimentada pelos diretores." O programa vai ajudar gestores que têm receio de registrar boletins de ocorrência. Dependendo da informação, a polícia irá à escola.
Também está previsto para este ano reforço da ronda escolar em 137 unidades consideradas vulneráveis - apenas 7 no interior. Procurada pela reportagem, a PM não quis falar sobre o novo sistema. Levantamento divulgado em setembro passado pela Udemo - entidade que representa os diretores - revela que, entre 683 unidades pesquisadas, 586 (ou 86%) registraram algum tipo de violência em 2008. As queixas viraram caso de polícia em 411 - 70% dos diretores fizeram o BO (895, no total).
Mediação de conflitos
Além da intervenção da PM, o programa de Justiça Restaurativa - mediação de conflitos por profissionais capacitados pela Justiça - será ampliado para mil unidades. Em março, todos os diretores participarão de programas de formação para a mediação. O plano inclui câmeras em toda a rede. A licitação está em andamento, mas não foram divulgados prazos.
As medidas são analisadas com ressalvas por educadores, que reconhecem a violência, mas temem a intervenção policial. Para Marisa Feffermann, pesquisadora da Universidade de São Paulo e professora do Estado há 20 anos, os alunos precisam de diálogo e de uma escola motivadora. "Não é com a polícia que o problema da violência será resolvido."Big Brother ?
Especialistas ouvidos pelo jornal O Estado de São Paulo apoiam a criação de um sistema de monitoramento da violência nas escolas e de um canal de comunicação mais ágil e seguro entre diretores e as Secretarias de Educação e de Segurança Pública para esses casos, mas defendem que o sistema seja utilizado apenas para mapear o problema. Para eles, a solução está em ações preventivas e não na repressão.
Para o representante da Organização das Nações Unidas para Educação (Unesco) no Brasil, Vincent Defourny, lidar com a violência nas escolas é "legítimo", mas existe o risco de que isso se torne apenas "mais uma forma de criminalização dos alunos". Ele diz que é preciso um conjunto de medidas focadas na prevenção, como a capacitação dos professores, para que se integrem melhor na comunidade onde a escola está inserida e encontrem soluções junto com os pais e líderes comunitários.
"É fundamental criar um mecanismo que permita ter estatísticas confiáveis, com tipificação dos atos no ambiente escolar, para poder acompanhar a situação", diz o pesquisador Nilson Vieira de Oliveira, do Instituto Fernand Braudel. Hoje, os casos de violência registrados nas escolas entram no buraco negro dos boletins de ocorrência. "A maioria dos BOs ligados às escolas se refere a crimes contra o patrimônio, já que os diretores precisam fazer o registro para justificar o desaparecimento do material ou aparelho furtado", diz Oliveira. "É preciso vencer os enormes desafios do ensino público. Os professores perderam todos os instrumentos que lhes permitiam ter o respeito dos estudantes. Os alunos não acreditam na escola nem no futuro. E isso está provocando muitos tumultos."
A socióloga Miriam Abramovay lembra que o Estatuto da Criança e do Adolescente protege os alunos contra discriminação e diz que o sistema de monitoramento é bem-vindo, desde que não se torne uma lista de meninos e meninas tidos como problemáticos. "Não se pode marginalizar os alunos de escolas públicas mais do que já se faz", diz. "Também acho que não é a Secretaria de Segurança que tem de lidar com o problema, mas a de Educação. Exceto nos casos de crimes graves, como tráfico e porte de arma.

Secretarias e escolas públicas recebem cadernos informativos em fevereiro

Ionice Lorenzoni
Clipping Educacional - Ministério da Educação
As secretarias estaduais e municipais de educação e as escolas públicas da educação básica, que possuem turmas de 4ª e 8ª séries (5º e 9º anos) do ensino fundamental e 3ª série do ensino médio, receberão em fevereiro cadernos sobre a Prova Brasil e o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). As provas serão aplicadas, simultaneamente, no período de 19 a 30 de outubro.
A Prova Brasil e o Saeb constituem a base para a definição do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), desde o lançamento do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), em abril de 2007. De acordo com a coordenadora-geral do ensino fundamental da Secretaria de Educação Básica, Edna Borges, a tiragem do caderno informativo da Prova Brasil é de 512,9 mil exemplares. A Prova Brasil avalia todas as turmas da 4ª (5º ano) e 8ª (9º) séries do ensino fundamental com mais de 20 alunos das escolas públicas, urbanas e rurais.
O caderno traz informações aos gestores e professores sobre os pressupostos teóricos que embasam a avaliação, os descritores e uma série de exemplos de itens (questões) sobre língua portuguesa e matemática das séries a serem avaliadas. Um exemplo: o caderno apresenta um texto curto sobre língua portuguesa, a questão a ser resolvida pelo aluno, a resposta correta e a análise da resposta, além de sugestões de desenvolvimento de habilidades para uso do professor na sala de aula.
Edna Borges diz que o professor deve compreender que a Prova Brasil é uma matriz de referência, não o currículo da escola, que é mais amplo. “É um recorte do currículo.” A distribuição do caderno visa informar ao professor como são elaboradas as avaliações da Prova Brasil e do Saeb, como os itens são construídos, que competências são esperadas dos estudantes.
Saeb – O caderno do Saeb tem tiragem de 112,6 mil exemplares. Ele traz informações sobre matemática e língua portuguesa da 3ª série do ensino médio. As informações do Saeb para professores da 4ª e 8ª (5º e 9º anos) do ensino fundamental são as mesmas da Prova Brasil. A avaliação do Saeb é feita por amostragem, em turmas com mais de 20 alunos das redes públicas e privadas.
A coordenadora-geral do ensino fundamental explica que as avaliações da Prova Brasil e do Saeb são construídas tendo por referência os parâmetros curriculares nacionais (PCN), consultas sobre currículos das redes estaduais e municipais, além de diálogo com especialistas das áreas de língua portuguesa e matemática. As questões são elaboradas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), aplicadas por empresa vencedora de licitação pública e corrigidas pelo instituto.
O Saeb foi criado em 1995 e se mantém até hoje como prova por amostragem. A Prova Brasil foi criada em 2005 para avaliar a classe inteira.
Fonte: ttp://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=12000

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

SP: falta de interesse no professor extra

Clipping Educacional - Correio Popular 26 de Janeiro de 2009
O Programa Ler e Escrever da Secretaria da Educação que visa colocar um segundo professor dentro da sala de aula está com pouca procura Juliana FacchinSegundo o jornal Correio Popular, a implantação do Programa Ler e Escrever pela Secretaria de Estado da Educação, que entre outras ações visa colocar um segundo professor dentro da sala de aula para intensificar a alfabetização está com pouca adesão.Na cidade de Campinas, por exemplo, nenhuma instituição de Ensino Superior (IES) desta cidade se cadastrou no programa. No total, são oferecidas 319 vagas no município para os alunos de pedagogia e letras, com habilitação em magistério, com direito a bolsa de estudos no valor de R$ 500,00. As faculdades que oferecem estes dois cursos tinham até o dia 9 deste mês para se inscreverem, mas o prazo foi prorrogado até o dia 30. Da mesma maneira, a baixa adesão ao programa também atingiu outras cidades do Interior e do Litoral de São Paulo. Das 729 faculdades e universidades que oferecem um dos dois cursos em todo Estado — 473 oferecem pedagogia e 256 oferecem letras, de acordo com o Ministério da Educação (MEC) —, apenas 30 IES, menos de 5% do total, manifestaram interesse em participar do projeto. Os cadastros dessas instituições ainda estão em processo de análise. No Interior, por exemplo, há vagas para mais de 2,3 mil alunos.

Apeoesp: batalha judicial entre governo e a categoria não terminou

Clipping Educacional - Apeoesp (26.01.2009)
APEOESP ingressará com recurso junto ao Presidente do Tribunal de Justiça sobre o caso dos ACTs
A APEOESP protocolou junto ao Tribunal de Justiça de São Paulo, no dia 26 de janeiro, solicitação de reconsideração do efeito suspensivo da liminar concedida à ação civil pública impetrada pelo Sindicato, que pede a suspensão da “provinha” dos ACTs para efeito da atribuição de aulas do ano letivo de 2009. O desembargador Leme de Campos, porém, manteve sua última decisão.
O desembargador, que havia indeferido no dia 16 de janeiro recurso da Secretaria Estadual da Educação solicitando a suspensão da liminar concedida em 23 de dezembro pela juíza Maria Gabriela Pavlópoyulos, da 13ª Vara da Fazenda Pública do Estado de São Paulo, voltou atrás em sua decisão no dia 23 de janeiro, atendendo a uma solicitação de reconsideração da S.E.E. não prevista no regimento do TJ.
Diante desta decisão, o Departamento Jurídico do Sindicato ingressará, de imediato, com agravo regimental junto ao Presidente do Tribunal de Justiça e, caso persista a decisão de não manutenção da liminar, o Sindicato ajuizará mandado de segurança coletivo, visando resguardar os direitos obtidos no processo de negociação com o Tribunal Regional de Trabalho e o ajuizamento da liminar.
Portanto, a batalha judicial entre o governo e a categoria não terminou. É importante recordar que a APEOESP ingressou na Justiça diante das irregularidades verificadas durante a aplicação da “provinha” dos ACTs imposta pela S.E.E. e realizada em 17 de dezembro. Todas estas irregularidades foram comprovadas e documentadas graças à estrutura montada pela APEOESP na sede central, nas subsedes e, inclusive, no site da entidade. Tais provas foram levadas em conta na concessão da liminar e, agora, desconsideradas pelo desembargador Leme de Campos.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

SP: rede estadual vai reduzir ensino médio noturno

Maria Rehder
Clipping Educacional - Estado de São Paulo (26.01.2009)
A Secretaria Estadual de Educação vai ampliar o número de vagas no ensino médio diurno para transferir alunos que estudam atualmente no noturno e que tenham interesse em migrar para turmas vespertinas ou matutinas.
A iniciativa foi anunciada em entrevista ao Estado pela secretária estadual de educação, Maria Helena Guimarães de Castro, após a conclusão de balanço inédito de matrículas dos últimos dez anos que mostra que o número de alunos que estudam o ensino médio à noite é inferior aos que estudam de dia: 791.294 ante 660.238. Em 1998, a relação era inversa: 1.026.360 no noturno e 502.878 no diurno.
A secretária adianta que a pasta já encomendou um estudo para verificar as condições da rede para a ampliação e também para levantar o perfil do aluno do ensino médio noturno. Maria Helena comemora o fato de o porcentual de matrículas diurnas se manter superior ao número de alunos do noturno. "Isso mostra que temos mais alunos chegando na série ideal para sua idade. Antes, muitos mais velhos ingressavam no ensino médio e por isso tinham de estudar à noite", explica a secretária.
A secretária faz questão de ressaltar que, enquanto houver demanda, o governo do Estado vai manter as turmas do ensino médio noturno. "Há muitos que cursam ensino médio à noite por falta de vagas no diurno, como nas áreas mais populosas de periferia."
Com a mudança, as salas de aula que ficarão ociosas com a perda de alunos do noturno serão utilizadas para ensino técnico, numa parceria com o Centro Paula Souza. Para Maria Márcia Sigrist Malavazi, coordenadora associada da Faculdade de Pedagogia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a ampliação do ensino diurno é positiva. "A qualidade do ensino noturno vem caindo muito. Mas também é preciso garantir a vaga do aluno trabalhador nesse período e o bom nível de ensino", ressalta.
A mesma avaliação faz o professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), Romualdo Portela de Oliveira. "A ampliação do diurno é um dos reflexos da correção do fluxo (quantidade de alunos na idade certa para a série). Mas é preciso que haja estratégias para que o aluno que só pode estudar no período noturno tenha melhores resultados."

Educação divulga gabarito do concurso para agentes escolar

Clipping Educacional - Da Secretaria da Educação
A Secretaria da Educação divulga nesta segunda-feira, 26, o gabarito de prova que reuniu no domingo, 25, cerca de 300 mil interessados em 11.749 vagas de agentes de organização escolar. Os salários são de R$ 654,86 mensais, com carga horária de trabalho de 8 horas diárias. Estas vagas são para reforçar as equipes de escolas estaduais.
A prova foi aplicada em todas as 77 cidades que são sede das Diretorias de Ensino. Com quatro horas de duração, teve início às 9h. O tempo mínimo de permanência foi de duas horas.
“Os aprovados irão reforçar o quadro de escolas por todo o Estado. São contratações importantes, em um trabalho para melhorar a qualidade do ensino em São Paulo. Os agentes são funcionários fundamentais para o bom andamento de uma escola”, afirma a secretária da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro.
De acordo com a Secretaria, a prova, aplicada pela Fundação Vunesp, correu sem incidentes por todo o Estado. Foram 80 questões de múltipla escolha, em quatro disciplinas: língua portuguesa, matemática, informática e legislação. Será considerado aprovado na prova o candidato que obtiver nota igual ou superior a 40 pontos.
Após a correção das provas, a Secretaria irá convocar os aprovados para apresentação de títulos (data será definida em edital da Secretaria) – que podem render mais seis pontos: ensino superior vale um ponto, ensino médio vale um ponto e tempo de serviço vale um ponto por ano (com limite de quatro pontos).
Estes pontos são somados aos da prova para ser publicada a classificação geral, com os convocados para trabalho. A classificação será por Diretoria de Ensino.
Gabarito
01 - D / 02 - A / 03 - C / 04 - D / 05 - E / 06 - C / 07 - A / 08 - B / 09 - E / 10 - B11 - C / 12 - A / 13 - D / 14 - B / 15 - E / 16 - A / 17 - E / 18 - C / 19 - B / 20 - D21 - C / 22 - A / 23 - E / 24 - D / 25 - B / 26 - B / 27 - A / 28 - D / 29 - C / 30 - E31 - D / 32 - C / 33 - E / 34 - B / 35 - C / 36 - A / 37 - A / 38 - E / 39 - A / 40 - B41 - D / 42 - C / 43 - D / 44 - B / 45 - B / 46 - A / 47 - D / 48 - E / 49 - D / 50 - A51 - E / 52 - D / 53 - A / 54 - C / 55 - B / 56 - C / 57 - A / 58 - B / 59 - E / 60 - D61 - C / 62 - A / 63 - E / 64 - E / 65 - B / 66 - D / 67 - A / 68 - C / 69 - D / 70 - B71 - D / 72 - A / 73 - A / 74 - E / 75 - B / 76 - B / 77 - E / 78 - B / 79 - A / 80 - D
fonte:http://www.saopaulo.sp.gov.br/

Prêmio Nacional de Referência em Gestão Escolar

Clipping Educacional - CONSED
O Prêmio Nacional de Referência em Gestão Escolar, uma iniciativa conjunta do Consed, da Undime, da Unesco e da Fundação Roberto Marinho, encontra-se agora em seu décimo ciclo de realização. O Prêmio destaca-se como um dos mais relevantes instrumentos de mobilização e de auto-avaliação das escolas públicas brasileiras, tendo por objetivo a melhoria da gestão e da qualidade do ensino.
Em seus ciclos anteriores, desde sua criação em 1998, inscreveram-se, após terem realizado sua auto-avaliação, 19.230 escolas, e foram atribuídos 580 diplomas Escola Referência Nacional em Gestão Escolar.
A primeira escola de cada Estado/ Distrito Federal selecionada pelo Comitê Nacional de Avaliação recebe, além do diploma Escola Referência Nacional em Gestão Escolar, a importância de R$ 2.000,00 (dois mil reais) e uma coletânea de vídeos educativos concedidos pela Fundação Roberto Marinho.
Os(as) diretores(as) dessas escolas são contemplados(as) com o diploma Liderança em Gestão Escolar e recebem como prêmio a participação em viagem de intercâmbio no Brasil e/ou no exterior. Dentre essas escolas, a que for selecionada para o primeiro lugar recebe o prêmio de R$ 10.000,00 (dez mil reais), concedido pela Fundação Roberto Marinho e também o diploma Destaque Brasil. Este Prêmio visa a contribuir para que as escolas passem a incorporar uma cultura de auto-avaliação de seu processo de gestão e para destacar e disseminar as experiências de referência na área. Dessa forma, tem servido como instrumento de sensibilização, motivação e orientação para o avanço da gestão escolar, sobretudo nas questões que estabelecem a melhoria dos níveis de aproveitamento dos alunos. Por tudo isso, a expectativa é a de que, neste novo ciclo, haja uma adesão ainda maior ao Prêmio pelas escolas estaduais e municipais do País, como evidência de seu interesse em aprimorar os seus processos de gestão, entendidos como mobilização, articulação e organização do trabalho coletivo da escola e recursos para a garantia da aprendizagem de seus alunos.
Este Manual de Orientações, que incorpora sugestões de diretores escolares, coordenadores estaduais e membros dos comitês de avaliação, apresenta o regulamento e as instruções para o processo de auto-avaliação da escola, a fim de contribuir para o aperfeiçoamento da gestão escolar e a melhoria dos resultados de aprendizagem dos alunos. Participe deste processo! A auto-avaliação constitui estratégia imprescindível à gestão escolar que busca construir sua competência e melhorar o desempenho da escola, com foco em seu objetivo que é o sucesso do aluno. Ao apresentar sua candidatura, o diretor e sua escola participarão de um importante e contínuo movimento nacional pela melhoria da qualidade do ensino. Dê sua contribuição para o sucesso do Todos pela Educação, lançado no dia 6 de setembro de 2006. Uma gestão escolar de qualidade é pré-condição para alcançar as cinco grandes metas educacionais, até 2022, ano do bicentenário da Independência do Brasil:
1. Todas as crianças de 4 a 17 anos estarão na escola.2. Toda criança de 8 anos saberá ler e escrever.3. Todo aluno aprenderá o que é esperado para a sua série.4. Todos os alunos vão concluir a educação básica.5. Os recursos da educação serão garantidos e bem geridos.
Tenha pleno êxito!

Abandono escolar em SP chega ao menor índice da história

Clipping Educacional - Da Educação
Levantamento da Secretaria de Estado da Educação aponta que apenas 1,4% dos estudantes do Fundamental saiu das escolas
São Paulo chegou em 2008 ao menor índice de abandono escolar já registrado. De acordo com levantamento da Secretaria de Estado da Educação, 1,4% dos estudantes do Ensino Fundamental deixou os estudos. É o menor já registrado desde que estes números são levantados. Ano a ano o abandono vêm caindo. Há 10 anos, em 1998, por exemplo, o abandono foi de 4,6%.
A queda ano a ano acontece também no Ensino Médio. Nas 1º, 2º e 3º séries a taxa caiu pela metade, de 10,8% para 5,4%, entre 1998 e 2008. O levantamento da Secretaria aponta para outro dado importante: no Ensino Médio, fase que tem cerca de 1,4 milhão de estudantes, o Estado conseguiu inverter o horário de estudos dos alunos.
Em 1998 São Paulo tinha praticamente duas vezes mais alunos de Ensino Médio à noite, em comparação aos que estudavam de manhã: 1 milhão estudavam à noite e 500 mil de manhã. Já em 2008 este resultado foi invertido: 660 mil estudaram à noite e 790 mil estudaram pela manhã.
“Os dados mostram que a rede está no caminho certo. São Paulo chegou a uma taxa de abandono extremamente baixa. E a inversão do turno de estudos é essencial, já que pela manhã os estudantes têm maior carga horária de aulas e chegam à escola com mais disposição, menos cansados”, afirma a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro.
A alteração no turno no Ensino Médio foi possível devido a reestruturação da rede. Com ampliação de salas e escolas e mais oferta para Educação de Jovens e Adultos, São Paulo reduziu consideravelmente o número de alunos à noite.
“A defasagem idade-série também é a menor já obtida no Estado. No Ensino fundamental ficou em 10,7 em 2008. Há 10 anos era de 30,9%. No Ensino Médio passamos de 48,5% para 23,8%. Esta taxa ainda precisar cair mais, mas já mostra uma redução importante”, diz a secretária Maria Helena.
fonte:http://www.educacao.sp.gov.br/

sábado, 24 de janeiro de 2009

Concurso de Remoção do Quadro de Apoio Escolar - 2008

Comunicado DRHU, de 23-1-2009

O Diretor do Departamento de Recursos Humanos, encerrada a fase de recursos, de apresentação das indicações e, a fim de melhor orientar os candidatos inscritos no Concurso de Remoção do Quadro de Apoio Escolar, faz publicar os seguintes relatórios:
* Relação dos candidatos que alteraram classificação na remoção
* Relação dos candidatos que alteraram a unidade sede
* Relação dos candidatos desistentes da remoção
* Relação dos candidatos que permaneceram no Concurso
VEJA AQUI Página 19
fonte: http://www.imprensaoficial.com.br

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Justiça derruba liminar contra prova de temporários; Secretaria divulga notas na próxima semana

Clipping Educacional - Da Secretaria da Educação
Educação estadual já define calendário de atribuição de aulas: 2 a 5 de fevereiro para efetivos e 5 a 10 para temporários
O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo derrubou a decisão liminar que suspendia a validade de prova classificatória que, junto com outros critérios, irá determinar a atribuição de aulas para professores temporários da rede. Cerca de 212 mil pessoas são beneficiadas com a medida, pois participaram da prova e agora poderão atribuir aulas após classificação que junta prova, tempo de serviço e títulos.
A Secretaria divulga na próxima semana as notas de todos os 212 mil participantes da prova. Em seguida irá divulgar a classificação, até 30 de janeiro, com os três critérios. A prova e o tempo de serviço têm o mesmo peso: 80 pontos. Os títulos, 20 pontos.
Pela primeira vez houve na rede estadual de ensino uma prova que conta pontos para atribuição, já que até 2008 a escolha de aulas era baseada apenas em tempo de serviço e títulos. A lista de classificação será usada para a atribuição e para qualquer contratação de professores durante o ano.
A classificação terá prazo de um ano. Os temporários atribuem aulas depois dos cerca de 130 mil professores efetivos. A atribuição para os temporários será de 5 a de 10 de fevereiro, após a atribuição dos professores efetivos (de 2 a 5 de fevereiro de janeiro).
A prova teve como base a Proposta Curricular do Estado, já implantada pela Secretaria no ano passado. Com isso, a Secretaria especifica uma forma de verificar quais professores estão mais aptos nos conteúdos de suas disciplinas.

Currículo da educação básica em debate

Ionice Lorenzoni
A Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação fez, nesta quinta-feira, 22, um convite aos professores, diretores e sistemas estaduais e municipais de ensino para que iniciem o ano letivo participando do debate nacional sobre currículo escolar. Para abrir e subsidiar a discussão, a secretaria enviou às escolas 740 mil kits da publicação Indagações Curriculares, documento que está dividido em cinco cadernos temáticos.
Para o diretor de concepções e orientações curriculares da SEB, Carlos Artexes Simões, a publicação é um ponto de partida para o debate. Da discussão, que deve acontecer durante o ano de 2009, a secretaria espera colher contribuições e promover o intercâmbio que permitam que o currículo da educação básica – que compreende a educação infantil e os ensinos fundamental e médio – tenha uma unidade nacional comum e respeite a diversidade que caracteriza as regiões e os locais onde estão inseridas as escolas.
Carlos Artexes esclarece que o MEC quer garantir a autonomia dos sistemas de ensino, mas possibilitando que o currículo, em sua concepção mais ampla, possa assegurar o direito de aprendizagem dos conhecimentos e saberes, definidos para os ciclos de vida, a todos os estudantes da educação básica. A diversidade, a cultura, todos os aspectos regionais devem ser preservados e incentivados, diz. Sobre a publicação, o diretor sugere que os professores leiam o material, se apropriem dos conteúdos, façam dinâmicas, promovam o debate interno.
Ao mesmo tempo em que coloca em pauta essa discussão, a SEB inicia um estudo e um mapeamento sobre a organização curricular desenvolvida pelos estados e municípios após a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), que entrou em vigor em 1996. Também em 2009, a secretaria deve realizar oito encontros regionais e um encontro nacional sobre currículo. A agenda dos encontros, informa Artexes, está sendo preparada em parceria com uma série de entidades, entre elas, a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).
Além de ter sido entregue nas escolas para debate de professores, diretores e coordenadores, a publicação Indagações Curriculares está disponível no Portal do Ministério da Educação. Carlos Artexes diz que a SEB também estuda a possibilidade de trabalhar em parceria com a Secretaria de Educação a Distância (Seed), para abrir um fórum de debates sobre currículo no Portal do Professor.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Estabelece cronograma e diretrizes para o processo de atribuição de classes e aulas do ano letivo de 2009

Portaria DRHU - 3, de 21-1-2009

Estabelece cronograma e diretrizes para o processo de atribuição de classes e aulas do ano letivo de 2009 e dá providências correlatas

O Diretor do Departamento de Recursos Humanos, tendo em vista a necessidade de estabelecer diretrizes, datas e prazos para o desenvolvimento do processo de atribuição de classes e aulas de 2009, em todas as suas etapas, expede a presente
Portaria.
Artigo 1º - a classificação dos inscritos no processo deverá ser divulgada pela Internet em:
I - 22/01/2009, em nível de Unidade Escolar e de Diretoria de Ensino, referente a titulares de cargo, com digitação das decisões de recursos até 28/01/2009 e classificação final (pósrecursos) em 29/01/2009.
II - 29/01/2009, em nível de Diretoria de Ensino, referente a ocupantes de função-atividade e candidatos à admissão, com digitação das decisões de recursos até 03/02/2009 e classificação final (pós-recursos) em 04/02/2009.
§ 1º - Os titulares de cargo, inclusive os ingressantes, bem como os ocupantes de função-atividade e os candidatos à admissão, cujas inscrições sejam digitadas após 28/01/2009, deverão ter a classificação entre seus pares elaborada manualmente.
§ 2º - o ingressante que venha a tomar posse após 30/01/2009 não fará inscrição e não participará do processo de atribuição inicial nem durante o ano, podendo ser classificado entre seus pares somente depois que assumir o exercício do cargo, exclusivamente para fins de constituição obrigatória de jornada (JI), quando for o caso.
§ 3º - para o exercício do ingressante, a que se refere o parágrafo anterior, deverá ser aplicada a ordem inversa à da classificação dos servidores, em nível de unidade escolar e, se necessário, também de Diretoria de Ensino, no atendimento previsto no artigo 27 da Portaria DRHU - 2, de 20 de janeiro de 2009.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Processo anual de atribuição de classes e aulas ao pessoal docente do Quadro do Magistério

Portaria DRHU-2, de 20-1-2009

Dispõe sobre o processo anual de atribuição de classes e aulas ao pessoal docente do Quadro do Magistério

O Diretor do Departamento de Recursos Humanos da Secretaria da Educação, à vista do disposto no artigo 26 da
Resolução SE - 97, de 23 de dezembro de 2008, e considerando a necessidade de complementar normas, critérios e procedimentos a serem adotados no processo de atribuição de classes e aulas da rede estadual de ensino, expede a presente portaria.
SEÇÃO I
Da Inscrição
Artigo 1º - para fins de inscrição no processo anual de atribuição de classes e aulas, o Cadastro de Qualificação de cada docente da unidade escolar, no sistema de cadastro funcional da Secretaria da Educação (PAEC/PAEF), deverá ser revisto e atualizado anualmente, na seguinte conformidade:
I - em caráter obrigatório, antes da abertura do período de inscrições relativo ao processo informatizado de atribuição de classes e aulas, para conferência regular das habilitações e qualificações registradas, mediante análise criteriosa dos títulos e dos históricos dos cursos que lhes sejam correspondentes, implicando a manutenção, exclusão ou inclusão de disciplinas, à vista das matrizes curriculares em vigor na rede estadual de ensino, ou
II - a qualquer tempo, para registro de novas habilitações, que o professor tenha adquirido durante o ano, ou para acertos, verificação de legitimidade e correções, de modo geral, sob pena de responsabilidade.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Tribunal de Justiça mantém liminar da APEOESP

Clipping Educacional - APEOESP
O Procurador Geral do Estado, Marcos Fábio de Oliveira Nusdeo, representando o governo, protocolou agravo de instrumento para tentar cassar a liminar que a APEOESP obteve na ação civil pública que impede que o Estado não atribua aulas àqueles que não fizeram a prova seletiva, realizada no dia 17 de dezembro. Concedida pela juíza Maria Gabriela Pavlópoyulos Spaolonzi, da 13ª Vara da Fazenda Pública do Estado de São Paulo, a liminar também impede que a nota obtida na provinha seja utilizada na classificação dos professores admitidos pela Lei 500/74 – admitidos em caráter temporário – no processo de atribuição de aulas (Fax Urgente 87/08 e 01/09).
Na tarde desta sexta-feira, 16, o Desembargador Leme de Campos, da 6ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, não concedeu liminar que o governo requeria, o que, na prática, significa afirmar que a liminar conseguida pela APEOESP continua em vigor e que, por isso, a atribuição de aulas terá que ocorrer sem que as notas das provas sejam levadas em consideração.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

História: nas salas de aula, passado e presente ainda distantes

Fernanda Thurler
Especialistas vêem ensino de história mais crítico, mas ainda há falhas
Clipping Educacional - Jornal do Brasil (19.01.2009)
A força aérea de Israel preparou uma operação de surpresa, os aviões inflectiram para o sul para atacar, simultaneamente, alvos árabes. Por terra, 235 mil militares armados preparam-se para a ofensiva. O cenário de guerra é o mesmo de hoje, a Faixa de Gaza, os envolvidos também, mas aconteceu em 1967, na famosa Guerra dos Seis Dias.Este é um fato relatado em todos os livros didáticos e ensinado aos alunos como um acontecimento referente a um passado acabado, sem uma correlação com o presente. Mas esta metodologia não é aprovada pelos historiadores consultados pelo Jornal do Brasil. Para a professora Ana Maria Mauad, doutora em História Social pela Universidade Federal Fluminense (UFF), os educadores devem mostrar aos alunos, por exemplo, que o conflito deflagrado há 40 anos explica a guerra e as mortes de hoje.
- O presente devia buscar explicações no passado, mas os professores ensinam o conteúdo como simples quadros de desenvolvimento da humanidade sem relação com a atualidade - analisa Ana Maria. - A Orientação do Ministério da Cultura é de evitar o anacronismo e a naturalização dos conceitos.
A historiadora, que foi coordenadora adjunta da avaliação dos livros didáticos pelo MEC, explica que no primeiro segmento do ensino fundamental (1º ao 5º ano) a história é estudada junto com a geografia, na disciplina de estudos sociais. Quando os alunos passam para o segundo segmento (6º ao 9º ano), há ruptura total entre história e geografia. Esta metodologia segmentada, segundo Ana Maria, é reforçada durante os três anos do ensino médio:
- O vestibular engessa o ensino. As provas das universidades não estimulam o pensamento crítico do aluno, apenas a narração dos fatos. Na minha opinião é algo que tem de ser repensado. Este ensino enciclopédico dos fatos não desperta o interesse nos alunos. A escola deve ser criativa para produzir um conhecimento em que o aluno se sinta agente da história.
Livros didáticos
Sobre os livros didáticos, os mais antigos, segundo o historiador Antônio José Barbosa de Oliveira, eram mais factuais, preocupados em contar a história dos fatos, as datas, os personagens.
- Era como um receituário para o aluno poder decorar - compara o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). - Hoje, os livros de história estão mais contextualizados. Isso não significa que não sejam importantes nomes e datas, é fundamental ter a clareza dos acontecimentos e da cronologia para mostrar que a gente faz parte de um processo de continuidade e de rupturas. Mas há que se que buscar associações. Ao falar da quebra da bolsa de valores de Nova York, em 1929, o professor pode comprar com o que acontecia no Brasil no mesmo período, era o fim da República Velha e da política de exportação de produtos agrícolas.
Oliveira destaca que não tem como fugir muito das aulas expositivas, mas que a tecnologia pode ser um importante instrumento para atrair o aluno.
- Os filmes ajudam bastante, mas para gostar de história é imprescindível o prazer pela leitura - ressalta. - Todos os demais recursos são complementares.
Apesar de segmentado, segundo o pedagogo e autor de livros sobre educação, Hamilton Werneck, o ensino de história está mais crítico. Ele explica que os livros didáticos antigos retratavam o fato sob a ótica portuguesa. Já os mais recentes passaram a reconhecer a colônia, o país subdesenvolvido também como fazedor da história. Além disso, para Werneck, o que direciona os professores de hoje é a corrente francesa Les Annales, uma visão mais analítica e questionadora dos fatos.
- Hoje, uma criança estuda por livros que questionam a realidade. Não se estuda mais que Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil. Fala-se do achamento da terra nova. Os portugueses sabiam da terra, mas não do tamanho nem das riquezas - exemplifica Werneck.
MEC avalia conteúdo didático a cada três anos
Para a análise dos livros didáticos de história, o Ministério da Educação seleciona 30 professores de todo o Brasil, todos funcionários de universidades públicas. São avaliados a metodologia de ensino-aprendizagem, os textos, ilustrações, exercícios e as atividades propostas que favorecem o desenvolvimento do pensamento autônomo e crítico. Para a professora Ana Maria Mauad, coordenadora adjunta da avaliação dos livros didáticos do ensino médio, as considerações finais foram muito positivas.
- Os livros atuais estão buscando uma renovação da forma do discurso, estão mais dinâmicos, evitando os conhecimentos cristalizados. É um processo em construção - avaliou Ana Maria.
Os livros do ensino médio são revisados a cada três anos. Os aprovados são redesenhados e publicados nos guias que são distribuidos às escolas. Segundo o MEC, os exemplares não podem "veicular preconceitos de qualquer espécie, ignorar as discussões atuais das teorias e práticas pedagógicas, repetir estereótipos, conter informações e conceitos errados ou análises equivocadas, ou ainda, contrariar a legislação vigente".
O livro do ensino médio deve ampliar os conhecimentos adquiridos ao longo do ensino fundamental; oferecer informações capazes de contribuir para a inserção dos alunos no mercado de trabalho, o que implica a capacidade de buscar novos conhecimentos de forma autônoma e reflexiva. O MEC conclui que "a escolha do livro deve ser criteriosa e afinada com as características da escola, dos alunos e com o contexto educacional em que estão inseridos".
Ensino Fundamental
Já a avaliação dos exemplares destinados ao ensino fundamental é feita cada quatro anos. O conteúdo deve contribuir para a formação intelectual e cultural dos estudantes; . favorecer o conhecimento de diversas sociedades historicamente constituídas, por meio de estudos que considerem múltiplas temporalidades; e propiciar a compreensão de que as histórias individuais e coletivas se integram e fazem parte da história.

Secretaria define calendário escolar de 2009 para os 5 milhões de alunos da rede estadual

Clipping Educacional - Da Secretaria da Educação
Além dos estudantes, os cerca de 300 mil funcionários da pasta são diretamente afetados pelas definições
A Secretaria de Estado da Educação definiu o calendário escolar para o ano letivo de 2009. Os cerca de 5 milhões de estudantes da rede estadual e os 300 mil funcionários da pasta, entre eles 250 mil professores, são diretamente interessados. As novidades foram publicadas no Diário Oficial do Estado.
As aulas nas cerca de 5.500 escolas estaduais começarão em 11 de fevereiro, com determinação de 200 dias letivos, no mínimo. O ano letivo terá início em uma quarta-feira porque a Secretaria pretende aproveitar os três dias iniciais do ano para apresentar aos alunos as novidades para 2009. Na semana seguinte as escolas terão atividades interdisciplinares, com intuito de melhorar o aproveitamento em sala de aula.
Outras definição é que as equipes escolares deverão utilizar os dias 25, 26 e 27 de fevereiro para revisão e consolidação da proposta pedagógica para 2009. No segundo semestre, em datas a serem definidas, as escolas podem novamente parar por dois dias para avaliação.
Outra parada programada pelo calendário é para o Dia do Saresp/Idesp, quando os servidores deverão avaliar os resultados dos alunos no Saresp 2008 e projetar o que fazer para atingir metas estipuladas pela Secretaria. O Dia do Saresp/Idesp será no primeiro semestre deste ano, em data ainda a ser definida pela Secretaria.
“Todos os alunos devem ter, no mínimo, 200 dias de aulas. A definição é de cada escola, desde que as aulas comecem em 11 de fevereiro. É vedada a realização de eventos ou atividades não programadas no calendário que possam prejudicar as aulas previstas”, afirma a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro.
As férias escolares serão de 1º a 30 de janeiro. O recesso ocorrerá em 10 dias de julho, a serem definidos pelas escolas.

Calendário
Início das aulas : 11 de fevereiro
Duração do ano letivo: no mínimo, 200 dias
Três dias iniciais : apresentação de novidades
Semana inicial : atividades interdisciplinares
Data de consolidação da proposta pedagógica : 25, 26 e 27 de fevereiro – podem parar mais dois dias no segundo semestre
Dia do Saresp/Idesp : no 1º semestre, em data a ser definida
Férias : 1º a 30 de janeiro
Recesso : 10 dias em julho

domingo, 18 de janeiro de 2009

Empresas criam "EJATUR" e levam alunos para outros estados com provas mais fáceis

Clipping Educacional - Agora (18.01.2009)
Notícia publicada no jornal Agora, de autoria de Adriana Ferraz faz denúncia de empresas de escolas de ensino à distância, de São Paulo. Segundo a matéria publicada no jorrnal,sob o apelativo "três anos em três meses" estas escolas devidamnente credenciadas pelo Conselho Estadual de Educação oferecem o diploma do ensino médio em apenas 90 dias. Pelas normas vigentes, o "benefício" é válido a qualquer pessoa com mais de 18 anos que optar pela realização do EJA (Educação de Jovens e Adultos), nome dado ao antigo supletivo.
Em alguns casos, as propostas incluem até pacote de viagem. Só depende da pressa do cliente. Se houver demanda, há escolas que fretam ônibus e levam os interessados ao Rio de Janeiro, onde o exame final é considerado mais fácil. Tudo é feito em um dia e os funcionários dão garantia de sucesso, além de preço acessível: R$ 700.
Tal prática é possível diante da falta de fiscalização.
A responsabilidade, porém, não está clara.
A Secretaria de Estado da Educação empurra a função ao conselho. O impasse facilita a proliferação de instituições sem compromisso com a qualidade.
A queda na procura por vagas na rede estadual pode ser uma das consequências. Entre 2006 e 2007, o número de matrículas foi reduzido em cerca de 40 mil - passou de 595.818 para 556.033. Para o governo, o número mostra que a educação regular está cumprindo o seu papel mas, para especialistas, o dado pode revelar que as escolas particulares estão absorvendo mais alunos.
O EJA foi criado para pessoas que perderam a chance de estudar no período considerado ideal. "O programa tem a função de resgatar a educação. Não foi planejado para quem simplesmente não quer estudar ou deseja a formação apenas para prestar um concurso público ou garantir um emprego", afirma a professora da PUCSP Marta Scapato.Para ela, o problema não é estudar a distância, mas não ter orientação. "Esse modelo pode funcionar, mas é preciso proporcionar discussão para criar consciência crítica e o Brasil já é bastante carente de seres pensantes", completa Marta.
Para que dê certo, o empenho do aluno é considerado essencial. "É possível aprender em cursos a distância, mas concordo que é preciso mais tempo. As escolas dispõem de um corpo de professores que atende as dúvidas pessoalmente ou mesmo por e-mail. Essa é uma tendência mundial e muitos ainda criticam por puro desconhecimento", afirma a diretora pedagógica do Ined (Instituto Nacional de Ensino à Distância), Joanir Fernandes Martinez.
Na rede estadual e em escolas particulares presenciais, os cursos presenciais demandam um ano e meio para o supletivo do ensino médio e dois para o fundamental.
A a secretaria da Educação informou que dispõe de 1.200 supervisores de ensino que agem como fiscais.

Aula de artes é a quarta mais acessada no Portal do Professor

Uma aula sobre a importância do papel é a quarta mais acessada no Portal do Professorfonte: Clipping Educacional - Envolverde / MEC
Maria Clara Machado
Veja a aula no http://portaldoprofessor.mec.gov.br/main.action. Há 627 aulas produzidas por professores e alunos da educação básica disponíveis no portal. Em cinco meses, desde que foi postada no sítio, a aula foi vista por 2.169 pessoas. O interesse pelo tema relacionado às artes foi tão grande que o portal abrirá um fórum sobre o assunto a partir de fevereiro.“A quantidade de e-mails que recebemos por aulas de artes é muito grande”, explica a coordenadora do Portal do Professor, Carmem Prata. “O portal é um espaço em que o professor é usuário e colaborador”, define. Voltado para os profissionais da educação básica, o espaço permite a troca de experiências e a interação entre os profissionais, oferece ferramentas e materiais pedagógicos para aplicar no cotidiano das salas de aula e ainda abre espaço para os professores divulgarem sua metodologia de ensino.
Foi assim que a professora Juliana Gomes Dias, da rede estadual do Paraná, resolveu compartilhar com colegas uma aula sobre a importância do papel, suas aplicações dentro das artes visuais, seu impacto na natureza e na sociedade. Carmem acredita que o grande acesso à aula de Juliana tem a ver com a abordagem atrelada ao contexto do aluno. “Ela usa recursos multimídia, como vídeos, explora a arte em outras disciplinas e envolve o aluno”, resume.
Como vários professores e alunos manifestaram interesse pelo ensino e aprendizado do conteúdo de artes, Carmem anuncia a abertura de um fórum virtual sobre o tema, dentro do portal, em fevereiro. Para ela, o debate pode gerar bons projetos pedagógicos a partir da discussão de temas como a motivação do aluno, o envolvimento da comunidade e o resgate das culturas populares locais. Além disso, diz Carmem, será possível ter acesso ao conteúdo de artes ensinado pelos professores espalhados pelo país.“O interessante é que o professor pode adaptar o conteúdo, os materiais, as ferramentas e aulas dos colegas para sua realidade e alterar a visão do outro”, destaca. Segundo Carmem, o fórum também será importante para conhecer as demandas dos professores. A duração dos debates dependerá do interesse dos participantes.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Biblioteca digital amplia acesso do público a livros preciosos

Clipping Educacional - Da Agência USP de Notícias
O acervo das bibliotecas da USP inclui livros anteriores à fundação da Universidade - alguns datam dos séculos XV e XVI. Este é o caso, por exemplo, do Liber Chronicarum (no latim, livro de crônicas), uma "história" do mundo ricamente ilustrada, escrita em 1493, colorida à mão, com texto em gótico e notas marginais manuscritas. Colocar estas verdadeiras preciosidades à disposição de um público mais amplo sem, por outro lado, danificá-las pelo manuseio é a finalidade da Biblioteca Digital de Obras Raras e Especiais, mantida pelo Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) da USP.
Preocupado com a preservação deste material, desde o final da década de 1980, o SIBi já desenvolvia projetos, alguns deles com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), para identificar e tratar tecnicamente as obras: isto é, catalogá-las e conservá-las. "Como resultado de um destes projetos, tivemos a confecção de dois catálogos que indicam inclusive a descrição física de cada uma das obras, em muitos casos diferente de exemplar para exemplar, lembrando que em períodos mais antigos eram feitas muito poucas impressões por edição", conta a bibliotecária Mariza Do Coutto, diretora da área de Desenvolvimento e Inovação do Sistema.
A partir dos projetos, foi possível identificá-las e recuperá-las, já que muitas das obras estavam bastante danificadas, demandando um trabalho de restauração. "Algumas vezes não é possível a recuperação total de uma obra, mas se interrompe o processo de degradação", explica Mariza. Outro projeto apoiado pela Fapesp previu a melhoria da infraestrutura das bibliotecas, com possibilidade de controle de umidade, temperatura, e armazenamento adequado das obras para maior facilidade de identificação de infestações por pragas, e melhores condições ambientais para a conservação dos livros.
A ideia de digitalizar parte deste acervo integra, também, as iniciativas de preservação do acervo do SIBi. "Alguns acervos, como o do IEB [Instituto de Estudos Brasileiros], não são abertos ao público em geral, mas somente a pesquisadores e interessados previamente inscritos, evitando assim o manuseio desnecessário que pode danificar as obras", explica a diretora. Mas não é só isso: trata-se de ampliar e democratizar o acesso, fazendo com que o pesquisador não tenha que se deslocar nem marcar a consulta, atendendo ainda àqueles que, por curiosidade intelectual, também buscam esse tipo de material.
Em 2004 foi contratado serviço terceirizado de uma empresa para a digitalização de obras selecionadas, enquanto o SIBi constituiu uma equipe para elaborar um catálogo virtual, nos mesmos moldes da Biblioteca Digital de Teses e Dissertações, em formato de dados com padrão internacional, deixando disponíveis pela internet os livros que foram digitalizados.
Atualmente, são 41 os volumes disponíveis no site, escolhidos por critérios diversos, relacionados às necessidades de cada biblioteca naquele momento: porque um título tinha um número de consultas maior, ou porque era a obra mais importante que ela guardava, por exemplo.
É necessário destacar que nem tudo que é antigo é raro, do mesmo modo que nem tudo que é raro é tão antigo, como explica a bibliotecária. "Há um conceito mais complexo envolvido, e por isso dizemos que a biblioteca é de obras raras e especiais. A caracterização da raridade preenche critérios como idade da obra, entre outros: pode se tratar de um primeiro exemplar, um original da obra, uma edição com comentários do autor, ou com uma figura de um desenhista ilustre, para citar algumas possibilidades".
Para a digitalização, utiliza-se equipamento fotográfico profissional, acoplado a uma infraestrutura para esse fim. A depender da obra, não se pode desmontá-la para submetê-la ao processo. Então, é preciso aplicar técnicas de manipulação do objeto, de modo a não provocar a curvatura da página ou reduzir distorções.
Em 2006, com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Governo Federal, foram comprados equipamentos e iniciou-se a montagem de uma oficina dentro do próprio Departamento Técnico do SIbi para continuar a manutenção da Biblioteca. Para o desenvolvimento dessa atividade foi treinada uma equipe técnica interna.
A Oficina de Digitalização do SIBi ficou pronta no final de 2008, quando também foi nomeada uma comissão para estabelecer as políticas para o processo de digitalização do Sistema, isto é, não só no caso das obras raras e especiais, em todas as bibliotecas da USP. "O objetivo é que desde os critérios de seleção de obras até o formato de digitalização sejam padronizados em todo o SIbi, e esta comissão de especialistas deverá definir as diretrizes. Uma vez que elas estejam estabelecidas, a Oficina passará a receber as obras das unidades para ampliação da Biblioteca Digital de Obras Raras e Especiais, instituindo um programa permanente de atualização da mesma".

'Lan houses' chegam a mais 2.000 escolas estaduais

Clipping Educacional - Da Secretaria da Educação
A Secretaria da Educação vai ampliar o programa que vem revolucionando o ensino de informática na rede estadual de ensino. Já neste mês a Secretaria inicia a maior fase do Acessa Escola, que transforma as salas de informática de escolas estaduais em espécies de "lan houses", deixando-as abertas em período integral, não apenas durante as aulas. Até o fim de 2009 serão mais duas mil escolas com o programa.
Duzentas e trinta e nove cidades serão beneficiadas, na Grande São Paulo, interior e litoral. No primeiro semestre de 2009 as "lan houses" chegarão ao restante da capital, Grande São Paulo e regiões de Bragança Paulista, Campinas, Itu, Jacareí, Jundiaí, São Roque e Sorocaba.
Até o fim de 2009 o programa chegará nas regiões de Americana, Araraquara, Avaré, Botucatu, Capivari, Itapetininga, Jaú, Limeira, Mogi Mirim, Piracicaba, Pirassununga, Ribeirão Preto, Santos, São Vicente, São Carlos, São João da Boa Vista, São José dos Campos, Sumaré e Votorantim. Em 2010 as demais Diretorias de Ensino receberão o projeto.
O Acessa Escola transforma as salas de informáticas das escolas estaduais que têm Ensino Médio. Entram computadores de última geração (18 unidades, em média), nova impressora e internet banda larga. A sala passa a ficar aberta nos três períodos letivos: manhã, tarde e noite, sempre monitorada por estudantes daquela mesma unidade. Nas escolas que abrem aos finais de semana (Escola da Família), a sala fica disponível para uso dos moradores do bairro. Mesas e cadeiras são re-adequadas.
"O objetivo é deixar as salas de informática abertas durante todo o período escolar, para uso dos alunos. É importante que os estudantes tenham imenso contato com internet", afirma a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro.
Iniciado em agosto de 2008, o programa já proporcionou cerca de 500 mil atendimentos a alunos, que usam o computador para se comunicar, realizar pesquisas e aproveitar todas as oportunidades que a internet oferece. Na primeira fase de implantação o governo do Estado contratou e capacitou 2.177 estagiários de Ensino Médio, que estudam nas próprias escolas estaduais, e 140 estagiários universitários para apoio ao programa. Até 2010, 3.557 escolas da rede estadual que oferecem ensino médio terão o Acessa Escola.
Ao todo, até o fim do projeto (em 2010), a Secretaria selecionará 12.242 estagiários para as salas de informática. Cinco mil já foram escolhidos ­­- 2.100 começaram ano passado e o restante em 2009. A carga horária de trabalho é de 4 horas diárias, pela manhã (8h às 12h), tarde (12h às 16h) ou noite (16h às 20h). O contrato de estágio é de até 12 meses, podendo ser prorrogado por mais 12 meses. O tempo mínimo de contrato é de seis meses. Todos os estagiários são supervisionados por assistentes técnico pedagógicos das Diretorias de Ensino.
Cronograma de implantação em 2009
PRIMEIRO SEMESTRE


CAIEIRAS: 59 CARAPICUIBA: 49 DIADEMA: 34 GUARULHOS NORTE: 49 GUARULHOS SUL: 48 ITAPECERICA DA SERRA: 41 ITAPEVI: 60 ITAQUAQUECETUBA: 49 MAUÁ: 54 MOGI DAS CRUZES: 42 OSASCO: 47 SANTO ANDRÉ: 54 SÃO BERNARDO DO CAMPO: 75 SUZANO: 42 TABOÃO DA SERRA: 48 BRAGANCA PAULISTA: 43 CAMPINAS LESTE: 41 CAMPINAS OESTE: 60 ITU: 48 JACAREÍ: 44 JUNDIAÍ: 64 SÃO ROQUE: 27 SOROCABA: 54
SEGUNDO SEMESTRE
AMERICANA: 44 ARARAQUARA: 31 AVARÉ: 18 BOTUCATU: 33 CAPIVARI: 32 ITAPETININGA: 40 JAÚ: 37 LIMEIRA: 45 MOGI MIRIM: 58 PIRACICABA: 46 PIRASSUNUNGA: 34 RIBEIRAO PRETO: 57 SANTOS: 57 SÃO CARLOS: 27 SÃO JOÃO DA BOA VISTA: 43 SÃO JOSE DOS CAMPOS: 47 SÃO VICENTE: 63 SUMARÉ: 49 VOTORANTIM: 32
Fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br

Nova lei reduz faltas de professores

Simone de Marco
Clipping Educacional - Da Agência Imprensa Oficial
O resultado do estudo dá lastro científico à lei que, desde 17 de abril, limitou em seis ao ano o número de ausências de professores com atestados médicos. Desde então, as ocorrências caíram quase 60% na rede de ensino, de acordo com balanço da Secretaria Estadual da Educação. Nele, são comparados os seis primeiros meses da medida ao mesmo período de 2007, quando os professores podiam faltar sem limite (dia sim, dia não). Entre maio e outubro de 2007, houve 398 mil faltas por atestados médicos nas escolas estaduais, com atestados apresentados 247 mil vezes (podia apresentar atestados para dias à frente).
Neste ano, nos mesmos meses, foram 163 mil faltas, ou seja, quase 60% menos.
A confrontação dos meses de outubro (2007 e 2008) também pôde ser feita. No primeiro houve 76 mil faltas, enquanto neste foram 29 mil, queda de praticamente 62%.
Antes de a nova lei entrar em vigor, a secretaria registrava cerca de 30 mil faltas diárias de professores (12,8% dos cerca de 230 mil professores da rede) amparadas em 19 dispositivos legais que garantiam que não houvesse desconto em folha de pagamento.
Usando todos os recursos legais, era possível que um professor trabalhasse apenas 27 dos 200 dias letivos de um ano.
Fonte: http://diariooficial.imprensaoficial.com.br

Estudo indica quanto as faltas dos professores prejudicam estudantes

Simone de Marco
Clipping Educacional - Da Agência Imprensa Oficial
A Secretaria de Estado Educação acaba de finalizar um estudo em sua rede de escolas, cruzando dados concretos das faltas de docentes com os do desempenho dos estudantes no Sistema de Avaliação no Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp). A conclusão é de que, para cada ponto porcentual de aumento nas faltas de professores de determinada escola, há perda de 14 pontos em Língua Portuguesa e 16 pontos em Matemática nos exames do Saresp de seus alunos. A iniciativa é quase inédita no Brasil.
Apenas o Estado de Minas Gerais já desenvolveu pesquisa similar. A autoria é do Laboratório de Ideias, grupo de 12 especialistas criado pela secretaria para estudar a fundo os dados educacionais do Estado de São Paulo e oferecer fundamentação para a elaboração de políticas.
A avaliação dos prejuízos causados pelas ausências foi feita com base no desempenho em
Matemática e Português do Saresp 2007 dos estudantes do 4° ano do ensino fundamental. Modelo geométrico – De acordo com a coordenadora do Laboratório e uma das autoras do estudo, Priscilla Albuquerque, três motivos embasaram a opção de ter como amostragem os alunos dessa série. O primeiro deles é que, para a avaliação, é necessário informações sobre o passado do aluno, o que seria difícil de obter no caso das séries mais avançadas.
Os outros dois dizem respeito ao impacto da ausência, já que os mais novos são mais dependentes, tanto emocionalmente (possuem pouca capacidade de desenvolver atividade sozinhos) como em termos práticos, do professor. Por terem apenas um professor, quando ele falta não tem nenhuma aula no dia.
As informações sobre as faltas dos professores da rede são oriundas do Departamento de Recursos Humanos (DRHU) da pasta da Educação e da Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Prodesp). Reunidos, os números foram aplicados num modelo geométrico de progressão linear, submetido ao controle de outras variáveis, como infraestrutura e localização da escola, condição socioeconômica das famílias, hábitos de leitura dos estudantes, etc. “Dessa forma, conseguimos resultados comparativos entre escolas e alunos em condições semelhantes, que diferem especificamente na taxa de absenteísmo dos professores”, afirma Priscila.
Fonte: http://diariooficial.imprensaoficial.com.br

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Serra veta projeto que revogaria lei da mordaça e apresenta outro com mesmo teor

Clipping Educacional - Assembleia legislativa
Governador alega que tema é exclusividade do Executivo; novo projeto seguirá para Assembléia
O governador José Serra vetou o projeto de lei complementar n° 81/2007, que revogaria o artigo 242 do Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de São Paulo (Lei n°10.261). Conhecido como "lei da mordaça", o artigo fere a liberdade de expressão dos funcionários públicos estaduais.
Segundo texto publicado no Diário Oficial, o governador alegou que o projeto é inconstitucional, pois altera o regime jurídico do funcionalismo, uma competência exclusiva do chefe do Executivo. Apesar disso, Serra afirma que o artigo 242 do Estatuto constitui norma restritiva à liberdade de expressão e informação, estando "em desarmonia com o princípio do Estado de Direito." No mesmo texto, o governador afirma ter encaminhado à Assembléia novo projeto de lei complementar para revogação do artigo 242 e reformulação do artigo 241 do Estatuto. O projeto seguirá para a Assembléia.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Resolução SE - 1, de 14-1-2009

Dispõe sobre a elaboração do calendário escolar para o ano de 2009, nas escolas da rede estadual de ensino.
Clipping Educacional - Imprensa Oficial
A Secretária da Educação considerando: a importância do calendário escolar como instrumento imprescindível à organização e ao desenvolvimento das atividades escolares;
a necessidade de o conjunto das escolas estaduais contar com diretrizes gerais que lhe assegurem o cumprimento dos mínimos de dias letivos e de horas de aula estabelecidos pela
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, resolve:
Artigo 1º - As escolas estaduais deverão organizar o calendário, de forma a garantir, na implementação da proposta pedagógica, o mínimo de 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar e a carga horária anual de estudos estabelecida parao período diurno e/ou noturno, respeitada a devida correspondência quando adotada a organização semestral.
Artigo 2º - Consideram-se como de efetivo trabalho escolar os dias em que, com a presença dos alunos e sob orientação dos professores, sejam desenvolvidas atividades regulares de aula e outras programações didático-pedagógicas, que assegurem efetiva aprendizagem dos conteúdos curriculares.
§ 1º - É vedada a realização de eventos ou de atividades não programadas no calendário escolar, em prejuízo das aulas previstas.
§ 2º - Os dias letivos e ou as aulas programadas que deixarem de ocorrer por qualquer motivo deverão ser repostos, conforme a legislação vigente, ainda que essa reposição venha a se efetivar, excepcionalmente, aos sábados.
Artigo 3º - o calendário escolar deverá ser elaborado com a participação dos docentes, ratificado pelo Conselho de Escola e encaminhado à Diretoria de Ensino para a devida homologação.
Parágrafo único - Qualquer alteração no calendário escolar homologado, independentemente do motivo que a determinou, deverá ser submetida à apreciação do Supervisor de Ensino da escola e à nova homologação do Dirigente Regional de Ensino.
Artigo 4º - na elaboração do calendário para o ano de 2009, a escola deverá observar:
I - o início do ano letivo em 11 de fevereiro.
II - a realização de:
a) atividades escolares envolvendo todos os alunos, observados os mínimos de dias letivos e a carga horária de estudos, de que trata o artigo 1º desta resolução;
b) atividades de planejamento, avaliação, revisão e consolidação da proposta pedagógica: dias 25, 26 e 27 de fevereiro, acrescidos de até dois dias no segundo semestre letivo, a serem definidos pela escola;
c) atividades para reflexão e discussão dos resultados do SARESP/2008, em um dia a ser previsto no primeiro semestre, cuja data será definida pela SEE;
d) reuniões do Conselho de Escola e da Associação de Pais e Mestres;
e) reuniões bimestrais de Conselho de Classe/Série e de pais de alunos;
III - férias docentes, no período de 1º a 30 de janeiro;
IV - recesso escolar de 10 (dez) dias úteis no mês de julho.
Artigo 5º - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário, em especial a Resolução SE - 87/2007.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Universidades privadas oferecem cursos gratuitos

Instituições de São Paulo e do Rio oferecem cursos sem cobrança de mensalidade.
Especialista diz que é uma estratégia para atrair alunos mais bem preparados e elevar as notas obtidas nas avaliações do MEC
Ricardo Westin
Clipping Educacional - Folha de São Paulo
Agora, vestibulandos que desejarem cursar o ensino superior gratuitamente podem também pensar nas universidades particulares. Em São Paulo e no Rio, ao menos quatro instituições oferecem cursos em que não se paga mensalidade do começo ao fim do curso.Três delas estão com as inscrições para o vestibular abertas .
Na Grande São Paulo, a Universidade Cruzeiro do Sul oferece vagas gratuitas em economia, geografia, história, música, serviço social e ciências sociais; a São Judas Tadeu, em filosofia; e o Unifieo (Centro Universitário Fundação Instituto de Ensino para Osasco), em engenharia de computação.
No Rio, as vagas estão no curso de pedagogia da UniverCidade (Centro Universitário da Cidade do Rio de Janeiro).
Os demais cursos oferecidos por essas entidades são pagos. A Cruzeiro do Sul, por exemplo, tem 40 graduações. As mensalidades vão de R$ 320 a R$ 1.425. De seus 20 mil estudantes, 276 estão nos cursos gratuitos.

Estratégia
Especialistas em educação elogiam a iniciativa, mas dizem que não se pode esquecer de que essas entidades têm interesses que vão além do educacional e do social. "Não são bondades, mas estratégias", diz João Roberto Alves, presidente do Ipae (Instituto de Pesquisas Avançadas em Educação).
Quando abre vestibular para uma graduação gratuita, a faculdade atrai mais candidatos que o habitual e, assim, pode selecionar alunos mais bem preparados que os dos cursos pagos. São os que obterão notas mais altas nas avaliações do Ministério da Educação. Bem colocada no ranking do governo, a faculdade fica mais atraente para novos estudantes.
"Quando saíram as notas do Enade [avaliação dos universitários], você viu o fuzuê que foi, o ministro falando todo dia na TV? Quando tem uma boa avaliação, você acaba ficando em evidência e mostrando o seu trabalho", afirma Carlos Andrade, pró-reitor da Cruzeiro do Sul. Em 2005, seu curso de geografia -gratuito- foi o primeiro colocado no Enade.
Para que os alunos continuem empenhados, as instituições exigem que não sofram nenhuma reprovação. Quando isso ocorre, eles sumariamente perdem a gratuidade.
As vantagens continuam. Fábio Gallo, um dos coordenadores do MBA em gestão universitária da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), lembra que o aluno da graduação gratuita hoje é o aluno da pós-graduação paga amanhã. "Ele acaba comprando outros produtos da universidade."
"Como instituições empresariais, estão preocupadas em ampliar seus negócios", explica Carlos Benedito Martins, diretor do Núcleo de Pesquisas sobre o Ensino Superior da UnB (Universidade de Brasília).
As universidades dão explicações diferentes para as graduações gratuitas. O Unifieo quer que seu curso de engenharia de computação se torne referência para empresas de tecnologia. "Elas já vêm procurar estagiários aqui", diz a coordenadora do curso, Marlene Dias.
A Universidade Cruzeiro do Sul afirma que quer mostrar que tem "a mesma competência da universidade pública".
A UniverCidade explica que as vagas fazem parte de seu projeto social na Mangueira e em Rio das Pedras -os alunos precisam ser moradores dessas favelas do Rio. Para desfrutar das isenções tributárias da filantropia, a instituição é obrigada a oferecer um certo número de bolsas para alunos pobres.

Curso vai ampliar debate sobre direitos humanos entre alunos do ensino médio

Clipping Educacional - Agência Brasil
Começa amanhã (14) e vai até o dia 30 deste mês o curso Oficinas de Mídia e Cidadania, voltado para alunos do ensino médio do Distrito Federal. A promoção é do Ministério da Justiça.
Mais do que um curso de férias, a atividade é um projeto piloto que visa a ampliar o debate sobre os direitos humanos, os meios de comunicação de massa e a classificação indicativa (TV, cinema, teatro e shows). A primeira instituição a participar do projeto será escola estadual São Francisco, localizada em São Sebastião, cidade-satélite de Brasília. Além da parte teórica, os alunos farão visitas guiadas ao Congresso Nacional, aos Palácios do Planalto e da Justiça e ao Centro Cultural Banco do Brasil. Ao término do curso, eles desenvolverão um produto real - programa de rádio, TV, jornal impresso ou portal na internet - que aborde um dos assuntos trabalhados nas oficinas. Além disso, os estudantes poderão atuar como multiplicadores das informações sobre classificação indicativa, uma das atribuições da Secretaria Nacional de Justiça (SNJ), por meio do desenvolvimento do senso crítico, da análise e da produção de audiovisuais.
O curso terá a participação de profissionais da SNJ, Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Secretaria da Receita Federal, do Sindicato dos Jornalistas do DF, do jornal Correio Braziliense, da Universidade de Brasília, do Instituto Pró-Mediação e da Universidade de São Paulo.
Fonte:http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/01/13/materia.2009-01-13.8661215107/view

Programa da rede estadual habilita professores para atender superdotados

Simone de Marco

Iniciativa, criada por meio do Programa de Altas Habilidades e oficializada no ano passado, abrange identifi cação de casos e adaptação do currículo.
Clipping Educacional - Da Agência Imprensa Oficial
Foi só conhecer um pouco melhor os números, que Nícolas Cássio dos Santos, mesmo com apenas 4 anos, aprendeu a fazer contas. Isso ocorreu quando estava na pré-escola e a precocidade do interesse e da capacidade de raciocínio chamou a atenção dos seus pais, da avó e das amigas dela.
Ao ingressar no primeiro ano do ensino fundamental na Escola Estadual Professor Laurindo Rodrigues Pereira Leite, na zona leste da capital, surpreendeu também os professores, pois já estava “completamente alfabetizado e sabia ler e calcular com incrível facilidade”, recorda a coordenadora pedagógica da unidade, Elisabete dos Anjos Silva.
O próprio menino, hoje com 7 anos, já sabe por que aprende muito mais rapidamente do que a maioria das crianças da sua idade. Possui superdotação, ou seja, habilidade superior à média para algumas atividades intelectuais. O diagnóstico foi feito por meio do Programa de Altas Habilidades da Secretaria Estadual de Educação. “Até poucos anos, em geral, não havia um olhar para essa questão”, ressalta a diretora do Centro de Apoio Pedagógico Especializado (Cape), Maria Elisabete da Costa, órgão da pasta responsável pelo trabalho.
A importância de dar atendimento especial aos superdotados passou a ser abordada na rede em 2002, através de palestras. A iniciativa ganhou relevância em 2005, com o apoio do Ministério da Educação e Cultura (MEC), que distribuiu material específico sobre o tema e culminou no programa, criado oficialmente em 2007. Mas o que ficou definido como a primeira etapa do trabalho já vinha sendo realizado efetivamente desde 2006: a capacitação de educadores para que pudessem identificar alunos superdotados. Até então, essa avaliação era feita com base na intuição dos professores.
Diagnóstico – O método para a formação dos educadores foi elaborado pelo Cape com a ajuda de especialistas no tema.
A pasta da Educação formou 270 profissionais – supervisores, assistentes técnico-pedagógicos e professores-coordenadores – para difundir o conhecimento por toda a rede. O procedimento levou a uma grande diferença no número de diagnósticos no período de um ano. A ocorrência de superdotados na rede estadual subiu de 79 registros no censo escolar de 2006, para 397 no de 2007.
Gerou também um manual, lançado em dezembro passado para ser entregue a todas as 5,5 mil escolas estaduais paulistas: Um Olhar para as Altas Habilidades: Construindo Caminhos, publicado pela Editora Papirus. Organizado pela psicóloga Christina Cupertino, descreve características comuns aos superdotados e dá dicas sobre como observá-las. “Existem três que devem ser frequentes para se começar um trabalho”, exemplifica a diretora do Cape:
“Habilidade acima da média em uma determinada área, criatividade e comprometimento
na resolução de tarefas”.
A próxima etapa do programa, a ser iniciada com o ano letivo, abrangerá o encaminhamento dos casos já identificados para enriquecimento curricular e a continuidade do processo de treinamento e avaliação, com acompanhamento mais aprofundado em cada região. Algumas experiências de sucesso, a exemplo de uma parceria realizada entre a diretoria de ensino de Assis e uma universidade para tornar viáveis oficinas especiais para os estudantes, serão analisadas de perto.
De acordo com Elisabete, é essencial a diferenciação no atendimento a esses alunos, para que não percam o interesse nos estudos e não se tornem indisciplinados por conta de desmotivação. “Nosso objetivo não é caçar talentos, mas dar atendimento adequado aos jovens com altas habilidades” destaca.
O incremento de currículos será realizado por meio da criação de atividades específicas para esses estudantes, de acordo com a necessidade de cada um, nos programas já desenvolvidos nas escolas estaduais: oficinas das Escolas de Tempo Integral, atividades do Escola da Família, no Hora da Leitura, em festivais de artes e feiras de ciências, entre outros.
Fonte: http://www.imprensaoficial.com.br

Artes, ciências e muita curiosidade

Simone de Marco
Clipping Educacional - Da Agência Imprensa Oficial
A maior parte dos casos de superdotação na rede pública põe abaixo o mito de que há poucas ocorrências do tipo em famílias de menor poder aquisitivo. “Foram identificados muitos alunos com altas habilidades oriundos de famílias muito simples”, informa a diretora do Cape.
Segundo ela, Artes e Ciências são as áreas em que os dotes intelectuais se destacam com maior frequência, seguidas de Matemática e Geografia. Enumera algumas características que, em conjunto, podem ser consideradas evidências de um caso: boa capacidade de concentração, alto grau de curiosidade, vocabulário avançado, liderança, grande interesse por um assunto específico, alfabetização precoce, habilidade para adaptar e modificar idéias e persistência. Na avaliação, esclarece Maria Elisabete, são levadas em conta também questões contextuais.
Fonte: http://www.imprensaoficial.com.br

SP terá maior troca de carteiras escolares do Brasil, beneficiando 1,2 milhão de estudantes

Clipping Educacional - Da Educação
Secretaria de Estado da Educação irá implantar meio milhão de novas carteiras em 2009
A Secretaria de Estado da Educação realiza até o meio de 2009 a maior troca de carteiras e cadeiras escolares do Brasil. Serão 514 mil novas unidades, beneficiando cerca de 1,2 milhão de estudantes. O investimento previsto é de cerca de R$ 35 milhões.
A previsão é que até o meio do ano todas as novas peças estejam entregues pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), órgão ligado à Secretaria. As novas carteiras e cadeiras irão atender cerca de 2.000 escolas da Grande São Paulo (incluindo a capital) – cerca de 320 mil jogos. No interior e litoral serão cerca 1.000 novos escolas atendidas (194 mil jogos), totalizando cerca de 3.000 escolas por todo o Estado. Já no fim de 2008, no período de férias, teve início a troca deste mobiliário.
A Secretaria fez um levantamento e verificou a necessidade de troca de mobiliário nestas unidades. Além das carteiras e cadeiras de alunos, a pasta irá modificar cerca de 12 mil móveis utilizados por professores (mesa e cadeira para salas de aula) e de 6.000 conjuntos de refeitórios (mesas e cadeiras – para seis alunos).
“Além das mudanças pedagógicas em andamento, a Secretaria agora está alterando a parte física das escolas. Em 2008 realizamos cerca de 1.200 intervenções em escolas estaduais. Os estudantes precisam de uma infra-estrutura apropriada para que a aprendizagem tenha um salto de qualidade”, afirma a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro.
Os moveis antigos serão doados ao Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Consulta sobre as experiências dos educadores com o Caderno do Professor

Clipping Educacional - Da Educação
A consulta engloba propostas focadas na aprendizagem do Ensino Fundamental (Ciclo II) e Ensino Médio da rede de ensino de São Paulo. É uma forma interativa de compartilhar as atividades bem-sucedidas, resultado da criatividade dos educadores que buscam soluções para o dia-a-dia das escolas.
No fim de 2007 e início de 2008, os professores tiveram a oportunidade de contribuir com a Proposta Curricular por meio de sugestões de atividades e situações de aprendizagem. No curto período de participação, foram recebidos mais de três mil relatos.
No formulário de 2009, as experiências são relatadas com dados quantitativos que descrevem a atividade, os resultados e em que situações elas foram aplicadas. Entre os campos a serem preenchidos estão: objetivo e finalidade da atividade, número de alunos envolvidos, tempo demandado para sua aplicação, avaliação e depoimentos.
Consulta à rede é uma iniciativa da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. O formulário está disponível para os professores. Para acessar a ferramenta Clique aqui e digite o código CIE, da sua escola, com seis dígitos.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Piso salarial dos professores é padronizado no País

Clpping Educacional - Redação Terra
Profissionais da rede pública de ensino do País passaram a ter piso salarial no valor de R$ 950 neste mês. O novo patamar salarial da categoria está em vigor desde o dia 1º de janeiro. » STF mantém piso de R$ 950 para professores
Em entrevista concedida à NBR TV, em Brasília, o ministro da Educação, Fernando Haddad, reafirmou a decisão aprovada pela Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008. O valor é referente a professores com formação com jornada de 40 horas semanais. Entre as diretrizes nacionais de carreira, está em discussão uma nova política nacional de formação inicial e continuada de professores, com abertura de cursos de licenciatura e de especialização com vagas presenciais e à distância.
O cumprimento da carga horária para desenvolvimento de atividades fora da sala de aula também integra a lei que estabelece o piso, o que depende do julgamento do Superior Tribunal Federal (STF) para vigorar.
Através de uma Ação Direta de Incosntitucionalidade (ADI), alguns governadores questionam sobre a obrigatoriedade da aplicação do novo piso. A previsão é de que o valor seja pago pelos Estados integralmente a partir de 2010.
fonte:http://noticias.terra.com.br/educacao

Recadastramento do servidor público estadual começa neste mês

Clipping Educacional - DOE
Os servidores públicos estaduais da ativa da administração direta, das autarquias e das fundações devem realizar o recadastramento 2009 a partir deste mês de janeiro. A atualização cadastral é obrigatória e engloba também os servidores e militares afastados e licenciados.
No mês em que fizer aniversário, o servidor deve recadastrar-se. Pode fazer o procedimento pelo site da Secretaria de Gestão Pública ou por meio de formulários disponíveis nas unidades de Recursos Humanos (RH) dos órgãos. Quem não fizer o recadastramento, terá o salário suspenso e só voltará a receber depois que a situação for regularizada pelo RH.
O objetivo da medida é manter os dados dos servidores atualizados para planejar o seu perfil futuro, ampliar o programa de requalificação e capacitação e incentivar ações de qualidade de vida no trabalho. Realizado pela primeira vez entre fevereiro e maio de 2007, o recadastramento tornou-se anual em fevereiro do ano passado.
Fonte: http://www.imprensaoficial.com.br/

Educação estadual lança ‘pacote’ para adoção de nova ortografia

Clipping Educacional - DOE

A Secretaria da Educação terá um pacote de medidas para adotar já a partir de 2009 a alteração ortográfica da Língua Portuguesa em suas 5,5 mil escolas. O objetivo é que, neste ano, os 5 milhões de estudantes da rede estadual iniciem mudança gradual na aprendizagem, com seus professores capacitados a orientar essa alteração.

No fim de 2008, a pasta da Educação qualificou cerca de 17 mil professores e professores-coordenadores de oficinas pedagógicas (PCOPs), que têm atribuição de difundir conhecimento na rede de ensino. Este processo terá continuidade já no início deste ano, por intermédio da Rede do Saber (sistema da secretaria que permite comunicação rápida, via Internet, entre todas as escolas e os professores estaduais). Um roteiro com as mudanças será colocado à disposição pela secretaria a todos os 250 mil professores, com download pelo site da pasta.

Materiais disponibilizados pela secretaria – guias curriculares e cadernos do professor, por exemplo – terão versão 2009 com a nova ortografia, já que estão sendo produzidos em conformidade com as novas regras.

O material didático dos alunos é distribuído pelo Ministério da Educação.

Vídeo com aula sobre as mudanças também será apresentado on-line (via site) pela secretaria, com acesso a todos os educadores da rede.

Secretaria da Educação Educação prepara:

• Materiais – como guia curricular e caderno do professor – atualizados

• Capacitações de professores – 17 mil já foram capacitados em 2008

• Roteiro com mudanças no site da secretaria (www.educacao.sp.gov.br/)

• Vídeo sobre as mudanças no site da pasta da Educação

• Acompanhamento contínuo, via Diretorias de Ensino, da aplicação das normas ortográficas