Simone de Marco
Clipping Educacional - Da Agência Imprensa Oficial
O resultado do estudo dá lastro científico à lei que, desde 17 de abril, limitou em seis ao ano o número de ausências de professores com atestados médicos. Desde então, as ocorrências caíram quase 60% na rede de ensino, de acordo com balanço da Secretaria Estadual da Educação. Nele, são comparados os seis primeiros meses da medida ao mesmo período de 2007, quando os professores podiam faltar sem limite (dia sim, dia não). Entre maio e outubro de 2007, houve 398 mil faltas por atestados médicos nas escolas estaduais, com atestados apresentados 247 mil vezes (podia apresentar atestados para dias à frente).
Neste ano, nos mesmos meses, foram 163 mil faltas, ou seja, quase 60% menos.
A confrontação dos meses de outubro (2007 e 2008) também pôde ser feita. No primeiro houve 76 mil faltas, enquanto neste foram 29 mil, queda de praticamente 62%.
Antes de a nova lei entrar em vigor, a secretaria registrava cerca de 30 mil faltas diárias de professores (12,8% dos cerca de 230 mil professores da rede) amparadas em 19 dispositivos legais que garantiam que não houvesse desconto em folha de pagamento.
Usando todos os recursos legais, era possível que um professor trabalhasse apenas 27 dos 200 dias letivos de um ano.
Fonte: http://diariooficial.imprensaoficial.com.br
O resultado do estudo dá lastro científico à lei que, desde 17 de abril, limitou em seis ao ano o número de ausências de professores com atestados médicos. Desde então, as ocorrências caíram quase 60% na rede de ensino, de acordo com balanço da Secretaria Estadual da Educação. Nele, são comparados os seis primeiros meses da medida ao mesmo período de 2007, quando os professores podiam faltar sem limite (dia sim, dia não). Entre maio e outubro de 2007, houve 398 mil faltas por atestados médicos nas escolas estaduais, com atestados apresentados 247 mil vezes (podia apresentar atestados para dias à frente).
Neste ano, nos mesmos meses, foram 163 mil faltas, ou seja, quase 60% menos.
A confrontação dos meses de outubro (2007 e 2008) também pôde ser feita. No primeiro houve 76 mil faltas, enquanto neste foram 29 mil, queda de praticamente 62%.
Antes de a nova lei entrar em vigor, a secretaria registrava cerca de 30 mil faltas diárias de professores (12,8% dos cerca de 230 mil professores da rede) amparadas em 19 dispositivos legais que garantiam que não houvesse desconto em folha de pagamento.
Usando todos os recursos legais, era possível que um professor trabalhasse apenas 27 dos 200 dias letivos de um ano.
Fonte: http://diariooficial.imprensaoficial.com.br




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