Vinícius Segalla
Clipping Educacional - do Agora
Em assembleia realizada ontem, em frente à Assembleia Legislativa (zona sul da capital), os professores decidiram não aprovar a greve que começaria hoje, contrariando a decisão da última assembleia da categoria, feita na sexta-feira passada. Um dos motivos do adiamento da greve seria a falta de adesão da categoria ao movimento. Os docentes querem aumento de 27,5% e que sejam retirados dois projetos de lei que alteram as regras de contratação de professores temporários.
Segundo a presidente do Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), Maria Isabel Azevedo Noronha, "a categoria votou e optou por não fazer greve porque sabe que o processo legislativo é demorado, e o movimento se enfraqueceria se ficasse em greve até o fim da votação dos projetos na Assembleia". Os docentes se reúnem de novo na terça-feira.
Segundo a Secretaria de Estado da Educação, a greve não foi ratificada ontem porque os professores não aderiram ao chamado do Apeoesp para a paralisação. Sobre o pedido de reajuste, o secretário da Educação, Paulo Renato de Souza, disse que "este momento, em meio a uma crise econômica, não é adequado para pedir aumento".
Fonte: http://www.agora.uol.com.br
Em assembleia realizada ontem, em frente à Assembleia Legislativa (zona sul da capital), os professores decidiram não aprovar a greve que começaria hoje, contrariando a decisão da última assembleia da categoria, feita na sexta-feira passada. Um dos motivos do adiamento da greve seria a falta de adesão da categoria ao movimento. Os docentes querem aumento de 27,5% e que sejam retirados dois projetos de lei que alteram as regras de contratação de professores temporários.
Segundo a presidente do Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), Maria Isabel Azevedo Noronha, "a categoria votou e optou por não fazer greve porque sabe que o processo legislativo é demorado, e o movimento se enfraqueceria se ficasse em greve até o fim da votação dos projetos na Assembleia". Os docentes se reúnem de novo na terça-feira.
Segundo a Secretaria de Estado da Educação, a greve não foi ratificada ontem porque os professores não aderiram ao chamado do Apeoesp para a paralisação. Sobre o pedido de reajuste, o secretário da Educação, Paulo Renato de Souza, disse que "este momento, em meio a uma crise econômica, não é adequado para pedir aumento".
Fonte: http://www.agora.uol.com.br




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