Em 28 de julho de 1999 a Organização das Nações Unidas (ONU), por meio do Conselho Econômico e Social, passou a recomendar a adoção da Justiça Restaurativa, conceituando-a como processo em que todas as partes envolvidas em um ato que causou ofensa reúnem-se para decidir coletivamente como lidar com as circunstâncias decorrentes desse ato e suas implicações para o futuro.
Adotada com sucesso na Inglaterra, Austrália, Canadá, África do Sul e Colômbia, a Justiça Restaurativa surgiu há cerca de dez anos na Nova Zelândia. Em Bogotá, na Colômbia, uma das cidades mais violentas da América Latina, desde que essa experiência foi posta em prática a taxa de homicídios caiu 30%.
No Brasil a Justiça Restaurativa vem sendo adotada em caráter experimental no Núcleo Bandeirante (DF), em Porto Alegre e em São Caetano. Com apoio financeiro, logístico e técnico do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e do Centro de Estudos de Justiça das Américas (órgão vinculado à Cepal e financiado pelo BID), os projetos piloto de Porto Alegre e São Caetano estão sendo desenvolvidos pelas varas de infância e juventude, com apoio do Ministério Público e da rede pública de ensino básico e superior. A experiência do DF é a única que envolve adultos.
FONTE:http://www.educacao.sp.gov.br
Adotada com sucesso na Inglaterra, Austrália, Canadá, África do Sul e Colômbia, a Justiça Restaurativa surgiu há cerca de dez anos na Nova Zelândia. Em Bogotá, na Colômbia, uma das cidades mais violentas da América Latina, desde que essa experiência foi posta em prática a taxa de homicídios caiu 30%.
No Brasil a Justiça Restaurativa vem sendo adotada em caráter experimental no Núcleo Bandeirante (DF), em Porto Alegre e em São Caetano. Com apoio financeiro, logístico e técnico do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e do Centro de Estudos de Justiça das Américas (órgão vinculado à Cepal e financiado pelo BID), os projetos piloto de Porto Alegre e São Caetano estão sendo desenvolvidos pelas varas de infância e juventude, com apoio do Ministério Público e da rede pública de ensino básico e superior. A experiência do DF é a única que envolve adultos.




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